Quais são as partes da narrativa?

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A narrativa possui três partes principais: introdução (começo), desenvolvimento (meio) e conclusão (fim). Além disso, seus elementos constitutivos são: espaço, tempo, personagem, enredo e narrador, todos interligados ao longo da estrutura narrativa.

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A sério, narrativa tem partes? Tipo, oficialmente? Sempre achei que era só… contar uma história, sabe? Mas ok, vamos lá. Introdução, desenvolvimento e conclusão. Começo, meio e fim. Parece óbvio, não parece? Mas pensando bem… até faz sentido. É como a vida, né? Tem um começo, aquele primeiro dia de escola, por exemplo – lembro-me tão bem, mochila nova, cheiro a lápis de cor, um friozinho na barriga. Depois vem o meio, toda aquela confusão de crescer, aprender (ou tentar!), os amigos, as paixões… Anos e anos, uma história a desenrolar-se. E depois? O fim, claro. Não o fim-fim, espero! Mas um fim de um capítulo, pelo menos. Tipo, terminar a faculdade, casar, sei lá.

E o que mais? Ah, sim, aquelas coisas todas: espaço, tempo, personagem, enredo e narrador. Ufa! Quase me esqueci! Espaço… onde a história acontece. Na minha história, por exemplo, o espaço era a minha pequena cidade, com aquele rio onde a gente nadava no verão. Tempo… quando tudo se passa. Os anos 90, com as suas músicas e modas que hoje me fazem rir. Personagem… eu, claro! E os meus amigos, a minha família, até a Dona Maria da mercearia da esquina, que sempre tinha uma história engraçada para contar. Enredo… essa é mais complicada. A minha vida não é um filme de ação, infelizmente! Mas tem os seus altos e baixos, momentos de alegria, de tristeza, de pura parvoíce adolescente. Lembro-me de uma vez, eu e os meus amigos… ah, melhor não contar! E o narrador? Bom, neste caso, sou eu. A contar a minha própria história, com as minhas palavras, as minhas memórias, um bocadinho distorcidas pelo tempo, talvez. É assim que funciona, né? A gente lembra-se das coisas como quer, ou como consegue.

Dizem que uma boa história precisa de conflito, de drama. Não sei se a minha vida tem muito disso, mas… quem sabe? Talvez um dia alguém leia isto e pense: “Uau, que história incrível!”. Ou talvez não. Mas quer saber? Não importa. Contar histórias, partilhar memórias, é o que nos torna humanos, não é? Acho que é por aí… Ou talvez eu esteja completamente enganada. Mas isso também faz parte, né? A gente aprende, a gente cresce, a gente conta histórias. E a vida continua, com os seus começos, meios e fins, e todas as outras coisas pelo meio.