Quais são as duas formas de linguagem?

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Existem dois tipos principais de linguagem: Verbal: Utiliza palavras, oralmente (fala) ou por escrito. Não verbal: Comunicação sem palavras, por gestos, expressões faciais, linguagem corporal, imagens e símbolos. Transmite significado através de meios visuais e auditivos.
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Quais são as duas formas de linguagem?

Ah, a linguagem... Que universo! Pra mim, tem dois lados da mesma moeda, sabe? Um, a gente usa as palavras, botando pra fora tudo que pensa, seja falando, escrevendo... Tipo, esse texto aqui, né? É linguagem verbal pura.

E o outro lado... Ah, esse é mais sutil. É o sorriso que entrega a alegria, o olhar que diz tudo sem precisar de uma palavra, o tom de voz que mostra se tô irritada ou não. Uma vez, tava no aeroporto de Lisboa, esperando um voo atrasado. A moça do balcão, só com a cara, já me disse que a coisa ia demorar mais do que o previsto. Não precisou nem abrir a boca!

É a linguagem não verbal. E te digo, às vezes ela fala mais alto que qualquer discurso. É a arte de se comunicar sem usar "palavras". Pensa numa placa de trânsito: pura linguagem não verbal, essencial pra evitar o caos. Ou quando tô cozinhando e meu namorado faz aquela cara... Já sei que errei na mão no sal! ????

Quais são os dois tipos de linguagem?

Cara, dois tipos de linguagem? Isso é tipo escolher entre pastel de camarão e pizza: uma delícia, a outra...bem, também uma delícia! Mas vamos lá, que a vida é curta demais pra enrolação:

1. Linguagem Verbal: A campeã de vendas! É a rainha das palavras, a diva da escrita e a popstar da fala. Sabe, aquele papo cabeça a cabeça, o romance em cartas, os livros que te fazem viajar pra Nárnia sem gastar um centavo (exceto na compra do livro, né?). Inclui tudo, desde o "Oi, tudo bem?" até o discurso de um presidente (que às vezes parece poesia moderna, hahaha). Minha avó, que tem mais de 80 anos, adora essa linguagem. Ela me liga todo dia, e meu celular quase explode de tanto áudio.

2. Linguagem Não-Verbal: A discreta, mas poderosa! Tipo um ninja comunicativo. Gestos, expressões faciais, postura...é a linguagem do corpo falando mais alto que qualquer discurso! Imagina: você tá numa reunião mega chata e faz uma cara de "Socorro, me tirem daqui!". Entendeu? Aí estão os exemplos:

  • Olhar mortal da sua mãe quando você chega tarde da balada.
  • Aquele sorrisinho amarelo que significa "Estou fingindo que tô bem".
  • O "joinha" no WhatsApp, ícone universal da aprovação. Meu sobrinho de 5 anos domina essa linguagem melhor que eu. Ele usa os emojis melhor que eu escrevo poemas.

Resumindo: verbal pra falar e escrever, não-verbal pra comunicar sem dizer nada (mas dizendo tudo!). Simples assim. Ou não. A vida é muito mais complicada que isso.

São as formas de linguagem?

Sim. Informal, formal e técnica.

  • Informal: Gírias. Atalhos. Proximidade. Uso diário. Meu grupo de amigos usa bastante, principalmente online. Encurta palavras, tipo "vc". Prático.

  • Formal: Regras gramaticais. Estrutura rígida. Textos acadêmicos. Jornais. Livros. Meu TCC foi um parto por causa disso. Impessoal. Distante.

  • Técnica: Linguagem específica. Jargões. Medicina, direito, informática. Preciso me esforçar para entender os termos médicos do meu irmão. Objetivo. Sem rodeios.

O que é formal e informal?

Formal e informal: um duelo linguístico com resultados hilários (e às vezes constrangedores)!

  • Formal: É o traje de gala da língua. Imagine o português impecável desfilando num tapete vermelho, sem uma vírgula fora do lugar. Vocabulário rebuscado, sintaxe elegante e uma preocupação quase obsessiva com a gramática. É o idioma dos tribunais, dos discursos presidenciais e daquele e-mail que você manda para o chefe (rezando para não ter nenhum erro). É como usar terno e gravata pra ir à padaria - exagerado, mas impressiona.

  • Informal: A língua de pijama, relaxada no sofá. Gírias, abreviações que só você e seus amigos entendem, interjeições que expressam emoções puras e frases que sua avó jamais aprovaria. É o idioma das conversas no bar, dos memes no WhatsApp e daquele bilhete rabiscado que você deixa na geladeira. É como usar chinelos e camiseta furada no casamento da prima - confortável, mas talvez não seja a melhor escolha.

A diferença crucial? A preocupação com a gramática. No formal, ela é rainha. No informal, ela tira férias em uma ilha deserta. E não me venha com essa de que "informal é errado". Depende do contexto, né? Imagina declarar seu imposto de renda usando "tá" e "pra". O Leão ia rugir! E se fosse falar com sua amiga que acabou de ser promovida, usar termos arcaicos soaria estranho, como se estivesse falando com a rainha Elizabeth.

A escolha entre um e outro é um delicado balé social. Um passo em falso e você vira piada no grupo da família. Já aconteceu comigo ao tentar usar gírias adolescentes no meio de uma reunião de negócios. Digamos que não foi meu momento mais brilhante. Mas quem nunca? A vida é uma eterna aula de etiqueta linguística.

Quais são as duas modalidades da linguagem verbal?

Afff, lá vai... Lembro direitinho da aula de português, acho que era 2008, Dona Maria explicando as modalidades da língua. Que saco, mas ficou na cabeça.

  • Oral: A gente fala, né? Tipo agora, digitando aqui rapidão no celular, cheio de abreviação e gíria. Super informal, rola na hora, sem pensar muito. Lembro de estar no bar com meus amigos em 2023, falando um monte de besteira sem me preocupar com a gramática.
  • Escrita: É mais formal, planejada. Precisa pensar antes de escrever, usar a norma culta, essas coisas. Como um e-mail que precisei mandar para o meu chefe em 2024, todo certinho.

O que é verbal e não verbal?

Verbal. Escrito ou falado. Simples. Meu último e-mail, por exemplo. A palavra, a base da compreensão. Um contrato. Uma discussão acalorada com meu pai sobre política em 2023.

Não-verbal. Expressões. Postura. Silêncio. Aquele olhar. O aperto de mão frio do gerente. Comunicação além das palavras; mais profunda, talvez. A música que me acompanhou no luto pela minha avó em 2022. O vazio do quarto após uma briga.

Mista? A combinação. Um discurso inflamado, gestos amplos. Um poema com imagens vibrantes. A sinergia que potencializa o significado. Uma carta manuscrita com rabiscos nervosos nas margens.