Quais são os principais vícios na comunicação?
Quais são os principais vícios de comunicação?
Nossa, vícios de comunicação… Lembro de um trabalho de português na faculdade, em 2017, em Coimbra, onde a professora, a Doutora Maria João, era super chata com o solecismo. Ela ficava tipo, "isso não é português!", se a gente usasse "o menino que eu vi ele". Ainda hoje me pego pensando nisso.
Barbarismo, puxa, já vi tanta gente usando palavras inventadas, tipo "agendá" no lugar de "agendar"... Irritante! E estrangeirismos, meu Deus, a gente vive num mundo globalizado, mas às vezes a gente exagera, né? Principalmente em apresentações corporativas, em Lisboa, percebi isso.
Pleonasmo vicioso, aquele negócio de "subir para cima" ou "entrar para dentro"... parece que a pessoa quer reforçar demais, sabe? Me incomoda bastante. Já a ambiguidade, pode criar confusão. Teve uma vez, em 2019, que um e-mail mal escrito me fez quase perder uma venda importante de um produto meu (custou 150 euros), tudo por causa de uma frase confusa.
Cacofonia, essa é feia, aquelas combinações de sons desagradáveis. E arcaísmo, palavras antigas demais, que ninguém mais usa, a menos que seja em contextos específicos, claro, mas fora disso...
Ah, quase esqueci! Informações rápidas:
- Solecismo: Erro de sintaxe.
- Barbarismo: Erro de pronúncia ou grafia.
- Estrangeirismo: Uso excessivo de palavras estrangeiras.
- Pleonasmo vicioso: Repetição desnecessária de ideias.
- Ambiguidade: Dupla interpretação.
- Cacofonia: Sons desagradáveis.
- Arcaísmo: Uso de palavras antigas.
Quais são os vícios de linguagem mais comuns?
Ah, os vícios de linguagem, fantasmas que assombram a clareza... Lembra da minha avó, repetindo sempre "é como diz o ditado"? Um mantra, um porto seguro, mas, no fundo, um clichê. Clichês, expressões batidas, sem alma, como um disco riscado tocando a mesma nota.
- Clichês: "Alegria de pobre dura pouco"... quantas vezes ouvi isso? Frases feitas, sem frescor, que anestesiam a mente. A gente repete, repete, e a vida perde o gosto.
E o eco? A mesma palavra martelando, feito tambor furado. Insistência irritante, um loop infinito que me lembra daquele vizinho chato que não parava de tocar a mesma música no violão.
- Repetição excessiva: A cacofonia da redundância, o suplício do pleonasmo. "Subir para cima", "entrar para dentro"... A língua tropeçando nela mesma, tropeçando em bobagens que parecem desnecessárias.
Ah, a ambiguidade, o reino da confusão! Como decifrar os enigmas de um texto indeciso, que se esconde nas sombras da incerteza? Onde tudo e nada são possíveis...
- Ambiguidade: Duplo sentido, a charada indecifrável, o labirinto da interpretação.
E a redundância, o excesso desnecessário... Como aquela tia que me abraçava forte demais, esmagando meus ossos, repetindo mil vezes o quanto me amava.
- Redundância: O pleonasmo vicioso, o óbvio ululante, a informação que se repete, se repete, se repete, ad infinitum. A mesma ladainha...
Quais são os principais vícios da linguagem?
Ah, os vícios de linguagem, a galera que adora uma zoeira com o português! É tipo a turma do fundão da escola, sempre aprontando:
Ambiguidade: É tipo aquele seu amigo que fala, fala, e você não entende patavinas. Parece político em campanha, né?
Barbarismo: Imagina usar "abacate" pra tudo. Tipo, "E aí, abacate?" "Bora pro abacate?". Que horror!
Cacofonia: Quando as palavras se juntam e fazem um som... digamos, "peculiar". Tipo "uma mão". Credo!
Estrangeirismo: "Bora fazer um happy hour no shopping e depois um after no pub?". Aff, fala português, cara!
Hiato e Colisão: Encontro de vogais que soam estranho. É como ouvir duas pessoas falando ao mesmo tempo, dá um nó na cabeça!
Eco: Repetição irritante de sons. É tipo aquela música chiclete que gruda na sua cabeça e não sai mais.
Pleonasmo: Subir pra cima, descer pra baixo... Sério? Precisa mesmo explicar o óbvio?
Solecismo: É errar a concordância, a regência... É tipo usar garfo pra comer sopa. #fail
Preciosismo: Falar difícil só pra se mostrar. É tipo usar terno e gravata pra ir na padaria.
Plebeísmo: Gírias demais, vocabulário pobre. É tipo ir a um restaurante chique e pedir coxinha com catupiry.
Arcaísmo: Usar palavras que ninguém usa mais. É tipo falar "vosmecê" em 2024.
Parequema: Enfeitar demais o texto, encher linguiça. É tipo colocar glitter até no arroz com feijão. Ninguém merece!
O que são considerados vícios de linguagem?
São três da manhã, e a cabeça lateja. Estou pensando... em palavras. Em como elas… falham. A gente tenta dizer algo, e… sai torto.
Vícios de linguagem, né? É isso que me veio à mente. Uma coisa que me incomoda profundamente na escrita, sabe? Aquele peso de ineficiência, de falta de precisão.
Clichês: Ah, os clichês! "Chover canivetes", "a gota d'água", "o tempo voa"... Lições de gramática da sétima série que ecoam na minha cabeça até hoje. Lembro de uma redação que fiz sobre o amor, aos 15 anos, cheia deles. Que vergonha.
Pleonasmo: A repetição desnecessária. É como se a gente tivesse medo da própria frase, precisa reforçar cada palavra. "Subir para cima", "entrar para dentro"... Parecem tão... inúteis, tão vazias.
Cacofonia: Essa palavra, em si, já soa estranha. É a junção de sons que criam um efeito desagradável ao ouvido. Como aquele poema que eu escrevi, em 2021, sobre o mar... Um desastre sonoro. Ainda me arrepio.
O uso incorreto das palavras, as frases mal estruturadas... Às vezes, a gente escolhe a palavra errada, e o sentido se perde completamente, como um fio desenhado. Às vezes, é só falta de jeito mesmo, uma forma de preguiça mental.
Pensando bem... a linguagem, ela é tão frágil. E a gente, tão imperfeito para domá-la. É um processo constante de busca por precisão, de afiar as palavras como uma faca. Mas é uma luta solitária, às três da manhã.
Quais são os fatores que dificultam a comunicação?
A comunicação, essa danada, vive pregando peças. Lembro de um treinamento na empresa de logística, lá em Itapevi, ano passado... Que sufoco! A sala quente, o pessoal disperso. Vi na pele como a coisa desanda.
Dificuldades de comunicação:
- Ruído físico: O barulho dos caminhões passando, o ar condicionado quebrado. Impossível se concentrar!
- Linguagem: Termos técnicos demais, gírias que só uma parte entendia. Traduzir tudo era exaustivo.
- Falta de atenção: Celulares tocando, gente bocejando. A cabeça em outro lugar, sabe?
- Cultura: Uns mais calados, outros falantes demais. Encontrar o meio termo foi um desafio.
- Falta de feedback: Ninguém perguntava nada! Parecia que eu estava falando para as paredes. Frustrante demais!
E sabe o pior? No final, a avaliação do treinamento foi boa. Vai entender! Mas eu sei que a comunicação falhou em muitos momentos.
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