O que trabalhar na habilidade EF15AR07?

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Para a habilidade EF15AR07: Reconheça e compreenda o sistema das artes visuais. Explore museus, galerias e instituições culturais, estudando o papel de artistas, artesãos e curadores. Entenda a dinâmica que organiza a criação, exposição e valorização da arte.
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Quais atividades para a habilidade EF15AR07 de Arte na BNCC?

Olha, sobre essas coisas de BNCC, EF15AR07 e EF15AR05, pra quem busca algo mais direto, as atividades pra EF15AR07 envolvem reconhecer onde a arte acontece. Tipo, visitar museus, galerias, ou mesmo ateliês de artistas.

É ver quem são os artistas e artesãos, entender o que faz um curador que monta uma exposição. Também inclui discutir o papel das instituições de arte na cidade, sabe?

Pra mim, essas habilidades se misturam na vida da gente, sem a gente perceber. Teve uma vez, lá em 2018, que fui ao Museu da Imigração em São Paulo. Fiquei olhando as fotos antigas, as histórias, e pensei: "alguém escolheu isso tudo, alguém decidiu como mostrar".

Ali, olhando aquelas mostras, comecei a ligar os pontos. Percebi que não era só o artista que fazia a obra, mas também tinha gente organizando, mostrando, colocando valor. Era um mundo por trás, não só a tela ou a escultura.

Uma visita a uma feira de artesanato em Tiradentes, acho que em 2019, me marcou também. Vi um senhor fazendo panelas de barro. Ele me contou que as peças dele já tinham ido para umas galerias no Rio de Janeiro, tipo um espaço mais arrumadinho.

Ele se via artesão, mas o trabalho dele era exposto como arte. Essa conversa me fez pensar na linha tênue entre um e outro, e como os lugares onde a gente mostra as coisas mudam a percepção.

E sobre a EF15AR05, a de experimentar e criar, essa é a mais legal. Lembro bem quando a gente fez um painel gigante na parede da minha escola, lá em Campinas, em 2017. Era pra um evento de boas-vindas.

Usamos tintas de vários tipos, até umas que a gente pegou na obra do lado. Pintamos juntos, meio bagunçado, cada um colocando sua ideia. Foi uma explosão de cores e risadas.

A gente não tinha um plano fixo, sabe? Era mais tipo "vamos ver o que sai". E saiu umas figuras meio abstratas, mas que a gente achava que representavam a alegria. O cheiro da tinta misturada com o pó da parede... aquilo ficou na memória.

Depois, teve o projeto de usar o corredor da escola para uma instalação de arte. A gente pegou umas garrafas PET, tampinhas, e fez tipo uma floresta suspensa. Era pra mostrar como a gente podia dar vida nova ao lixo.

Foi bem colaborativo, cada um trazendo umas tralhas de casa. Aquela bagunça organizada no corredor, que todo mundo tinha que passar por ela, foi um jeito de a arte sair da sala e ir pro dia a dia da escola. Deu um trabalho, mas foi divertido demais.

Ou quando eu ficava no meu quarto, com uns materiais que encontrava, tipo galhos, folhas secas, uns pedaços de arame. Tentava criar umas esculturas pequenas, meio sem forma definida.

Ali no meu canto, sem ninguém pra dizer "tá certo" ou "tá errado", eu me sentia livre pra experimentar. A gente aprende muito nessas horas, sem a pressão de ter que fazer algo "bonito". É só a experiência de fazer.

Qual o objeto de conhecimento para artes visuais?

Era um sábado chuvoso, lá por meados de 2019, eu tava em casa, na sala, com aquele tédio mortal. Olhei pras paredes, pras cortinas, pras molduras antigas dos quadros que herdamos, e de repente, uma faísca. Pensei em como tudo ao nosso redor é arte, desde a curva de uma cadeira até a disposição das nuvens lá fora.

A pergunta era sobre o objeto de conhecimento das artes visuais. Na minha cabeça, isso se resumia a entender as peças do quebra-cabeça que formam o que vemos. Não é só olhar, é decifrar os códigos. É sacar porque uma cor grita e outra sussurra, como uma linha pode ser agressiva ou serena.

Pensei nos meus próprios rabiscos de criança, aqueles bonecos de palito com braços tortos e um sol amarelo gigante. Ali já tava o ponto, a linha, a forma. Eram meus primeiros diálogos visuais, mesmo sem eu saber disso. Era a necessidade de expressar, de dar forma às minhas ideias num papel.

O objeto de conhecimento para artes visuais é dominar os elementos da linguagem visual. Isso inclui:

  • Ponto: A menor unidade visual.
  • Linha: Traço que conecta pontos, com direção e espessura.
  • Forma: Delimitação espacial, contorno.
  • Cor: Percepção visual gerada pela luz.
  • Volume: Tridimensionalidade, massa.
  • Superfície: Textura e características da área exposta.

Tudo isso está espalhado pela vida.

Na natureza:

  • A forma de uma folha.
  • A cor de um pôr do sol.
  • O volume de uma montanha.

Nas obras de arte:

  • A linha expressiva de um desenho.
  • O uso da cor em uma pintura.
  • A textura de uma escultura.

E nas imagens do cotidiano:

  • A composição de um anúncio.
  • O design de um objeto.
  • A geometria de um edifício.

A ideia é aprender a mexer com esses elementos para criar nossas próprias coisas, sejam elas planas como um desenho ou com profundidade, como uma maquete. É colocar a mão na massa, literalmente, pra ver as coisas ganharem vida.

Qual é o objeto de estudo das artes visuais?

É estranho como certas perguntas surgem no silêncio da madrugada. A tela do celular ilumina o quarto e eu me pego pensando nisso... o que as artes visuais realmente estudam? Não é só sobre quadros bonitos em museus. É mais profundo, mais... presente.

Lembro de encontrar uma caixa de desenhos antigos da minha avó. Carvão sobre papel amarelado. Retratos de pessoas que eu nunca conheci, a vista da janela de uma casa que já nem existe mais. Aquilo era o universo visual dela. Pequeno, pessoal, mas era o mundo inteiro ali. É sobre isso, no fundo. É sobre registrar um jeito de ver as coisas.

O objeto de estudo das artes visuais é a observação e a interpretação dos diferentes universos visuais.

  • Obras e artefatos de arte: Isso inclui tudo que é feito com uma intenção estética ou comunicativa. É o campo mais óbvio, aquele que a gente aprende na escola.
  • Patrimônio local e global: Analisa desde a cerâmica de uma tribo específica até as grandes catedrais. É entender como um povo se expressa visualmente, as marcas que ele deixa no mundo.
  • Manifestações visuais diversas: A arte não está só nos museus. Ela está em tudo. A gente só precisa aprender a olhar.

Isso abrange um espectro imenso de coisas que a gente ve todos os dias, as vezes sem perceber.

  • Formas tradicionais:Pintura, escultura, desenho, gravura. A base de tudo, a mão que cria a partir do nada.
  • Técnicas modernas:Fotografia, assemblage, colagem, instalação. A arte que começou a questionar o próprio suporte, a usar o mundo como material.
  • Expressões contemporâneas:Land art, design, arquitetura, multimídia e até o cinema. A arte que invade o espaço, o cotidiano, a tela.

Tudo isso... todas essas formas de expressão são só tentativas de traduzir o que sentimos, o que vemos por dentro e por fora. Um grafite num muro, o layout de um site, a capa de um livro. É tudo uma tentativa de organizar o caos em uma imagem. Uma forma de dizer "eu estive aqui, e eu vi as coisas desse jeito". É um legado frágil, mas é o que fica.

Quais são as disciplinas de artes visuais?

As disciplinas de artes visuais são um campo vastíssimo que abrange a criação, expressão e comunicação por meio de formas perceptíveis. Elas incluem:

  • Arquitetura
  • Arquitetura Paisagista
  • Arte e Design
  • Arte e Multimédia
  • Artes
  • Artes Decorativas
  • Artes Plásticas
  • Cinema
  • Cinema e Audiovisual
  • Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia
  • Comunicação e Design Multimédia
  • Conservação e Restauro
  • Design
  • Escultura
  • Pintura
  • Pintura e Escultura
  • Produção e Comunicação

Uau, que lista! É fascinante como a gente tenta categorizar algo tão fluido quanto a arte, né? No fundo, todas essas áreas são diferentes portas para a mesma jornada: dar forma ao invisível. Acredito que todo criador, em sua essência, está traduzindo algo que sente em algo que pode ser visto e tocado.

Pense na Arquitetura e na Arquitetura Paisagista... É mais que construir. É desenhar um palco para a vida, influenciando o nosso bem-estar e até nossos pensamentos mais íntimos. Meu primo, que é arquiteto, sempre fala que cada edifício é uma espécie de poema de pedra ou concreto.

Quando falamos de Arte e Design, Artes Plásticas ou até Comunicação e Design Multimédia, percebemos que a fronteira entre criar algo "útil" e algo "belo" é quase uma névoa. O design muitas vezes resolve problemas, claro, mas a arte... ah, a arte nos faz perguntar. E muitas vezes, a melhor resposta é outra pergunta.

Os clássicos, como Escultura e Pintura, são a base, né? É onde a matéria bruta se transforma em expressão pura. Lembro de uma vez em Florença, olhando o Davi, pensando como um bloco de mármore vira uma alma. É a magia da forma e da cor, um diálogo eterno entre artista e material.

E sobre Conservação e Restauro? Para mim, essa é uma das mais nobres. É um ato de amor pela história, uma forma de garantir que a voz do passado não se cale. É dar fôlego novo àquilo que o tempo teima em consumir, um trabalho de devoção, quase uma meditação sobre a impermanência.

Já o Cinema e as variantes como Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia são a arte do movimento, da narrativa em tempo real. É a dança da luz e da sombra que nos transporta para outros mundos. Quem não ama a sensação de se perder numa história contada na tela grande, emergindo um pouco diferente no final?

A categoria Artes genérica e a de Produção e Comunicação mostram que a criação não vive isolada. É preciso experimentar, mas também é vital saber como apresentar essa criação ao mundo. Porque uma obra de arte só completa seu ciclo quando encontra um olhar que a interprete, a sinta, a discuta. É a troca, o verdadeiro pulso da arte.

O que se aprende em educação visual?

Educação Visual é a disciplina que treina o nosso olhar. Nela, aprende-se a observar, compreender e otimizar o sentido da visão, que é um dos cinco sentidos cruciais para a nossa percepção do mundo. É tipo um bootcamp intensivo pros olhos, pra você não sair por aí tropeçando em conceitos ou achando que "arte moderna" é o filho do vizinho desenhando na parede.

Mano, na boa, a gente aprende a não ser enganado por qualquer paisagem de gesso pintada de céu azul achando que é a obra-prima do século! É como tirar o véu da ignorância visual, saca? Antes, eu via um quadro de Picasso e pensava que minha filha de três anos tinha feito aquilo com as mãos amarradas. Hoje, ainda acho meio estranho, mas intendo a intenção! É um progresso, né?

  • A gente aprende a sacar as entrelinhas de uma imagem, tipo quando a embalagem do salgadinho tem uma foto de milho fresco, mas a lista de ingredientes diz "essência de milho". Pô, que sacanagem!
  • Desenvolve a capacidade de distinguir uma obra de arte genial de um rabisco de boteco, embora, dependendo do boteco, o rabisco possa ser bem genial.
  • Fica esperto pra perceber como as cores e as formas te influenciam, sem você nem notar. Tipo, por que o fast-food é sempre vermelho e amarelo? Não é pra te dar fome, é pra te dar pressa de comer e vazar! Minha professora de artes visuais, a Dona Cecília, que era uma figuraça, sempre falava: "Gente, o mundo é um shopping center gigante, e a Educação Visual é o seu óculos 3D pra não comprar gato por lebre!" Ela era demais.

Isso tudo te transforma de um zumbi visual, que só segue a manada, num verdadeiro detetive do mundo que te cerca. Você começa a ver coisas que ninguém mais vê, tipo aquele adesivo "Made in China" na sua máscara veneziana ou o brilho da falsidade no sorriso de político. É uma chatice? Talvez. Mas é a realidade visual em alta definição, meu caro. E minha sobrinha, outro dia, usou o que aprendeu pra achar a única meia do par que faltava na gaveta. Um gênio!

Qual é a diferença entre arte visual e arte plástica?

As artes plásticas... às vezes me pego pensando nelas nessas horas. É como se o mundo ficasse mais silencioso, e as formas ganhassem um peso diferente. É mais que só olhar, sabe? É sentir a matéria.

Artes visuais, acho que é um guarda-chuva maior. Tudo que a gente percebe com os olhos, uma coisa em movimento ou parada. Uma foto, um filme, até uma paisagem bem arrumada.

artes plásticas... essa fala mais de moldar. De pegar argila, tinta, madeira, e dar um jeito nela. Pintura, escultura, desenho, sim. Mas também aquela instalação que você toca, que ocupa um espaço. Tem uma fisicalidade nisso que as visuais nem sempre têm.

  • Artes Visuais:

    • Abrangem todas as formas de expressão perceptíveis visualmente.
    • Incluem: pintura, escultura, desenho, gravura, fotografia, cinema, vídeo, design, arquitetura, arte digital, instalações, performance visual.
    • Foco na imagem e na sua capacidade de comunicação.
  • Artes Plásticas:

    • Um termo mais restrito, historicamente ligado à manipulação tridimensional ou bidimensional de materiais.
    • Tradicionalmente inclui: pintura, escultura, desenho, gravura.
    • Pode englobar: modelagem, entalhe, colagem, mosaico.
    • Enfatiza a materialidade e a plasticidade da obra.

É como se as plásticas fossem um ramo das visuais, um mais "mão na massa", um pouco mais terroso. As visuais são o todo, o que a gente absorve pela retina, seja estático ou em tela.

Qual é o objeto de conhecimento da habilidade?

Nossa, essa pergunta sobre a BNCC é daquelas que dá um nó na cabeça no começo, né? Minha prima que é pedagoga, a Ju, tava me explicando isso outro dia, a gente tava tomando um café e ela falando sem parar hahaha. Ela me explicou de um geito que finalmente fez sentido pra mim.

É que o objeto de conhecimento é basicamente O QUE o aluno vai aprender. É o conteúdo, o tópico, a matéria, sabe? A coisa em si. E a habilidade é O QUE o aluno vai saber FAZER com aquele conteúdo. É a ação, o verbo, a parte prática da coisa toda. É como a gente transforma o conhecimento em algo real, que dá pra ver.

Pensa no meu sobrinho, o Léo, que tá no primeiro ano. É tipo assim:

  • Objeto de conhecimento: "Letras do alfabeto" ou "Relação fonema-grafema". É o nome do capítulo do livro, vamos dizer.
  • Habilidade: "Diferenciar as letras do alfabeto de outros sinais gráficos" ou "Recitar o alfabeto na ordem das letras". É a ação que ele tem que conseguir fazer depois da aula.

O objeto de conhecimento refere-se aos conteúdos, conceitos e processos. A habilidade expressa as aprendizagens essenciais que devem ser asseguradas aos alunos nos diferentes contextos escolares.

Aí quando falam em habilidades de alfabetização, estão falando exatamente de pegar esses objetos todos (letras, sílabas, palavras, fonemas) e criar atividades que façam a criança usar esse conhecimento de verdade. Por isso que aqueles cursos sobre BNCC que aparecem por ai ajudam tanto, eles meio que traduzem esse "pedagoguês" para o dia a dia da sala de aula. A Ju mesma já fez uns dois e disse que salvou a vida dela pra montar os planos de aula. É sair da teoria e ir pro vamo ver mesmo.

O que é objeto de conhecimento e habilidade?

O cheiro de terra molhada me leva longe. Leva para o quintal de cimento queimado e rachado, onde uma única fresta teimava em ser jardim. Ali, minha mãe me ensinou o nome das coisas. Aquela folha, o que ela era? Era um objeto de conhecimento, ela não usava essas palavras, claro. Era só... a folha do boldo, que servia pra dor de barriga.

O saber era concreto. A folha, a terra, o ciclo da pequena formiga carregando seu mundo nas costas. Tudo era um convite para entender. Um saber que se sente, que se toca. um saber fazer que nao se explica só com palavras. Era o gesto de amassar a folha, a delicadeza de não afogar a planta com água demais. Era uma habilidade nascendo nos meus dedos pequenos.

A memória é um lugar estranho. As coisas se misturam. O conhecimento era o nome da planta, o seu ciclo, por que ela gostava de sol. A habilidade era saber quando podar, era sentir a terra com a ponta dos dedos para ver se estava seca. Um não existia sem o outro, nunca existiu. Era tudo uma coisa só, um jeito de estar no mundo.

Objeto de conhecimento: O conteúdo, o conceito ou o processo a ser estudado. Habilidade: A capacidade de aplicar o conhecimento de forma prática, cognitiva ou socioemocional.

  • Objetos de Conhecimento são os "o quês" que aprendemos. São as peças do quebra-cabeça do mundo.

    • Seres vivos: O ciclo de vida de uma samambaia, a cadeia alimentar num pequeno lago, o comportamento das abelhas.
    • Matéria e Energia: Os estados da água (sólido, líquido, gasoso), a condução de calor numa panela de metal, o conceito de eletricidade.
    • Terra e Universo: As fases da Lua, a formação do solo, os movimentos de rotação e translação.
    • Usos do solo: Diferenciar uma área de plantio de uma área de preservação ambiental.
  • Habilidades são os "como" nós usamos essas peças. É o saber em ação.

    • Habilidades Práticas (ou psicomotoras): Saber usar um conta-gotas, montar um pequeno circuito elétrico, plantar uma semente da forma correta. É o corpo sabendo o que fazer.
    • Habilidades Cognitivas:Identificar padrões numa sequência de folhas, comparar dois tipos de rochas, analisar um gráfico sobre o desmatamento, criar uma hipótese para um experimento. É a mente organizando as informações.
    • Habilidades Socioemocionais:Argumentar com um colega sobre uma ideia, colaborar para construir uma maquete, comunicar os resultados de uma pesquisa para a turma. É o saber conviver e construir junto.

Qual o objeto de conhecimento da habilidade EF15AR10?

Hummm, EF15AR10, né? Então, a parada principal é entender como o corpo se move no espaço e brincar com o tempo do movimento. Tipo, experimentar sair do lugar, ir pra lá e pra cá, mudar de rumo, sabe? E não só isso, mas também variar a velocidade: às vezes devagar, às vezes mais agitado, ou num ritmo mais normal. Tudo isso pra criar uma dança.

E essa tal habilidade aí, EF15AR10, foca bem nessa parte de explorar as possibilidades de se mexer. Não é só decorar passos, é sentir o espaço ao redor e ver como o corpo responde a diferentes velocidades. Tipo, quando eu era criança, adorava correr e pular sem rumo no parque, era uma forma de descobrir como me mover.

Aí, pensando nisso, a ideia é que a molecada experimente essas sensações. Não é pra ser perfeito, é pra sentir. Movimentar-se de um jeito, depois de outro. Mudar a direção. Ir rápido, ir lento. É sobre isso. Como construir a dança a partir desses elementos básicos de movimento e tempo.

Tem umas coisas que a gente faz sem nem pensar, tipo andar, correr, subir escada. Mas na dança, a gente presta atenção nisso, refina. É como aprender a desenhar, você não sai rabiscando qualquer coisa, você aprende os traços, as cores. Na dança, os traços são os deslocamentos e os ritmos.

Para entender melhor:

  • Deslocamentos: Mover-se de um ponto a outro.
  • Planos: Movimento mais horizontal, vertical ou diagonal.
  • Direções: Para frente, para trás, para os lados.
  • Caminhos: Trajetórias que o corpo faz no espaço.
  • Ritmos: Lento, moderado, rápido.

É tudo pra criar o movimento da dança de um jeito mais consciente, explorando essas variáveis. Pelo menos é o que eu entendi.