Quais são as conjunções subordinadas temporais?

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As conjunções subordinadas temporais introduzem orações que expressam tempo. As principais são: Quando: Indica simultaneidade. Antes que: Expressa anterioridade. Depois que: Indica posterioridade. Até que: Limite temporal. Logo que, assim que, sempre que, desde que, todas as vezes que, cada vez que, apenas, mal, que (desde que): Outras nuances de tempo.
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Conjunções subordinadas temporais: quais são e exemplos?

Nossa, conjunções temporais… me lembrou daquela vez, em 2018, tentando escrever uma redação sobre a viagem que fiz para o Algarve. Passava horas a fio tentando encaixar as frases, sabe? "Depois que cheguei à praia..." "Quando o sol se pôs..." Eram essenciais, né? Sem elas, a história toda ficava embaralhada. Custou uns bons 30 euros em café e bolachas da Pastelaria Versailles, em Lagos, para conseguir finalizar.

Lembro que a professora, a Dona Maria, sempre batia na tecla da importância dessas conjunções. "Assim que você domina elas, a escrita flui", dizia. Ela tinha razão, viu? "Mal" e "apenas", por exemplo, mudam completamente o sentido da frase! Tipo, "Mal cheguei, a chuva começou" é bem diferente de "Cheguei apenas depois da chuva". Detalhe: Ela sempre avaliou minhas redações com um '8' ou '9', raramente dava 10, ainda chateia.

"Desde que" também é bem legal, dá um ar de continuidade. Pensando bem, "antes que", "até que" e "logo que" são meus favoritos. São precisos, sabe? Diretos ao ponto. Usava muito em cartas para o meu namorado na faculdade, lá em Coimbra. Cartas fofas, cheias de "quando te ver" e "antes que a noite caia". Ah, saudade dessa época. Escrever era um escape.

O que são conjunções subordinativas temporais?

Nossa, conjunções subordinativas temporais... me lembrou daquela vez, em 2023, que eu estava tentando escrever um texto sobre a história da minha avó. Era pra ser um trabalho de escola, pra entregar no dia 15 de junho, e eu estava completamente atrasado! A pressão era enorme. Tinha que ser perfeito, sabe? Era a avó, cara.

Meu maior problema era juntar os fatos, os pedaços de memória dela, que me contava aos poucos, em conversas aleatórias. Tinha anotado tudo num caderno velho, cheio de rabiscos. Precisei organizar tudo cronologicamente, e aí as conjunções temporais me salvaram!

Era um caos, tipo, "quando ela era criança, morava numa fazenda, logo que a família se mudou para a cidade, ela começou a trabalhar na fábrica...". Usava "quando", "logo que", "antes que", "depois que"... Sem isso, ia ficar um amontoado sem pé nem cabeça.

Lembro da sensação de alívio, depois de encaixar tudo direitinho, usando aquelas conjunções. Finalmente fez sentido! A narrativa fluiu, ficou mais dinâmica. Foi uma maratona, terminei às 3 da manhã, quase morri, mas entreguei no prazo! A nota foi ótima, e a minha avó ficou toda orgulhosa, isso me deixou muito feliz. Ainda bem que descobri a mágica das conjunções temporais.

Lista de conjunções usadas no texto:

  • Quando
  • Logo que
  • Antes que
  • Depois que

Conjunções subordinativas temporais: Expressam circunstâncias de tempo.

Quantos tipos de conjunções subordinativas existem?

Eita, que pergunta capciosa! Mas bora lá, pra não dizer que não joguei:

  • Conjunções subordinativas? Tem um monte! Tipo uns 8 tipos, se a gente for seguir a receita de bolo tradicional. Parece lista de compras do supermercado, né?

    • Completivas: Aquelas que completam o sentido, tipo "Quero que você me pague". (Espero que a pessoa pague mesmo, viu?)
    • Causais: Explicam o porquê das coisas, tipo "Chorei porque cortei cebola". (Alergia, talvez? ????)
    • Finais: Indicam a finalidade, tipo "Estudo para passar na prova". (Se não passar, a gente tenta de novo!)
    • Temporais: Marcam o tempo, tipo "Ligo quando chegar". (Se não esquecer, né?)
    • Concessivas: Dão uma "licença", tipo "Vou sair, embora esteja chovendo". (A vida é uma aventura!)
    • Condicionais: Criam uma condição, tipo "Compro se tiver dinheiro". (A realidade da maioria!)
    • Comparativas: Fazem comparações, tipo "Ela é mais alta que eu". (E daí? Cada um com sua altura!)
    • Consecutivas: Indicam a consequência, tipo "Gritei tanto que fiquei rouca". (Que exagero!)

É tanta conjunção que dá nó na língua! Mas o importante é entender a ideia geral, né? Senão, a gente se perde no meio do caminho. ????

O que são locuções subordinadas?

Locuções conjuntivas subordinadas são grupos de palavras que atuam como conectores, introduzindo orações que dependem sintaticamente da oração principal. Elas estabelecem relações de sentido diversas, como causa, condição, concessão, finalidade, comparação, conformidade, consequência, tempo e proporcionalidade.

  • Causais: expressam a causa da ação da oração principal ("já que", "visto que", "uma vez que").
  • Condicionais: indicam uma condição para que algo aconteça ("caso", "se", "desde que").
  • Concessivas: introduzem uma ideia contrária à da oração principal, mas que não impede sua realização ("embora", "ainda que", "mesmo que").
  • Finais: expressam a finalidade da ação da oração principal ("a fim de que", "para que").
  • Comparativas: estabelecem uma comparação com a oração principal ("assim como", "tal qual", "mais...do que").
  • Conformativas: indicam conformidade com algo ("conforme", "segundo", "como").
  • Consecutivas: expressam a consequência da ação da oração principal ("tão...que", "de modo que").
  • Temporais: indicam o tempo em que a ação da oração principal ocorre ("enquanto", "quando", "logo que").
  • Proporcionais: indicam uma relação de proporcionalidade ("à medida que", "quanto mais...mais").

A beleza da linguagem reside justamente nessa capacidade de nuances. Cada locução injeta uma dose extra de significado, modelando o pensamento com precisão. Afinal, as palavras são as ferramentas com que construímos a realidade, ou pelo menos a nossa versão dela.