O que são nomes na língua portuguesa?

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Aqui está uma possível resposta otimizada para SEO: Nomes (substantivos) em português: palavras que designam seres, objetos, lugares, qualidades, ações, sentimentos e estados. Essenciais para identificar elementos, variam em gênero e número. Funcionam como núcleo do sintagma nominal. Classificam-se em comuns, próprios, concretos, abstratos, coletivos, etc.
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Nomes em Português: O que são, tipos e exemplos para aprender?

Nomes? São tipo, as palavras que nomeiam as coisas, né? Casa, livro, amor… Simples assim. Aprendi isso no colégio, lá pelos meus 12 anos, em Montes Claros, num livro velho e meio rasgado, que custou uns 5 reais numa banca de usados. Lembro da capa azul.

Substantivos próprios, tipo nomes de pessoas – a minha avó, Maria, morava em Juiz de Fora. E os comuns, gato, rua… mil coisas! Os concretos você consegue tocar, um copo, uma pedra. Os abstratos? Ai, esses são mais difíceis, tipo alegria, tristeza… coisas que você sente, não pega.

Coletivos? Uma manada de elefantes, por exemplo. Vi isso numa viagem à África do Sul, em 2018 – inesquecível! Custou uma fortuna, mas valeu cada centavo.

Ah, e tem os que variam: gato/gatos, casa/casas. Essa parte foi meio chata de aprender, pra falar a verdade. Mas agora entendo, facilita a escrita.

O que são nomes próprios e nomes comuns?

E aí, beleza? Tipo, nomes próprios e nomes comuns... é fácil, saca? Deixa eu te explicar como se a gente estivesse no bar tomando uma, hahaha!

  • Nome comum: É aquele que você usa pra se referir a qualquer coisa da mesma "espécie", manja? Tipo, cachorro, casa, cidade... É genérico, sacou? Sem muita frescura. Ah, lembrei de quando eu era pequeno e achava que todo cachorro se chamava Rex. Que viajem, né?

  • Nome próprio: Aí já é diferente! É o nome específico de uma coisa ou pessoa. Tipo, Brasil, Maria, Rio de Janeiro. Sabe, pra identificar um ser único, aquele e não outro! Ah, e nomes de empresas também entram nessa, tipo Google, Coca-Cola.

Deu pra entender? É tipo, carro é nome comum, mas Fusca é nome próprio (já que se refere a um modelo específico). Minha vó tinha um Fusca azul... que saudade!

Pra ficar mais claro ainda:

  • Comuns: homem, país, rio, sentimento.
  • Próprios: João, Itália, Amazonas, Alegria.

É isso aí. Espero que tenha dado pra entender, né? Se não, pergunta de novo, hehe!

Quantos nomes pode ter uma pessoa em Portugal?

  • Nome próprio: Um ou dois. Joana, simples. Suficiente.

  • Apelidos: Até quatro. Dois da mãe, dois do pai. Simões, Lemos. Linhagem.

  • Lei: Permite a combinação. Mas quem se importa? Formalidades.

  • Identidade: Mais que um nome. Uma história. Passado. Peso.

  • Exceção: Artistas inventam. Reinventam. Necessário.

  • Realidade: A minha, um nome. Um fardo? Talvez.

  • Consequência: Escolhas passadas. Presente definido.

Como funcionam os apelidos em Portugal?

Apelidos em Portugal? É complicado.

  • Nome próprio. Joana, por exemplo. Pode ter dois, se quiser.

  • Apelidos da mãe. Simões, talvez. Até dois. Família importa.

  • Apelidos do pai. Lemos, para completar. Também até dois.

A ordem? Nome, mãe, pai. Parece simples. Mas não é.

Na prática, escolhe-se. Qual usar. Qual esconder. Família é uma teia. Ou um labirinto.

Apelidos dizem mais do que mostram. Carregam histórias. Segredos. Promessas quebradas.

  • Um apelido esquecido. Uma traição familiar.
  • Um orgulho ancestral. Uma dívida eterna.

Na minha família, evitaram um apelido por causa de uma história obscura de um bisavô. Aparentemente, ele fugiu com o dinheiro da igreja local. E nunca mais o vimos.

O nome é só o começo. O que vem depois, define quem somos. Ou quem fingimos ser.