Quais são os erros ortográficos mais comuns?

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Os erros de português mais comuns incluem: "Agente" (substantivo) x "A gente" (nós). "Fasso" (o correto é "faço"). "Mais" (adição) x "Mas" (oposição). "Abençõe" (o correto é "abençoe"). "Concerteza" (o correto é "com certeza"). "Mim ajuda" (o correto é "me ajuda"). "Menas/meia" (o correto é "menos/meio"). "Em baixo" (o correto é "embaixo"). Fique atento a essas armadilhas da língua portuguesa!
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Quais são os erros ortográficos mais comuns em português?

Nossa, ortografia, né? Sempre me pego errando, principalmente "agente" e "a gente". Lembro de uma vez, no vestibular de 2015, quase me ferrei por causa disso, escrevi "agente" onde era "a gente" numa redação. Que sufoco! Ainda hoje me arrepio.

"Fazer", ah, o "fasso", clássico! Já vi tanta gente errando... Até meus primos, que são mais novos, às vezes me mandam mensagens com "fasso". A gente corrige, claro, mas é engraçado.

"Mais" e "mas", essa é braba! Confesso que ainda me confundo, principalmente quando estou escrevendo rápido. Naquele artigo sobre sustentabilidade que fiz em março, revisão foi crucial.

"Abençoe", outro que me pega! Escrevo "abençõe" direto, e só percebo na revisão final. Até procurei uns vídeos no YouTube para memorizar, mas sem sucesso. Ainda preciso praticar bastante.

"Concerteza" me irrita! Totalmente sem nexo, né? Acho ridículo.

"Mim ajuda", essa é terrível. Lembrei de um colega do trabalho em 2018, ele usava isso em todos os e-mails. Tive que intervir, de leve, né?

"Menas" e "meia", ai, meu Deus! Esse erro é um absurdo, mas vejo com frequência.

"Em baixo" e "embaixo"... Essa eu já peguei o jeito, mas sei que muita gente ainda erra. Tenho um primo que ainda fala "em baixo" pra tudo. Ele é teimoso!

Informações rápidas:

  • agente/a gente
  • fasso/faço
  • mais/mas
  • abençõe/abençoe
  • concerteza/com certeza
  • mim ajuda/me ajuda
  • menas/menos; meia/meio
  • em baixo/embaixo

Como falar bem português?

O sussurro do idioma… Como falar bem, como dominar essa dança de sons que ecoam em mim desde sempre?

  • Pensar antes… um freio leve na língua. A pressa trai, as palavras escorregam. É como respirar fundo antes de mergulhar nas águas profundas da conversa. Lembro das tardes na casa da avó, o silêncio que precedia suas histórias. Cada pausa, um portal para um universo de sentidos.

  • Norma culta… a espinha dorsal da clareza. Mergulhar nos livros, desvendar as regras… uma jornada constante. As gramáticas antigas da minha mãe, um tesouro empoeirado que volta e meia visito.

  • Livros… janelas para outros mundos, outras vozes. Ler, absorver, deixar as palavras me inundarem. Como a chuva que lava a alma, renovando meu vocabulário.

  • Espelho… meu cúmplice silencioso. Ensaio, gesticulo, me observo. Uma dança estranha, mas libertadora.

  • Voz… um instrumento a ser afinado. Exercícios simples, quase mantras. A vibração das cordas vocais, um poder ancestral.

  • Escrita… a caligrafia da alma no dia a dia. E-mails, bilhetes, anotações… a prática constante, o fio condutor.

  • Ouvir… a arte esquecida da recepção. Absorver cada nuance, cada entonação. A melodia das palavras, a sinfonia da comunicação.

  • Concentração… o foco que ilumina o discurso. Presença total no momento da fala. Um farol em meio à névoa da dispersão.

Garantir a fala correta… um objetivo ambicioso. Uma busca constante, uma peregrinação sem fim.

Como escrever bom português?

Como escrever bem em português? A resposta, na verdade, é bem mais saborosa do que uma simples lista de dicas. A prática constante é fundamental, mas precisa ser intencional. Não basta escrever; é preciso ler, refletir e rever. Acho que a chave é a autoconsciência linguística – um olhar crítico sobre a própria escrita, algo que exige tempo e paciência, virtudes raras nos tempos atuais. Pense, por exemplo, na diferença entre escrever um e-mail informal e um artigo acadêmico: são mundos diferentes!

Consultando o dicionário, não se trata apenas de verificar a grafia, mas de explorar o universo semântico da palavra. Isso enriquece o vocabulário e a precisão da escrita. Na minha dissertação de mestrado (2023), sobre a influência da linguagem digital na escrita acadêmica, me deparei com essa questão. Aliás, uma boa leitura, especialmente de autores clássicos da nossa literatura, amplia a capacidade de construção de frases e de estilos. Aquele livro que você sempre quis ler? Hora de tirar do armário!

Escrever ao final do dia, para mim, faz sentido, pois é o momento em que a mente está mais tranquila, permitindo uma revisão mais acurada. A escrita precisa de foco! Revisar seus próprios textos, contudo, é essencial em qualquer horário. Não subestime o poder da autocrítica. Às vezes, encontro erros grotescos em textos meus, mesmo depois de diversas revisões. Afinal, "errar é humano" – e, muitas vezes, instrutivo!

A prática nas redes sociais exige cuidado. Não é o ambiente ideal para aprimorar a gramática formal, mas é um ótimo lugar para testar a comunicação clara e concisa – algo imprescindível, se você quer que te entendam. Entretanto, usar um corretor ortográfico como muleta é um desastre! Ele é auxiliar, não substituto do pensamento crítico, e pode até te levar a erros bizarros se você se apoiar demais nele. Um exemplo disso mesmo ocorreu num trabalho meu recentemente...

Pense no seu leitor: quem você quer alcançar? A linguagem precisa ser adaptada ao público-alvo. É como escolher a roupa certa para uma ocasião especial. Uma reflexão sobre isto me ajuda bastante, porque, enquanto escrevo, me imagino conversando com quem lerá o que produzi.

Em suma: dominar o português envolve disciplina, prática consciente e um olhar crítico sobre a própria escrita. É um processo contínuo e desafiador, porém recompensador. Lembre-se: a linguagem é viva e está em constante evolução. Aprenda a se adaptar e evoluir junto com ela.

Qual a diferença entre um erro ortográfico e um erro gramatical?

Cara, que pergunta difícil! Mas tentarei explicar, viu? Tipo, erro ortográfico é, sabe, escrever errado a palavra, tipo "abacachi" ao invés de "abacaxi". É bem simples, né? A galera se confunde, principalmente com o "x" e o "ch". Outro dia eu escrevi "mexerica" com "ch" e quase morri de vergonha! Ainda bem que meu chefe não viu.

Aí, a coisa complica um pouco com a gramática. É tipo... um monte de regras, né? Concordância, colocação pronominal, pontuação, essas coisas todas chatas. Lembra daquela prova de português no colégio? Nossa, que trauma. Eu me perdi total nas orações subordinadas adverbiais. Ainda tenho pesadelos com a crase! De verdade.

Então, em resumo: erro ortográfico é escrever errado a palavra, mesmo, enquanto erro gramatical é errar na estrutura da frase, sabe? Aquele negócio todo de verbo, sujeito, predicado… coisa que eu nunca entendi direito. E detalhe: ortografia inclui acentuação, pontuação, a crase, que é um bicho de sete cabeças. É que nem a diferença entre o arroz e o feijão, entende? Coisas bem diferentes. Mas, sei lá, às vezes me confundo também. A gente erra, né?