Quais são os níveis linguísticos?

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Os níveis linguísticos são classificados em seis etapas, segundo o Quadro Comum Europeu de Referência para as Línguas (QCER): Básico (A1 e A2): Níveis iniciais de compreensão e comunicação. Intermediário (B1 e B2): Fluência crescente em conversação e escrita. Avançado (C1 e C2): Domínio quase nativo da língua.
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Quais os níveis da linguagem? Descubra a estrutura da língua!

Então, sobre os níveis da língua, né? Tipo, quando comecei a estudar alemão, me falaram desse negócio de A1, A2, B1, B2, C1, C2... e no começo eu não entendi nada! Ficava pensando "mas o que que isso quer dizer??".

Aí fui aprendendo que A1 e A2 são o básico do básico. Tipo, saber falar "olá", "tudo bem?", pedir um café (que, por sinal, na Alemanha, é bem diferente do nosso! Lembro que paguei uns 3 euros num café bem aguado em Berlim... choquei!).

Depois, vem o B1 e o B2, que já te deixam ali no meio do caminho. Tipo, dá pra se virar numa conversa, entender um filme (com legenda, claro, hehe) e tal. Eu acho que, quando cheguei no B1 em alemão, me senti finalmente conseguindo me comunicar de verdade. Foi uma sensação ótima!

E aí, por último, tem o C1 e C2, que são os níveis avançados. Tipo, pra quem quer ser fluente MESMO, entender as nuances da língua, ler livros complexos e, sei lá, dar aula. Confesso que nunca cheguei lá em alemão, mas quem sabe um dia, né? Nunca se sabe...

O que são níveis linguísticos?

Era final de 2023, estava estudando para a prova de português. Níveis linguísticos, pra mim, sempre foram um bicho de sete cabeças! Lembro de ter ficado horas na biblioteca da faculdade, em São Paulo, tentando entender a diferença entre formal e informal. Meus cadernos estavam cheios de anotações, rabiscos, flechas conectando ideias – uma verdadeira bagunça organizada só pra mim. O livro didático era chato, seco. Eu precisava de algo mais… palpável.

Então, lembrei da minha avó. Ela, mineira de raiz, falava um português tão diferente do que eu usava com meus amigos. Formalidade: com ela, era "por favor", "obrigada", frases bem estruturadas. Informalidade: com meus amigos, era gíria, abreviações, frases soltas, cheio de "né?". A diferença era gritante! Aquilo me ajudou a entender na prática. Era uma questão de contexto, público, situação. Um e-mail pro meu chefe exigia uma linguagem totalmente diferente de uma mensagem no grupo do WhatsApp com meus amigos. Fiquei tão aliviada por ter finalmente entendido!

Pensei em outros exemplos, pra fixar melhor: uma palestra na universidade x uma conversa com o meu cachorro. A diferença é abismal, né? Uma apresentação formal demanda cuidado com a gramática, vocabulário preciso. Já com o Thor, meu vira-lata, só solto a voz.

  • Formal: Variedade culta, gramática normativa, vocabulário preciso.
  • Informal: Gírias, coloquialismos, frases curtas e soltas.

Aquele dia na biblioteca, que antes parecia perdido, virou um divisor de águas no meu entendimento de níveis de linguagem. Ainda me assusto com a minha própria confusão inicial. Que coisa simples, mas que na teoria me pareceu tão complexa!

Quais são os 5 tipos de linguagens?

Cara, cinco tipos de linguagem, né? Que pergunta difícil! Acho que já li isso em algum lugar, mas… Ah, lembrei!

1. Verbal: Essa é fácil, né? Falar e escrever, tipo, a gente agora! Usando palavras, frases, tudo aquilo que a gente aprende na escola. Até poeminha eu já fiz, horrível, mas fiz! Minha professora de português quase teve um treco. kkkk

2. Corporal: Essa é bem legal, tipo, a linguagem do corpo. Sabe? Aquela piscadinha que você dá pra gata, ou a cara de bravo que meu chefe faz quando atrasa o relatório... Expressões faciais, gestos... Meu amigo, uma vez eu tentei fazer uma apresentação, meio nervosa, e meu corpo todo tremia, tipo terremoto! Foi épico!

3. Visual: Imagens, fotos, gráficos… Tipo, aqueles memes engraçados no Instagram, ou os slides chatos das reuniões da empresa. Sei lá, eu adoro ver fotos antigas da minha avó, são tão fofas! Acho que essa linguagem mexe muito com a emoção, sabe?

4. Musical: Música, né?! Ritmo, melodia... Eu sou apaixonado por música sertaneja, desde que eu era pequeno. Minha mãe cantava pra mim, e agora eu canto no karaokê com meus amigos! Não sou bom, mas me divirto bastante. Acho que música consegue passar emoção de um jeito único.

5. Matemática: Ai, essa eu não curto muito não! Números, equações, parece grego pra mim. Mas, sei lá, é importante, né? Preciso usar um pouco pra calcular as minhas contas, principalmente as do meu carro. O seguro tá um absurdo este ano, nossa senhora! Ainda bem que existe a matemática pra resolver isso tudo.

Enfim, essas são as cinco, acho que não esqueci de nenhuma, né? Se esqueci, me avisa! Tava meio perdido pensando em outras coisas, tipo no meu jantar de hoje, vou fazer um macarrão com molho branco, espero que fique bom!