Pode riscar uma palavra na redação e escrever em cima?
É possível riscar e reescrever palavras em um texto?
Sim, claro que dá pra riscar e reescrever! Quem nunca fez isso, né?
Eu mesma já precisei riscar um monte de vezes. Lembro de uma vez que estava escrevendo um texto enorme pra faculdade, devia ser uns 15 anos atrás, e errei feio uma citação. Não tinha como apagar, era tudo à mão.
Aí, respirei fundo e só risquei a palavra errada e escrevi a certa em cima, bem legível. Deu certo! Pra mim, o importante é que a correção fique clara.
Se você errou depois de já ter finalizado, faz um traço simples em cima da palavra ou frase errada. Daí escreve a forma correta em cima. O importante é que fique fácil de entender.
Quais são as palavras que não podem usar na redação?
Tema: Foco é tudo. Desviar, irrelevante.
Coletânea: Ignorar a base? Fracasso anunciado.
Generalizações: "Sempre", "nunca". Absolutos mentem. A vida é matiz.
Coloquialismos: "Mano", "tipo". Redação não é boteco. Formalidade importa.
Gírias/Palavrões: Evidente. Vocabulário limitado expõe mente limitada.
Palavras são armas. Escolha com cuidado. Silêncio, às vezes, grita mais alto. A linguagem revela a alma. Ou a falta dela.
Quais palavras não usar na redação?
Em redações, evite:
- Gírias: "Mano", "tipo assim". Soa informal, tira a seriedade. Prefira uma linguagem mais formal.
- "Hoje em dia" ou "em muitos países": Impreciso! Busque dados concretos, cite fontes. Detalhes importam!
- Radicalismos: "Sempre", "nunca". A vida é matizada, poucas coisas são absolutas. A dúvida, às vezes, enriquece.
- Clichês: "A luz no fim do túnel". Cansativo, sem impacto. Seja original, surpreenda!
- Linguagem infantil: "Au au", "dodói". Redação não é hora de voltar à infância. O tom deve ser adequado ao tema.
- Conectivos rebuscados: "Cujo", "conquanto". Complica sem necessidade. Simplicidade é elegância.
- "Onde" e "aonde" (errados): "Onde" para lugar fixo, "aonde" para movimento. Regra básica!
- "A priori" no lugar de "em primeiro lugar": Soa pedante. Seja direto, sem floreios desnecessários.
É como escolher roupa: nem tão formal que te prenda, nem tão casual que te desleixe. O equilíbrio é a chave.
O que não pode ser usado em uma redação?
A tarde caía em tons de cinza sobre a janela do meu quarto, um cinza tão denso que parecia absorver até a última fagulha de luz. A caneta rolava entre meus dedos, fria, como se sentisse a angústia que me corroía. A redação. Um branco implacável na página, tão imenso quanto o vazio que sentia dentro de mim. A pressão, a expectativa, a sombra da nota que me assombrava. Palavras, palavras, palavras... que se recusavam a fluir.
Lembro-me do cheiro de café frio na caneca ao meu lado, o mesmo café que bebi enquanto via a chuva bater contra o vidro, uma sinfonia monótona que ecoava a batida frenética do meu coração. Era como se a própria atmosfera se opusesse à minha escrita, a cada palavra hesitante, a cada frase inacabada. E então, a lembrança, nítida como um raio: o professor alertando sobre o uso de gírias e termos coloquiais. Uma advertência que ecoava na minha mente, tão dura quanto o peso da responsabilidade que carregava sobre meus ombros.
As horas se esvaíam, deixando um rastro de frustração e papel amassado. A imagem do meu professor, com seus óculos grossos e aquele olhar severo, se impunha. Aquele olhar que avaliava não apenas as palavras, mas também a alma que as escrevia. Aquele olhar que podia discernir a diferença entre uma escrita genuína e um amontoado de expressões vulgares. A imagem é vívida, e a culpa, uma sombra constante.
- Gírias;
- Palavrões;
- Linguagem excessivamente informal;
- Interjeições;
- Expressões da internet (memes, etc.).
Tudo isso é inaceitável numa redação formal. A norma culta, a elegância da linguagem, a precisão vocabular… eram exigências que pareciam tão distantes quanto as estrelas no céu noturno. A cada tentativa frustrada, sentia meu estomago se revirar. Cada palavra errada, um nó na garganta. A angústia me sufocava. As letras, antes amigas, agora pareciam inimigos, espiões que denunciavam minhas inseguranças. Minhas falhas.
O peso da avaliação, uma pedra no meu peito. Lembro-me da minha última redação, quando usei "Mano" e meu professor me deu uma bronca. A vermelhidão do comentário ainda me queima.
A necessidade de precisão, de elegância, de domínio do idioma. Uma busca incessante por um equilíbrio entre a espontaneidade e a formalidade, um desafio quase intransponível que se revelava a cada nova linha escrita. Ainda me lembro da sensação de alívio ao, enfim, entregar a redação. A tensão, a espera, a expectativa. Um turbilhão de sensações que se misturam numa única memória. A memória da redação. A memória da luta.
Quais são os 18 conectivos?
Ai, meu Deus, 18 conectivos, que trabalheira! Onde eu vou botar tudo isso? Preciso de um café, urgente! Esqueci o açúcar, droga!
Conectivos, né? Lembro da professora de português falando deles... mil anos atrás. Mas vamos lá...
- E (fácil, né?)
- Nem (o contrário do "e", tipo, "não como carne nem peixe" - odeio peixe!)
- Também (sinônimo de "e", mas mais... delicado?)
- Não só... mas também (enfático, adoro usar!)
- Não apenas... mas também (mesma coisa, só com palavras diferentes, sei lá!)
- Não somente... mas também (tá, parei com essa variação!)
- Além disso (para adicionar mais informações, usei isso no meu trabalho de história, sobre a 2ª Guerra Mundial)
- Ademais (sinônimo chique de "além disso")
- Como (tem várias funções, confesso que me confundo às vezes!)
- Bem como (mais formal, tipo, "estudei direito, bem como administração")
- Ainda (dá um ar de continuidade)
- Do mesmo modo (comparação!)
- Depois (sequência temporal, como no meu cronograma de estudos: acordar, tomar café, depois estudar, depois... dormir!)
- Finalmente (ufa, cheguei ao fim!)
- Em seguida (sequência, tipo, "Primeiro fiz o bolo, em seguida, a cobertura")
- Adicionalmente (pra adicionar... mais uma vez!)
Esqueci algum? Ah, meu cérebro já tá fervendo... Preciso de um chocolate agora, sim! Espera... Será que tem mais? Meu Deus, quantos conectivos existem?!
Lista final: (tentei resumir, desculpa a bagunça!)
- Adição: e, nem, também, não só... mas também, além disso, ademais, como, bem como.
- Conclusão: finalmente.
- Sequência: depois, em seguida, adicionalmente.
- Comparação: do mesmo modo.
Pronto! Acho que é isso. Se esqueci de algum, paciência, né? Minha cabeça tá a mil.
O que são conectores discursivos?
Conectores discursivos. Simples. Palavras-ponte.
- Ligam ideias. Uma sucessão. Causa e efeito, contraste, adição... A sintaxe se torna narrativa.
- Organização textual. Fluxo lógico. Sem eles, caos. Prosa desestruturada. Minha dissertação de mestrado sofreu com a falta deles. A banca não perdoou.
- Semântica e pragmática. Contexto. Subtexto. A interpretação muda com a escolha certa. A nuance importa.
- Oral e escrito. Independente do meio. A eficácia da comunicação depende da precisão. Um detalhe mínimo pode alterar o sentido da mensagem.
Exemplos: porém, mas, então, portanto, além disso, ou seja, etc. Uso frequente no meu trabalho como editora de textos acadêmicos.
Um bom escritor os domina. Conhecimento técnico, fundamental. Domínio da língua. Escrita eficaz. Não há atalhos. A escrita precisa ser precisa. A clareza é fundamental.
O que são exemplos de conectores discursivos?
Conectores discursivos? Ah, meu consagrado! São as palavrinhas mágicas que fazem a sua redação não virar um amontoado de frases soltas, tipo aquelas peças de Lego que o seu sobrinho de 3 anos jogou no chão e agora sua mãe tá te cobrando pra arrumar. Eles conectam ideias, meu chapa! É tipo a cola que une os tijolos de um castelo de areia – sem ela, tchau castelo, alô maré alta!
Exemplos que até minha avó usa:
- Por um lado... por outro lado: Clássico pra mostrar dois pontos de vista, igual a discussão interminável sobre qual o melhor time de futebol do Brasil (Flamengo, né?!).
- Em resumo: Quando você já cansou de falar e precisa ir direto ao ponto, tipo quando você tenta explicar pra sua chefe porque chegou atrasado por conta do trânsito infernal de São Paulo (que só piora, né?).
- Em vez disso: Perfeito pra mostrar uma alternativa, como quando você planeja comer pizza, mas acaba pedindo um pastel porque a pizza estava MUITO cara (2024 tá difícil, né?).
- Além disso: Adiciona informações extras, igual aos ingredientes do meu brigadeiro: leite condensado, chocolate, manteiga... e um pouco de amor (e muito açúcar!).
- No entanto: Apresenta uma contradição, tipo quando você jura que vai dormir cedo, mas acaba assistindo Netflix até às 3 da manhã (culpa daquela série viciante!).
- Consequentemente: Mostra uma relação de causa e efeito, igual a: comi muito chocolate, consequentemente estou com dor de barriga. Fato da vida.
- Finalmente: Para indicar o encerramento de uma sequência, tipo o final de semana: finalmente sexta-feira, finalmente sábado, finalmente domingo… finalmente segunda-feira (chora).
Resumindo a ópera (sem resumo, ué): Use conectores, meu camarada! Sua redação agradece. Não seja um escritor perdido no espaço, sem pontes pra conectar as ideias! E se ainda tiver dúvidas, pergunte à sua professora de português (ou a sua avó, se ela for gente boa). Boa sorte!
O que é um conector de discurso?
Conectores discursivos… nossa, que nome complicado! São tipo… cola pra frases, né? Liga umas ideias nas outras. Tipo, eu tava pensando no meu treino de hoje, quase não fui! Mas aí, pensei: "preciso me manter em forma, senão vou ficar igual a um sofá velho!". Viram? Conector aí, ó! Causou e efeito!
- Concordância: "Choveu muito e a rua alagou." (Uma coisa leva a outra, saca?)
- Oposição: "Eu queria ir à praia, porém estava chovendo." (Contrastes!)
- Conclusão: "Estudei muito; portanto, passei na prova." (Resultado final!)
Acho que uso muito "então" e "aí" na minha escrita… Será que é um vício? Preciso prestar mais atenção nisso. Meu professor de português ia surtar! Aliás, preciso comprar um dicionário novo, o meu está todo rabiscado. Lembro que ganhei um na minha formatura, 2022... já tá bem detonado.
Conector discursivo = palavra/expressão que liga ideias. Simples assim! Mas tem vários tipos, né? Adversidade, adição, conclusão... ai meu Deus, já me perdi de novo! Melhor parar de escrever, minha cabeça tá uma zona. Preciso beber água. E comer alguma coisa. Que fome!
Exemplo prático: "A prova foi difícil, mas consegui terminar." "Mas" é o conector. Fácil, né?
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