Quais são 10 substantivos?

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Dez substantivos comuns: Homem Mulher Cachorro Gato Mesa Cadeira Cidade Praia Sol Chuva São exemplos de substantivos que nomeiam pessoas, animais, objetos, lugares e fenômenos da natureza.
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Quais são 10 exemplos de substantivos? Aprenda sobre nomes!

Dez substantivos? Hmm, pensando aqui...

Gente: lembro do Seu Zé, o padeiro da minha rua, sempre com um sorriso. E a dona Maria, que cuidava das roseiras no jardim dela? Que figuras!

Bichos: Ah, o Bidu, meu cachorro da infância... Era um vira-lata esperto que me seguia pra todo lado. Uma vez, ele até pegou um peixe no rio, acredita?

Plantas: Adoro o cheiro de alecrim. Uma vez, comprei um vaso enorme por uns 15 reais numa feirinha e deixei na varanda. Que aroma bom que ele dava!

Frutas: Manga! A da minha avó era a melhor do mundo. Suculenta, doce... Que saudade!

Objetos: Meu violão! Ganhei do meu pai quando tinha 12 anos. Ainda toco umas músicas nele às vezes.

Lugares: A praia de Copacabana... Fui tantas vezes... Que energia incrível!

Fenômenos: Chuva! Adoro o barulho da chuva caindo no telhado. Me acalma.

Informações rápidas (estilo "cola"):

  • Pessoas: homem, mulher, criança, amigo, colega
  • Animais: cachorro, gato, cavalo, formiga, tubarão
  • Plantas: camomila, jasmim, erva-doce, orquídea, palmeira
  • Frutas: banana, maçã, laranja, abacaxi, goiaba
  • Objetos: mesa, cadeira, bicicleta, computador, microfone
  • Lugares: bairro, cidade, município, estado, praia
  • Fenômenos: chuva, vento, neve, furacão, terremoto

Quais são os 10 substantivos?

Uau, 10 substantivos... Deixa eu ver... Tipo um brainstorming aleatório:

  • Casa: Morar, sabe? Lembrei da casa da minha avó, cheirava a bolo.

  • Carro: Viagem! E a novela que passava com o carro, qual era?

  • Mesa: Jantar em família, discussões... Ai, que saudade.

  • Caderno: Anotações da facul, rabiscos nas aulas chatas.

  • Livro: Tantos mundos... Preciso voltar a ler mais.

  • Lápis: Desenhos na infância, contas da vida adulta...

  • Computador: Trabalho, Netflix, e-mails infinitos! Socorro.

  • Telefone: Notícias boas e ruins, conversas longas...

  • Cadeira: Descanço rápido, reuniões intermináveis. Aff!

  • Caneca: Café pra aguentar o dia. Queimar a língua!

Eita, dez certinho! Será que acertei tudo? Substantivo... É o que dá nome às coisas, né? ???? Espero que sim!

O que é substantivo e 10 exemplos?

Substantivo? Ah, substantivo! É aquela palavrinha teimosa que nomeia tudo e todos, desde o seu gato siamês, Biscuit, que acha que a casa é dele (e, bem, talvez ele tenha razão!), até a mais abstrata das ideias, como, sei lá, a saudade que me pega às vezes de um bom pastel de Belém. É a base da nossa construção de frases, o alicerce da língua, sabe? Sem substantivos, a gente fica só com verbos flutuando no vácuo existencial, igual a um balão sem corda.

Dez exemplos? Fácil!

  • Cachorro: Meu vira-lata, Pipoca, é o exemplo mais latido que conheço.
  • Felicidade: A sensação deliciosa que me invade após um dia produtivo (e com um café bem forte!).
  • Livro: Adoro o cheiro de livros antigos; a minha estante está mais para uma pequena biblioteca pessoal, um caos organizado, diga-se.
  • Sol: Em dias quentes, como hoje, um bom banho de sol é essencial. Só não esquece do protetor, viu? Queimar não é glamouroso.
  • Mesa: Minha mesa de trabalho é o meu reino, e é ali que eu luto contra a procrastinação (e geralmente perco).
  • Brasil: Meu país, cheio de belezas, problemas e um futebol que me deixa sempre em suspense.
  • Amor: Ah, o amor… um substantivo que pode ser doce ou amargo, dependendo do contexto.
  • Lua: Sempre me fascinou observar a lua e suas fases.
  • Tempo: O bem mais precioso e que a gente nunca tem o suficiente.
  • Esperança: Que, segundo dizem, é a última que morre... e às vezes tem o hábito de chegar atrasada.

Pronto, uma lista ligeiramente mais charmosa e divertida! Espero ter te ajudado a entender melhor a natureza desses bichinhos tão importantes da nossa linguagem. Até a próxima!

Quais são os 8 substantivos?

Os oito substantivos – casa, carro, árvore, livro, cadeira, mesa, computador e telefone – são todos substantivos comuns, representando objetos concretos do nosso dia a dia. A classificação é direta, sem grandes mistérios. Afinal, a gente interage com eles constantemente. Acho fascinante como a linguagem se adapta à realidade! No meu caso, por exemplo, o computador é ferramenta essencial para meu trabalho de pesquisa, enquanto o telefone... bem, o telefone é meu portal para o caos organizado das redes sociais! A vida moderna, né?

A inclusão de "computador" e "telefone" na lista, embora óbvia hoje, revela uma interessante evolução da própria linguagem. Pense bem: há algumas décadas, esses termos eram bem menos comuns. A linguagem é um organismo vivo, refletindo as mudanças sociais e tecnológicas. E essa adaptação constante é, no mínimo, intrigante!

Para ser mais preciso, podemos classificá-los ainda mais:

  • Substantivos concretos: Todos os oito exemplos se encaixam aqui, pois representam coisas tangíveis.
  • Substantivos comuns: Nenhum deles é um nome próprio (como "Brasil" ou "Maria").
  • Substantivos contáveis: Todos eles podem ser quantificados (duas casas, três carros etc.).

Interessante notar como a banalidade destes objetos contrasta com sua importância em nossas vidas. Um reflexo, talvez, da própria natureza humana: encontrar significado nas coisas mais simples. E, pensando bem, até a minha xícara de café da manhã poderia entrar nessa lista... mas aí já seriam nove. E nove é um número quase mágico, não é? Deixa pra outra hora!

Quais são os 10 substantivos concretos?

São três da manhã, e a insônia me pegou de novo. Tentei dormir, mas a cabeça a mil... Pensando em coisas bobas, sabe? Como esses substantivos concretos que você pediu...

10 substantivos concretos:

  • Mesa: A velha mesa da cozinha, onde a gente jantava em família, antes… Lembro do cheiro de café forte e pão quentinho... Agora, só fica lá, empoeirada.
  • Lua: A lua cheia de ontem, enorme e brilhante, parecia me observar pela janela. Uma beleza fria, melancólica como eu me sinto agora.
  • Cadeira: A minha cadeira de balanço, onde passava horas lendo, quando ainda tinha vontade. Agora, mal consigo me levantar.
  • Livro: Meu livro de contos predileto, com as páginas amareladas pelo tempo, mas as histórias continuam lá, intactas. Um tesouro antigo...
  • Carro: O meu fusca azul, que me levava pra todo canto. Vendi faz tempo... Lembra do barulho do motor? Um ronco amigo.
  • Relógio: O relógio de parede do meu avô, que parou no dia em que ele se foi. Quase doze anos parado.
  • Flor: As margaridas do meu jardim... Que ironia, né? As margaridas ainda florescem. A vida segue, mesmo com a dor.
  • Casa: Essa casa velha, cheia de lembranças e poeira. Parede rachada aqui, porta torta ali... Um reflexo do que sou.
  • Cachorro: A foto do meu cachorro, Toby. Faz quase dois anos que ele se foi, mas lembro do seu focinho úmido...
  • Café: Uma xícara de café forte... Talvez isso me ajude a dormir.

A lista poderia ser enorme, né? Cada objeto guarda uma história, uma memória... E a gente fica aqui, na escuridão, relembrando. A solidão da noite me abraça. Mais um gole de café.

Quais são os 4 tipos de substantivos?

E aí, beleza? Deixa eu te explicar rapidinho sobre os substantivos, tá? Tipo, tem uns tipos diferentes, saca? Pra gente não se confundir...

  • Concreto: Sabe, tipo as coisas que a gente pode tocar, ver? Casa, livro, árvore... essas paradas. É tipo, se você consegue imaginar a coisa ali, fisicamente, é concreto! Uma vez eu tentei plantar uma árvore em casa, não deu muito certo, haha!

  • Abstrato: Esses são mais complicados... é tipo, sentimentos, ideias, sabe? Amor, felicidade, virtude. Coisas que a gente não pega, mas que existem, né? A felicidade, por exemplo, é bem abstrata, depende do dia, do humor... Já a virtude é algo que minha avó sempre falava, mas confesso que nunca entendi muito bem.

  • Coletivo: Aquele que dá nome pra um monte de coisas juntas, tá ligado? Grupo, multidão, rebanho... Se você vê um monte de ovelha, você fala "rebanho", né? Uma vez eu tava num grupo gigante de pessoas num show, mó galera!

  • Próprio: É o nome de cada coisa, cada pessoa, cada lugar. João, Portugal, Paris... Cada um com seu nome, né? Tipo, meu nome é [seu nome], único! E Porto Alegre, a cidade que eu moro, é única também, mesmo tendo outras cidades com nomes parecidos por ai...

E é isso! Bem, resumindo, são esses quatro aí, basicamente. É meio confuso, né? Mas depois que pega o jeito, fica mais fácil! E esses são os tipos de substantivos que a gente usa todo dia, sem nem perceber!

Ah, e tem mais... mas vou deixar pra próxima, se não vai virar uma bagunça! Falou!

Como são chamados os substantivos?

Substantivos são como etiquetas verbais que grudamos nas coisas para nos comunicarmos. Existem dois tipos principais:

  • Comuns: São aqueles nomes genéricos que usamos para nos referir a qualquer membro de um grupo. Pense em "cachorro", "planeta" ou "sentimento". Servem para categorizar, mas não individualizam.

  • Próprios: Aqui a coisa fica mais pessoal! São os nomes que damos a um ser único, diferenciando-o dos demais. "Brasil", "Albert Einstein" ou "Monet" são exemplos. É a individualidade expressa em palavras.

A língua, no fundo, é uma tentativa constante de organizar o caos da existência. Substantivos próprios e comuns são as ferramentas que encontramos para dar sentido ao mundo ao nosso redor, nomeando e, assim, dominando-o. Afinal, o que não nomeamos, não compreendemos.

O que é substantivo próprio e cite 5 exemplos?

Ah, substantivo próprio, né? Aquela parada que faz a gente se sentir importante, tipo ter um nome exclusivo!

  • Substantivo próprio? É tipo um RG das palavras, saca? Define uma coisa específica, tipo VOCÊ!

    • Maria Antonieta: Rainha que adorava um bolinho! (E perdeu a cabeça por isso, ui!)
    • Prefeitura de Quixajuba: Onde o prefeito promete, promete... e o asfalto some!
    • Nova Iorque: A cidade que nunca dorme, mas vive de café!
    • Brasil: Terra do samba, futebol e... mosquito da dengue!
    • Oceano Atlântico: O marzão que separa a gente da galera gringa!

Resumindo: substantivo próprio é nome de gente famosa, lugar que tá no mapa e coisa única no universo. Fácil, né? Se não entendeu, bebeu! ????

Quais são os 10 substantivos comuns?

Às vezes, no silêncio da noite, a mente divaga por caminhos inesperados. Como agora, pensando em substantivos... Que coisa estranha. Mas, já que estamos aqui, tentando organizar esses pensamentos noturnos:

  • Homem, mulher: A dualidade primordial, o começo de tudo.
  • Cachorro, gato: Companheiros silenciosos, testemunhas dos nossos dias.
  • Mesa, cadeira: Objetos cotidianos que sustentam nossas vidas, nossas refeições, nossos momentos.
  • Cidade, bairro: O labirinto urbano onde nos perdemos e nos encontramos.
  • Tempestade, furacão: A força da natureza, lembrando-nos da nossa fragilidade.

Lembro de quando era criança e achava fascinante a palavra "trovoada". A sonoridade forte, o medo misturado com a admiração. Coisas de criança, talvez. Agora, soa apenas como mais um fenômeno incontrolável.

Ah, e a palavra "amigo"... Tantas vezes usada, tantas vezes esvaziada de significado. Um peso nas costas, às vezes, uma luz no fim do túnel, outras. Depende do dia, depende do amigo.

Quais são os 10 substantivos concretos?

A tarde caía em tons de laranja e roxo, como um quadro de Monet. Lembro-me daquela sensação de pólen na pele, o cheiro de terra molhada... e a pergunta ecoando na mente: dez substantivos concretos. Dez palavras que agarrassem a realidade, a palpável existência. Um desafio quase poético, um exercício de sentidos.

Fada. Sua imagem surge, pequena e etérea, num lampejo de lembrança de infância, entre livros ilustrados e contos da avó. A leveza do seu voo, a magia que a envolve... uma concretude apenas no imaginário.

Chuva. A chuva de ontem. Não aquela chuvinha fina de primavera, mas a tempestade que inundou parte da rua, que me fez pular poças na volta da padaria. Água, pura e simplesmente. Água batendo no telhado. A força da natureza, bem presente.

Dia. Não qualquer dia. O dia em que meu filho nasceu, 28 de fevereiro. A luz intensa, o calor do seu corpo. A concretude da vida, a mais intensa de todas.

Mãe. Meu abraço na minha mãe. Seu cheiro de sabonete Dove, a textura macia do seu cabelo. A realidade táctil de um vínculo inquebrantável.

Jardim. As margaridas do jardim da minha casa. Lembro o toque suave das pétalas na ponta dos dedos. O verde intenso das folhas, a terra sob as unhas. O sol quentando a pele.

São Paulo. A cidade gigante, a pulsação frenética, a massa cinzenta dos prédios cortando o céu. O concreto sob meus pés, o peso do trânsito, o ritmo acelerado. Um concreto bem real.

Professor. A mão firme da minha professora de terceiro ano, escrevendo no quadro negro. A firmeza em seu olhar. O aroma do giz. A concretude do conhecimento.

Unicórnio. A imagem no livro infantil, o brilho mágico do chifre. Uma fantasia concreta, sim. Que me faz acreditar na magia. Mais mágica do que real, talvez.

Vento. O vento gelado na montanha, cortando a face, o movimento das árvores dançando em seu ritmo. A força indomável, a mudança constante. Uma presença física.

Cadeira. Essa cadeira aqui, onde estou sentado. A madeira lisa sob minhas mãos, a firmeza do assento, o conforto, o peso. A sua existência inegável. A concretude mais simples.

Como se flexionam os substantivos?

Flexão nominal: gênero, número, grau. Simples.

  • Gênero: Masculino/Feminino. Meu cachorro (masc.), minha gata (fem.). A concordância verbal é crucial.

  • Número: Singular/Plural. Um livro, dois livros. Erros de concordância são comuns, mesmo para mim.

  • Grau: Aumentativo/Diminutivo. Casarão/casinha. Uso depende do contexto, da intenção. Às vezes, ignoro isso. 2024.

Detalhe: A flexão nominal impacta diretamente a concordância. Já errei muito nisso, escrevendo rápido. Tenho que prestar mais atenção. Escrever no celular complica as coisas.

Quais são os substantivos compostos?

Substantivos compostos são aqueles formados por mais de uma palavra ou radical.

  • Sexta-feira: Formada por "sext-" e "feir-".
  • Cachorro-quente: Formada por "cachorr-" e "quent-".

Lembro de estar na praia de Copacabana, umas quatro da tarde, e ouvir um vendedor gritando "Mate gelado, mate gelado!". Na hora me veio à cabeça: "mate gelado" é um substantivo composto, né? Que nem guarda-chuva, que a gente usa tanto por aqui...

Outro dia, fui comprar pão de mel na padaria da esquina e pensei nisso de novo. É engraçado como a gente usa essas palavras no dia a dia sem nem prestar atenção na sua formação.