Quais são os géneros de textos normativos?

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Leis, regimentos, estatutos, decretos, portarias, resoluções, instruções normativas, contratos e editais são exemplos de gêneros textuais normativos. Eles estabelecem regras, direitos e deveres. Diferentemente dos textos literários, focam na objetividade e clareza, buscando regular condutas e ações.
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Normativos, né? A gente ouve essa palavra e logo pensa em regras, burocracia, coisas chatas. Mas, pensando bem, eles estão em todo canto! Leis, claro… quem nunca ouviu falar delas? Mas também tem os regimentos, os estatutos… minha tia, por exemplo, vive reclamando do regimento interno do prédio dela. Não pode isso, não pode aquilo! Estacionamento, horário de silêncio… quanta coisa. Lembro uma vez que ela quase foi multada por causa do cachorro, tadinho. Será que tudo precisa ser regulado assim?

E os decretos, portarias, resoluções… Parece tudo a mesma coisa, né? Confesso que me confundo um pouco. Sei que são importantes, ditam regras e tal. Direitos e deveres, como dizem por aí. Tipo, o estatuto da criança e do adolescente, já ouvi falar bastante. Protege os menores, certo? Importante isso.

Mas, diferente de um poema, de um romance, que te emocionam, te fazem viajar… esses textos normativos… são tão… secos. Objetividade e clareza acima de tudo, é o que dizem. Esses contratos, por exemplo. Quem já leu um contrato inteiro, levanta a mão! É um negócio que… nossa! Cheio de "cláusulas", "itens", "parágrafos"… Parece que querem complicar de propósito. Lembro do contrato do meu primeiro apartamento. Li? Li não, confesso. Assinei logo e fui ser feliz. Deu tudo certo, felizmente. Mas sei que deveria ter lido… Vai que…

Ah, e os editais! Aqueles textos enormes, com letras miúdas, cheios de informações… Parece que inventam palavras só para usar nesses editais. Já tentei ler alguns para concursos públicos, mas… que preguiça! É tanta regra, tanta norma… dá até vontade de desistir. Mas é necessário, né? Para organizar as coisas, para garantir que tudo funcione direito… Ou será que é só para complicar a nossa vida? Sei lá…

Enfim, esses gêneros textuais normativos estão aí, fazem parte do nosso dia a dia, querendo ou não. Às vezes protegem, às vezes irritam… Faz parte, né? A vida é assim.