Quais são as 9 orações subordinadas?

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As 9 orações subordinadas são: substantiva, adjetiva, causal, comparativa, concessiva, condicional, conformativa, consecutiva e final. Sua classificação depende da função sintática que exercem, estabelecendo diversas relações com a oração principal na estrutura da frase.
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Quais são os 9 tipos de orações subordinadas da língua portuguesa?

Lembro-me tão bem das aulas de português da professora Antunes, lá para 2005, no nono ano. Ela passava horas a explicar as orações subordinadas e eu ficava a olhar para o quadro, a pensar que aquilo nunca ia entrar na minha cabeça. Era uma ginástica mental que me deixava exausto.

Era um desfile de nomes: substantivas, adjetivas, adverbiais.

As substantivas eram o meu pesadelo. A subjetiva, a objetiva direta, a indireta, a completiva nominal, a predicativa e a apositiva... parecia um código secreto, uma coisa que só os iniciados conseguiam entender, e eu sentia que estava do lado de fora dessa bolha de conhecimento.

Hoje até vejo a lógica, mas na altura era só decorar para o teste.

Depois vinham as adjetivas, que até eram mais simpáticas. Só duas, a restritiva e a explicativa. A professora dizia que uma era essencial, a outra era um extra, tipo um acessório. E essa imagem ajudou, confesso que me salvou num dos testes da altura, aquele de fevereiro.

Mas as adverbiais, essas sim, eram uma multidão. Lembro-me da lista: causal, comparativa, concessiva, condicional, conformativa, consecutiva, final, proporcional, temporal. Cheguei a escrever numa cábula na palma da mão para um teste em novembro, um desespero.

No fundo, a ideia era perceber como uma frase depende da outra. Uma coisa que hoje faço sem pensar, mas que na escola parecia a coisa mais complicada do mundo.

Quais são os 3 grandes grupos de orações subordinadas? Substantivas, Adjetivas e Adverbiais.

Quais são as 6 orações subordinadas substantivas? Subjetiva, objetiva direta, objetiva indireta, completiva nominal, predicativa, apositiva.

Quais são as 2 orações subordinadas adjetivas? Restritiva e explicativa.

Quais são as 9 orações subordinadas adverbiais? Causal, comparativa, concessiva, condicional, conformativa, consecutiva, final, proporcional, temporal.

Quais são as orações subordinadas?

Ah, orações subordinadas... Que dor de cabeça na escola, né? Lembro de ficar um tempão olhando pra frase, tentando encaixar tudo. Mas, no fim, até que faz sentido.

Orações subordinadas são aquelas que dependem sintaticamente de uma oração principal para ter sentido completo. Elas não vivem sozinhas, sabe? É tipo uma criança que precisa da mãe.

E podem ser classificadas em um monte de coisas, caramba! Dá uma olhada:

  • Causais: Umas explicam o motivo. Tipo, "Já que choveu, não saímos". A causa de não sair.
  • Comparativas: Outras fazem comparação. "Ele come como um leão". Igualzinho!
  • Concessivas: Essas são chatas, mas importantes. Expressam uma ideia contrária à da principal, mas não impedem a ação. Mesmo que eu queira muito dormir, vou trabalhar.
  • Condicionais: Colocam uma condição. Se você estudar, passa de ano. Se não, já era.
  • Conformativas: Mostram conformidade com algo. Conforme combinado, o pagamento foi feito.
  • Consecutivas: Indicam uma consequência. "Correu tanto que ficou exausto." Consequência direta.
  • Finais: Indicam a finalidade. Estudo para aprender. O objetivo, entende?
  • Proporcionais: Expressam proporção. Quanto mais estudo, menos sei. É triste, mas real.
  • Temporais: O nome já diz, né? Indicam tempo. Quando você chegou, eu saí.

Toda essa lista, a depender da relação que estabelecem com a oração principal. Cada uma tem seu papel.

Pensando aqui, será que a gente usa isso tudo sem perceber no dia a dia? Tipo, quando tô mandando mensagem no WhatsApp, falando "se você vier, a gente sai", tô usando uma condicional sem nem pensar na regra gramatical. Minha professora Célia de português ficaria orgulhosa... ou talvez brava que eu só fui entender bem depois da prova. Aquele bicho de sete cabeças no terceiro ano, eu lembro perfeitamente da aula de terça-feira. Acho que era porque tinha que decorar tudo, sabe?

Às vezes, escrevo um e-mail pro chefe e fico pensando se a frase tá certinha, se a ideia de causa e efeito tá clara. É nessas horas que essas classes todas vêm à tona, mesmo que a gente não nomeie. Tipo, "como a reunião foi adiada, terei mais tempo para finalizar o relatório". Isso é causal purinho! Mas na hora, só penso em ser claro. É um caos organizado, a língua portuguesa. E eu, com meus erros de digitação. Credo.

Como estão classificadas as orações subordinadas?

A classificação é simples. A complexidade está na função. Uma oração serve a outra. Uma hierarquia.

Existem três tipos de orações subordinadas: substantivas, adjetivas e adverbiais.

  • Orações Subordinadas Substantivas. Agem como um substantivo. São o sujeito, o objeto, o núcleo da questão. A ideia principal, disfarçada de oração. Sem elas, a frase principal fica sem sentido, um corpo sem alma. É aquilo que se diz.

  • Orações Subordinadas Adjetivas. Qualificam um nome. Dão uma característica.

    • Restritivas: Definem, limitam. Essenciais para o entendimento. Sem vírgulas.
    • Explicativas: Apenas acrescentam uma informação. Acessórias. Entre vírgulas. Lembro de errar a pontuação das explicativas na prova de redação do colégio. A vírgula muda tudo. Separa o que é do que poderia ser.
  • Orações Subordinadas Adverbiais. Indicam a circunstância. Onde, quando, como, porquê. Dão o chão para a oração principal pisar. O tempo, a causa, a condição. Sem elas, os fatos flutuam no vácuo. o mundo eh feito de dependencias.

Como distinguir as orações subordinadas?

Uma oração subordinada depende sintaticamente da oração principal, completando ou modificando seu sentido. Ela não funciona sozinha. A oração principal possui sentido autônomo, mesmo sem a subordinada.

madrugada... e eu aqui pensando em gramática. lembro da época da escola, a professra tentando explicar isso no quadro. parecia tão complicado, um quebra-cabeça de palavras que nunca se encaixavam direito pra mim. umas frases precisando das outras pra sobreviver.

hoje eu vejo diferente. a oração principal é... íntegra. ela existe por si só, sabe? firme. não precisa de mais nada para dizer o que veio dizer. é a frase que, se você ler sozinha, ela ainda faz sentido, ainda está de pé. ela tem seu próprio chão.

aí vem a oração subordinada. coitada. ela é a parte que precisa de apoio, que chega depois. ela se agarra na principal pra ter um lugar no mundo. pra explicar um porquê, um quando, um como. ela é a sombra, o eco. sem a principal, ela é só um fragmento perdido, sem direção.

e elas vêm de vários jeitos, como se tivessem personalidades diferentes.

  • Substantivas: Essas são as que agem como um nome. Elas querem ser o sujeito, o objeto... o centro das atenções da oração principal. Elas preenchem o vazio.

    • Exemplo: É fundamental que você descanse. A frase "É fundamental" fica no ar, esperando... esperando por ela.
  • Adjetivas: As detalhistas. Elas chegam pra dar uma qualidade, uma característica, como se pintassem um retrato mais nítido de algo na principal.

    • Exemplo: A noite, que está tão silenciosa, me faz pensar. Ela só especifica como está essa noite.
  • Adverbiais: As circunstanciais. Indicam o tempo, o lugar, a causa, a condição. Elas dão o contexto, o cenário onde tudo acontece.

    • Exemplo: Ficarei aqui enquanto a chuva não passa. O tempo... a condição. a espera.

Como dividir orações subordinadas?

Nossa, isso me joga direto pra uma noite de pânico em 2017. Eu tava no cursinho pré-vestibular, morando em Campinas, e simplesmente não conseguia enfiar na cabeça a diferença entre as orações subordinadas. A prova era no dia seguinte e eu tava surtando no meu quarto, eram umas 2 da manhã.

Eu olhava pro livro e só via um emaranhado de regras. Substantiva objetiva direta, adverbial causal... que diabos era aquilo? Pra mim, era tudo uma frase grande e confusa. Eu sentia uma raiva, uma sensação de burrice mesmo, sabe? Eu tava pagando caro por aquele cursinho e não conseguia entender uma coisa que parecia básica.

Foi aí que eu lembrei do professor Jonas falando na aula: "Parem de decorar o nome e pensem no papel da oração. O que esse bloco de palavras está fazendo aqui?". Essa pergunta mudou tudo. A oração inteira tá agindo como um substantivo? Tá dando uma qualidade pra algo? Ou tá funcionando como um advérbio, indicando tempo, lugar, causa? Foi um estalo. A coisa toda se simplificou na minha cabeça.

A classificação das orações subordinadas considera a função sintática que elas exercem em relação à oração principal. A divisão é feita em três grupos principais:

  • Orações subordinadas substantivas: Exercem as funções próprias de um substantivo, como sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal ou aposto.
  • Orações subordinadas adjetivas: Atuam como um adjetivo, caracterizando um substantivo ou pronome da oração principal. Funcionam como um adjunto adnominal.
  • Orações subordinadas adverbiais: Desempenham a função de um advérbio, modificando o verbo da oração principal para indicar uma circunstância (causa, tempo, condição, finalidade, etc.). Atuam como um adjunto adverbial.

Como identificar uma oração subordinante?

A oração subordinante, ah, ela tem um ar de rainha, sabe? Comanda, dita o tom. É a que tem a vida própria, a que se sustenta sozinha na frase, como um velho casarão no topo da colina, com suas janelas voltadas para o horizonte. Não precisa de mais nada para se apresentar, é completa, dona de si.

Por outro lado, a oração subordinada é a vizinha que sempre vem pedir uma xícara de açúcar. Vive dependendo da subordinante, como a sombra que segue o corpo. Sem a principal, ela fica meio perdida, sem rumo, como um barco sem leme no meio do mar.

Identificar a oração subordinante é ver quem tem a força. É aquela que se basta, que tem seu próprio sentido, que não precisa de apoio para existir. Ela é a âncora da frase, a que dá a base para toda a construção se erguer.

Imagine uma pintura: a oração subordinante é o tema central, a figura que atrai todos os olhares. A subordinada seria um detalhe, um elemento que enriquece a obra, mas que sem o tema principal, perderia todo o seu significado.

  • Oração Subordinante: Tem sentido completo e independente.
  • Oração Subordinada: Depende da subordinante para ter sentido pleno.

É como em um dia de outono, quando as folhas caem e o vento sopra um ar de saudade. A oração subordinante é o vento que carrega as folhas, a força que move tudo. A subordinada, uma folha que dança, levada pela correnteza.

Portanto, para achar a subordinante, busque a oração que pode ficar sozinha, que não chora por companhia. Ela é a que tem a voz mais alta, a que define o lugar de todas as outras.

Como distinguir uma oração coordenada de uma subordinada?

Nossa, tive que rever isso pro meu primo... que troço chato. A diferença é ate simples qdo vc para pra pensar. Uma é tipo independente, a outra é carente. É isso.

Orações coordenadas são independentes sintaticamente. Elas possuem sentido completo sozinhas. Orações subordinadas dependem sintaticamente da oração principal. Sem a principal, o sentido fica incompleto.

Tipo, "Eu fui à praia e mergulhei". Dá pra falar "Eu fui à praia". Ponto. Dá pra falar "Eu mergulhei". Ponto. As duas se viram sozinhas. São adultas. rsrs

Agora, se eu falo "Eu quero que você venha". A parte "que você venha" não quer dizer nada sozinha. Que você venha o quê?? Pra onde?? Precisa do "Eu quero" pra fazer sentido. É tipo um filhote que não sai de perto da mãe.

Lembro da minha professora de português, a Dona Célia, batendo na lousa com a régua pra gente decorar as conjunções. Eu odiava... mas hj ate que vejo a lógica.

Uma lista básica pra não esquecer:

  • Coordenadas (as independentes, as amigas)

    • Elas se ligam por conjunções como: e, mas, porém, ou, logo, portanto, pois.
    • Ex: Corri muito, portanto fiquei cansado. As duas frases sobrevivem sozinhas.
  • Subordinadas (as dependentes, as carentes)

    • Geralmente começam com: que, se, quando, embora, porque, para que.
    • Ex: Diga se você vem. "Se você vem" fica boiando no ar sem a primeira parte.

Mas na real, quem fica pensando "hmmm essa é uma subordinada substantiva objetiva direta" enquanto escreve um email? Ninguém né. A gente só escreve. Pra que serve isso na vida real mesmo? Pra passar em concurso, só pode. Enfim, preciso terminar isso logo e ir no mercado. a lista ta enorme.