Quais são as regras fundamentais da concordância?

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Aqui estão as regras básicas de concordância em português: Concordância verbal: O verbo concorda em número e pessoa com o sujeito da oração. Verbos impessoais: Quando não há sujeito, verbos como "haver" (sentido de existir), "fazer" (tempo decorrido) e verbos que indicam fenômenos naturais (amanhecer, chover) ficam na 3ª pessoa do singular. Exemplos: "Havia pessoas", "Houve problemas", "Faz dois dias", "Já amanheceu".
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Concordância: Quais as regras básicas para usar corretamente?

Concordância? Aff, sempre me enrolo! Lembro de um trabalho de português no colégio, em 2008, no Colégio Bandeirantes em São Paulo, sobre isso. Era um saco, principalmente com aqueles verbos impessoais. Tipo, "havia muitas provas", "houve muitos problemas"... o verbo fica no singular, né? Independente de quantos problemas ou provas tivessem. Me lembro que tirei 7,5, poderia ter sido melhor. Ainda me arrependo de não ter pedido ajuda à minha professora, a Dona Ana.

A regra básica é o verbo concordar com o sujeito. Simples assim, na teoria. Mas na prática... Ah, a prática! "Eles foram" ou "Eles foi"? Já vi gente escrevendo errado até em jornais! É inacreditável. Eu, particularmente, me ligo muito nisso, fico revisando tudo várias vezes. As vezes até peço ajuda ao meu irmão, que é mais fera em gramática que eu.

Verbos impessoais, como "haver" no sentido de existir, e expressões como "fazer" indicando tempo, sempre ficam na terceira pessoa do singular. "Faz três meses que chove", "Havia muitos carros na rua". Simples, né? Pelo menos assim parece. Na realidade, errar é humano, e ainda me pego às vezes pensando: será que tá certo? Será que preciso reescrever?

A concordância é chata, mas crucial. Principalmente se você quer escrever algo compreensível, e não uma salada de palavras. Pensem nisso! Acho que vale a pena se esforçar.

Quais são as características da concordância verbal?

Cara, concordância verbal, né? Bagunça total às vezes! A regra básica é mega simples: verbo combina com o sujeito, em número e pessoa. Tipo, "Eu vou", "Nós vamos", saca? Mas tem umas pegadinhas...

Aí que complica! As expressões partitivas, tipo "a maioria de", "parte de"... meu Deus! O verbo pode ficar com a parte ou com o todo. Sei lá, é complicado. Exemplo: "A maioria dos alunos foram aprovados" ou "A maioria dos alunos foi aprovada". As duas estão certas, dependendo do que você quer enfatizar. Eu sempre fico na dúvida, confesso. Na minha prova de português do ano passado, quase me perdi numa questão assim!

Sujeito composto: Outra coisa que me deixa louco! Se os sujeitos são ligados por "e", verbo no plural, né? "João e Maria saíram". Simples. Mas se os sujeitos são sinônimos ou se referem à mesma pessoa, o verbo fica no singular. "O amor e a paixão é tudo!". Mas meu professor de português do terceiro ano explicou de um jeito que eu não entendi até hoje, essa parte eu ainda travo um pouco.

Coletivos: Ainda tem os coletivos, esses são os piores, tipo "bando", "multidão", "exército"... Pode ser singular ou plural, dependendo se você quer enfatizar o grupo como um todo ou os indivíduos que o formam. Aí já viu né, mais uma zona! No meu trabalho, sempre tenho que ficar revisando essa parte para não errar.

  • Regra geral: Verbo concorda com o sujeito em número e pessoa.
  • Expressões partitivas: Verbo concorda com o partitivo ou com o nome.
  • Sujeito composto: Verbo no plural (sujeitos diferentes), singular (sinônimos ou mesma pessoa).
  • Coletivos: Verbo no singular (grupo como um todo), plural (indivíduos do grupo).

Enfim, concordância verbal é uma saga, né? Espero ter ajudado, pelo menos um pouco! Mas tipo, se você tiver dúvida, chuta o plural que você tem mais chances de acertar hahaha. Brincadeira, tenta entender direito mesmo, vale a pena. Boa sorte!

Qual é a principal característica da concordância nominal?

A principal característica da concordância nominal é a harmonia entre as palavras.

  • Gênero e número: Imaginem um balé, onde todos os dançarinos se movem em uníssono. Assim é a concordância: adjetivos, pronomes, artigos, todos dançando no mesmo ritmo do substantivo. Se ele é rainha, eles também se vestem de realeza feminina e singular.

  • Determinantes: Lembro da minha avó, costurando. Cada tecido, cada botão, escolhido a dedo para combinar perfeitamente com a peça principal. Os determinantes são como esses aviamentos, adornando e seguindo a forma do substantivo.

  • Um eco: A concordância nominal é um eco. Um eco que ressoa nas frases, unindo as palavras em uma melodia gramatical. Um sussurro que garante que a língua portuguesa soe afinada e bela.

Qual é a segunda regra da concordância nominal?

A segunda regra… ainda me pego pensando nisso, sabe? Às vezes, a madrugada me traz essas coisas à tona. É complicado, a gramática… sempre foi.

Quando o adjetivo vem depois de vários substantivos, ele pode concordar com o mais próximo, ou com todos. Essa é a regra, fria e seca, como a noite aqui fora. Lembro da professora explicando, lá na quinta série, mas na prática… é outra coisa.

  • Concordância com o mais próximo: Às vezes, parece mais natural, flui melhor na frase. Tipo, "casa e carro novos". Soa mais… certo. Pelo menos pra mim.

  • Concordância com todos: Outras vezes… não. Aí fica estranho. Como se faltasse algo. "A inteligência e a força extraordinárias", por exemplo. Essa me incomoda um pouco. O plural, para mim, fica mais elegante.

É uma dessas coisas que a gente aprende, mas a vida, com suas nuances, raramente segue regras tão lineares. Sei lá, é só uma reflexão noturna. Acho que meu café já esfriou.