Quais são os principais vícios na comunicação?

132 visualizações
Os principais vícios de linguagem prejudicam a clareza e a eficácia da comunicação. São eles: Solecismo: erro de sintaxe. Barbarismo: erro de pronúncia ou grafia. Estrangeirismo: uso excessivo de palavras estrangeiras. Pleonasmo vicioso: redundância desnecessária. Ambiguidade: duplo sentido que confunde o leitor. Cacofonia: som desagradável pela junção de palavras. Arcaísmo: uso de palavras ou expressões antigas e em desuso.
Comentário 0 curtidas

Quais são os principais vícios de comunicação?

Nossa, vícios de comunicação… Lembro de um trabalho de português na faculdade, em 2017, em Coimbra, onde a professora, a Doutora Maria João, era super chata com o solecismo. Ela ficava tipo, "isso não é português!", se a gente usasse "o menino que eu vi ele". Ainda hoje me pego pensando nisso.

Barbarismo, puxa, já vi tanta gente usando palavras inventadas, tipo "agendá" no lugar de "agendar"... Irritante! E estrangeirismos, meu Deus, a gente vive num mundo globalizado, mas às vezes a gente exagera, né? Principalmente em apresentações corporativas, em Lisboa, percebi isso.

Pleonasmo vicioso, aquele negócio de "subir para cima" ou "entrar para dentro"... parece que a pessoa quer reforçar demais, sabe? Me incomoda bastante. Já a ambiguidade, pode criar confusão. Teve uma vez, em 2019, que um e-mail mal escrito me fez quase perder uma venda importante de um produto meu (custou 150 euros), tudo por causa de uma frase confusa.

Cacofonia, essa é feia, aquelas combinações de sons desagradáveis. E arcaísmo, palavras antigas demais, que ninguém mais usa, a menos que seja em contextos específicos, claro, mas fora disso...

Ah, quase esqueci! Informações rápidas:

  • Solecismo: Erro de sintaxe.
  • Barbarismo: Erro de pronúncia ou grafia.
  • Estrangeirismo: Uso excessivo de palavras estrangeiras.
  • Pleonasmo vicioso: Repetição desnecessária de ideias.
  • Ambiguidade: Dupla interpretação.
  • Cacofonia: Sons desagradáveis.
  • Arcaísmo: Uso de palavras antigas.

Quais são os vícios de linguagem mais comuns?

Ah, os vícios de linguagem, fantasmas que assombram a clareza... Lembra da minha avó, repetindo sempre "é como diz o ditado"? Um mantra, um porto seguro, mas, no fundo, um clichê. Clichês, expressões batidas, sem alma, como um disco riscado tocando a mesma nota.

  • Clichês: "Alegria de pobre dura pouco"... quantas vezes ouvi isso? Frases feitas, sem frescor, que anestesiam a mente. A gente repete, repete, e a vida perde o gosto.

E o eco? A mesma palavra martelando, feito tambor furado. Insistência irritante, um loop infinito que me lembra daquele vizinho chato que não parava de tocar a mesma música no violão.

  • Repetição excessiva: A cacofonia da redundância, o suplício do pleonasmo. "Subir para cima", "entrar para dentro"... A língua tropeçando nela mesma, tropeçando em bobagens que parecem desnecessárias.

Ah, a ambiguidade, o reino da confusão! Como decifrar os enigmas de um texto indeciso, que se esconde nas sombras da incerteza? Onde tudo e nada são possíveis...

  • Ambiguidade: Duplo sentido, a charada indecifrável, o labirinto da interpretação.

E a redundância, o excesso desnecessário... Como aquela tia que me abraçava forte demais, esmagando meus ossos, repetindo mil vezes o quanto me amava.

  • Redundância: O pleonasmo vicioso, o óbvio ululante, a informação que se repete, se repete, se repete, ad infinitum. A mesma ladainha...

Quais são os principais vícios da linguagem?

Ah, os vícios de linguagem, a galera que adora uma zoeira com o português! É tipo a turma do fundão da escola, sempre aprontando:

  • Ambiguidade: É tipo aquele seu amigo que fala, fala, e você não entende patavinas. Parece político em campanha, né?

  • Barbarismo: Imagina usar "abacate" pra tudo. Tipo, "E aí, abacate?" "Bora pro abacate?". Que horror!

  • Cacofonia: Quando as palavras se juntam e fazem um som... digamos, "peculiar". Tipo "uma mão". Credo!

  • Estrangeirismo: "Bora fazer um happy hour no shopping e depois um after no pub?". Aff, fala português, cara!

  • Hiato e Colisão: Encontro de vogais que soam estranho. É como ouvir duas pessoas falando ao mesmo tempo, dá um nó na cabeça!

  • Eco: Repetição irritante de sons. É tipo aquela música chiclete que gruda na sua cabeça e não sai mais.

  • Pleonasmo: Subir pra cima, descer pra baixo... Sério? Precisa mesmo explicar o óbvio?

  • Solecismo: É errar a concordância, a regência... É tipo usar garfo pra comer sopa. #fail

  • Preciosismo: Falar difícil só pra se mostrar. É tipo usar terno e gravata pra ir na padaria.

  • Plebeísmo: Gírias demais, vocabulário pobre. É tipo ir a um restaurante chique e pedir coxinha com catupiry.

  • Arcaísmo: Usar palavras que ninguém usa mais. É tipo falar "vosmecê" em 2024.

  • Parequema: Enfeitar demais o texto, encher linguiça. É tipo colocar glitter até no arroz com feijão. Ninguém merece!

O que são considerados vícios de linguagem?

São três da manhã, e a cabeça lateja. Estou pensando... em palavras. Em como elas… falham. A gente tenta dizer algo, e… sai torto.

Vícios de linguagem, né? É isso que me veio à mente. Uma coisa que me incomoda profundamente na escrita, sabe? Aquele peso de ineficiência, de falta de precisão.

  • Clichês: Ah, os clichês! "Chover canivetes", "a gota d'água", "o tempo voa"... Lições de gramática da sétima série que ecoam na minha cabeça até hoje. Lembro de uma redação que fiz sobre o amor, aos 15 anos, cheia deles. Que vergonha.

  • Pleonasmo: A repetição desnecessária. É como se a gente tivesse medo da própria frase, precisa reforçar cada palavra. "Subir para cima", "entrar para dentro"... Parecem tão... inúteis, tão vazias.

  • Cacofonia: Essa palavra, em si, já soa estranha. É a junção de sons que criam um efeito desagradável ao ouvido. Como aquele poema que eu escrevi, em 2021, sobre o mar... Um desastre sonoro. Ainda me arrepio.

O uso incorreto das palavras, as frases mal estruturadas... Às vezes, a gente escolhe a palavra errada, e o sentido se perde completamente, como um fio desenhado. Às vezes, é só falta de jeito mesmo, uma forma de preguiça mental.

Pensando bem... a linguagem, ela é tão frágil. E a gente, tão imperfeito para domá-la. É um processo constante de busca por precisão, de afiar as palavras como uma faca. Mas é uma luta solitária, às três da manhã.

Quais são os fatores que dificultam a comunicação?

A comunicação, essa danada, vive pregando peças. Lembro de um treinamento na empresa de logística, lá em Itapevi, ano passado... Que sufoco! A sala quente, o pessoal disperso. Vi na pele como a coisa desanda.

Dificuldades de comunicação:

  • Ruído físico: O barulho dos caminhões passando, o ar condicionado quebrado. Impossível se concentrar!
  • Linguagem: Termos técnicos demais, gírias que só uma parte entendia. Traduzir tudo era exaustivo.
  • Falta de atenção: Celulares tocando, gente bocejando. A cabeça em outro lugar, sabe?
  • Cultura: Uns mais calados, outros falantes demais. Encontrar o meio termo foi um desafio.
  • Falta de feedback: Ninguém perguntava nada! Parecia que eu estava falando para as paredes. Frustrante demais!

E sabe o pior? No final, a avaliação do treinamento foi boa. Vai entender! Mas eu sei que a comunicação falhou em muitos momentos.