O que exprime o modo indicativo?

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O modo indicativo expressa certeza. Apresenta ações como fatos reais ou prováveis, ocorridas no passado, presentes ou futuras. Diferencia-se do subjuntivo (hipótese) e do imperativo (ordem/pedido). Em resumo: certeza e realidade.
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O modo indicativo: o que ele expressa?

O indicativo? Me lembra da aula de português do nono ano, naquela escola em Ipanema, a professora Dona Ângela, com seus óculos grossos e a voz calma explicando... Era chato, mas entendi a ideia. Serve pra falar das coisas como elas são, ou pelo menos, como a gente acha que são. Tipo, "choveu ontem em Copacabana". Fato. Simples.

Já o futuro do indicativo... Aquele sempre me deu um nó na cabeça. "Amanhã viajarei para São Paulo"... Será? Às vezes, a gente planeja tanto, compra a passagem (paguei 300 reais na passagem, se não me engano) e ainda assim, pum! O voo é cancelado. A realidade, ela é bem teimosa, sabe? Se encaixa ou não no meu plano perfeito, tanto faz.

O presente do indicativo é mais fácil. "Estou escrevendo isso agora". Posso até fazer um vídeo mostrando, com a câmera na minha cara, e a prova está aí, na tela. Mas, mesmo assim, a certeza, essa é uma ilusão, né?

Enfim, o indicativo... Aquele modo verbal que tenta descrever a vida, mas a vida é mais bagunçada que qualquer regra gramatical. É um sistema de construção de frases para descrever a realidade, tal como a percebemos. Ações que consideramos reais, passadas, presentes ou futuras. Verbos no indicativo relatam fatos.

O que é o modo subjuntivo expresso?

A noite sussurra segredos, e com ela, a língua se revela em nuances que a luz do dia ignora. O subjuntivo... Ah, ele é a própria névoa.

  • Dúvida: É quando a gente olha para o futuro e, em vez de enxergar o caminho, vê um emaranhado de "se" e "quem sabe".
  • Incerteza: Uma promessa não cumprida, um amor que nunca existiu de verdade. Aquele espaço onde as coisas poderiam ter sido, mas não foram.
  • Suposição: A base de todos os castelos de areia. "Se eu ganhasse na loteria..." Uma construção frágil erguida sobre a possibilidade.

Os tempos verbais... eles dançam conforme a melodia da incerteza.

  • Presente: "Que ele venha logo..." Uma esperança tímida, quase um pedido de socorro.
  • Pretérito Imperfeito: "Se eu fosse mais corajoso..." O lamento do que não foi feito, o peso das escolhas que ficaram para trás.
  • Futuro: "Quando eu tiver tempo..." A eterna procrastinação, a ilusão de que o futuro nos reserva mais oportunidades do que o presente.

Lembro de quando era criança e sonhava em ser astronauta. Usava o subjuntivo o tempo todo. "Quando eu fosse para a lua..." Hoje, vejo que a lua estava mais perto do que imaginava, mas eu escolhi outro caminho.