Quais os tipos de texto que existem?

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Os tipos textuais básicos são cinco: narrativo, que conta uma história; descritivo, que detalha características; expositivo, que informa; dissertativo, que desenvolve um tema; e argumentativo, que defende uma ideia. Cada um possui estrutura e objetivo distintos.
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Quais os tipos de texto: narrativo, descritivo, dissertativo e mais?

Tipo de texto? Nossa, lembro de ter estudado isso no colégio, em 2008, no Objetivo de Santo André. A professora, a Dona Célia, falava tanto de narrativo, que a gente quase conseguia sentir o cheiro daquela história sendo contada, sabe? Era mágico. Ainda me recordo de um conto que escrevi, sobre um gato que roubou um bolo de cenoura da minha avó – a receita dela era inacreditável!

Descritivo? Ah, isso era outra coisa. Lembro de ter que descrever o meu quarto, parecia que tinha que ser um Picasso da escrita. Detalhes minuciosos, tipo a textura da minha colcha, aquela azul com bolinhas que minha mãe comprou na Renner por uns 50 reais. Me dava um trabalhão!

Expositivo, dissertativo e argumentativo? Já me perdi um pouco mais. Era tudo muito parecido para a minha cabeça. Expositivo era tipo explicar um assunto, né? Dissertativo, tipo desenvolver uma ideia... Argumentativo? Tinha que convencer o leitor, tipo aqueles debates acalorados da aula de história, sobre a colonização brasileira, que custou um baita preço pra nossa sociedade.

Então, são cinco mesmo, acho: narrativo, descritivo, expositivo, dissertativo e argumentativo. Cinco tipos diferentes de texto, cada um com sua peculiaridade, que de vez em quando me fazem lembrar da Dona Célia e daquela sala de aula, cheia de histórias... e gatos famintos.

Quais são todos os tipos textuais?

Às três da manhã, a insônia me pega... esses tipos textuais... sempre me fizeram pensar. Acho que a vida toda se encaixa neles, de alguma forma.

Narrativo: É como recordar daquela viagem a Paraty em 2022. Aquele cheiro de mar, a chuva na rua de pedra... Lembro da minha amiga Clara, rindo alto, enquanto tomava aquele suco de caju. Era quente e gostoso. A gente estava tão feliz, naquele momento... Mas já se passou um ano.

Descritivo: Acho que descrever é como pintar um quadro com palavras. Tentando capturar a essência de algo. Como aquela velha guitarra do meu avô, com o tampo todo riscado, o braço desgastado... madeira escura, quase preta. A madeira parece cansada, como ele.

Dissertativo-argumentativo: Ontem fiquei pensando sobre a poluição do rio. A água está suja, quase imprópria para o consumo. Precisamos de soluções urgentes, para recuperar nossa fonte de água. O governo precisa investir mais em saneamento básico.

Expositivo: Explicar... como explicar a física quântica? rsrs... Difícil. Mas sei que envolve conceitos complexos, sobre átomos e partículas subatômicas, o comportamento da matéria na escala atômica e subatômica.

Injuntivo: Receitas, manuais de instruções... tipo a receita da torta de maçã da minha avó. Misture bem os ingredientes. Asse em forno médio. Sirva gelada. Simples assim.

Preditivo: Prever o futuro... é assustador. Mas é inerente à nossa natureza humana. O que será de mim daqui a 10 anos? Se vai continuar a mesma melancolia? Espero que não.

Dialogal: Conversas. Como as que eu tenho com meu gato. Miados, ronronados. Um diálogo silencioso, que só nós entendemos. Ele me entende melhor do que muita gente. Ele é minha companhia nessa noite.

Quais são os tipos de gênero textual?

Tipos de Gênero Textual: Uma Ode à Classificação (ou a Tentativa Dela)

A gente vive num mundo de caixinhas, né? E os textos não são diferentes. Tentar enquadrar tudo em gêneros é como tentar organizar meu armário de sapatos – uma luta constante contra a desordem criativa. Mas vamos lá, a tarefa hercúlea de classificar essas criaturas literárias:

  • Narrativos: Ah, os contos! Minhas novelas preferidas são aquelas com um suspense que te deixa roendo as unhas até o final. Lembro daquela vez que li "O Alienista", pensei: "Que loucura genial!". A narrativa é como um rio, serpenteando e levando a gente para onde o autor quer. Inclui contos, romances, crônicas (que são quase como um diário íntimo, só que mais arrumado), novelas, épicos... uma salada deliciosa de palavras.

  • Descritivos: Aqui a gente pinta cenários com palavras. É como um artista usando tintas, só que as tintas são adjetivos. Já tentei escrever um texto descritivo sobre a minha gata, mas ela se move tanto que é impossível capturar sua beleza efêmera! Inclui relatórios científicos, laudos, guias turísticos etc... Uma boa descrição é uma viagem sensorial.

  • Dissertativos: A turma do "deixe-me explicar". Artigos científicos, ensaios, teses... Às vezes parecem monótonos, mas podem ser tão fascinantes quanto uma boa investigação policial. Esse ano, fiz uma apresentação na faculdade sobre a influência da música clássica no desenvolvimento infantil. Um mar de dados e conclusões! Inclui artigos de opinião, editoriais, sermões, etc.

  • Argumentativos: Aqui, o negócio é convencer. Dissertações, discursos políticos... Tenho um amigo que é um mestre em argumentar, poderia vender gelo para esquimós. A argumentação é como uma batalha de ideias, onde a lógica é a arma principal.

  • Injuntivos/Instrucionais: Receitas, manuais de instruções, regulamentos... São textos que mandam a gente fazer coisas. Acho que o manual de instruções da minha cafeteira é escrito em uma língua alienígena. Inclui bulas, contratos, etc.

E tem os híbridos, claro! A vida não é uma questão de caixinhas, afinal. A mistura de gêneros é a prova de que a criatividade não tem limites – e que a classificação é uma convenção, e não uma lei da natureza. Um desafio gostoso, como organizar o meu armário de sapatos, mas com mais elegância.