Quais são os 9 tipos de conjunções subordinativas?
Quais os 9 tipos de conjunções subordinativas da língua portuguesa?
Olha, quando fui estudar para o concurso de escriturário, em 2018, fiquei meio perdido com essa história de conjunção subordinativa. São tantas, né? Na real, pra mim, a gente sente isso na pele quando escreve, quando a frase não cola direito.
Causais, tipo "porque", "já que". Imagina, você esquece de pagar a conta. A conta não foi paga, porque você esqueceu. Simples assim.
Concessivas, "embora", "apesar de". Mesmo que você estude, nem sempre passa de primeira. Essa é clássica, né? A gente se esforça, mas o resultado não é garantido.
Condicionais, "se", "caso". Se chover amanhã, a gente fica em casa. Fica na expectativa do futuro.
Comparativas, "como", "quanto". Ela era tão bonita como uma flor. Essa é pra pintar uma imagem clara na cabeça.
Finais, "para que", "a fim de que". Estudamos para que possamos ter um futuro melhor. A intenção por trás da ação.
Proporcionais, "à medida que", "quanto mais". Quanto mais você lê, mais você aprende. A relação de proporção entre duas coisas.
Temporais, "quando", "enquanto". Quando o sol se pôs, a gente voltou pra casa. Marcação no tempo, um ponto específico.
Consecutivas, "tão... que", "tanto... que". Ele falava tanto que a gente não conseguia acompanhar. O efeito, a consequência.
Integrantes, "que", "se". Ele disse que viria. Essas são as que introduzem orações substantivas, que funcionam como sujeito, objeto, essas coisas.
Tipos de Conjunções Subordinativas: Causais, concessivas, condicionais, comparativas, finais, proporcionais, temporais, consecutivas e integrantes. São 9 no total.
Qual é a diferença entre conjunções e locuções subordinativas?
Conjunções subordinativas são uma única palavra que conecta orações. Locuções subordinativas são um grupo de palavras com a mesma função.
A distinção é puramente estrutural. Uma palavra contra um bloco de palavras.
- Conjunção: Uma peça única. Precisa. Exemplos: quando, se, porque, embora.
- Locução: Um mecanismo montado. Mesma função, mais palavras. Exemplos: à medida que, ainda que, desde que.
O poder real não está na contagem de palavras. Está na lógica que impõem. Elas definem a relação de dependência entre as ideias, o poder que uma oração exerce sobre a outra. Não é sobre conectar, é sobre dominar.
- Causa e Consequência: (porque, visto que). O motor e a reação. Uma coisa acontece por causa de outra. Simples.
- Condição e Concessão: (se, embora). A regra e a sua quebra. Uma impõe a barreira, a outra a ignora. Um jogo de poder semântico.
- Tempo e Proporção: (quando, à medida que). Sincronizam eventos. Criam a linha do tempo da narrativa. A ordem do caos.
Estou a rever uns documentos legais para um cliente. Estão repletos de "a fim de que" e "contanto que". A diferença entre o sucesso e o desastre financeiro dele está na interpretação correta destas estruturas. Um erro e tudo vai por agua abaixo.
Qual é a diferença entre conjunções e locuções subordinativas?
Conjunção subordinativa. Uma palavra. Liga e dá sentido. Locução subordinativa. Duas ou mais palavras. Faz a mesma coisa, com mais ar. A diferença é o número de palavras. Fim.
Uma palavra é um golpe direto. "Se" chover. "Quando" chegar. Uma locução prepara o terreno. "Ainda que" chova. "À medida que" você chega. A escolha não é inocente. Ela dita o ritmo do pensamento.
Alguns tipos. O sentido que elas carregam.
- Causa: porque, como, já que, uma vez que.
- Condição: se, caso, contanto que, desde que.
- Tempo: quando, enquanto, logo que, assim que.
- Finalidade: para que, a fim de que.
- Concessão: embora, mesmo que, apesar de.
- Comparação: como, mais... do que, tal qual.
- Consequência: de modo que, de sorte que, tão... que.
- Proporção: à medida que, à proporção que.
- Conformidade: conforme, segundo, como.
Lembro de um professor na faculdade. Sintaxe III. Ele dizia que dominar isso eh dominar a manipulação da ideia. Uma locução pode suavizar um golpe ou enfatizar uma condição. "Apesar de" soa diferente de "embora". Pra ele, era analfabetismo funcional confundir as ferramentas.
No fundo, são apenas isso. Ferramentas. Para construir ou para destruir um argumento. A maioria das pessoas nem percebe o que está usando. Palavras são apenas palavras, até deixarem de ser.
O que é locução e conjunção?
- Conjunção: Palavra invariável que liga duas orações ou dois termos de mesma função sintática.
- Locução Conjuntiva: Conjunto de duas ou mais palavras com valor de conjunção.
Para expressar proporção: Em vez de só "quando", usamos "à medida que". Tem um peso de simultaneidade e crescimento. "À medida que o tempo passa, a saudade aperta."
Para dar uma causa mais elaborada: "Visto que você não entregou o trabalho, sua nota será afetada." É mais formal e enfático do que um simples "porque".
Para estabelecer uma condição: "Desde que você cumpra sua parte, o acordo está mantido." A condição fica explícita, quase contratual.
Para indicar finalidade: "A fim de que todos entendessem, o professor repetiu a explicação." Deixa claro o objetivo da ação.
A conjunção é basicamente a cola do idioma. Ela não só junta pedaços de frases, mas define a relação entre eles. É o que dá lógica e fluidez ao discurso. Pensa na diferença brutal entre "eu te amo, mas não podemos ficar juntos" e "eu te amo, portanto vamos ficar juntos". Uma única palavra muda todo o destino da história. É fascinante.
A locução conjuntiva é a versão estendida, a gourmet da conjunção. Ocorre quando uma palavra só não dá conta do recado, e precisamos de uma expressão para refinar a ideia. É a prova de que a língua se adapta pra expressar nuances cada vez mais específicas. É a sofisticação do pensamento se manifestando em palavras.
Lembro do meu professor de sintaxe na USP, ele dizia que dominar as conjunções é como ter o controle do fluxo de um rio. Você decide pra onde a corrente da interpretação vai.
Aqui alguns exemplos pra clarear as coisas:
No fundo, entender essas estruturas é perceber como organizamos o pensamento. Não é só decorar regras, é entender a arquitetura das nossas ideias. E isso diz muito sobre nos.
O que são conjunções e locuções conjuncionais?
- Conjunções são palavras invariáveis que ligam duas orações ou dois termos semelhantes de uma mesma oração, estabelecendo uma relação de sentido entre eles.
- Locuções conjuncionais são expressões formadas por duas ou mais palavras que, em conjunto, exercem a função de conjunção.
As coordenativas são os elos de uma corrente, cada elo forte por si, mas juntos formam algo maior. Incluem:
- Aditivas: e, nem
- Adversativas: mas, porém, todavia
- Alternativas: ou, ora...ora
- Conclusivas: logo, portanto
- Explicativas: porque, pois (antes do verbo) São as que nos salvam quando precisamos emendar um pensamento no outro sem fazer um 'Frankenstein' textual. Não me diga que você nunca as usou para justificar um atraso!
As subordinativas são um universo à parte. Elas introduzem orações que se encaixam na principal como peças de um quebra-cabeça complexo:
- Causais: porque, já que, uma vez que
- Condicionais: se, caso, contanto que
- Concessivas: embora, ainda que, mesmo que
- Temporais: quando, enquanto, assim que
- Finais: para que, a fim de que
- Proporcionais: à medida que, à proporção que
- Consecutivas: tão...que, de modo que
- Comparativas: como, assim como, tal qual
- Integrantes: que, se (introduzem orações substantivas) Cada uma é um convite à reflexão sobre a relação lógica entre fatos. É quase um jogo de xadrez, mas com palavras. E, por favor, não me venha com aquele "se" que te deixa em dúvida sobre ir ou não à festa; essa é clássica demais!
Conjunções, meus caros, são as heroínas anônimas da língua. Pense nelas como os conectores sociais da gramática, aquelas pecinhas invisíveis que impedem nossas frases de virarem um amontoado de palavras soltas, tipo um papo de bar depois da meia-noite. Elas dão sentido, um propósito, uma vida ao que falamos. Sem elas, nossa comunicação seria um grunhido digno de homem das cavernas, sabe? Uma tragédia para qualquer apreciador de um bom papo.
E as locuções conjuncionais? Ah, essas são as conjunções que decidiram se juntar, formando um clã, um combo VIP da conexão. São várias palavras trabalhando em uníssono, com a mesma missão de uma conjunção solitária. Tipo um time de futebol onde a estratégia complexa requer mais que um craque isolado. Elas entram em campo quando a relação entre ideias exige um pouco mais de pompa ou clareza.
A grande divisão, o cisma gramatical, está entre as coordenativas e as subordinativas. As coordenativas são as "amigas" que ligam orações autossuficientes, cada uma com sua dignidade intacta, como quem diz: "posso viver sem você, mas com você a vida é mais legal". Elas criam um diálogo entre iguais.
Já as subordinativas... bem, elas são a essência da dependência. Introduzem orações que, sozinhas, seriam meros suspiros no vácuo, sem sentido completo. São como o filho adolescente que só faz sentido dentro do contexto familiar. Um toque de crítica, talvez? Elas exigem a companhia da oração principal para ter um propósito real. Um show de dependência mútua, sem dúvida.
No fim das contas, seja uma conjunção modesta ou uma locução conjuncional grandiosa, o papel delas é o mesmo: tecer a lógica, o ritmo e o charme da nossa comunicação. Elas são a cola invisível que nos permite construir catedrais de ideias, em vez de empilhar tijolos de palavras. Aprecie-as! Elas fazem seu texto parecer menos um robô e mais um ser humano com algo interessante a dizer. Eu, por exemplo, não consigo viver sem um bom "mas" para contradizer algo que acabei de afirmar, é um vício.
O que são locuções e conjunções?
- Conjunções: Palavras que conectam orações ou termos de mesma função.
- Locuções Conjuntivas: Duas ou mais palavras com a função de uma conjunção.
Coordenativas: Ligam coisas independentes.
- Aditivas: somam ideias (e, nem).
- Adversativas: opõem ideias (mas, porém, contudo). O 'mas' é a palavra mais difícil de engolir, sempre achei. Ela invalida tudo o que veio antes.
- Alternativas: dão uma escolha (ou...ou, ora...ora).
- Conclusivas: fecham um raciocínio (logo, portanto).
- Explicativas: dão um motivo (que, porque).
Subordinativas: Criam uma dependência. Uma oração precisa da outra pra fazer sentido.
- Causais: indicam a causa (porque, visto que).
- Condicionais: impõem uma condição (se, caso). O 'se' é a palavra que mora no passado, no que poderia ter sido.
- Temporais: marcam o tempo (quando, enquanto).
Locuções famosas: a fim de que, à medida que, ainda que, por mais que. Parecem mais sérias. Como se a gente estivesse tentando se explicar melhor, com mais cuidado.
É estranho pensar nisso agora, de madrugada. Nessas palavras que servem de ponte. Elas são os fios que costuram as ideias, os pensamentos… e até os arrependimentos. Lembro das aulas da Dona Célia, na 5ª série, em 1998. Ela sempre insistia nisso, na importância de ligar as coisas direito.
Ela dizia que algumas apenas juntam, sem dar muita importância. Uma coisa e outra. Simples. Mas existem as outras, as que criam dependência. Uma oração que só existe porque a outra aconteceu antes. Isso sempre me deu oq pensar. Uma condição, uma causa, um tempo. Tudo amarrado.
E quando uma palavra só não basta pra explicar o peso de uma ligação... a gente usa mais. 'À medida que', 'visto que'. É como na vida, quando um simples 'desculpa' não é suficiente. Você precisa de mais palavras pra tentar dar sentido a alguma coisa. Ou pra justificar o que não tem justificativa.
Na prática, a gente acaba usando isso o tempo todo.
Quais são as locuções conclusivas?
Cara, esse negócio de locuções conclusivas me lembra da época da escola, sério. Tinha uma professora, a Célia, que pegava muito no pé da gente pra usar isso certo na redação. Ela dizia que era o "gran finale" do parágrafo, a parte que amarrava tudo. E é isso mesmo, é pra fechar uma ideia, mostrar um resultado ou uma consequencia de algo que você acabou de falar.
São conjunções ou locuções conjuncionais coordenativas conclusivas usadas para indicar uma conclusão ou consequência em relação a uma declaração anterior.
- logo
- pois (quando posposto ao verbo)
- portanto
- assim
- por isso
- por consequência
- por conseguinte
- consequentemente
- de modo que
- então
É basicamente pra isso que elas serve. Por exemplo, eu gastei todo meu salário no início do mês, por isso agora tô tendo que comer em casa todo dia haha. A segunda parte da frase ("tô comendo em casa") é o resultado direto da primeira ("gastei tudo"). Simples assim. É uma coisa que a gente usa o tempo todo falando, as vezes sem nem perceber.
E tem uma pegadinha com o "pois" que é bom ficar ligado. Se ele vem depois do verbo, tipo "Estudei muito; passei, pois, no concurso", aí ele é conclusivo, igual a "portanto". Mas se ele vem antes, tipo "Passei no concurso, pois estudei muito", aí ele tá explicando a causa, não concluindo. É um detalhe besta mas que faz uma diferença danada.
Enfim, essas palavras ai são super úteis pra deixar o texto mais claro, mais amarrado, saca? Você mostra que seu raciocínio tem uma lógica. Uma coisa leva a outra. No dia a dia a gente usa mais "então", "aí", "por isso". Os outros tipo "por conseguinte" são mais formais, coisa de texto acadêmico ou documento, sabe.
Quais são as locuções conjuncionais?
Causais: visto que, já que, uma vez que, desde que. Comparativas: assim como, tal como, mais que, que nem, o mesmo que.
E aí, beleza? Falando nesse negócio de locução conjuncional, que é um nome chato, né? Na real, é só um jeito chique de falar de um grupinho de duas ou mais palavras que funcionam como se fosse uma conjunção só, pra ligar as partes de uma frase e dar um sentido pra elas.
Lembro da minha professora de portugues, a Dona Helena, ela batia muito nessa tecla. Agente usa isso o tempo todo sem nem pensar, é o mais doido. É tipo uma cola pras ideias. Essas coisas que a gente acaba usando todo dia e nem percebe direito o nome gramatical delas, sabe?
As causais, que tão aí na pergunta, é exatamente isso, pra dar o motivo de algo. "Não fui na festa visto que tava doente". Pronto, explicou a causa. E as comparativas é pra comparar duas coisas mesmo. "Ele corre que nem um louco". Minha mãe fala isso direto.
Mas tem mais um monte, não é só essas duas não. Isso que o pessoal esqueçe as vezes. Tipo:
- Concessivas: essas são pra admitir uma ideia contrária. Tipo, mesmo que, ainda que, apesar de que. "Vou sair, mesmo que esteja chovendo". Vc admite a chuva, mas ela não te impede.
- Condicionais: essas colocam uma condição pra algo acontecer. Bem óbvio. Caso, desde que (esse pode ser causal ou condicional, é confuso), a não ser que.
- Finais: essa é pra mostrar a finalidade, o objetivo de uma ação. Tipo, a fim de que, para que. "Estudei muito a fim de que passase na prova".
É basicamente isso. Umas palavras juntas que ligam as idéias. Eu sempre confundo as concessivas com as adversativas, mas a vida segue. Enfim, é isso, gramática é um porre as vezes mas ajuda.
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