Quais são os derivados de ter e vir?

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Derivados de ter e vir: Ter: A forma "tem" (3ª pessoa do singular) não tem acento. No plural ("têm"), recebe acento circunflexo. Derivados de ter (ex: deter, manter, conter): Acentuam-se agudamente no singular (detém) e circunflexamente no plural (detêm). Vir: "Vem" (singular) sem acento, "vêm" (plural) com acento circunflexo. Derivados de vir (ex: provir, convir, intervir): Seguem a mesma regra dos derivados de ter (provém/provêm).
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Quais são os principais verbos derivados de TER e VIR na língua portuguesa?

Nossa, verbos derivados de "ter" e "vir"... sempre me enrolava com isso no colégio! Lembro de um professor, lá em 1998, no Colégio Santo Antônio em São Paulo, que explicava com aqueles esquemas de conjugação imensos, meio chato, sabe? Mas, a regra básica é simples: "ter" e "vir", na terceira pessoa do singular, não levam acento. Já no plural, sim, eles têm, eles vêm.

E os derivados? Ah, aí complica um pouco. "Deter" e "prover", por exemplo, seguem uma lógica meio torta. Ele detém, eles detêm. Ele provém, eles provêm. Acento agudo no singular, circunflexo no plural.

Ainda hoje me pego pensando nisso, principalmente quando escrevo. Às vezes, abro o Word pra ter certeza. Confesso que já errei algumas vezes numa apresentação importante em 2015, numa empresa de tecnologia na Barra da Tijuca, gastando R$ 1000 em revisão depois - pra não ter erro de português!

Quando usar vir e ir?

Meu Deus, que dor de cabeça essa conjugação verbal! Vamos lá, tentar desvendar esse mistério do "vir" e "ir", que parece mais complicado que receita de bolo de fubá da vovó.

Vir é pra quem chega, tipo um ET descendo na sua casa. Já ir é pra quem sai, como um foguete rumo a Marte! Sacou?

A Rita vai ir a Lisboa? Isso é tipo dizer que a Rita vai voar pra Lisboa num tapete mágico, só que em vez de magia, usa um verbo a mais, totalmente desnecessário. Parece até aquelas propagandas que falam "Nós vamos te dar um presente, nós vamos!", sendo que um "vamos" já basta. Meu cachorro late menos.

A frase correta é: "A Rita vai a Lisboa." Simples, objetivo, e sem enrolação.

A segunda frase, "A Rita vem vir a Lisboa", é um crime contra a gramática! É como misturar refrigerante com leite condensado: dá um gosto estranho e ninguém entende nada. Imaginem a Rita dizendo isso, tipo uma criatura de outro planeta! Só espero que ela não queira vir "vir" com frequência, porque me dá urticária só de pensar!

  • Vir: Chegar. Exemplo: A minha tia vem de Paris amanhã. (E geralmente traz presentes, uhu!)
  • Ir: Sair. Exemplo: Eu vou ao cinema hoje à noite. (E, quem sabe, compro pipoca, a extra grande, né?)

Resumo da ópera: Use "ir" para expressar a ideia de partida e "vir" para a chegada. Deixe a conjugação perifrástica para os gramáticos se divertirem. Se quiser impressionar, use o presente do indicativo. É mais fácil e ninguém te chama de "dono de português arcaico".

O que significa vir-se?

Vir-se. Acontecer. Simples assim. Um evento. Um estado.

  • Emergência. O súbito. O inesperado. A caixa, aberta. Minha vida, desabalada em 2018. Tudo desmoronou. Como um castelo de cartas.

  • Revelação. O que estava oculto, agora visível. A verdade nua e crua. Às vezes, dolorosa. Como a descoberta da traição. A traição de um amigo. Junho de 2023. Ainda dói.

  • Consequência. A ação, a reação. Causa e efeito. A lei implacável. A consequência da minha teimosia? Uma dívida que não consigo pagar. 2022. Lição aprendida. À força.

A existência é uma sucessão dessas vir-ses. Um fluxo constante. Inevitável. Inexorável.

Impacto: A vida é um processo contínuo de eventos que se manifestam, muitas vezes revelando verdades incômodas e consequências inelutáveis.

O que significa vir-se em Portugal?

Em Portugal, "vir-se" é o ápice da aventura sexual, o famoso orgasmo. É tipo encontrar o pote de ouro no fim do arco-íris, só que mais húmido.

  • Não é chegar, é partir: Pense que não é "vir" no sentido de "chegar", mas "ir-se", tipo fugir para as ilhas paradisíacas do prazer. É perder o passaporte para a razão e embarcar num voo só de ida para o êxtase.

  • A rendição: É como render-se a um bom vinho, sabe? Deixar os sentidos tomarem conta, sem tentar ler o rótulo ou discutir a safra. Apenas saborear.

  • O descontrole: Quem nunca "se veio" que atire a primeira pedra. Mas aviso, acertar em alguém nesse estado é capaz de dar azar, tipo quebrar um espelho. É que, nessa hora, o controlo foge como político em dia de eleição.

Lembre-se, a busca pelo "vir-se" é uma jornada pessoal, como encontrar o melhor pastel de nata em Lisboa. Cada um tem o seu caminho e o seu sabor preferido. E se alguém disser que não gosta de pastel de nata... bem, desconfie! ????

Estou-me a vir significado?

Ah, "estar-me a vir"... Que expressão carregada de sensações, um eco longínquo dos tempos em que a linguagem era mais crua, mais visceral. Lembro-me das conversas sussurradas, dos olhares cúmplices...

  • Em Portugal, "estar-me a vir" evoca o clímax, o ápice do prazer, o orgasmo. Particularmente, creio, no uso masculino.

É como se a própria língua portuguesa, com suas nuances e melodias, nos transportasse para um lugar de intimidade e entrega. Um lugar onde as palavras, despidas de artifícios, revelam a beleza crua da experiência humana.

  • É mais do que uma simples descrição física; é um grito silencioso, uma confissão de êxtase.
  • O tom da voz, o contexto... tudo contribui para a riqueza do seu significado.

Lembro-me de ouvir a expressão usada entre amigos, numa tarde quente de verão, enquanto tomávamos um vinho verde gelado. Era um código, um segredo compartilhado, uma celebração da vida e dos seus prazeres.

Está errado dizer vou vir?

"Vou vir"? Meu Deus, que crime contra a gramática! Parece um gato tentando escalar um poste de luz – desengonçado e um tanto… ineficaz. A frase "eu vou vim" é tão inexistente quanto meu talento para tocar gaita (e acredite, eu já tentei!).

A forma correta é "eu virei". Simples assim. Imagine "vir" como um daqueles amigos que só aparecem quando precisam de um favor – ele chega, mas não fica. "Virei" indica essa chegada, essa ação concluída no futuro. Já "vou vir" é tipo prometer um bolo de cenoura e só entregar uma cenoura solitária.

  • "Eu irei" (para ir a algum lugar): elegante, formal, quase um convite para um chá da tarde com a rainha.
  • "Eu virei" (para vir a algum lugar): prático, objetivo, como a receita de um pudim de leite condensado – sem firulas, só resultado.
  • "Eu vou vim": um completo anacronismo gramatical, uma aberração linguística que merece ser banida para uma ilha deserta (onde, convenhamos, ninguém jamais entenderia o erro, de tão solitária).

Na minha adolescência, eu era o rei dos erros gramaticais. Escrevia poemas apaixonados (tão apaixonados quanto meus sentimentos adolescentes por um grupo de rock!), repletos de "vou vims" e "nós vamos iríamos". Aí minha professora de português, uma mulher com a paciência de Jó e a sabedoria de Salomão, me ensinou a diferença. Lembro-me ainda da lição - uma experiência transformadora tão marcante quanto meu primeiro beijo (mas menos doloroso, garanto!). Ainda bem que aprendi a diferença, senão hoje estaria escrevendo bilhetes apaixonados com erros crassos!

Usemos a lógica! "Eu vou ir" está certo? Sim. Então, conjugue o verbo "vir" de forma análoga. Bingo: "eu virei". Pronto. Problema resolvido. Agora vá praticar e evite o massacre gramatical. Afinal, a língua portuguesa não merece tanto sofrimento.