Quais são os 7 tipos textuais?

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Aqui estão os 7 tipos textuais, cada um com sua função: Narrativo: Conta uma história, com personagens e enredo. Descritivo: Detalha características de algo ou alguém. Dissertativo-argumentativo: Defende uma ideia com argumentos. Injuntivo: Apresenta instruções ou ordens. Poético: Explora a linguagem com fins estéticos. Teatral: Criado para ser encenado, com diálogos. Epistolar: Em formato de carta, com remetente e destinatário.
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Quais são os 7 tipos textuais? Descubra e aprenda agora!

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Olha, tipos textuais, né? Sempre achei meio chatinho decorar isso, mas bora lá. A real é que a gente usa esses tipos o tempo todo, só não fica pensando "ah, agora tô narrando!".

Pra mim, o mais fácil de pegar é o narrativo. Contar uma história, sabe? Tipo, quando eu conto do dia que quase perdi o voo pra Lisboa (paguei 80 euros de taxi, que sufoco!), isso é narrativa pura.

Aí tem o descritivo, que é tipo pintar um quadro com palavras. Lembro de tentar descrever o por do sol na praia da Arrifana, em Portugal. Uma luta! Mas essencial.

Dissertativo-argumentativo é quando a gente quer defender uma ideia. Tipo, quando discuto com meu irmão sobre qual é a melhor pizza de São Paulo (a Basilicata, claro!).

O injuntivo é aquele que dá ordens ou instruções. As receitas da minha avó eram pura injunção: "Coloque uma pitada de sal, mas não muito!".

O poético... ah, esse é pra quem tem alma de artista. Eu, confesso, me arrisco pouco. Mas adoro ler poesia.

Teatral? Tipo uma peça, um roteiro. Nunca escrevi um, mas adoro assistir!

E o epistolar, que é tipo carta. Hoje em dia, quase ninguém usa, né? Mas recebi uma carta da minha avó, escrita a mão, em 2010. Guardei pra sempre.

Informações Curtas:

  • Narrativo: Conta uma história.
  • Descritivo: Detalha algo.
  • Dissertativo-argumentativo: Defende uma ideia.
  • Injuntivo: Dá instruções.
  • Poético: Expressa sentimentos.
  • Teatral: Para peças de teatro.
  • Epistolar: Em formato de carta.

Quantos são e quais são os tipos textuais?

Nossa, essa pergunta me pegou de surpresa! Lembro da aula de português no terceiro colegial, em 2023, no Colégio Estadual de São Paulo. A professora, a Dona Célia, uma mulher baixinha com um cabelo meio chanel grisalho, explicou isso tudo com vários exemplos, mas sabe como é né? Na hora a gente anota tudo direitinho, mas depois... a memória falha.

Cinco tipos textuais, era isso! Fiquei até nervosa tentando lembrar. Me lembro dela usando um quadro negro, riscando tudo com giz, um monte de exemplos de cada um, mas detalhes específicos, tipo a cor do giz, já se foram. Aff.

  • Narrativo: Aquele que conta história, com personagens, tempo, lugar, ação, conflito... Ela usou a história da Cinderela como exemplo. Eu, sinceramente, achei meio óbvio.

  • Descritivo: Este foca em descrever algo, uma pessoa, um lugar... Detalhes sensoriais, sabe? Ela desenhou um vaso de flores no quadro pra exemplificar. Lembro que o desenho era bem ruim, hahaha.

  • Dissertativo: Aqui é aquele tipo que apresenta argumentos, defende uma tese... Foi bem complicado pra mim essa parte. Ela usou um exemplo sobre a importância da reciclagem, e eu fiquei pensando em outras coisas.

  • Expositivo: Explica um assunto de forma clara e objetiva, com informações. Me lembro de um texto sobre o ciclo da água, que eu achei super chato.

  • Injuntivo: Instruções, receitas, comandos... Dona Célia usou a receita de bolo como exemplo. Isso eu adorei, pelo menos.

Acho que era isso. Ainda me arrependo de não ter prestado mais atenção, porque agora estou aqui, quebrando a cabeça pra lembrar. Que droga! Mas, pelo menos, consegui lembrar os 5 tipos. Que alívio!

Quais são os tipos de textos expositivos?

Tá, vamo lá. Lembro de uma vez, acho que era 2018 ou 2019, não lembro bem, tava na facul ainda. Precisava entregar um trabalho sobre tipos de textos. A professora, dona Helena, uma figura, explicou que, basicamente, texto expositivo se divide em dois:

  • Expositivo-argumentativo: Tipo quando você precisa defender uma ideia, dar sua opinião com base em fatos. Tipo um TCC, saca?

  • Expositivo-informativo: Mais direto ao ponto, só passar a informação, sem "encher linguiça". Pensa numa notícia, algo assim.

A real é que eu sempre me embananava com isso. Achava meio confuso, porque quase sempre a gente acaba misturando os dois. Mas, resumindo, é isso. Se tem defesa de ponto de vista, é argumentativo. Se só informa, é informativo. Fácil, né? Depende.

Pra mim, o mais difícil era não deixar a opinião pessoal vazar no informativo. Tipo, noticiar algo que eu não concordava. Era um desafio!

Quais são as características de um texto expositivo explicativo?

Um texto que explica, ah, que bicho é esse? Lembro da escola, tardes longas, o cheiro do giz. Textos assim eram como janelas, sabe?

  • Descrição minuciosa, um olhar atento, quase carinhoso, sobre cada detalhe. Como quem desenha com calma as pétalas de uma flor.
  • Comparações, pontes que ligam ilhas de pensamento. Lembra daquela música? "Como dois e dois são cinco"... às vezes, comparar é achar o que ninguém viu.
  • Informação, um rio caudaloso de saberes. Águas que vêm de longe, de livros empoeirados, de vozes antigas.

E a gente ali, tentando absorver, entender. Às vezes dava certo, às vezes não. Mas a beleza estava na tentativa, na busca. E ainda está.

Qual é a característica utilizada no texto expositivo?

Nossa, essa pergunta me pegou de surpresa! Lembro de uma aula de redação, tipo, em 2023, no Colégio Estadual de São Paulo, perto da estação da Luz. Era uma quarta-feira, estava um calor infernal, tipo 35 graus fácil, e eu só queria ir pra casa tomar um sorvete. A professora, dona Maria, uma figuraça, tava explicando sobre textos expositivos. A principal característica que me marcou foi a linguagem neutra, sem opinião pessoal. Ela deu exemplos de livros didáticos, artigos científicos... Coisas chatas, pra falar a verdade. Mas, saca só, ela disse que a impessoalidade, tipo usar a terceira pessoa, era crucial. Isso pra manter a objetividade e não enviesar a informação. Tipo, não podia ter "Eu acho que...", "Na minha opinião...", entende?

Acho que ela também comentou sobre a importância de usar uma linguagem clara e acessível ao público, dependendo do assunto. Tipo, um artigo científico não pode usar a mesma linguagem que um texto explicando o funcionamento de um aplicativo, né? Descrição detalhada também, ela disse que era fundamental em textos expositivos. Detalhamento, detalhes, detalhes! Era isso que ia definir se o texto seria bom ou ruim.

Ah, e detalhe: ela mostrou vários exemplos. Um deles era sobre o ciclo da água, com várias etapas explicadas, ilustradas, tudo bonitinho, sabe? Foi tão detalhado que quase dormi na aula. Mas entendi a parada. Detalhamento e linguagem neutra, sem opinião do autor! Isso faz toda diferença. Foi uma aula cansativa, mas aprendi bastante. Aquele calor me deixou com sede e raiva, quase dormi... Mas aprendi.

Quais são as 7 tipologias textuais?

Ah, tipologias textuais... Sete? Onde você arrumou mais um? Acho que alguém anda meio aéreo, misturando receita de bolo com manual de instruções! Brincadeiras à parte, vamos aos seis tipos clássicos, que já dão um bom trabalho para quem quer escrever direito:

  • Narrativo: Aquele que conta histórias, com personagens, enredo, clímax... Sabe, como um novelo de lã, só que com mais emoção, e sem a ameaça de se enrolhar no seu gato. Lembro daquela vez que tentei escrever uma narrativa sobre minha avó e seu pé de goiaba... resultado: um conto de fadas com espinhos e muito açúcar!

  • Descritivo: Pinceladas literárias que criam imagens mentais. É como um retrato falado, mas com mais poesia e menos suspeitos. Já tentei descrever a minha gata, Lulu, – uma tarefa que exigiu mais adjetivos do que meu vocabulário comportava! Resultado: poema surrealista com muitos "pelos" e "olhos verdes".

  • Expositivo: Aquele que explica, informa, esclarece. Aquele que a gente odeia na escola, mas ama no Wikipedia. Pense num manual de instruções, só que menos chato (prometo!). A última vez que tentei ser objetivo, acabei escrevendo uma enciclopédia sobre a história do café expresso.

  • Argumentativo: A arte da persuasão, a luta de gladiadores com palavras como armas. É defender a sua opinião com unhas e dentes, ou melhor, com argumentos bem estruturados, se quiser ganhar a batalha. Lembro-me de uma discussão sobre a melhor pizza... usei estatísticas!

  • Injuntivo: Manda, ordena, indica. Receitas, manuais... instruções que a gente segue, ou não. Tipo, "seja feliz"... Mas como? Aí já é outra discussão.

  • Prescritivo: Esse é o injuntivo mais formal, quase um juiz dando sentença. Aquele "você deve fazer isso" com tom de lei. Já me vi "prescrevendo" uma dieta de brigadeiros para o meu amigo, mas não recomendo a experiência.

Então, sete tipologias? Talvez a gente precise de mais um tipo para classificar as listas que inventamos para organizar as tipologias existentes… quem sabe? Mas com seis já temos bastante o que fazer!