Quais são as características do tipo textual?

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Características dos tipos textuais: estrutura e gramática específicas. Cada tipo usa recursos sintáticos e classes de palavras próprias, determinando sua função comunicativa. O objetivo é expressar informações de modo claro ao leitor, variando entre narrar, descrever, argumentar, explicar ou instruir. A escolha do tipo textual influencia diretamente a organização e a linguagem empregada.
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Quais são as características dos tipos textuais?

Tipo textual? Isso me lembra daquela aula de português no colégio, em 2004, no Colégio Santo Antônio, em Campinas. A professora, a Dona Maria, falava de narração, descrição, dissertação... Parecia tão abstrato! Na hora, não entendi muito bem, mas depois, na prática, ficou mais claro.

Descrição? É tipo quando você tenta descrever seu quarto pra alguém no telefone, sabe? "Tem uma cama de solteiro, branca, uma mesinha de madeira escura com um abajur torto e um monte de livros...". Você foca nos detalhes sensoriais.

Narração? Lembro-me de escrever uma história, em 2008, sobre uma viagem que fiz para Paraty. Era sobre as ruas estreitas, o cheiro do mar, a alegria das pessoas... Envolve ação, personagens, tempo, tudo bem delimitado. Pagando 20 reais, na época, por uma diária de hostel em um lugar bem simples.

Dissertação? Ah, isso é o terror! Defender uma ideia, com argumentos, exemplos... Tenho trauma de redação do vestibular, 2010! Precisava de coesão, coerência, clareza. Ainda tenho pesadelos. É tipo um debate formal, escrito.

Infelizmente, ainda me falta saber como isso tudo é "definido" cientificamente, sabe? Quais as fórmulas mágicas? Não sei, mas na prática, a diferença é clara. É como a diferença entre uma fotografia (descrição), um filme (narração) e um documentário (dissertação). Simples assim.

O que é tipo textual expositivo?

Tipo textual expositivo: a receita para um cérebro bem informado (ou pelo menos, um pouco menos perdido).

Em resumo: É aquele texto que te joga um monte de informação na cara, sem rodeios, tipo um caminhão de mudanças despejando móveis na sua sala. A diferença é que, ao invés de móveis, são fatos, dados e explicações. O objetivo? Esclarecer, informar, deixar você mais esperto – ou pelo menos, com a sensação de que está. Minha prima, que adora um bom documentário da Netflix, vive disso. Ela jura que entende tudo de astrofísica agora, graças a essa mania.

  • Objetivo: Informar, explicar, descrever, definir. É a receita de bolo da informação pura e simples. Sem açúcar, sem enfeites, só ingredientes essenciais. Às vezes, até um pouco sem graça, mas necessário. Imagine um manual de instruções – precisa ser expositivo, senão você nunca monta a sua estante IKEA.

  • Estrutura: Organizado, lógico, com começo, meio e fim – como uma boa piada, apesar de ser muito menos engraçado, normalmente. Usa recursos como definições, comparações, exemplos, etc. Tipo um arquiteto projetando uma casa: precisa de uma estrutura sólida para sustentar toda a informação. Se não, rui!

  • Características: Objetividade (ainda bem, né? Senão seria um romance!), clareza (de preferência, para que eu entenda!), precisão (detalhes são importantes, a não ser que estejamos falando de fofocas, nesse caso o detalhe pode ser um problema!), linguagem formal (a menos que o autor seja meu amigo, que adora usar gírias no meio das explicações de física quântica).

Tipos: Existem vários, que nem tipos de queijo, cada um com seu saborzinho. Tem o descritivo, que pinta um quadro com palavras; o explicativo, que desvenda mistérios; o comparativo, que mostra semelhanças e diferenças; e por aí vai... Uma verdadeira festa para quem gosta de aprender. Ou pelo menos para quem finge que gosta... Eu, particularmente, gosto de uma boa comparação: explicar a inflação usando a taxa de crescimento dos meus cabelos é sempre um sucesso (ainda mais agora que está bem mais alta que antes).