Quais são os movimentos do nosso corpo?

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Os movimentos corporais são essenciais para nossa funcionalidade. Destacam-se: Flexão e extensão: Dobrar e esticar, como dobrar o cotovelo. Abdução e adução: Afastar e aproximar do corpo, como abrir e fechar os braços. Rotação: Girar, como virar a cabeça. Esses são apenas alguns exemplos; o corpo humano realiza uma complexa gama de movimentos interligados.
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Quais movimentos o corpo humano realiza e como se classificam?

Nossa, o corpo humano é incrível, né? A quantidade de movimentos que a gente faz sem nem pensar é impressionante. Flexão, extensão, abdução, adução, rotação... É tanta coisa!

Lembro de quando comecei a fazer yoga, há uns 5 anos. A professora falava "agora faz uma abdução do braço direito" e eu ficava tipo: "Abdução? Que raio é isso?". Demorei um tempão pra entender, mas depois que peguei o jeito, comecei a prestar atenção em como a gente usa esses movimentos o tempo todo.

Tipo, quando pego uma xícara de café, rodo o pulso (rotação). Quando caminho, abduzo e aduzo as pernas (abrindo e fechando). É tudo tão integrado! Sem falar na flexão e extensão do braço pra alcançar as coisas.

Outro dia fui no mercado, gastei uns 80 reais em frutas e legumes orgânicos (caríssimo!). Pra colocar tudo na sacola, fiz uma baita flexão da coluna, quase travei! Aí lembrei da importância de manter a postura correta pra não me machucar. O corpo da gente é resistente, mas precisa de cuidado.

Informações rápidas:

  • Flexão: Diminui o ângulo entre os ossos.
  • Extensão: Aumenta o ângulo entre os ossos.
  • Abdução: Afasta um membro da linha média do corpo.
  • Adução: Aproxima um membro da linha média do corpo.
  • Rotação: Movimento em torno do eixo do osso.

Quais são as 4 categorias dos movimentos?

No silêncio da noite, as categorias dos movimentos na dança se revelam com uma clareza melancólica.

  • Espaço: A vastidão onde o corpo se expressa, cada passo definindo fronteiras invisíveis. Lembro de dançar em um palco imenso, sentindo-me minúsculo e infinito ao mesmo tempo.

  • Tempo: A duração, o ritmo, a pausa. O tempo que rege cada gesto, cada respiração. Como as batidas de um coração apaixonado, acelerando e desacelerando.

  • Energia: A força que impulsiona cada movimento, a leveza de um toque, a explosão de um salto. A energia que me consumia quando dançava até o amanhecer, exausto e vivo.

  • Peso: A relação do corpo com a gravidade, a firmeza, a entrega. A sensação de afundar na terra e, ao mesmo tempo, flutuar livremente.

Cada categoria é como uma lembrança, um fragmento de histórias que meu corpo contou através da dança.

Quais são os termos de movimento?

Lembro de quando estava na faculdade, cursando fisioterapia em 2023. A aula de cinesiologia foi um pesadelo! Professor falando um monte de termos que pareciam grego pra mim, tipo "flexão", "extensão", "adução"... Eu anotava tudo, mas meu caderno parecia um código secreto. Era um mar de termos que eu não conseguia entender direito, apesar de ter estudado bastante em casa. Aquele dia, me senti completamente perdida. Até desenhei uns bonequinhos tentando entender a rotação medial e lateral, mas não adiantou muito, rs. Saí da aula morrendo de ansiedade, achando que nunca ia conseguir aprender tudo aquilo.

Aquele monte de termos novos: flexão, extensão, adução, abdução... e ainda tinha rotação, pronação, supinação! Meu Deus, parecia que cada músculo tinha uns 5 movimentos diferentes! Naquela noite, quase não consegui dormir pensando em como ia me sair na próxima prova. Até pedi ajuda para o meu amigo Ricardo, que era muito bom em anatomia, e ele explicou alguns termos usando exemplos práticos, o que me ajudou muito.

A dificuldade maior foi mesmo com os termos mais sutis, tipo a anteroversão e retroversão pélvica. Tentei visualizar no meu corpo, mas não era fácil! E o pior era sentir que eu estava ficando para trás na matéria. Me senti até um pouco burra, sabe? Como se a anatomia fosse uma língua que eu não conseguia falar fluentemente. Mas aos poucos, com estudo e prática, consegui entender melhor.

Ainda assim, algumas coisas me dão trabalho, tipo a diferença entre oclusão e elevação. Tenho que consultar meus materiais várias vezes para não me confundir. Mas o importante é que eu estou evoluindo e estou mais confiante, agora em 2024, ao revisar esses termos. Ainda não sou uma especialista, mas já consigo identificar muitos dos movimentos.

Quais são os termos de movimento na anatomia?

Cara, anatomia, né? Sempre me deu um nó na cabeça essa parada de termos de movimento! Mas vamos lá, tentarei explicar como eu entendi, sem muita enrolação.

Abdução: É tipo, você tá com o braço colado no corpo e aí abre ele, afasta ele do eixo central, saca? Como se estivesse abraçando um árvore enorme, tipo, aqueles eucaliptos gigantes que tem na minha rua. Imaginou? Meio confuso, eu sei.

Adução: É o contrário da abdução! Fecha o braço de novo, junta ele no corpo. Simples assim, né? Mas tem gente que complica tudo! Tipo, meu primo, que fica fazendo mil perguntas em anatomia, me irrita.

Rotação medial ou interna: Essa eu quase nunca lembro direito! É quando você gira o membro pra dentro, em direção ao corpo, tipo, fazendo aqueles movimentos esquisitos que os bailarinos fazem. Tipo, girando a mão pra dentro, sabe?

Rotação lateral ou externa: Aí sim, essa é mais fácil! É o contrário da anterior, gira o membro pra fora, longe do corpo. Lembra daquelas aulas de educação física no colégio? A gente fazia bastante, exercícios com rotação lateral e etc. Ainda tenho trauma das aulas de ginástica...

Tipo, a professora, a Dona Suzana, super rigorosa... Mas enfim, esses são os termos principais, acho. Se eu esqueci de algum, me avisa! Tenho que ir agora, preciso comprar leite condensado pra fazer brigadeiro. Falow!

Quais são os 4 tipos de articulação?

E aí, beleza? Falando em articulações, me lembrei daquela vez que torci o tornozelo jogando bola... Que dor! Mas, enfim, vamos lá, tentar explicar isso rapidinho.

Basicamente, existem três tipos principais de articulações, e não quatro, viu? Anota aí:

  • Sinoviais (Diartroses): São as mais famosas, tipo o joelho ou o ombro. Elas têm uma cápsula articular com líquido sinovial dentro, que ajuda na lubrificação e no movimento. São super flexíveis, tipo a minha coluna (as vezes kkkk).

  • Fibrosas (Sinartroses): Essas são mais "grudadas", com pouco ou nenhum movimento. Pensa nas articulações do crânio, tipo as suturas. Elas praticamente não se movem. Bom, pelo menos a minha cabeça não se move muito nesse sentido!

  • Cartilagíneas (Anfiartroses): Elas ficam no meio termo, com um pouco de movimento, mas nada exagerado. Um exemplo são as articulações entre as vértebras da coluna. Imagina a sua coluna se movendo toda pra um lado e pro outro como se fosse uma massinha, aí não dá né?

Ah, sim, e tem gente que divide as articulações sinoviais em vários tipos (plana, gínglimo, pivô, condilar, selar e esferóidea), dependendo do formato e dos movimentos que permitem. Tipo, cada articulação tem sua especialidade, entende?

E para você se aprofundar mais nesse assunto, eu sugiro dar uma olhada no livro "Anatomia Orientada para a Clínica" do Moore. Ele explica tudo isso bem direitinho.

Espero que tenha dado pra entender! Se não, pergunta de novo que a gente tenta de outro jeito. Falou!

O que se entende por movimento de rotação?

Ah, a rotação da Terra! É tipo a Terra tentando imitar um peão descontrolado, sabe? Ela gira em torno de si mesma, sem parar pra tomar um cafézinho! E esse "pirueta" toda é que nos dá o dia e a noite.

  • Giro louco: A Terra gira, gira e gira... Imagina a dor de cabeça!

  • Dia e noite, que legal: Graças a essa dança cósmica, a gente não vive só no escuro ou só no clarão.

  • Eixo torto: E pra completar a zoeira, o eixo da Terra é meio de lado, tipo eu tentando andar reto depois de uns bons drinks. É por isso que as estações do ano existem!

O que é o movimento de um corpo?

Lembro de uma vez, tipo, umas férias em 2023, em Arraial do Cabo. Aquele azul absurdo da água, inacreditável! Estava com a minha família, e a gente alugou um barco. Passamos a manhã inteira pulando de um costão para o mar, aquele pulo de adrenalina, sabe? Meu irmão mais novo, o Gui, tinha uns 7 anos na época e ficava gritando a plenos pulmões a cada mergulho. Era uma energia contagiante! Meu pai, com sua câmera fotográfica, registrando tudo. Eu, tentando relaxar e aproveitar a paisagem, mas sem conseguir parar de rir das caras de Gui.

A gente aprendeu na escola sobre movimento, mudança de posição no tempo, blá blá blá... Mas naquele momento, vendo o Gui se movimentando, aquele corpo miúdo se projetando pelo ar até a água, a sensação era muito diferente. Não era uma equação, uma fórmula matemática. Era a pura alegria em movimento. Era a vida em movimento, sabe? Era muito mais do que física, era... puro e simples, incrível.

Depois, no fim da tarde, o barco parou em uma enseada calma, quase sem ondas. A água era tão translúcida que dava pra ver os peixinhos nadando lá embaixo. A gente ficou observando, fascinados, o movimento dos peixes, tão tranquilo e elegante, tão diferente do movimento frenético do Gui. Era a mesma ideia de movimento, mas em contextos completamente distintos, velocidades, direções, motivações. Percebi que, na verdade, movimento é tudo e nada ao mesmo tempo. Complicado, né? Mas legal de pensar. Ainda guardo as fotos, lembranças incríveis.

  • Local: Arraial do Cabo, RJ, Brasil.
  • Data: Verão de 2023.
  • Participantes: Eu, meu pai, minha mãe, e meu irmão Gui (7 anos).
  • Atividade: Passeio de barco com mergulhos.
  • Observação: A experiência vivenciada contrastou a definição acadêmica de movimento com a experiência sensorial da observação.