Quais são as 5 regras da redação?

46 visualizações
As 5 regras essenciais da redação são: Domínio da norma culta: Use a escrita formal da língua portuguesa. Foco no tema: Compreenda e siga a proposta da redação. Organização: Estruture suas ideias de forma clara. Coesão e coerência: Conecte suas ideias logicamente. Proposta de intervenção: Apresente uma solução para o problema. Essas dicas são cruciais para um bom desempenho, especialmente na redação do Enem.
Comentário 0 curtidas

Quais são as 5 regras de ouro para uma redação nota 10?

Okay, lá vai minha visão sobre como turbinar a redação, pensando numa nota alta. Não sou expert, mas aprendi umas coisas na marra, sabe?

Primeiro, português impecável: isso é óbvio, mas crucial. Eu mesma já perdi ponto por bobeira, tipo concordância errada. Revisar tudo no final faz diferença.

Segundo, tema é rei: já tentei "inovar" e me dei mal. Entenda o que pedem e siga a linha. Uma vez, no Enem, viajei na maionese e me ferrei. Aprendi a lição!

Terceiro, organização mental: rascunhar é a chave. Anote as ideias principais, a ordem, os argumentos. Evita branco e te dá mais segurança.

Quarto, conexão: as frases precisam conversar entre si. Use "além disso", "portanto", "em contrapartida"... dá um flow pro texto. Sem isso, fica tudo solto e confuso.

Quinto, solução: mostrar que você pensa no problema e tem uma ideia pra melhorar a situação é fundamental. Seja realista e criativo, sem utopias.

Resumo rápido, tipo Google:

  • Português formal, sem erros.
  • Entenda o tema, sem fugir.
  • Organize as ideias antes.
  • Use coesão e coerência.
  • Proponha algo para resolver.

Qual a ordem para se fazer uma redação?

A tarde caía, um amarelo quase laranja manchando o céu da minha janela, enquanto eu tentava decifrar o mistério da redação. A ordem é sempre a mesma: introdução, desenvolvimento, conclusão. Simples, mas tão complexo em sua essência. Uma dança silenciosa entre palavras e ideias.

A introdução… Ah, a introdução! Uma apresentação tímida, quase um sussurro no ouvido do leitor. É preciso despertar a curiosidade, sem entregar tudo de imediato. Lembro-me daquela vez, escrevendo sobre o rio que cortava a cidade da minha infância. Comecei com o som da água, um ritmo constante, quase hipnótico… Aquele rio, o meu rio, que agora só existe nas lembranças turvas de um verão distante, em 2023. Era preciso, naquele momento, criar uma ponte para o leitor, guiá-lo até a minha memória. A escolha das palavras, a cadência das frases, tudo precisava ser milimetricamente calculado. Um ato quase cirúrgico.

Depois, o desenvolvimento. Um mergulho profundo no tema. Como um mergulhador explorando um recife de coral, cada parágrafo um novo fragmento de informação, um novo detalhe a ser desvendado. No meu texto sobre o rio, listei: a cor da água ao nascer do sol, a sensação da areia sob os pés, a alga vibrante nas pedras. Cada detalhe, uma pincelada na tela da minha memória, que eu tentava transferir para o papel. Foi um trabalho árduo, mas de imensa satisfação.

E finalmente, a conclusão. O adeus, a despedida. Um resumo elegante, um nó que fecha a trama narrativa, um ponto final em uma jornada textual. Aquele final precisa ser impactante, um eco suave, deixando uma sensação de plenitude no leitor. Na conclusão sobre o meu rio, eu procurei deixar claro o impacto daquela memória em mim, a importância daquele lugar. Um suspiro de nostalgia, um sorriso nostálgico. 2023, ano marcante para essa lembrança.

A redação é um ato de criação, de descoberta. Um diálogo silencioso entre escritor e leitor. É preciso sentir, é preciso viver a escrita, para que as palavras fluam naturalmente, num ritmo lento e pausado. Como o rio da minha infância, um fluxo constante de emoções e reflexões. Um percurso necessário para quem busca expressar sua alma. Assim, a escrita se transforma numa jornada íntima e pessoal, na busca de algo perdido, talvez.