O que trabalhar com a habilidade EF15LP10?

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A habilidade EF15LP10 foca na escuta ativa. Isso significa: Atenção às falas; Formulação de perguntas relevantes; Solicitação de esclarecimentos. Em resumo, trabalhar com EF15LP10 envolve desenvolver a capacidade de compreensão auditiva e participação efetiva em discussões.
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Qual o trabalho com a habilidade EF15LP10?

Nossa, essa habilidade EF15LP10… me lembra muito da aula de História do 9º ano, com a professora Ângela. Ela explicava a Revolução Francesa, e eu, com minhas dúvidas existenciais de adolescente (tipo, qual a real importância dos Sans-culottes?), ficava lá, anotando tudo, mas morrendo de vontade de perguntar sobre a influência do clima nas colheitas da época – parecia uma coisa tão boba, mas me martelava a cabeça! Aí, lembrei da EF15LP10: perguntar mesmo que pareça ridículo. No fim, mandei ver e a professora amou a minha curiosidade inusitada.

Tipo, essa habilidade não é só sobre perguntar na sala de aula. É sobre ter a coragem de questionar, em qualquer situação. Em uma reunião de trabalho, por exemplo, (lembro de uma em 2021, na empresa X, onde o chefe queria aprovar um projeto sem dados suficientes), a EF15LP10 me ajudou a pedir mais informações antes de concordar com algo que eu sabia que não funcionaria.

Trabalhos que usam essa habilidade? Milhares! Qualquer profissão que exige interação, colaboração, e claro, aprendizagem contínua. Jornalismo, pesquisa, ensino... até mesmo a profissão de confeiteiro, se você precisa entender exatamente o pedido do cliente e tirar suas dúvidas para não errar na receita. É sobre comunicação eficiente.

Informações curtas sobre EF15LP10:

  • O que é? Escutar atentamente e formular perguntas relevantes.
  • Onde se aplica? Ambiente escolar e profissional.
  • Benefícios: Melhora a comunicação e o aprendizado.
  • Exemplos: Aulas, reuniões, entrevistas.

O que trabalhar na habilidade EF12LP10?

Tá, EF12LP10... Que que dá pra fazer? Hum...

  • Cartazes: Tipo, cartaz de festa junina? Ou cartaz de eleição pra grêmio? Dá pra analisar a letra, se tá legível de longe, as cores que usaram... Será que a cor influencia? Tipo, vermelho chama mais atenção que azul?

  • Avisos: Ah, tipo "proibido jogar bola"? Ou "silêncio, prova"? Será que a gente ignora os avisos porque eles são chatos? Ou porque a gente tá com pressa? Será que dá pra fazer um aviso que as pessoas realmente leiam?

    • Acho que um aviso engraçado chamaria mais atenção. Tipo, "se você jogar bola aqui, o zelador vai te dar um cascudo" hahaha! Exagerei?
  • Folhetos: Hum, folheto de propaganda? Tipo, pizzaria? Ou folheto de vacinação? Lembro que peguei um folheto sobre dengue no posto de saúde... Tinha um monte de mosquito desenhado!

    • Eu odeio mosquito! Me picaram ontem! Dá pra aprender a fazer folheto informativo também? Tipo, sobre bullying?
  • Regras e regulamentos: Ai, que chato! Regras da biblioteca? Regras do recreio? Mas precisa, né? Senão vira bagunça. Mas como fazer regras que não sejam só "não pode"? Que sejam tipo... "vamos cuidar"?

    • A regra da minha casa é "lavar a louça depois de usar"... Quase nunca cumpro. Sou um desastre!
  • Gêneros do campo da atuação cidadã: Que nome complicado! Tipo, coisas que a gente usa pra participar da sociedade? Tipo, abaixo-assinado? Manifesto?

    • Lembro que na escola a gente fez um abaixo-assinado pra ter mais tempo de recreio. Não funcionou, mas valeu a tentativa!
  • Situação comunicativa e tema/assunto do texto: Ah, tipo... Pra quem eu tô escrevendo? Por que eu tô escrevendo? Sobre o que eu tô escrevendo? Faz sentido!

    • Se eu for escrever um cartaz pra criança, tem que ser diferente de um cartaz pra adulto, né? Óbvio!
  • Colaboração com os colegas: Ah, trabalhar junto! Dividir as tarefas! Um faz o desenho, outro escreve o texto.

    • Só não quero trabalhar com o João, ele nunca faz nada! hahaha! Brincadeira... (talvez)

Acho que é isso! Deu pra clarear um pouco a habilidade, né? Ufa!

O que trabalhar na habilidade EF05LP10?

Três da manhã... a insônia me pegou de novo. A EF05LP10… Essa habilidade, né? Compreensão de textos da vida cotidiana, anedotas, piadas, cartuns… É trabalhoso.

Lembro da dificuldade que tive com meus alunos ano passado, principalmente com as inferências. Muitos se perdiam nos detalhes, não conseguiam ir além do que estava escrito.

  • Inferência: Era um buraco negro. Tinha que trabalhar a interpretação, a leitura entre linhas, o entendimento do contexto. Usava bastante atividades práticas, tipo:

    • Criar novas piadas baseadas em outras.
    • Interpretar o humor em cartuns sem legendas.
    • Comparar diferentes versões da mesma anedota.
  • Situação comunicativa: Aí estava a chave. Entender por que o texto foi escrito, para quem ele se destina. Isso muda tudo! Tentei usar mais:

    • Discussões em grupo sobre a intenção do autor.
    • Análise da linguagem usada, se informal ou formal.
    • Adaptação de textos para diferentes públicos.
  • Convenções do gênero: Cada texto tem suas regras, né? Uma piada não é um conto, e um cartum não é uma reportagem. Trabalhei bastante:

    • Identificação dos elementos característicos de cada gênero.
    • Criação de textos seguindo as convenções aprendidas.
    • Comparação de textos diferentes, mostrando semelhanças e diferenças.

Foi exaustivo. Às vezes me sentia perdida, sem saber por onde começar, sabe? Mas, no fim das contas, alguns alunos progrediram bastante. Ainda assim, sinto que precisa de mais. Preciso repensar minha estratégia para o próximo ano, encontrar novas formas de tornar isso mais… palpável para eles. Afinal, compreensão de texto não é só ler, é sentir, é entender o mundo, né?

O que trabalhar na habilidade EF15LP10?

Trabalhar a habilidade EF15LP10 significa basicamente ensinar a molecada a prestar atenção e perguntar quando não entenderem algo. Tipo, simples assim.

Lembro de uma vez, dando aula no 7º ano lá no Monteiro Lobato, em 2023. Estava explicando sobre a Revolução Francesa, um tema que, sejamos honestos, pode ser meio chato pra essa idade. Vi umas caras de paisagem total, outros rabiscando o caderno, o de sempre.

Aí, parei tudo e falei: "Gente, quem não entendeu alguma coisa, levanta a mão agora. Sem medo de ser feliz!". No começo, silêncio. Mas aí o João, que sempre foi meio tímido, levantou a mão e perguntou:

  • O que era a Bastilha? (Eu tinha mencionado no meio da explicação e provavelmente ele se perdeu).
  • Por que o povo tava tão bravo?

Aquilo destravou a turma. Mais gente começou a perguntar.

  • A Maria queria saber do rei Luís XVI.
  • O Pedro, se a guilhotina era mesmo tão assustadora.

De repente, a aula virou um debate. E o melhor, eles estavam realmente prestando atenção.

Acho que o segredo é criar um ambiente onde eles se sintam à vontade pra perguntar, sabe? Sem julgamento. E mostrar que as perguntas deles são importantes. Porque, no fim das contas, é perguntando que a gente aprende. E, cá entre nós, professor também aprende um bocado com as perguntas dos alunos.

Qual a habilidade da BNCC para trabalhar dinâmica?

A BNCC... Sabe, fico pensando nisso agora, quase três da manhã. Aquele documento... tão cheio de boas intenções, né? Mas será que funciona? Na prática, sei lá.

Analisar e solucionar problemas: Em teoria, sim. Mas na minha sala de aula, com a falta de recursos e o peso da burocracia... A gente tenta, mas é difícil ver a criatividade florescer de verdade. Lembro de um projeto de robótica do ano passado, a gente se virou nos trinta, com peças improvisadas, mas a magia não aconteceu como eu queria.

Adaptação a novas situações: Isso é um desafio constante, né? A gente se adapta a tudo, a novas tecnologias, a novas metodologias... A pressão para estar sempre atualizado é enorme. As novas diretrizes do MEC de 2024 me deixaram um pouco perdida, pra ser sincera.

Trabalho em equipe: Sim, a BNCC prega isso. Mas a realidade da minha escola é outra. Muitas vezes, o trabalho em equipe é mais uma sobrecarga do que uma forma de colaborar de verdade. A falta de comunicação entre os professores também atrapalha.

Reflexão e aprendizagem contínua: Eu tento. Tento mesmo. Faço cursos online, leio artigos, procuro novas abordagens. Mas a sensação de esgotamento é constante. Ano passado, eu até tentei fazer uma pós em inovação educacional, mas não consegui conciliar com tudo.

Em resumo, a BNCC idealiza uma capacidade dinâmica incrível nos alunos, mas a execução na prática, pelo menos na minha experiência, enfrenta muitos obstáculos. A realidade da escola, com seus recursos limitados e a pressão por resultados, muitas vezes inibe a verdadeira aplicação dessas habilidades. É triste, mas é a verdade.