O que é pesquisa para Marconi e Lakatos?

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Para Marconi e Lakatos, pesquisa científica é um processo formal, reflexivo e metódico. Visa o conhecimento da realidade e a descoberta de verdades, através de tratamento científico rigoroso. É um caminho para compreender o mundo a partir de um método sistemático e objetivo.
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O que Marconi e Lakatos defendem em suas pesquisas e métodos de investigação?

Marconi e Lakatos? Acho que eles batem muito na tecla de que pesquisa científica não é só jogar dados numa fórmula e esperar um resultado mágico. É um processo, sabe? Um ir e vir, reflexivo mesmo, tipo quando eu estava pesquisando sobre a história da minha família em 2021, buscando registros em arquivos de Minas Gerais, um trabalho demorado, cheio de idas e vindas no cartório. Custou uma nota, uns 500 reais, mas valeu a pena descobrir que meu bisavô foi ferreiro. Detalhe: achei uma foto dele, incrível!

Para eles, a ciência busca entender a realidade, pequenos pedaços dela de cada vez. É uma construção, não uma revelação divina. Lembro de uma discussão numa aula de metodologia, em 2018 na UFMG, sobre a "verdade" em ciências sociais. A professora, uma figuraça, falava sobre a subjetividade na interpretação de dados. Realmente, a "verdade" é sempre parcial, depende do ângulo, do contexto. Acho que essa é a chave deles, essa ideia de verdades parciais. Nunca uma verdade absoluta, né?

Acho que se encaixa perfeitamente com o meu TCC, que defendi no ano passado, sobre o impacto do turismo sustentável em comunidades rurais. Teve muita pesquisa de campo, entrevistas, análises de dados... e a conclusão, embora sólida, não é uma verdade definitiva. É uma contribuição, um tijolo na construção desse conhecimento todo. E isso é bem o que eles defendem.

Informações curtas:

  • Marconi & Lakatos: Pesquisa científica como processo reflexivo, busca de verdades parciais.
  • Método: Não é fórmula, mas construção de conhecimento.
  • Realidade: Compreensão gradual, parcial.

O que é amostra segundo Marconi e Lakatos?

Meio da noite... a cabeça a mil... pensando em Marconi e Lakatos... Amostragem... Amostragem probabilística não é, isso é certo. Eles falam de uma coisa... esquisita, sabe?

  • Amostragem não-probabilística. É assim que eles chamam. Complicado, né?

Naquele livro de 2002, eles explicam... uma coisa meio... subjetiva. A escolha dos participantes da pesquisa... depende do pesquisador. Ele escolhe quem acha que vai dar certo. Que vai "funcionar". Não é aleatório. Não tem fórmula. É... intuitivo.

Uma sensação estranha, sabe? Como se a ciência se misturasse com... achismo? Lembro de ter ficado pensando nisso na faculdade... anos atrás. Devia ter anotado melhor... esqueci os detalhes exatos. Mas a ideia principal... aquele peso na escolha... a responsabilidade de escolher quem participaria da pesquisa... sem um critério "científico" claro. Me incomodava.

  • Acho que, em resumo, é uma amostra onde o pesquisador seleciona os participantes com base em seu julgamento, experiência ou critérios específicos, não em um processo aleatório. É uma abordagem que facilita em certos casos, mas pode levar a vieses, afetando a generalização dos resultados para a população.

No meu TCC, por exemplo, em 2018, pensei em usar esse tipo de amostragem. Mas meu orientador me aconselhou contra. Disse que era arriscado demais. Ele tinha razão... provavelmente. Mas, ainda assim... fiquei com essa dúvida na cabeça. Essa sensação de que há um lado… obscuro, na pesquisa.