Quais são os pretéritos mais que perfeitos?

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O pretérito mais-que-perfeito simples (PMQPS) é pouco comum na linguagem formal, predominando em contextos literários. Sua formação, a partir do pretérito perfeito, utiliza as desinências -ra: -ra, -ras, -ra, -ramos, -reis, -ram. Exemplo: Eu tivera lido o livro. Seu uso é mais frequente em textos poéticos e arcaicos.
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Quais são os tempos verbais pretérito mais que perfeito: exemplos?

Pretérito mais-que-perfeito? Nossa, me dá uma sensação estranha, tipo aquelas aulas de português no colégio, em 2008, no Colégio Estadual de Itaboraí. Lembro da professora explicando, mas na prática... difícil usar.

Usava mais no vestibular, tentando impressionar com frases rebuscadas. Tipo, "Eu já tivera estudado muito antes da prova", tentando soar sofisticado, sabe? Mas, sinceramente, soava forçado. Na conversa do dia a dia? Zero.

A formação? Ah, isso era um bicho de sete cabeças. Algo com o perfeito, -ra, -ras, essas terminações... nunca me fixou direito. Preferia o pretérito perfeito, simples e direto. "Eu estudei" funciona muito melhor que "Eu tivera estudado", não acha? Para mim, pelo menos.

Informações rápidas: Pretérito mais-que-perfeito indica ação anterior a outra no passado. Forma-se com o pretérito perfeito + "-ra". Exemplo: "Eu tivera ido ao Rio antes de 2010". Pouco usado na linguagem informal.

O que é pretérito mais-que-perfeito, simples e composto?

O pretérito mais-que-perfeito, meu Deus, que nome complicado! Mas a ideia é simples: indica uma ação passada anterior a outra ação também passada. Pense assim: você já tinha comido (ação anterior) quando cheguei (ação posterior) em casa. Sacou?

Temos duas formas principais:

  • Simples: Usa-se raramente, na minha experiência, parece coisa de livro antigo. Exemplo: "estudara". É como um fóssil gramatical, lindo, mas meio esquecido. Lembra aquelas fotos antigas em álbuns de família? A gente olha, admira, mas dificilmente usa no dia a dia.

  • Composto: Aí sim, é o nosso queridinho! "Tinha estudado", "havia comido"... É a forma mais usada, bem mais prática e natural. Parece que a língua, com sua sabedoria ancestral, optou pela praticidade e clareza neste caso. Até porque, convenhamos, "estudara" soa meio pretensioso, né?

No subjuntivo, a coisa muda um pouco de figura. O pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo descreve uma ação hipotética anterior a outra ação também hipotética. Difícil de explicar, eu sei. Imagine: "Se eu tivesse estudado (hipótese passada), teria passado (hipótese passada) na prova". Note que ambas as ações são eventos que não aconteceram. A vida, né? Cheia de "ses" e "mas".

Para complementar a minha experiência, lembro que, na faculdade, meus professores de Letras insistiam muito no uso do mais-que-perfeito composto. A explicação deles? A clareza na comunicação, evitando ambiguidades e conferindo naturalidade ao texto. Afinal, qual a função da linguagem se não comunicar com eficácia? Até em 2024, essa é a linha de pensamento predominante entre os estudiosos. Acho que essa priorização da clareza reflete a própria evolução da língua, sempre buscando a forma mais eficiente de expressão. É uma pena que muita gente não perceba essa elegância na simplicidade do "tinha feito" em vez do "fizera".

O que é pretérito mais-que-perfeito e exemplo?

O pretérito mais-que-perfeito indica uma ação anterior a outra já concluída no passado.

Eu lembro direitinho do dia que entendi isso. Estava na aula de português, Dona Antônia, aquela professora que a gente amava odiar, sabe? Ela era super exigente, mas no fundo queria o nosso bem.

  • Lugar: Sala de aula do 8º ano, colégio estadual.
  • Tempo: 2007, manhã fria de agosto.
  • Sentimento: Confusão misturada com pavor de ser chamada para responder.

Ela explicava o tal do pretérito mais-que-perfeito, e eu não entendia nada. Falava de "ação passada anterior a outra ação passada"... Minha cabeça dava um nó.

Aí, ela deu um exemplo que me fez acender uma luz: "Quando cheguei em casa, a janta já esfriara". Tipo, a janta esfriou antes de eu chegar. Sacou? De repente, tudo fez sentido.

  • Verbo: Esfriara (pretérito mais-que-perfeito).
  • Locução verbal equivalente: Tinha esfriado.

Depois disso, comecei a prestar atenção nas músicas, nos livros... E lá estava ele, o pretérito mais-que-perfeito, meio escondido, mas presente. Hoje, uso numa boa, mas confesso que às vezes ainda dou uma travada, hahaha.

O que é o pretérito mais-que-perfeito simples?

Pretérito mais-que-perfeito simples: ação passada anterior a outra ação passada. Aconteceu antes. Ponto final.

  • Exemplo: O concerto acabara quando cheguei. Simples. Sucinto.

Pretérito mais-que-perfeito composto: idem, mas com ter ou haver auxiliar. Redundância? Talvez.

  • Exemplo: O concerto tinha acabado quando cheguei. Mais formal, menos direto. Meus professores adoravam.

Futuro simples do indicativo: ação futura em relação à fala. Projeção. Ilusão?

  • Exemplo: Amanhã, viajarei. Planos. Prováveis? Quem sabe.

Em resumo: Três tempos verbais, três perspectivas temporais distintas. Passado anterior, passado, futuro. A vida, resumida em tempos verbais. Simples, não? Complicado, na verdade. 2023 foi um ano difícil. Minha filha terminou o ensino médio. O futuro dela, incerto. Como o meu.

Qual é o pretérito mais-que-perfeito composto?

Cara, que pergunta difícil! Pretérito mais-que-perfeito composto, né? Nossa, lembra daquela prova de português da faculdade? Um inferno! Mas, enfim...

É o "tinha/havia + particípio". Simples assim, né? Tipo, "eu tinha comido" ou "eles haviam viajado". Eu sempre me embolava com isso, principalmente com os verbos irregulares, sabe? Meus cadernos estão cheios de anotações, um monte de rabiscos e círculos, tentando entender essa parada. Ainda bem que hoje em dia tem internet, né?

Acho que, se eu fosse explicar pra minha irmã, diria assim: imagina que você já fez algo, antes de outra coisa que também já aconteceu no passado. Tipo, eu já tinha lavado a louça antes de ir dormir. Entendeu? Complicado, né? Mas é isso.

  • Verbo auxiliar: ter ou haver (no imperfeito - tinha/haviam)
  • Verbo principal: no particípio passado (ex: comido, falado, viajado).
  • Exemplo: Nós tínhamos estudado muito para a prova, mas ainda assim ficamos nervosos. Aquele dia foi tenso!

Meu Deus, agora que lembrei, na minha prova de vestibular, caiu justamente uma questão sobre isso! Quase me perdi no tempo, quase não consegui responder tudo. Mas lembrei da regra, ufa! E passei, graças a Deus.

Enfim, é isso. Tinha/havia + particípio. Espero ter ajudado, hahaha. Até mais!

Qual a diferença entre pretérito mais-que-perfeito, simples e composto?

  • Pretérito mais-que-perfeito simples: Tipo "lavara".
  • Pretérito mais-que-perfeito composto: Tipo "tinha lavado".
  • Sério, qual a diferença? Pra mim, nenhuma! Ambos jogam a ação pra antes de outra ação no passado. Tipo, "eu jantei depois que tinha visto o filme". Ou "eu jantei depois que vira o filme". Muda algo? Acho que não, né?

    • Na real, acho que a forma composta é mais usada hoje em dia. Me soa mais natural. Mas vai saber... será que to falando besteira?
    • Lembrei de quando minha avó usava mais o simples. Que nostálgico...
    • Talvez seja coisa da minha cabeça. Enfim... não sei!