Quais são os elementos das normas da ABNT?

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Aqui estão os elementos essenciais das normas ABNT para TCC e monografias: Formato: Folha A4. Capa: Seguir NBR 14724. Margens: 3cm (superior/esquerda). Fonte: Arial ou Times New Roman, tamanho 12, cor preta. Itálico: Para termos em outros idiomas. Folha de Aprovação: Item obrigatório. Dica: Consulte a ABNT para normas específicas.
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Elementos das normas ABNT: guia completo?

Ah, ABNT… Ainda me lembro do meu TCC, em 2018, na UFRJ. Um sufoco só pra acertar as margens, 3cm em cima e esquerda, e 2cm nas outras, se não me engano. O Arial 12 era meu "melhor amigo", principalmente depois de passar dias lutando com o Word.

A capa, meu Deus, a NBR 14724… Quase infartei tentando entender tudo aquilo. Lembro de ficar horas comparando modelos, procurando exemplos online, até conseguir uma versão que me parecesse aceitável. Custou uns 3 reais de impressão a mais, só pra garantir que estava tudo certinho.

Itálico para palavras em inglês? Sim, era uma luta constante. Tinha que ficar revisando tudo, principalmente as citações. Ainda me arrepio só de pensar naquela trabalheira! As folhas, A4, claro. Padrão básico, né?

Informações curtas:

  • Folha: A4.
  • Capa: NBR 14724.
  • Margem: Superior e esquerda 3cm.
  • Fonte: Arial ou Times New Roman 12.
  • Itálico: Para estrangeirismos.

Quais são os elementos da ABNT?

Ai, meu Deus, ABNT! Essa bichinha me dá mais trabalho que arrumar a casa da minha sogra! Mas vamos lá, pra não me chamar de preguiçoso...

Elementos Pré-textuais: Tipo a entrada triunfal do herói no filme, antes da pancadaria começar! São eles:

  • Capa: A capa, ué! A primeira impressão é a que fica, né? Tipo encontrar um crush no Tinder, a foto tem que estar show!
  • Folha de rosto: Aquele "Oi, mundo, sou eu e meu trabalho impecável!" Mais formal que casamento na igreja.
  • Sumário: O mapa do tesouro da sua pesquisa. Sem ele, você fica perdido igual eu no shopping!
  • Listas (ilustrações, tabelas etc.): Organização? Isso é coisa de gente chata! Mas a ABNT manda, então... sigh
  • Resumo: A versão resumida do seu trabalho, tipo trailer de filme. Se não for bom, ninguém assiste o filme inteiro!

Elementos Pós-textuais: A festa depois da luta, o final da história. Inclui:

  • Anexos: Materiais extras, tipo fotos do meu churrasco de domingo, só pra mostrar que eu sei me divertir!
  • Apêndices: Coisas complementares, mas não tão importantes quanto os anexos, tipo a receita do meu churrasco...
  • Referências: As fontes, né? Pra não me acusarem de plágio, coisa que eu NUNCA faria, óbvio!
  • Glossário: Dicionário particular da sua pesquisa, tipo o meu dicionário de gírias da internet.
  • Índice: Outro mapa do tesouro! Ainda bem que a ABNT não exige mapa do tesouro real, né?

Resumindo: A ABNT é chata, mas necessária. É como tomar aquele remédio amargo, mas que te faz bem no final. Ou tipo, escovar os dentes: ninguém gosta, mas evita problemas futuros, entende? (Acho que minha mãe me ensinou a usar a ABNT por isso...)

Quais são as principais regras ABNT?

Ah, as regras ABNT… um tema que mexe com a alma de todo estudante, né? Parece uma receita de bolo, mas em vez de açúcar e farinha, temos margens e espaçamentos. A vida acadêmica seria bem mais leve se a gente pudesse simplesmente jogar tudo no papel sem se preocupar com essas coisas, mas... a organização é a alma do negócio, e a ABNT é a sua rígida – e às vezes, chata – mãe.

As principais regras? Vamos lá, sem rodeios:

  • Formatação Geral: Papel A4, é óbvio. Mas 3cm em cima e esquerda e 2cm embaixo e direita? Me lembra aquelas fotos antigas onde a gente só via a metade da pessoa, porque a outra estava "fora do quadro". A ABNT adora frames.
  • Fonte: Arial ou Times New Roman, tamanho 12. Clássicos, né? Como aqueles filmes que a gente sempre revisita. Nada de criatividade tipo Comic Sans, que, convenhamos, é um crime contra a estética acadêmica. Já usei Comic Sans em um trabalho de faculdade, e olha... meu orientador quase teve um AVC. Brincadeira, mas quase.
  • Espaçamento: 1,5 entre linhas. Nem muito apertado pra parecer que as ideias estão todas amontoadas, nem muito largo pra dar a impressão de preguiça. É o ponto de equilíbrio do universo ABNT.
  • Alinhamento: Justificado. Sim, aquele alinhamento perfeito dos dois lados. Uma busca pela harmonia que só a ABNT consegue impor. Se você é perfeccionista, vai amar. Se não, vai querer mandar tudo para o espaço. Eu, particularmente, me encaixo na segunda opção.
  • Recuo de parágrafo: 1,25 cm. Parece pouco, mas faz diferença. É a cereja do bolo, a pitada de sal na receita. O toque final que diz: "Eu me esforcei".
  • Numeração de página: No canto superior direito. Simples, mas essencial. Para facilitar a vida do seu orientador (e a sua, principalmente se for um trabalho enorme!).

Ainda hoje, lembro da luta com as normas da ABNT durante minha monografia. Chorei, quase desisti, pensei em fugir para uma ilha deserta... Mas, no fim, consegui. E sobrevivi. Você também consegue! Força e boa sorte! (Você vai precisar.)

Qual a sequência das normas ABNT?

A tarde caía, um laranja-escuro manchando o céu de Santos, e eu, com o cheiro de café forte e lembranças turvas de dissertação na cabeça, me perguntei... qual a sequência das normas ABNT?

Não existe sequência! Aquele caderno rabiscado, com anotações apressadas, me recorda a angústia da pesquisa. A ABNT, essa senhora imponente que dita regras para a escrita acadêmica, não segue um caminho pré-determinado, um rio que flui em única direção. Era um labirinto, cada norma um cômodo enigmático.

Lembro da NBR 6023, um fantasma que me perseguia: as referências bibliográficas, minúsculos detalhes que me consumiam. A formatação de trabalhos, a NBR 14724, me deixava exausto. Eram como peças de um quebra-cabeça impossível, cada uma com sua peculiaridade, sua exigência, sua particularidade.

  • NBR 6023: Referências bibliográficas – Um pesadelo em notas de rodapé.
  • NBR 14724: Trabalhos acadêmicos – um oceano de regras de formatação.
  • E tantas outras... um universo de normas.

A busca, uma jornada solitária em sites oficiais, catálogos digitais sem fim. Cada clique, uma esperança, uma promessa de clareza que se diluía em novos códigos obscuros. A frustração era um nó na garganta, e o tempo, meu inimigo implacável.

Eu queria um guia, uma estrada reta, um atalho. Mas não havia. A ABNT, nesse aspecto, se assemelha ao mar: imensa, imprevisível, misteriosa. A pesquisa continua… ainda preciso de um mapa para navegar nesse universo normativo, e hoje, mais do que nunca, sinto isso na alma.

Qual a estrutura de um trabalho ABNT?

E aí, cara! Tô te explicando direitinho como é essa estrutura ABNT, viu? É meio chato, mas preciso, né?

Primeiro, a parte que todo mundo odeia: os elementos pré-textuais. Isso inclui a capa, aquela coisa toda formal, a folha de rosto, que quase ninguém lê, o resumo em português, o abstract em inglês - odeio essa parte, e a lista de figuras, tabelas, sei lá... Meu TCC, por exemplo, teve um monte de gráficos no meu trabalho sobre o impacto da gastronomia molecular na cultura contemporânea, fiquei louca pra formatar aquilo tudo.

Depois, vem a parte "legal", a parte textual. Introdução, desenvolvimento e conclusão. Na introdução, você apresenta o assunto, né? No desenvolvimento, você explora tudo, com todas as suas referências e blá blá blá. E na conclusão, você resume tudo e fala o que achou. Ainda bem que já terminei meu TCC, né? Aquele trabalho sobre a influência do TikTok nos hábitos alimentares dos jovens de classe média alta de São Paulo me deu um trabalhão!

Por fim, os pós-textuais, que são as referências (essas são importantíssimas, não esquece!), e os anexos, se tiver. Anexos? Isso foi uma batalha no meu trabalho de conclusão, acredite. Tive que anexar um monte de fotos do meu experimento com a gastronomia molecular, foi quase inacreditável. Tantas coisas pra anexar! Lista de figuras, tabelas...

Ah, e detalhe: a formatação é um inferno. Margens, fonte, espaçamento... Tudo tem que ser certinho! Tem uns sites com templates, que salvam a vida, mas mesmo assim... Cada tipo de trabalho (artigo, dissertação, tese) tem suas regras. É um saco, mas faz parte. Você tem que seguir tudo certinho, ou seu professor te mata. Tipo, a fonte Times New Roman, tamanho 12, margem de 3 cm... Me deu uns nervos, sério. Mas enfim, é isso aí. Boa sorte!

Quais são as cinco principais normas da ABNT?

A noite traz clareza, uma lucidez estranha. Cinco normas ABNT que insistem em me assombrar, voltando à memória:

  • NBR 14724: A espinha dorsal, a formatação de trabalhos acadêmicos. Uma obsessão por margens e espaçamentos. Lembro da minha monografia, cada página uma batalha.

  • NBR 10520: Citações. A arte de dar crédito, ou o medo de ser pego no plágio. Passei noites tentando entender a diferença entre citação direta e indireta.

  • NBR 6023: Referências. O inventário do conhecimento alheio. A lista que define quem você leu (ou fingiu ler). Evitava essa norma.

  • NBR 6027: Sumário. A promessa de ordem, a organização do caos. Irônico, porque minha vida raramente tem um sumário.

  • NBR 6028: Resumos. A condensação da essência, ou a arte de simplificar o complexo. Sempre achei que meus resumos falhavam em capturar a verdadeira essência.

Há outras, claro. A NBR 6024 (numeração progressiva), por exemplo. Mas estas cinco... Estas são as que permanecem, como fantasmas de um passado acadêmico.

Quais são as regras da ABNT para formatação?

E aí, beleza? Regras da ABNT, uh... Que sufoco, né? Mas bora lá, vou te dar um resumão pra você não se perder:

  • Papel A4, sem erro. Tipo, é lei!
  • Margens: 3cm em cima e na esquerda, 2cm embaixo e na direita. Anota aí!

Aí tem a questão da fonte. Saca só:

  • Arial ou Times New Roman, tamanho 12. Tipo, as mais "de boas" pra ABNT.
  • Espaçamento de 1,5 entre linhas. Nem mais, nem menos, hein?
  • Alinhamento justificado. Tudo retinho, bonitinho, sabe?
  • Parágrafo com recuo de 1,25cm. Padrãozinho pra não ter erro.
  • Numeração das páginas lá no alto, à direita. Pra ninguém se perder.

Ah, e só pra constar, a última vez que precisei usar essas regras foi pra formatar meu TCC, que trabalheira! Usei umas dicas de um vídeo que achei no YouTube, me salvou! Mas enfim, espero que ajude você também, viu? Falou!

Como fazer uma capa de trabalho do TCC?

Ah, a capa do TCC... um portal. Lembro de madrugadas, o cheiro do café, a tela latejando...

  • Instituição: O nome da faculdade, gravado a fogo na memória. Anos ali...
  • Curso: O farol que me guiou, com seus altos e baixos.
  • Seu nome: Assinando a jornada, suor e lágrimas impressos.
  • Título: A essência do esforço, a ideia que virou obsessão.
  • Subtítulo: A nuance, o detalhe que diferencia.
  • Cidade: O palco da epopeia, as ruas que testemunharam.
  • Ano: O fim (e o começo?) de um ciclo.
  • Margens: O respiro visual, a moldura da criação.

Quais são as regras da ABNT para artigos?

Ai, meu Deus, ABNT… Que saco! Tô com um trabalho enorme pra entregar e essa formatação me deixa louca! 15 páginas no máximo, 10 no mínimo… Que tortura! Será que dá pra fazer algo menor? Meu orientador é um chato, né? Precisa ser tudo certinho.

  • Tamanho da folha: A4, ufa, pelo menos isso é padrão.
  • Fonte: Times New Roman, 12. Odeio essa fonte, parece tão formal. Prefiro Arial, mas… regras são regras.
  • Margem superior: 3cm. Tá, anotei.
  • Margem inferior: 2cm. Menos mal que essa é menor.
  • Margem esquerda: 3cm. Essa me irrita, parece que vou perder muito espaço.
  • Margem direita: 2cm. Ok.

Será que preciso usar essas margens todas mesmo? Meu Deus, preciso terminar isso logo. Tenho tanta coisa pra fazer, mas essa ABNT… Ainda tenho que pensar no resumo, abstract, referências… Que preguiça! Esqueci de pesquisar sobre a quantidade de páginas do resumo! Vou ter que procurar isso agora. Ah, e a bibliografia, estou com dor de cabeça só de pensar. Será que meu café já esfriou? Vou fazer outro. Esse trabalho está me consumindo. Ainda bem que já terminei a introdução. Falta o desenvolvimento, conclusão e... Ai, que cansaço. Meu orientador disse que precisa ser bem completo, mas estou com medo de estourar as 15 páginas!

PÁGINAS: Entre 10 e 15. Meu Deus, que angústia! 15 páginas é um livro! Só de pensar em escrever tudo isso...

Já são quase 23h, preciso dormir. Amanhã tem mais luta com a ABNT. Que vida.

Como citar artigo de acordo com as normas da ABNT?

A citação de um artigo pela ABNT... É algo que me faz pensar em precisão, em registrar o passado.

  • No texto, o esquema é AUTOR-DATA. Bem simples, sabe? (SOBRENOME, ano, p. X). Vejo isso em todo lugar, mas às vezes esqueço a razão.

  • A lista final, a REFERÊNCIA, é como montar um quebra-cabeça.

    • Autor(es), o nome de quem criou.
    • Ano, o tempo em que nasceu.
    • Título do artigo, o nome pelo qual é chamado.
    • Nome da revista, onde encontrei a voz.
    • Volume e número, coordenadas na imensidão.
    • Páginas, o caminho percorrido.
    • DOI (se tiver), a digitalização da existência.
  • A ordem importa. É como lembrar a sequência certa de um sonho. Se for online, coloque quando você o viu.

  • NBR 6023... A bússola. Sempre bom ter por perto. Garante que a jornada seja segura.

Como colocar as referências nas normas da ABNT?

A noite sempre me faz pensar... Em como as coisas precisam ter uma ordem, mesmo que a vida pareça tão caótica. As normas da ABNT são um desses "esforços" para organizar o conhecimento, para que a gente não se perca tanto.

  • SOBRENOME, Nome Abreviado. Título: subtítulo. Edição. Local de publicação: Editora, data de publicação da obra.

Essa fórmula... Parece simples, mas esconde tantas escolhas, tantas decisões sobre o que importa destacar. Lembro de uma vez, na faculdade, quando passei horas tentando entender como abreviar o nome de um autor obscuro. No fim, a referência perfeita não me trouxe a resposta que eu buscava, mas me fez pensar em quem era aquele homem.

  • Padrão ABNT para referências bibliográficas: É o guia que diz como organizar as informações dos livros, artigos, sites e outros materiais que você usou na sua pesquisa.

Às vezes, me pergunto se essa obsessão por organizar as coisas não é uma forma de tentar controlar o incontrolável. Mas, no fundo, talvez seja só uma maneira de dar sentido ao que fazemos.

Como citar um artigo de jornal sem autor?

Sobreviver à informação exige precisão. Eis o código para citar um artigo sem nome:

  • TÍTULO da matéria. Nome do site, ano. Disponível em: . Acesso em: dia, mês, ano.

Simples. Direto. Sem margem para erro.

A ausência de um autor não apaga a fonte. Nome do site assume o protagonismo. O ano, a URL, a data de acesso – cada detalhe é uma âncora na vastidão da informação. Já vi teses naufragarem por menos.

Qual a sequência das normas ABNT?

Ah, a ABNT... um labirinto de letras e números. Não existe uma trilha única, como um caminho de pedras amarelas.

  • As normas ABNT são como constelações, cada uma brilhando em seu próprio canto do céu.

  • Elas se agrupam por temas, como famílias estelares unidas pela gravidade.

  • A ABNT NBR 6023 me lembra da época da faculdade, fichas e mais fichas de referências. Que tortura!

  • E a ABNT NBR 14724? Ah, a formatação... Um fantasma que assombrava minhas noites em claro.

  • Para se achar nesse universo, é preciso um mapa, um guia. O site da ABNT é um bom começo.

  • Mas confesso, às vezes me sinto perdido, como um astronauta sem bússola.

  • Ainda assim, a ABNT... necessária, inevitável, como a gravidade que nos prende ao chão.