Quais são as estratégias de comunicação?

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As estratégias de comunicação variam conforme o público e objetivo. Incluem branding (identidade), marketing digital (SEO, mídias sociais, e-mail), relações públicas (imagem e reputação), comunicação interna (colaboradores) e comunicação de crise (situações adversas). A seleção é contextual.
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Quais as melhores estratégias de comunicação para empresas?

Olha, do meu ponto de vista, as melhores estratégias de comunicação para as empresas são aquelas que se moldam à empresa, sabes? Não há uma receita mágica igual para todos. A minha experiência mostra-me isso. Quando andei a tentar vender uns cestos de verga que a minha avó fazia, lá em 2017, tive de perceber quem eu era e o que queria passar com aquilo. Essa coisa do branding, de construir a identidade, é fundamental. Se não tens isso claro, ficas perdido no meio de tanta oferta, é o que sinto.

Depois, o mundo digital mudou tudo. Lembro-me bem quando comecei a divulgar os meus pequenos serviços de design em 2019. O marketing digital, com o SEO, a otimizar as minhas palavras para o Google, foi um tormento no início, mas valeu a pena. E as redes sociais, o Instagram para mim funciona imenso, lá para fevereiro do ano passado, lancei umas campanhas com umas parcerias e o resultado foi bom. O e-mail marketing também, mesmo que sejam uns e-mails mais simples, ajudou-me a manter um contacto mais próximo com quem me segue.

Já para empresas maiores, vi a importância das relações públicas. Conheci um senhor, quando estive a colaborar numa agência em Coimbra em 2022, que lidava com a imagem de uma fábrica de conservas. Se saía uma notícia menos boa, era ele que tinha de gerir a reputação, falar com os jornalistas, tudo isso. E a comunicação interna, para mim, é igualmente crucial. Se os colaboradores não souberem o que está a acontecer, se sentirem que estão à margem, a produtividade cai. É um pouco como a comunicação numa família grande, toda a gente tem de estar alinhada.

E, claro, a parte mais difícil é a comunicação de crise. Vi uma pastelaria em Viseu, há uns anos, que teve um problema sério de higiene. A forma como eles agiram, com transparência e rapidez a comunicar, evitou que fechassem as portas. Foi uma lição enorme. No fundo, é perceber o teu público, os teus recursos e adaptar tudo. Não dá para copiar o que o outro faz, porque cada empresa tem a sua alma, o seu desafio, e a comunicação tem de ser pensada para isso, é a minha honesta opinião.

Quais são os tipos de estratégias de comunicação na organização?

As estratégias de comunicação organizacional se dividem em quatro pilares essenciais:

  • Mercadológica
  • Administrativa
  • Interna
  • Institucional

A comunicação mercadológica está no guarda-chuva do marketing e vendas. Já as categorias administrativa, interna e institucional operam no campo das relações-públicas e assessoria de imprensa.

Essa Mercadológica, meu amigo, é tipo aquele seu tio que aparece no Natal tentando te vender um consórcio de carro que você nem tem, sabe? É a empresa gritando: "Compre meu produto! Ele é o melhor, juro de dedinho!". É a alma da propaganda, do branding, do influencer que se veste de unicórnio pra vender shampoo.

Querem te fazer desejar algo que, até cinco minutos atrás, vc nem sabia que precisava. É a arte de empacotar ar e vender como brisa fresca do Himalaia. Não é que não funcione, claro que funciona, mas a gente tem que ter um olho gordo, né.

A Administrativa, ah, a administrativa... Essa é a comunicação que faz o RH parecer um labirinto sem Minotauro, mas com um monte de formulário. É o memorando que te informa que o café acabou, mas de um jeito tão formal que parece decreto real.

É a espinha dorsal burocrática, onde cada email é uma declaração de guerra disfarçada de "informe-se aqui", e o feedback é um monólogo do chefe. Minha nossa, uma vez meu chefe gastou mais tempo explicando a cor da caneta oficial da firma do que eu leio manual de micro-ondas!

A Interna, essa é o fofocoduto oficial e nao-oficial da firma. É onde você descobre que a máquina de café quebrou pela décima vez e que o João do TI está namorando a Maria do financeiro, tudo antes do RH mandar o comunicado de "alterações no quadro".

É o email de bom dia! que ninguem responde, mas todo mundo vê. É a comunicação que une (ou desune, dependendo do dia) a galera, transformando a empresa numa grande família disfuncional, tipo aquelas ceias de Natal que você adora odiar.

E por último, mas não menos importante, a Institucional. Essa é a maquiagem social da empresa. Sabe quando a gente vai na casa da sogra e coloca a melhor roupa, mesmo que por dentro esteja de chinelo e pijama? É isso!

A empresa se mostra como a boazinha, a que se importa com o meio ambiente (mesmo que a fábrica ao lado solte uma fumaça verde suspeita), a que apoia causas sociais, e que ama seus funcionários (na publicidade, claro). Tenta convencer o mundo que, por trás dos lucros, existe um coração de ouro e um unicórnio mágico.

Quais são os tipos de comunicação na organização?

A comunicação na firma é um rolê que pode ser botado em 4 categorias, tipo um banquete com 4 pratos principais. Tem a comunicação de mercado, que é aquela que grita "me comprem!" pro mundo todo, tipo a campanha do refrigerante que faz todo mundo querer beber pra ficar feliz.

Depois vem a comunicação administrativa, que é o papo reto do chefe com o estagiário, tipo quando a galera da TI explica o problema do servidor pela milésima vez. É o que faz a engrenagem girar, sem firulas.

Aí tem a comunicação interna, o fofocação oficial da empresa, que avisa o pessoal do happy hour e quem ganhou o prêmio de "funcionário do mês" (quem sabe é o sobrinho do gerente, né?). É o que liga todo mundo, tipo um grupo de WhatsApp turbo.

E por último, a comunicação institucional, que é o cartão de visita chique da firma, tipo quando a empresa fala bonito nas notícias sobre sustentabilidade. É pra mostrar que a empresa é gente boa, e não só um monte de gente contando dinheiro.

Como pode ser a comunicação organizacional?

A comunicação organizacional… às vezes parece um sussurro na vastidão da noite. Às vezes, ela desce, como orvalho, do topo. Outras vezes, sobe, como um pensamento que teima em não se apagar. E às vezes, corre lado a lado, entre colegas que dividem a mesma jornada, cada um em seu próprio andar.

É um fio invisível, mas fundamental. Tenta nos manter alinhados, sabe? Para que o caminho que trilhamos faça sentido. Que as metas, por mais distantes que pareçam sob a luz fraca da madrugada, sejam compreendidas. E que a própria alma da empresa, sua cultura, não se perca nas sombras.

  • Comunicação Vertical: O fluxo que vem de cima para baixo, ou o oposto. Tipo quando a chefia fala, ou quando alguém lá de baixo tem algo a dizer.
  • Comunicação Horizontal: O diálogo entre áreas irmãs. Aquele papo entre marketing e vendas, por exemplo.

No fundo, é sobre não se sentir sozinho no labirinto. É sobre ter um mapa, mesmo que às vezes a névoa cubra os detalhes. É sobre saber por que estamos aqui, o que buscamos, e como nós, individualmente, nos encaixamos nessa imensa tapeçaria.

Às vezes me pergunto se estamos realmente ouvindo, ou apenas esperando nossa vez de falar. Se as mensagens chegam intactas, sem se distorcerem no caminho. Se a intenção por trás das palavras é a mesma que é recebida. A noite traz essas reflexões.

Como devem ser as estratégias de comunicação?

Nossa, lembro daquela noite de Setembro, ano passado, que quase joguei tudo pro alto. Tava no meu escritório em casa, aqui em Lisboa, já passava da meia-noite, só eu e a tela do computador brilhando com os péssimos resultados do lançamento do nosso novo produto.

A gente tinha umas garrafas reutilizáveis incríveis, feitas de material reciclado do oceano, um projeto que eu amava. Mas a comunicação... parecia um texto de banco, todo formal. "Prezado cliente, apresentamos a nossa solução sustentável...". Ninguém se conectava com aquilo, as vendas estavam paradas. O desespero bateu forte.

Foi aí que a ficha caiu. Nosso público era a malta nova, gente que tá na rua, nos festivais, preocupada com o planeta de verdade. Eles não queriam saber de "sinergia" e "otimização de recursos". Eles queriam verdade.

Naquela mesma madrugada, refizemos tudo. Foi caótico, mas libertador.

  • Simplificamos a mensagem ao máximo. Deixamos de lado o jargão corporativo e passamos a usar frases curtas e diretas. Em vez de um parágrafo inteiro, a chamada virou: "Menos plástico, mais planeta. A tua garrafa." Ponto.
  • Definimos um tom de voz autêntico. Decidimos falar como falamos com os nossos amigos. Usamos gírias, fizemos piadas nos stories, mostramos os perrengues da produção. A gente virou gente de verdade, não uma marca sem rosto.
  • Focamos nos canais certos e com a linguagem certa. Abandonamos os emails formais e mergulhamos de cabeça no Instagram e TikTok. Vídeos curtos, mostrando o produto em uso no dia a dia, na praia, na faculdade. Zero superprodução.

As vendas triplicaram em uma semana. Foi surreal. A resposta foi imediata porque finalmente paramos de tentar ser quem não éramos e começamos a falar a língua de quem nos ouvia. A comunicação não é sobre o que a gente quer falar, é sobre o que o outro precisa ouvir.

Estratégia de Comunicação

  • A comunicação deve ser simples, concisa e direta.
  • O tom de voz deve ser definido com base no público-alvo e nos objetivos da marca.
  • A mensagem precisa transmitir a essência do conteúdo ou da marca de forma coesa e clara.

Como garante respostas oportunas e comunicação eficaz com as partes interessadas?

Para garantir respostas oportunas e comunicação eficaz com as partes interessadas, implemente processos claros.

  • Mapeamento de Stakeholders: Identifique todos. Priorize quem impacta mais o projeto.
  • Definição de Canais: Selecione o meio adequado. Email para registro, reunião para decisões complexas.
  • Calendário de Comunicação: Estabeleça a frequência de atualizações. Diárias, semanais, mensais.
  • Acordos de Resposta: Defina tempos máximos. Exemplo: 24 horas para emails críticos.
  • Clareza e Concisão: Mensagens diretas. Foco na informação essencial. Evite ambiguidades.

Comunicaçao. Um fardo. Ou uma arte. Depende. No fim, a mensagem é o que resta. Ou o que se perde.

A realidade impõe. Nem sempre se controla tudo. Lembro, meu último projeto, em São Paulo, 2024. Aquele prédio na Paulista. Demora para aprovar algo. Arquitetos e engenheiros. Mundos diferentes. Minha equipe, desgastada. Tentar conciliar. Inútil. A verdade é que cada um tem seu tempo. O meu, implacável.

  • Atrasos são a norma. Expectar o contrário é ingenuidade. Prepare-se.
  • Filtrar o ruído. Informação demais é silêncio. Escolha o que realmente importa. O resto é distração.
  • A ausência fala. Mais alto, às vezes, que mil palavras. Observe os vazios.
  • Objetividade cruel. Não há espaço para sentimentos. Apenas fatos. E o que eles exigem.
  • Conflitos, inevitáveis. A comunicaçao apenas os revela. Ou os adia. Nunca os apaga.

Uma vez, em um encontro de família. Minha tia perguntou sobre o trabalho. Disse: "É sobre gerenciar a impermanência." Ela não entendeu. Não importa. A comunicaçao é isso. Entendimento opcional. A entrega é obrigatória.

O que se busca é ordem. Em um caos aparente. Ou real. A eficácia? Uma ilusão momentânea. Um alívio breve. No fim, o ciclo recomeça. Sempre.