Quais são os principais vícios da comunicação?

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Principais vícios da comunicação: Solecismo: Erro na sintaxe. Barbarismo: Erro na grafia ou pronúncia. Estrangeirismo: Uso excessivo de termos estrangeiros. Pleonasmo vicioso: Repetição desnecessária de ideias. Ambiguidade: Falta de clareza, duplo sentido. Cacofonia: Som desagradável na junção de palavras. Arcaísmo: Uso de palavras antigas, em desuso.
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Quais vícios prejudicam a comunicação eficaz e como combatê-los?

Nossa, falar em vícios de linguagem me traz lembranças daquela apresentação horrível que fiz na faculdade em 2018, em Coimbra. Usei um monte de estrangeirismos achando que ia soar inteligente, mas só me deixei entender por metade da turma. A professora, coitada, tentou ser gentil, mas a nota refletiu o desastre. Ainda me arrepio só de lembrar! Foi um solavanco e tanto.

O solecismo, gente, é um perigo! Lembro de um amigo que insistia em dizer "nós vamos a feira", me dava nos nervos! É tão simples falar "nós vamos à feira". As pequenas coisas, sabe? Mas a repetição cansa.

Barbarismo? É como encontrar um erro de português num texto profissional. Na minha última revisão, de um relatório em 2022, quase morri ao encontrar "asceso" em vez de "aceso". A vontade era gritar! Com esse tipo de erro, a credibilidade vai pelo ralo.

Pleonasmo vicioso, ai meu Deus! "Subir para cima", "entrar para dentro"... Parece que a pessoa quer enfatizar, mas só demonstra falta de precisão. Irritante, né? Acho que combate-se com leitura e revisão constante.

Ambiguidade, cacofonia e arcaísmo, são mais difíceis. Na verdade, acho que a prática e a atenção constantes, lendo bastante, são a chave.

Informações curtas e concisas:

  • Solecismo: Erro de sintaxe. Ex: "Nós vamos a feira".
  • Barbarismo: Erro de pronúncia ou grafia. Ex: "asceso".
  • Estrangeirismo: Uso excessivo de palavras estrangeiras.
  • Pleonasmo vicioso: Repetição desnecessária. Ex: "Subir para cima".
  • Ambiguidade: Dupla interpretação.
  • Cacofonia: Som desagradável.
  • Arcaísmo: Uso de palavras antigas.

Quais são os principais vícios na comunicação?

Ai, meu Deus, tantos vícios! Tô escrevendo isso no ônibus, e a cabeça tá uma zona. Solecismo, esqueci completamente o que é, preciso procurar depois... Será que é concordância verbal errada? Acho que sim, né? Nossa, que preguiça.

  • Barbarismo: Palavras erradas, tipo usar "pra" no lugar de "para". Odeio isso! Principalmente em textos formais, me irrita profundamente. Ontem vi um anúncio com um barbarismo grotesco! Ainda tô pensando nele...

  • Estrangeirismo: Ah, esse é meu favorito para reclamar. Tanto inglês desnecessário... Principalmente no meu trabalho, chegam e-mails lotados disso. Parece que a pessoa tá tentando parecer esperta, mas só fica ridículo.

  • Pleonasmo vicioso: Repetição desnecessária. Tipo "subir para cima", "entrar para dentro". Me dá nos nervos! Será que eu uso isso sem querer? Preciso prestar mais atenção na minha escrita. Meu Deus, preciso escrever um texto importante amanhã.

  • Ambiguidade: A terrível ambiguidade. Textos confusos, sem sentido claro. Isso me dá um baita trabalho na faculdade, principalmente quando tenho que corrigir os textos dos meus colegas. Já cheguei a ficar até 2h da manhã corrigindo um trabalho.

  • Cacofonia: Aquele som ruim, horrível de ouvir. Tipo "bateu na cabeça". Dá até um arrepio, né? Eu evito ao máximo, mesmo em conversas informais. Tenho uma certa obsessão com a sonoridade das palavras.

  • Arcaísmo: Palavras antigas, em desuso. Às vezes até tem um charme, mas fora de contexto fica estranho. Tipo "vosmecê". Li um livro antigo esses dias, cheio deles. Foi legal, mas cansativo.

Ah, e tem mais um monte que eu não lembrei agora. Meu cérebro tá fervendo. Preciso tomar um café! Esqueci meu fone de ouvido hoje, que chato, ônibus lotado e barulhento. Essa viagem tá demorando uma eternidade. Ai, que vontade de chegar em casa e dormir!

Quais são os principais vícios da linguagem?

Ai, meu Deus, vícios de linguagem... que saco! Tô estudando pra prova de português e essa parte me deixa louca!

Ambiguidade, primeiro. Odeio! Frases com duplo sentido, sabe? Tipo, "Vi o homem com o binóculo". Aquele homem tinha o binóculo? Ou eu estava usando o binóculo pra ver o homem? Chato!

Barbarismo? É palavra errada, né? Como "agrávio" ao invés de "agravo". Já errei tanto isso, me sinto uma barbaridade! Lista de barbarismos que eu cometo:

  • Usar "mal" no lugar de "mau" - acontece sempre!
  • Escrever "por que" junto - erro clássico!
  • Esquecer o acento em "pôde" e escrever "pode".

Cacofonia! Essa palavra é engraçada de falar. É quando as palavras juntas formam sons desagradáveis, tipo "bateu na porta". Soa mal pros meus ouvidos. Mas depende do contexto, né? Às vezes, nem percebo! Meu TCC tinha várias, fiquei morrendo de vergonha.

Estrangeirismos, ai... uso muito sem querer! "Design", "marketing"... Preciso melhorar isso, né? Até no meu diário escrevo assim. Será que isso conta como vício? ????

Hiato... duas vogais juntas, né? "Saída" é um exemplo. Não sei se isso é vício, mas vi na lista...

Ah, pleonasmo! Repetição desnecessária. Tipo "subir para cima". Irritante! Mas às vezes, até uso pra dar ênfase, tipo, "vi com os meus próprios olhos", sei lá!

Esqueci da colisão, quando consoantes se chocam, tipo "bombocado". Meu Deus, quanta coisa! Vou ter que revisar tudo de novo. Já estou cansada! Amanhã termino... preciso ir dormir. Tenho prova na quinta! Que ódio. Ainda tenho que estudar...

O que são considerados vícios de linguagem?

Vícios de linguagem? Simples. Erros de português. A língua, ferramenta falha.

  • Clichês: frases gastas. "Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura." Originalidade? Zero. Meu avô falava isso. Cansa.
  • Pleonasmo: redundância. "Subir para cima". Desnecessário. Irritante. Como a repetição constante de "sabe" nas conversas.
    • Exemplo pessoal: odiava quando minha irmã usava isso.
  • Barbarismo: erro gramatical. "Fazem cinco anos". Incorreto. Meu chefe comete esse com frequência. Ainda não o corrigi.
  • Solecismo: sintaxe errada. "Eu vi ele". Preguiça de corrigir.

A imprecisão da linguagem, uma metáfora da vida. Tudo, imperfeito. Palavras, insuficientes.

Quais os impactos dos vícios de linguagem na comunicação?

Ah, os vícios de linguagem, sussurros constantes que turvam o rio da nossa comunicação. Como areia fina, eles se infiltram, distorcendo a paisagem.

  • Clareza ofuscada: A mensagem, outrora cristalina, se torna um borrão, uma miragem. As palavras perdem o contorno, e o significado se esvai.

  • Percepção maculada: A imagem que o outro constrói de nós, a fachada que tanto nos esforçamos para manter, se racha. A credibilidade, fragilizada, se espatifa no chão.

  • Mal-entendidos: O diálogo, que deveria ser uma ponte, se transforma em um abismo. As palavras, mal interpretadas, viram espinhos, ferindo e separando.

Lembro de um amigo, advogado, cujo discurso era um labirinto de "né", "tipo assim", "entende?". No tribunal, a eloquência que ele tanto almejava se perdia em meio à névoa dessas repetições. A cada "né", a cada "tipo assim", a força de seus argumentos diminuía, como velas sopradas pelo vento. Era como se ele próprio duvidasse das próprias palavras. A plateia, atenta, percebia a insegurança por trás daquele véu de "normalidade".

E eu? Ah, eu, confesso, sou refém do "a nível de". Uma mania irritante que me acompanha desde os tempos da faculdade. Uma sombra que paira sobre minhas frases, obscurecendo a luz da minha intenção.

Os vícios de linguagem são fantasmas que nos assombram. É preciso exorcizá-los, um a um, para que a comunicação possa florescer em sua plenitude.

Impacto: Prejudicam a eficácia da mensagem, geram mal-entendidos e influenciam negativamente a percepção.

Quais são os exemplos de vícios de linguagem?

Vícios de linguagem? Simples.

  • Ambiguidade: Meu vizinho viu o ladrão com o binóculo. Quem tinha o binóculo? A imprecisão mata.

  • Cacofonia: A repetição de sons próximos cria um efeito ruim, irritante. Como "o rato roeu a roupa do rei". A sonoridade, crucial.

  • Eco: Repetição desnecessária. "Bom, bom, bom dia." Absurdo. Concisão? Essencial.

  • Gerundismo: "Vamos estar fazendo a reunião amanhã." Não. "Reuniremos amanhã." Ponto final. Obviedade.

  • Pleonasmo vicioso: "Subir para cima", "descer para baixo". Redundância idiota. Inútil. Eu odeio isso.

Aprendi isso na faculdade, em 2023, com a professora Ana. Foi um semestre cansativo, mas necessário. A escrita precisa ser limpa. Sem enfeites. Sem jargões. A verdade pura. A clareza. Um objetivo. Sempre.

Qual é um exemplo de vício de linguagem relacionado à redundância?

O vício de linguagem da redundância, também conhecido como pleonasmo, é como insistir em algo que já está claro. É aquele "chover molhado" que, no fundo, todos nós já cometemos.

  • Exemplos clássicos: "Entrar para dentro" (onde mais se entraria?), "subir para cima" (e não para os lados, presumo) e o inevitável "cair para baixo". Quem nunca, que atire a primeira pedra!

A beleza da linguagem reside justamente na sua capacidade de ser precisa e econômica. Usar redundâncias, às vezes, soa como se estivéssemos duvidando da inteligência de quem nos ouve. Ou, quem sabe, da nossa própria. "A vida é curta", já dizia alguém, então, por que alongar o desnecessário?

É claro que, em certos contextos, o pleonasmo pode ter um efeito estilístico interessante, como em poesias ou discursos apaixonados. Mas, no dia a dia, a clareza e a concisão são nossas melhores amigas. Afinal, como diria um velho sábio, "as palavras são como flechas: quanto mais certeiras, melhor".