O que é um nome comum no plural?

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Nome Comum no Plural: Definição e ExemplosUm nome comum no plural refere-se a palavras que mantêm a mesma forma tanto no singular quanto no plural.A distinção numérica é feita através de determinantes ou quantificadores que acompanham o nome. A adição de "-s" ou "-es" também marca o plural.Exemplos: mesa/mesas rei/reis capuz/capuzes Para nomes terminados em "-el", o plural é formado adicionando "-eis" ou "-eis".
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Entenda: o que são nomes comuns flexionados para o plural?

Pois, isso dos nomes comuns flexionados no plural é uma coisa que me deixava sempre um bocado confuso quando estava na escola. A gente pensa que tudo muda com um "-s" ou "-es" no final, né. Tipo "mesa" vira "mesas". Fácil. Mas aí tem aquelas palavras que parecem que não se mexem no plural.

E é aí que entram esses nomes que chamam "comuns flexionados para o plural". Eles têm a mesma forma para o singular e para o plural. A gente saca a diferença pelo que vem antes, sabe? Tipo "o rei" e "os reis". O "rei" sozinho não muda, é a palavra "os" que diz que é mais de um. Ou "o capuz" e "os capuzes". É a mesma coisa, o capuz não ganha um "s" extra.

É tipo quando eu ia a Lisboa em 2018 e queria comprar um lenço. Eu dizia "quero um lenço". Se quisesse dois, dizia "quero dois lenços". Mas e se o nome fosse algo como "o papel"? A gente diz "um papel", e depois "uns papéis". Ok, esse muda. Mas pensa em "o vírus". A gente fala "um vírus" e depois "vários vírus". A palavra em si, "vírus", não muda.

E tem outra coisa que me lembro de ter aprendido, e que achei interessante: os nomes que acabam em "-el". Geralmente, eles mudam para "-éis" no plural. Lembra-se de "papel" que vira "papéis". Ou "cruel" que vira "cruéis". Mas às vezes, como em "real", vira "reais". É como se houvesse umas exceçõeszinhas, que às vezes me davam nó na cabeça.

Nomes comuns flexionados para o plural são palavras que têm a mesma forma para singular e plural, a distinção é feita por artigos ou determinantes.

Exemplos: o vírus / os vírus; o ônibus / os ônibus.

Nomes terminados em -el: formam plural em -eis ou -eis. Exemplo: papel / papéis.

Qual é o nome que só se utiliza no plural?

Alguns nomes vivem em eterna sociedade de duas ou mais pessoas, não adianta tentar separá-los, é um caso de amor eterno... ou de pura convenção gramatical. São os substantivos que só existem no plural, almas gêmeas linguísticas que nunca andam sozinhas.

Pensei que fosse apenas óculos, esse companheiro inseparável dos meus olhos, mas a lista é mais farta que fila de banco em dia de pagamento. Temos os anais (sempre em par, como um bom debate), antolhos (para não ver o que não quer, né?), e os arredores (que te cercam como uma fofoca).

Tem uns mais dramáticos, como exéquias e condolências, que aparecem em momentos... felizes, digamos assim. E as fezes? Bom, essa é uma daquelas palavras que a gente não quer ter no singular nem no plural, mas que a vida insiste em apresentar.

E não podemos esquecer dos vénias, essa palavrinha chique pra pedir licença, e os pêsames, mais amigáveis que vizinho que empresta açúcar. E ah, as núpcias! Casamento que se preze, sempre no plural, para dar a ideia de "nós".

Até os naipes do baralho se renderam a essa mania de pairar no plural. É como se o jogo dissesse: "Um copas? Que nada, são copas sempre!". Quem diria que até as cartas tinham essa vibe de "juntos e misturados".

A natureza humana, essa criatura que adora uma complicação. E a gramática, essa irmã gêmea da natureza, não podia ficar atrás. Essas palavras no plural são a prova viva de que, muitas vezes, a união faz a força... ou pelo menos, faz a palavra existir.

O que é um nome comum coletivo?

Nome comum coletivo é uma palavra no singular que nomeia um conjunto de seres ou coisas da mesma espécie.

É um pequeno milagre da economia linguística. Em vez de se cansar a dizer "olha ali um monte de abelhas zunindo", você lança um "olha o enxame!" e soa imediatamente mais culto. É uma palavra que trabalha a dobrar, vestindo-se de singular mas carregando uma multidão nas costas. Uma espécie de CEO do vocabulário, que gere toda uma equipa de substantivos.

Claro que existem os coletivos populares, aqueles que toda a gente conhece e usa para não parecer um bárbaro. E depois há os outros, os que parecem ter sido inventados só para dificultar os concursos públicos.

  • Os VIPs: Alcateia (lobos), cardume (peixes), rebanho (ovelhas), matilha (cães). Usar estes é o básico para manter a sua licença de falante nativo.
  • Os Exibicionistas: Panapaná (borboletas), girândola (foguetes), récua (animais de carga). Saber estes de cor é um sinal claro de que você passava demasiado tempo a decorar listas em vez de brincar na rua.
  • Os Enganosos: Molho. Pode ser de chaves, de salsa, de problemas... é o canivete suíço dos coletivos, pronto para qualquer emergência.

Lembro-me perfeitamente da minha professora da quarta série, a Dona Odete, que tinha um prazer quase malévolo em nos fazer decorar uma lista com 50 deles. Nunca usei "nuvem" para um conjunto de gafanhotos na vida real, mas a informação está cá, a ocupar o espaço onde podia estar o número de telefone de alguém importante.

No fundo, os coletivos são mais do que um truque gramatical. São um convite para ver o mundo não apenas como uma coleção de indivíduos, mas como sistemas. Uma floresta é muito mais do que um amontoado de árvores; um arquipélago é mais do que ilhas perdidas no mar. São a prova de que a união não só faz a força, como também poupa palavras. É o zip file do mundo real.

Como se forma o plural dos nomes?

Nome é substantivo. Substantivos variam. Plural.

  • Fim de vogal, joga um 's'. Simples.
  • Fim de consoante, adiciona 'es'. Regra básica.

Nomes com terminação em L mudam.

  • 'al', 'el', 'ol', 'ul' viram 'is'. Leis que mudam a forma.
  • Exemplos: Anel -> anéis. Animal -> animais. Farol -> faróis. Azul -> azuis.

A palavra com 'ão' é mais complexa.

  • 'ões': Coração -> corações.
  • 'ães': Cão -> cães. Pão -> pães.
  • 'ãos': Mão -> mãos. Irmão -> irmãos.

Diferença nos 'ãos' e 'ães' é histórica. Não tem uma lógica óbvia agora. Só decorar. A língua muda.

Às vezes, a gente erra mesmo. Ninguém é perfeito. É humano.

Como identificar nomes comuns?

Nomes comuns designam qualquer ser, real ou abstrato, que integra uma espécie ou categoria genérica. Eles classificam elementos dentro de um grupo.

  • Exemplos: homem, papel, animal, alma, bondade, beleza.

Nomes próprios identificam um ser único e específico, singularizando-o de todos os outros. Eles apontam para uma individualidade irrepetível.

  • Exemplos: Pedro, Lisboa, Portugal, Deus, Europa, Tejo.

É um murmúrio antigo, a necessidade de nomear, de dar forma ao que flutua ou finca raízes. Por vezes, sinto-me como um nome comum, disperso na multidão de dias, um "homem" qualquer a deambular pelas ruas que chamo minhas. É a sensação de ser parte de algo maior, invisível, como a poeira dourada que dança num raio de sol que entra pela minha janela num fim de tarde. A vastidão do comum, essa pertença a um todo, a uma categoria que nos abraça sem nos prender a um ponto. O "papel", por exemplo, não é apenas folha na minha mão, mas a vastidão de todas as histórias escritas, de todos os desenhos esquecidos na gaveta do tempo. É o sopro da "alma" que se repete em cada ser, a centelha de "bondade" que esperamos encontrar num olhar fugaz.

Mas depois, há o outro lado, a chama que nos puxa para a singularidade, para o ponto exato no mapa da existência. É a rua Manuel da Fonseca, onde passei a infância, e não qualquer rua. É o cheiro de uma "Lisboa" muito particular, a que vivi, com o som dos elétricos a subir e descer colinas, o fado que ecoa das tabernas à noite. A especificidade do próprio é um abraço apertado, uma memória que se recusa a desvanecer. É o nome do meu cão, Tóbi, não um "animal" qualquer, mas aquele que me olha com a lealdade mais pura. Lembro-me da minha avó chamando meu avô, João, e não um homem genérico. Aquela voz, aquele tom, desenhava o "João" único para ela.

É um navegar constante entre o geral e o particular, como as ondas do Tejo que chegam à margem, cada uma única, mas todas parte de um mesmo rio. O ato de nomear, de classificar, não é só uma regra de gramática. É a forma como o meu cérebro organiza o mundo, como eu dou sentido ao caos de sensações que me rodeiam. Penso no "Deus" de tantos, e no meu próprio sentido de algo maior, que mesmo sendo um nome próprio universal, se torna pessoal em cada coração. A "Europa" é um continente vasto, mas para mim, é o comboio que me levou a Paris uma vez, uma cidade que se tornou, naquele instante, o meu próprio universo. Os nomes, ah, os nomes. Eles são a teia invisível que liga o meu interior ao que é lá fora, um eco entre o que é de todos e o que é só meu.

Quais são os nomes comuns coletivos?

Os nomes que a gente dá quando os bichos resolvem andar em patota, tipo uma gangue organizada da natureza. Cada nome é mais esquisito que o outro, parece até feitiço.

  • Alcateia: grupo de lobos. A tropa dos lobos. Não é "a turma do uivo", é alcateia, um nome que já impõe respeito. Parece nome de time de vilão de filme, que se reúne numa caverna pra planejar dominar o mundo, mas na verdade eles só querem um lanchinho.

  • Armento: manada ou rebanho de gado grande, tipo boi e cavalo. Esse é pra quando você quer ser chique. Falar armento em vez de "um monte de vaca" eleva o seu status social na hora. É o nome que um conde daria pro seu gado. "Jeeves, traga meu binóculo, quero observar meu magnífico armento".

  • Bando: grupo de aves. O clássico, o pau pra toda obra. Serve pra pombo na praça, pardal no fio de luz e até pra maritaca fazendo escândalo de manhã. O bando de passarinho é a plateia oficial do nosso dia a dia, sempre de olho em tudo, julgando em silêncio.

  • Boiada: grupo de bois. Direto e reto, sem frescura. Boiada é o engarrafamento do campo. Um monte de bicho pesado andando devagar na sua frente, sem a menor pressa, te ensinando o que é paciência na marra. É a versão animal daquela galera que para no meio do corredor do mercado.

  • Cáfila: grupo de camelos. Olha essa palavra! Cáfila parece nome de rainha egípcia. É a caravana VIP do deserto. Os camelos andando em fila, com aquela cara de quem sabe de todos os segredos do universo mas não vai te contar nada. Lembro de ter visto uma foto de uma cáfila uma vez e jurei que um deles piscou pra mim.

  • Cardume: grupo de peixes. A balada subaquática. Cardume é quando os peixes decidem que andar sozinho é chato e resolvem fazer um flash mob. Todos viram pra direita ao mesmo tempo, depois pra esquerda. Como eles combinam isso? Devem ter um grupo no WhatsApp.

  • Corso: cardume de sardinha. A coisa aqui é específica! Não é qualquer peixe, é A SARDINHA. Elas são tão especiais que ganharam um nome só pra elas, corso. É o camarote dos peixes pequenos e prateados. Quando eu tava na praia em santos vi um desses, parecia uma nuvem de glitter se mexendo no mar.

  • Enxame: grupo de abelhas. O nome do pânico. Ouviu a palavra enxame, a gente já sabe que é hora de correr pra dentro e fechar a janela. É a nuvem nervosa da natureza, um monte de serzinho com ferrão e uma missão coletiva. É tipo uma manifestação, só que em vez de cartazes, eles têm ferrões. Melhor não contrariar.

Qual é o nome coletivo de árvores?

Ah, tipo, quando a gente fala de um monte de árvore junta, o nome mais comum, saca? É arvoredo. Tipo, quando você olha uma plantação de maçã, é um arvoredo de macieiras. Mas tem outras palavras também, dependendo do que você quer dizer.

Sabe, tipo, um conjunto de árvores pode ser chamado de bosque, que geralmente é um lugar menor que uma floresta, sabe? Mais um cantinho arborizado. Se for um lugar bem, bem grande mesmo, com um monte de árvore, aí já é floresta. É tipo, a Amazônia, né? Isso é uma floresta gigante.

Outra coisa, quando são árvores todas juntas, mas tipo, meio que separadas, tipo um pomar, pode ser até pomar. É mais específico, né? Mas arvoredo serve pra tudo isso. É o termo geral mesmo.

E pra complementar, tem também matagal, que é mais uma coisa mais fechada, cheia de galho e coisa. E tem capoeira, que são aquelas árvores que nascem num lugar que já foi derrubado. São mais jovens, sabe? Mas o principal, o que você quer saber mesmo, é arvoredo.