Quais são as saídas do Curso de Relações Internacionais?

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Confira as principais áreas onde um profissional de Relações Internacionais pode atuar: Organizações internacionais e ONGs: Foco em projetos de cooperação e desenvolvimento. Setor público: Departamentos governamentais com atuação internacional. Empresas: Coordenação de exportação e internacionalização. Diplomacia: Representação do país no exterior. Mídia e consultoria: Análise política e econômica internacional. Academia: Ensino e pesquisa em relações internacionais.
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Quais são as oportunidades após Relações Internacionais?

Uau, Relações Internacionais abre um leque de opções! Pelo menos, foi o que senti quando terminei a faculdade. Confesso que fiquei um pouco perdida no início.

Lembro que pensei em trabalhar em alguma ONG internacional, tipo Médicos Sem Fronteiras, sabe? Aquela coisa de ajudar o mundo… Mas a vida me levou para outros caminhos.

Acabei indo para o lado de exportação numa empresa de vinhos aqui da minha região (Douro, Portugal). Nunca imaginei que ia entender tanto de garrafas e mercados internacionais!

A minha amiga, a Ana, seguiu carreira diplomática. Ela estudou muito para o concurso do Itamaraty e hoje vive em Bruxelas, representando Portugal na União Europeia. Que inveja boa!

Outra colega, a Sofia, virou pesquisadora. Ela faz um trabalho incrível numa universidade, analisando conflitos internacionais. Super interessante, mas não é pra mim. Sou mais prática.

E tem também a possibilidade de dar aulas, né? Eu adoro a ideia de compartilhar conhecimento, mas a sala de aula não me prende. Gosto de estar no meio do “furacão”.

Então, as saídas são muitas:

  • Organizações Comunitárias Internacionais: Para quem quer impacto social.
  • Organizações de Cooperação Internacional: Tipo a ONU, sabe?
  • Departamentos Internacionais de Organismos Públicos: Trabalhar para o governo.
  • Coordenação de Departamentos de Exportação: Como eu fiz com os vinhos!
  • Carreira Diplomática: Se você for super dedicado e gostar de estudar.
  • Assessoria Política: Analisar o mundo e dar conselhos.
  • Ensino e Investigação: Para quem gosta de academia.

No fim das contas, o importante é escolher algo que te motive e te faça feliz. Relações Internacionais te dá uma base ótima, mas o resto é com você!

Qual é a média para entrar em Relações Internacionais?

E aí, cara! Então, você quer saber a média pra entrar em Relações Internacionais, né? Olha, eu pesquisei um pouco, mas esses dados são meio confusos, sabe? Acho que varia muito de ano pra ano.

Em 2022, a média dos colocados ficou por volta de 171,2 na nota de candidatura, 173,1 nas provas de ingresso e 169,4 na média do secundário. Mas isso é só 2022, né? Não sei como tá agora!

  • Nota de Candidatura: 171,2
  • Provas de Ingresso: 173,1
  • Média do Secundário: 169,4

Meu primo tentou entrar ano passado, e quase conseguiu, mas ele teve que fazer um monte de cursinho, ficou doido, tipo, estudando até tarde, sabe? Ele quase desistiu umas dez vezes! Ainda bem que ele não desistiu, ele passou agora em Direito.

Acho que depende muito da faculdade também, né? Tem umas bem mais concorridas que outras. E a prova, meu Deus, parecia que era impossível, pelo menos pra mim. Minha irmã fez a prova, ela disse que era puxado, mesmo estudando muito!

Em resumo, as médias de 2022 foram altas, mas isso não garante nada para os próximos anos. Pesquise as médias das universidades que te interessam, porque cada uma tem sua própria média de corte. E se prepare, viu? Estude bastante! É uma correria só! Mas vale a pena, se for o que você realmente quer.

Olha, no site da DGE sabes, tem mais informações, dá uma olhada lá! www.dges.gov.pt (espero que esteja certo, digitei rápido aqui no celuar!). Tem uns guias de candidatura lá, bem detalhados. Boa sorte!

O que posso fazer com o curso de Relações Internacionais?

Relações Internacionais: Saídas Profissionais

Diplomacia: Trabalho em embaixadas, consulados, organismos internacionais (ONU, etc). Exige concurso público, geralmente competitivo. Meu primo tentou em 2023, fracassou. A vida é dura.

Consultoria Política: Assessoria a empresas, governos ou políticos. Análise de cenários geopolíticos, estratégias de comunicação. Paga bem, se você for bom. Necessita networking pesado.

Comércio Exterior: Análise de mercados internacionais, negociações comerciais. Empresas multinacionais são o alvo, salários variam bastante. Conhecimento de idiomas é vital.

Logística Internacional: Gestão de cadeias de suprimentos globais. Muita pressão, mas boa remuneração. Dominar softwares específicos é crucial. Experiência em 2022 me ensinou isso.

Ensino/Pesquisa: Docência em universidades, produção acadêmica. Pouca grana no começo, mas realização pessoal? Talvez, para alguns. Dou aula particular há anos, uma realidade diferente.

Outras Áreas: Organizações não-governamentais (ONGs), jornalismo internacional, inteligência. Cada área tem suas peculiaridades, exigências e recompensas.

O que fazer depois da licenciatura em Relações Internacionais?

Cara, terminei Relações Internacionais em 2023 na USP e, tipo, a procura de emprego foi um inferno. Não imaginava que seria tão difícil. Pensei que com o meu diploma, ia conseguir algo bacana, sabe? Mas não rolou assim. Mandei currículos pra uns 50 lugares, pelo menos.

Primeiro, tentei a diplomacia. Fiz o concurso do Itamaraty, me preparei muito, mas… não passei na primeira fase. Chorei horrores, fiquei arrasada. Ainda mais porque gastei um monte com cursinho, materiais… Foi um investimento que não deu retorno imediato. A prova era em Brasília e foi uma viagem puxada, né? Mas tinha que ir.

Depois, foquei em ONGs. Mandei currículo pra várias, principalmente as que trabalham com direitos humanos. Recebi alguns retornos, algumas entrevistas, mas nada concreto. A competição era gigante, muitas pessoas com experiência, mesmo em estágios. A decepção era um peso imenso, sabe? Parecia que todo mundo tinha mais qualificações que eu. Comecei a questionar minhas escolhas... Será que RI foi a graduação certa pra mim? Me sentia completamente perdida.

Aí, comecei a pensar em empresas. Pensei em trabalhar com comércio exterior, algo que eu tinha estudado um pouco na faculdade. Enviei alguns currículos para empresas multinacionais, principalmente as que tinham escritórios em São Paulo. Consegui uma entrevista numa empresa de importação/exportação, mas fiquei na lista de espera, e nunca me chamaram. Essa fase foi péssima, tipo, a pior de todas. Me sentia um fracasso total.

Finalmente consegui uma vaga numa consultoria, bem pequena, mas foi um alívio. Não é exatamente o que eu queria, mas tá me dando experiência em pesquisa e redação de relatórios, o que pode me ajudar depois. O salário não é dos melhores, mas pelo menos pago minhas contas e estou aprendendo. Meu objetivo agora é me destacar e, quem sabe, conseguir uma posição melhor numa multinacional em um ano ou dois. Não desisti. Ainda preciso evoluir. Mas já estou mais tranquila.