O que expressa o presente do modo subjuntivo?

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O presente do subjuntivo expressa: Dúvida: Ações incertas ou improváveis. Incerteza: Situações hipotéticas ou não confirmadas. Suposição: Ações tidas como muito distantes da realidade. O subjuntivo, com seus tempos verbais (presente, pretérito imperfeito e futuro), é fundamental para expressar nuances de probabilidade e desejo na língua portuguesa.
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Como se forma o presente do subjuntivo?

Sabe, o subjuntivo... sempre me deu trabalho! Lembro-me de me debater com isso no colégio, lá em 1998, em Santos. Professor Carlos, um cara gente boa, mas a gramática... uffa! Aquele monte de regras...

Para formar o presente do subjuntivo, a gente precisa olhar a conjugação do infinitivo. No caso de verbos regulares, é mais fácil. Pega o verbo "amar", por exemplo. Tira o "r", fica "am". Aí, junta as desinências: -e, -es, -e, -emos, -eis, -em. Ficando "ame, ames, ame, amemos, ameis, amem". Viu? Simples, mas na hora, era um bicho de sete cabeças.

Verbos irregulares, aí complica. Cada um com sua maluquice. "Ser" e "ir" então... nem se fala. Ainda hoje, às vezes, tenho que consultar a gramática, mesmo depois de tantos anos e provas! Até em textos profissionais me pego duvidando, principalmente com os verbos menos usados.

O subjuntivo expressa desejos, incertezas. "Que ele venha", "Talvez chova amanhã". Aquele clima de "e se...?" Na minha faculdade (USP, 2003), a gente usava muito em trabalhos acadêmicos, discussões, onde a certeza não era absoluta.

O presente do subjuntivo, o pretérito imperfeito, o futuro... Três tempos, cada um com sua nuance. Mas o presente é o que mais uso, no dia a dia. Sinceramente, o futuro do subjuntivo quase nunca me aparece na vida real.

O que o modo subjuntivo expressa?

A tarde caía, um laranja quase doloroso pintando o céu sobre a janela do meu quarto. Lembro da poeira dançando nos raios de sol, um baile silencioso e quase triste. O subjuntivo, essa coisa etérea, flutuando entre o possível e o impossível... Como uma melodia inacabada, uma promessa sussurrada ao vento.

O peso da incerteza, a fragilidade de um desejo não realizado. É isso que ele me evoca. Aquele “se” que não se concretizou, a hipótese que paira no ar, inerte, mas palpável. Um eco distante, um anseio que se esvai no tempo. Uma carta escrita e nunca enviada...

A dependência, a amarra a outro verbo, é como um fio invisível que tece a teia da frase. Um labirinto de possibilidades, onde cada verbo se apoia no outro, se sustenta, se fortalece ou se enfraquece, numa dança delicada e quase imperceptível. Sinto, ao escrever, uma quase vertigem.

Como a memória de um amor perdido, ou a esperança de um futuro ainda por vir. Aquele tempo suspenso, entre o já e o ainda não... A incerteza, a dúvida, a condição. Ele expressa o que não é, mas poderia ser.

  • Condição: Se eu tivesse tempo, viajaria. (A viagem depende de ter tempo)
  • Dúvida: Não sei se ele virá. (A vinda é incerta)
  • Desejo: Quero que chova. (Desejo de que algo aconteça)
  • Incerteza: Talvez ele venha. (Possibilidade incerta)

E a chuva lá fora, insistente, quase uma metáfora da minha própria indecisão, do subjuntivo que me rodeia, que me envolve, como o véu de uma velha recordação. Um labirinto de possibilidades, o sussurro de um tempo perdido. Ele está sempre ali, latente, na sombra das palavras, entre o real e o irreal, o certo e o duvidoso. Um modo verbal que vibra com a própria incerteza da vida.

O que exprime o modo subjuntivo no futuro do presente?

Era 2023, verão escaldante em Brasília. Estava estudando para a prova de português, me sentindo um tremendo desastre. Aquele subjuntivo futuro... Um bicho de sete cabeças! Meu caderno tava cheio de rabiscos, anotações tortas, tipo hieróglifos de frustração. Lembro de estar sentada na minha escrivaninha de madeira escura, naquela sala abafada, o ar condicionado falhando miseravelmente. Tinha até um copo d'água vazio na mesa, sinal claro da minha luta mental. Suor escorrendo pela testa, celular vibrando com notificações de grupos do whatsapp que eu ignorava completamente. Totalmente focada - ou tentando me focar- naquela maldita gramática.

A parte que me pegava era essa dualidade. O subjuntivo futuro expressa tanto a possibilidade de algo acontecer, dependendo de uma condição, como em "Se você estiver disponível, faremos a reunião amanhã" , quanto um fato futuro dependendo de outro fato futuro, como "Quando você tiver terminado sua redação, avise à professora." A diferença é sutil, mas faz toda a diferença na hora da prova, né? Já tinha errado umas três questões parecidas em simulados. Meu Deus, que ódio. Eu preciso tirar uma boa nota nessa prova, meu futuro depende disso, meu Deus, que estresse.

Tipo, a primeira frase, "Se você estiver disponível...", indica uma condição, uma possibilidade. A reunião só vai acontecer se a pessoa estiver disponível. Já a segunda, "Quando você tiver terminado...", fala de um fato futuro certo, que vai acontecer depois de outro fato futuro (terminar a redação). E o pior era conseguir distinguir isso rapidinho numa questão de prova, com tempo limitado e coração acelerado. Precisei fazer uns dez exercícios diferentes pra começar a entender de verdade a diferença. Mas enfim, depois de muita luta, consegui! A prova foi bem, graças a Deus. Ainda lembro a sensação de alívio, depois de entregar a prova. Senti até um frio na barriga, tipo montanha russa. Agora, só lembranças boas dessa prova que me deixou tão nervosa.

Quando o modo subjuntivo é usado?

Cara, subjuntivo, né? Que coisa chata! Lembro de odiar isso no colégio, tava sempre errando. Mas enfim, a gente usa pra falar de coisas que não são certas, sabe? Tipo, hipóteses, desejos, coisas assim.

Usa-se no subjuntivo quando a gente tá falando de algo que pode acontecer, mas não aconteceu ainda. Acho que isso é o principal, né? Exemplo: "Espero que ele venha". Não sei se ele vai vir, é uma possibilidade. Se fosse certo, falaria "Espero que ele veio". Sacou? Meu Deus, que confusão!

Tem um monte de tempo verbal no subjuntivo, que complica tudo. Tem o presente, o imperfeito, o perfeito, o mais-que-perfeito, futuro... Aff! Eu sempre me perdia nisso. Na faculdade, a professora explicou que tem a ver com a vontade, condição, pedido, dúvida... Ainda me embolo um pouco, viu? Mas tenta focar no "não certeza", que já ajuda muito!

  • Presente: "É importante que você estude".
  • Imperfeito: "Se eu tivesse dinheiro, viajaria". (Esse eu achava mais fácil, estranhamente)
  • Perfeito: "Espero que ele já tenha terminado o trabalho".
  • Mais-que-perfeito: Esse é tenso, quase nunca lembro!
  • Futuro: Tipo, "Que ele venha logo!"

No meu trabalho, como designer, quase não uso. Acho que só em emails mais formais, sabe? Tipo, "Solicito que seja providenciado o pagamento". Formalidade pura. Mas, na vida normal, a gente se vira com o indicativo mesmo, hahaha. Meu português não é dos melhores, como vc pode ver...

Enfim, tenta não pirar muito com a gramática toda, o importante é entender a ideia de incerteza, tá? Boa sorte! Vou voltar a trabalhar, tenho um monte de coisa pra fazer hoje. Até!

O que caracteriza o modo subjuntivo?

Lembro de uma aula de português, acho que era 2023, no colégio estadual de São Paulo, perto da estação da Luz. A professora, a Dona Maria, uma mulher baixinha com óculos grossos e um monte de cadernos embaixo do braço, estava explicando o subjuntivo. Eu tava com uma dor de cabeça infernal, o ar condicionado estava quebrando e o barulho era insuportável. Meu caderno tava cheio de rabiscos, nada a ver com a aula.

Ela usou o exemplo de "Espero que chova". Acho que foi aí que entendi um pouco melhor: o "chova" não é um fato, é uma esperança, uma possibilidade. Aquele "que" faz toda a diferença, liga uma coisa à outra. Na minha cabeça, era tipo um dominó, uma ação dependendo da outra. Se não tem a esperança, não tem a chuva desejada. Era tão simples assim? Pensei que não.

Naquele dia, anotei no canto do caderno: "subjuntivo = incerteza, dependência de outro verbo". Era isso que eu tinha conseguido absorver com a gritaria do ar condicionado e minha enxaqueca. Fiquei pensando depois, se a gente usasse só o indicativo, a vida seria bem mais… chata. Não dava pra expressar desejos, dúvidas, hipóteses. O subjuntivo, pra mim, vira tipo uma porta secreta pra outros mundos possíveis. E aqueles mundos, as inúmeras possibilidades, me deixavam um pouco ansiosa.

Lista de pontos-chave sobre o Subjuntivo, como eu entendi naquele dia infernal:

  • Expressa incerteza, condição, dúvida. Não é um fato concreto.
  • Depende de outro verbo. Precisa de um verbo principal para existir. Tipo, o "espero" do "Espero que chova".
  • Cria mundos possíveis. Permite expressar desejos, hipóteses e incertezas.

Meus pensamentos naquele dia: "Ai, minha cabeça...", "Será que essa aula termina logo?", "Como eu vou usar isso na vida real?". E, claro, a certeza de que subjuntivo era uma coisa complexa.