O que são nomes sobrecomuns?

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Nomes sobrecomuns são substantivos que indicam seres de ambos os sexos sem distinção gramatical. Não possuem flexão de gênero, apesar de poderem se referir a homens ou mulheres.Exemplos: criança, pessoa, indivíduo, testemunha.
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O que são nomes sobrecomuns e exemplos para entender melhor o conceito?

Nomes sobrecomuns? Ah, isso me lembra da escola! Sempre achei meio chatinho, mas depois peguei o jeito. Basicamente, é quando uma palavra serve tanto pra menino quanto pra menina, sabe? Sem mudar nada na frente, tipo "a" ou "o".

Pensa em "a pessoa". Não importa se é homem ou mulher, sempre vai ser "a pessoa". Me lembro de uma vez, discutindo com um amigo sobre qual "pessoa" tinha razão numa briga... engraçado como a palavra nem entrava na questão do gênero.

Outro exemplo bom é "a criança". Tanto faz se é um garotinho ou uma garotinha, continua sendo "a criança". Eu, quando era "a criança", vivia aprontando... imagina a confusão!

"O indivíduo" também entra nessa. Lembro de uma reportagem sobre "o indivíduo" que roubou a padaria perto de casa... nunca soubemos se era homem ou mulher, o importante era que "o indivíduo" tinha feito algo errado.

E "o cônjuge"? Minha tia sempre usava essa palavra para se referir ao marido dela, era engraçado como "o cônjuge" podia ser o tio João, que adorava churrasco.

"A testemunha" é outro clássico. No julgamento do caso do vizinho, "a testemunha" era uma senhora que morava no prédio da frente... imagina "a testemunha" fofoqueira!

E pra finalizar, "a estrela de cinema". Lembro de ter visto um filme com "a estrela" Angelina Jolie... tanto faz se é homem ou mulher, "a estrela" sempre brilha!

Quais são os nomes epicenos?

Epicenos? Ah, esses nomes que jogam um charme sutil na gramática! São aqueles que, como um camaleão na festa de casamento de um beija-flor e uma arara, se adaptam ao gênero sem mudar de roupa.

Em resumo: um só nome para macho e fêmea.

  • Animais: Pense em formigas, a rainha e os operários, todos felizes com o mesmo nome. Jibóias, jacarés e tatus também fazem parte desse clube da identidade neutra (pelo menos gramaticalmente falando!). Meu gato, aliás, se considera epiceno - ele não suporta ser chamado de "gato" ou "gata", prefere "Sua Majestade", mas essa é outra história...

  • O detalhe traiçoeiro: A pegadinha é que a coisa toda é só gramatical. Biologicamente, sabemos que o bichinho tem seu sexo bem definido. É como um disfarce linguístico, uma brincadeira da natureza com a nossa sintaxe.

  • Exemplos menos óbvios: A lista não para por aí, não! Muitos outros animais também entram nessa categoria, dependendo do contexto e da região. Acho que vi em algum artigo acadêmico (2023, se não me falha a memória, mas posso estar enganado!) sobre a diversidade de classificações em diferentes dicionários. É um universo de classificações que fogem do senso comum!

Meu tio, professor de português, sempre dizia que a língua portuguesa é um jardim cheio de armadilhas, e os epicenos são uma prova disso. Um charme perigoso, mas charmoso!