Quais são os 6 tipos de texto?

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Aqui estão os 6 tipos de texto: Narrativo: Conta uma história. Descritivo: Detalha características. Dissertativo: Argumenta uma ideia. Expositivo: Apresenta informações. Injuntivo: Dá instruções. Preditivo: Faz previsões. É importante notar que tipos textuais (estrutura) e gêneros textuais (função social) são diferentes, mas complementares na comunicação.
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Quais são os 6 principais tipos de texto?

Ah, os tipos de texto! Se me pedissem pra resumir a coisa toda, eu diria que a gente tem uns cinco principais. Narrativo, descritivo, dissertativo, expositivo e injuntivo. Mas ó, não vai pensando que é só isso, viu?

É tipo assim, imagina que você tá numa festa. Várias pessoas, né? Cada um tem um jeito de se vestir, de falar... É a mesma coisa com os textos.

Narrativo é aquele que conta uma história, tipo quando eu te conto daquela vez que me perdi em Sintra e gastei 30 euros num pastel de nata só pra perguntar o caminho de volta (e o pastel nem era tão bom assim!).

Descritivo é quando eu te conto cada detalhe daquele pastel: a cor, o cheiro, a textura... Sabe, quase dá pra sentir o gosto só de ouvir.

Dissertativo é quando eu tento te convencer que pastel de Belém é melhor que qualquer outro pastel. Uso argumentos, explico porque acho isso.

Expositivo é tipo quando eu te explico a diferença entre pastel de Belém e pastel de nata. Só informo, sem dar minha opinião.

Injuntivo? Ah, esse é o "faça isso, faça aquilo". É tipo uma receita de pastel de Belém que achei uma vez por 10 euros num sebo em Alfama.

E olha, tipo textual não é a mesma coisa que gênero textual, mas tão super ligados. É como se o tipo textual fosse a "roupa" e o gênero textual fosse o "estilo" da pessoa. Sacou?

Quais são os tipos de textos que existem?

A tarde caía, um amarelo denso grudado nos prédios, como mel derretido. Lembro do cheiro de chuva próxima, aquela umidade que penetra nos ossos, e a memória me leva para uma aula de português, há tanto tempo… A professora, a Srª. Helena, de óculos grossos e um sorriso gentil, falava sobre tipos de texto. Narrativo, ela disse, com uma voz calma que ecoa ainda em mim. Histórias, lembranças, a viagem da minha avó para Itália em 1978, descrita em cartas amareladas, cheias daquela caligrafia que me hipnotizava. A emoção contida em cada linha, a saudade transbordando.

Depois, descritivo, como se pintasse um quadro com palavras. Aquele céu de outono, violeta e dourado, com nuvens de algodão rosa, se estendendo até o horizonte, um horizonte tão distante, tão cheio de mistérios... Lembro-me também do cheiro de terra molhada, tão forte que quase me sufocava, uma memória olfativa que me leva de volta.

E então, a dissertação, o texto dissertativo, a construção lógica de ideias, o exercício da argumentação... Meus trabalhos escolares, cheios de rasuras e correções à caneta vermelha, a angústia da folha em branco, a luta para encontrar as palavras certas, as palavras exatas, a pressão do tempo... uma luta interior, um mar revolto dentro de mim.

O expositivo, objetivo, um mapa, um roteiro... As aulas de geografia, a professora explicando os continentes, mostrando imagens, as anotações apressadas no meu caderno, um turbilhão de informações geográficas...

Por fim, o injuntivo/explicativo, as receitas da minha mãe, cada passo, cada detalhe, um ritual familiar, um legado transmitido através de palavras, um legado de afeto e carinho, transmitido de geração em geração. Elas, escritas em um caderno manchado de farinha e açúcar, testemunhas mudas de momentos inesquecíveis. Os cheiros, as texturas... A vida toda contida ali, em receitas simples, mas de profundo significado.

Quais são os 10 tipos de texto?

Às três da manhã, a mente vaga... Dez tipos de texto? Difícil cravar assim, de cabeça... Sempre me perdi um pouco nessas classificações. Mas pensando bem...

Narrativo: Ah, histórias... Lembro daquela vez que escrevi um conto sobre um gato siamês, perdido em um beco de Lisboa, em 2021. Um desastre, na verdade. Cheio de clichês. Mas me diverti escrevendo, pelo menos.

Descritivo: É como pintar com palavras, né? Tento descrever a paisagem do meu quintal, as árvores, o céu... Nunca fica tão bonito como eu imagino. Ontem, tentei descrever o pôr do sol, ficou medíocre.

Dissertativo: Argumentação... Odeio. Escrever um bom ensaio é um martírio. Meu TCC, sobre a influência da música eletrônica na juventude, quase me matou. 2022. Que lembrança terrível.

Injuntivo: Manual de instruções... Aquelas receitas de bolo que minha avó me deixava, escritas à mão, cheias de rabiscos e abreviações. Impossível seguir!

Expositivo: Explicar algo... Tenho que escrever um relatório para o meu chefe na segunda. Já estou me sentindo mal só de pensar.

E os outros cinco? Hum... Relatório, poema, conto (já mencionei), verbete... complicado. Acho que a classificação é muito abrangente. São muitos os tipos de texto que se misturam, se entrelaçam. Carta, crônica... Tudo se funde na minha cabeça. Um turbilhão de palavras e emoções.

  • Relatório: Formal, objetivo.
  • Poema: Subjetivo, metafórico.
  • Conto: Narrativa curta.
  • Verbete: Definição concisa.
  • Manifesto: Ideológico, político.
  • Romance: Narrativa extensa.
  • Carta: Comunicação pessoal.
  • Receita culinária: Instruções.
  • Manual de instruções: Guia prático.
  • Conversação: Informal, diálogo.

Preciso dormir. A insônia me consome.