O que é preconceito linguístico no texto?

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Preconceito linguístico é discriminação baseada na variação linguística. Julga-se a pessoa pela forma de falar ou escrever, comparando-a com a norma culta. A distância dessa norma resulta em crítica e depreciação do indivíduo, independente de seu mérito. É uma forma de exclusão social.
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O que é preconceito linguístico em um texto?

Sabe, preconceito linguístico num texto pra mim é tipo... ahn, quando a gente meio que já decide que o texto é "ruim" só porque ele não tá todo certinho, sabe? Tipo, gramática impecável, palavras super rebuscadas.

Eu já vi tanto isso! Lembro de uma vez, no trabalho, um relatório super importante que a gente tinha que entregar. Um colega, o João, fez um rascunho ótimo, cheio de ideias boas, mas a chefe implicou porque "tinha erros demais". Acabou que reescrevemos tudo, deixando bem formal, mas perdemos a essência das ideias dele. Pra mim, isso é puro preconceito linguístico!

É como se a gente achasse que só quem fala/escreve "bonito" é que tem algo de valor pra dizer. Uma baita besteira, né?

Preconceito Linguístico: Rápido e Direto

  • O que é? Julgar alguém pela forma como usa a língua.
  • Onde rola? Na fala e na escrita.
  • Baseado em quê? Distância da norma culta.
  • Consequência? Discriminação e desvalorização do falante.

O que podemos falar sobre o preconceito linguístico?

Meu Deus, preconceito linguístico! É tipo achar que só quem fala português igual a apresentador de telejornal merece respeito, sabe? Como se a gramática fosse um concurso de miss e só as "perfeitas" ganham a faixa. Já me vi em situações hilárias, tipo tentando explicar algo em um grupo de amigos e me sentindo uma anta por usar uma gíria que ninguém entendeu. Aí vem a piada, a imitação... tipo "que português é esse?".

A frase "Eu não sei falar português direito" é a prova cabal do crime linguístico! É um pedido de perdão antes mesmo de começar a falar. E já vi essa frase MUITAS vezes, meu amigo. Demais! Mais do que um gato vê passarinho. Quantas? Não vou quantificar, porque meu contador de sofrimento linguístico quebrou de tanto uso! Mas é tipo, a cada cinco pessoas que conheço, no mínimo uma já disse isso, ou alguma variação dramática.

  • Situação 1: Tio do interior falando e sendo zoado na capital.
  • Situação 2: Colega de trabalho com sotaque forte sofrendo bullying "sutil".
  • Situação 3: Eu mesmo, várias vezes, com medo de parecer ignorante.

Acho que essa tal de norma culta deveria ser mais maleável, tipo roupa de ioga. Confortável pra todo mundo, e não um espartilho sufocante. Afinal, a língua é viva! Ela muda, evolui, e vira um monstrengo de gírias e expressões que a gramática não entende. E se a gramática não entende, problema da gramática, né?

Preconceito linguístico é algo tão chato que me dá vontade de inventar uma nova língua só pra me vingar. Tipo o idioma do "caiu do cavalo", cheio de expressões e sotaques que só quem entendeu o sofrimento sabe decifrar. Tipo, ia ser muito chique, viu?

O que falar em uma redação sobre preconceito?

Ai, preconceito... tema complicado pra redação, né? Por onde começar?

  • Causas: tipo, por que raios as pessoas são preconceituosas? Hum...

    • Raiva deslocada: sabe quando você tá p* da vida com seu chefe, mas desconta no garçom? Tipo isso, só que em escala social. Quem se sente oprimido chuta quem tá "abaixo".
    • Medo do diferente: a gente tende a desconfiar do que não conhece, né? Aquela tia que torce o nariz pra comida japonesa, sacou?
    • Falta de informação: quanto menos a gente sabe sobre algo, mais fácil cair em estereótipos. Conhecimento é poder, já dizia alguém.
  • Tipos de preconceito: nossa, tem pra todo gosto (e desgosto).

    • Racial: o mais óbvio, infelizmente. Aquele olhar torto na loja, sabe? Ou comentários "inocentes" sobre cabelo crespo.
    • Social: ah, o famoso "playboyzinho" vs. "favelado". Como se a conta bancária definisse quem a gente é.
    • De gênero: machismo, feminismo... a briga é feia. Mas igualdade, cadê você?
    • Sexual: homofobia, transfobia... Gente amando gente, qual o problema?
    • Religioso: "sua crença é estranha, a minha é a certa". Fala sério!
  • O que fazer?: não dá pra mudar o mundo de um dia pro outro, mas...

    • Educação: ensinar desde cedo que diversidade é riqueza, não ameaça.
    • Empatia: se colocar no lugar do outro. Parece clichê, mas funciona.
    • Denunciar: não se calar diante do preconceito. A omissão é conivência.

Sério, é tanta coisa pra falar que dá pra escrever um livro, não só uma redação. Mas acho que com isso já dá pra começar a rabiscar algo. Eita, quase esqueci! Lembra daquela vez que fui comprar pão e o padeiro me olhou de cima a baixo? Que ódio! Acho que rolou um preconceitozinho ali... Ou será que era só impressão minha? ????

Como citar preconceito linguístico?

Nossa, citar preconceito linguístico... complicado! Lembro daquela aula chata de português, a professora falando de Bagno... Aquele livro, "Preconceito Linguístico", tenho ele aqui em casa, empilhado com um monte de outras coisas que preciso ler. Preciso mesmo reler, sei lá, estou precisando organizar minha vida, rs. Aquele negócio de "Brasileiro não sabe português" me irrita. Que absurdo! Como se só em Portugal existisse o "português correto".

  • Exemplo 1: Brasileiro não sabe português. Isso é preconceito puro! A variação linguística é natural, cada região tem suas expressões. Até a minha avó fala de um jeito diferente do meu!

  • Exemplo 2: Só em Portugal se fala bem português. Mais um exemplo de preconceito linguístico descarado! A língua é viva, se transforma, evolui. Não existe uma versão "superior".

  • Exemplo 3: As pessoas sem instrução falam tudo errado. Essa é a pior! Instrução não define a correção da língua, gente! É só mais preconceito mascarado de superioridade. Meu tio, por exemplo, é um cara incrível, super inteligente, mas a escrita dele… enfim… mas ele é um gênio da mecânica, resolve qualquer problema de carro.

Tenho que procurar mais exemplos... ah, esqueci o que ia escrever... Preciso arrumar meu quarto, tá uma zona! Depois volto a isso. Mas a citação do Bagno é essencial para mostrar esses exemplos de preconceito. Anotei tudo isso no meu caderno, depois vejo com mais calma. Meu Deus, que cansaço!

Como citar o livro Preconceito Linguístico?

Ah, tá, citar o Preconceito Linguístico... Deixa eu ver...

  • BAGNO, Marcos.Preconceito Lingüístico: o que é, como se faz. São Paulo: edições Loyola, 1999.

É isso! Simples assim. Mas pensando bem, esse livro me fez repensar tanta coisa. Tipo, eu usava umas palavras que agora vejo que eram super preconceituosas, sem nem me dar conta.

  • ABNT é o padrão, né? Para trabalhos acadêmicos, claro.

Uma vez, na facul, a professora de sociolinguística falou da importância de desconstruir essas ideias. Nossa, abriu meus olhos! E pensar que antes eu julgava quem falava "errado". Que vergonha!

Como citação Marcos Bagno sobre preconceito linguístico?

Bagno: Preconceito linguístico é social. Ataca o falante, não a fala.

  • Rejeitar a língua = rejeitar o indivíduo. É a pessoa, sua história, sua comunidade.

  • Língua é identidade. Negar a língua é negar a existência.

  • Estruturas de poder impõem uma "norma". Quem não se encaixa é marginalizado.

    • Minha avó, analfabeta, sabia mais do mundo que muito doutor. A "norma" a silenciava. Injusto.