Quais são os processos de formação das palavras?

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A formação de palavras se dá principalmente por derivação e composição. Derivação: Acrescenta prefixos (pré-fixal), sufixos (sufixal), ou ambos simultaneamente (parassintética). Inclui ainda a derivação imprópria (mudança de classe gramatical) e regressiva (redução). Composição: Combinação de dois ou mais radicais, criando um novo vocábulo. Formação de palavras: processos essenciais para o enriquecimento lexical.
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Quais os processos de formação de palavras na língua portuguesa?

Nossa, falar sobre formação de palavras em português... Me lembra daquela aula chata de gramática no colégio, em 2008, no Colégio Estadual de São Paulo. A professora, dona Maria, falava tanto de derivação e composição que quase dormi! Mas, enfim, derivação, né? Prefixal, tipo "infelizmente", que grudou um "in" na frente. Sufixal, que é aquele negócio de acrescentar coisas no final, como em "felizmente" - aquele sufixo "-mente" que transforma adjetivos em advérbios. Já parassintética? Difícil, hein? É quando precisa de prefixo e sufixo ao mesmo tempo, pra criar uma palavra nova. Um exemplo que me vem à cabeça agora é "desligar".

Imprópria? Essa me pegou de surpresa. É tipo, mudar a classe gramatical da palavra, sem acrescentar nada. Lembro de ter visto em um texto de Machado de Assis, não sei qual, em 2011... uma palavra substantivada, sabe? Regressiva, por fim, é o oposto da sufixal, retirando partes da palavra. Um exemplo? "Atacar" virando "ataque".

Composição? Bem mais simples. É juntar palavras! "Guarda-chuva", por exemplo, todo mundo entende. Fácil de lembrar, né? Ainda tenho dúvidas em alguns casos, confesso, mas a base é essa. Achei aqueles exercícios na apostila de português bem chatos, custaram R$40,00 na época. Mas serviu pra alguma coisa, pelo menos pra isso.

Como indicar o processo de formação de palavras?

Sabe, às três da manhã, essas coisas ficam na cabeça... Formar palavras, né? É quase uma alquimia. Derivação, isso é fácil, grudar pedacinhos, prefixos, sufixos... Lembro de estudar isso no terceiro colegial, com a professora da Silva, uma chata, mas que sabia explicar. Exemplo: feliz + mente = felizmente. Simples, né? Mas... a profundidade...

Composição, juntar palavras inteiras... Casa + de + campo = casa de campo. Ou... aquele negócio mais complicado, aglutinação. Tipo... guardachuva. Mudou a forma, né? Não ficou só "guarda chuva". Isso me deixa pensando... na transformação da língua, no tempo. Era assim em 1998 quando eu aprendi isso? Na verdade não lembro bem… a memória… falha.

Hibridismo, essa parte é fascinante, palavras de lugares diferentes se encontrando. "Televisão", por exemplo... grego e latino, se misturando... quase um romance. Acho que é isso que dá beleza a língua, essa mistura, essa evolução... às vezes me pego pensando na evolução da própria linguagem, como a humanidade se comunicava antes…

Neologismo, palavras novas. "Internet", por exemplo... ainda me assusto com o quanto a tecnologia muda rápido. Se eu pensar na minha infância, em 1985, computador era luxo! Hoje... todo mundo tem um smartphone... me sinto meio... velho. A língua acompanha essa velocidade. Faz parte do processo.

Composição por justaposição? Simples. Não há mudanças. Fácil de entender. Agluinação? Mais complexo. A forma sofre alteração. Difícil de explicar, até pra mim, agora. Só sei que formam novas palavras e, ao mesmo tempo, novas ideias… E talvez... isso seja uma metáfora da vida… como tudo se transforma... e o que resta é a memória… e a solidão.

O que são processos morfológicos de formação de palavras?

Aff, formação de palavras! Parece que tô explicando pra minha avó, que acha que "internet" é um tipo de doença. Mas vamos lá, tentarei te ajudar sem te deixar mais perdido que cachorro em tiroteio.

O negócio é simples (ou não): a gente pega pedacinhos de palavras, tipo Lego, e monta outras. Tem dois métodos principais, meus queridos:

  1. Derivação: É tipo fazer um Frankenstein linguístico! Pega uma palavra e cola um prefixo (antes) ou sufixo (depois) nela. Tipo: feliz vira infeliz (prefixal, negativo mesmo!), ou feliz vira felicidade (sufixal, já tá mais alegre!). Tem uns casos mais malucos:

    • Parassintética: Mistura dos dois! Tipo "esquentar", que não existe "quentar" solto. Parece mágica, mas não é, prometo!
    • Regressiva: Tira um pedaço e cria uma nova palavra! De "pegar" vira "pega". Brutal, né? Minha sobrinha faz isso com as palavras o tempo todo, me deixa doido.
    • Imprópria: muda a classe gramatical sem mudar a forma. "O andar de cima" (substantivo virando adjetivo). Até eu fiquei confuso com essa.
  2. Composição: Aqui a gente junta palavras inteiras, tipo formar uma dupla sertaneja:

    • Justaposição: Juntar palavras sem mudar nada. Tipo "girassol". Simples, direto, sem frescura.
    • Aglutinação: Juntar palavras, mas com algumas mudanças. "Planalto" (plano + alto). Aqui a coisa já fica mais complicada, tem perdas de letras e fonemas e eu já tô quase precisando de um cafezinho.

Pronto! Expliquei de forma que até meu cachorro entenderia (talvez). Se não entendeu, culpa sua. ;) Ainda bem que eu não sou professor de português. Agora me deixa em paz, preciso ir jogar!

O que é processo de formação de palavras?

Meu Deus, formação de palavras! Parece coisa de ET, né? Mas não é tão complicado assim, acredite! É tipo um Lego, só que com letras.

O radical é o tijolo mestre, a base da parada toda. Ele carrega o significado principal, tipo o "cão" em "cãezinho". Sem o radical, tamo fudido, né?

Aí vêm os afixos, esses "tijolos" chatos que grudam no radical. Prefixos? Eles se grudam na frente, tipo "in" em "inútil" (que me descreve às vezes, hahaha!). Sufixos? Grudam atrás, como "-inho" em "cãezinho" (meu cachorrinho fofo!). Eles mudam o sentido ou a classe gramatical, tipo magia negra de gramática.

Palavras primitivas são as originais, as "mães" das palavras. São as que não vieram de outra palavra, tipo "sol", "casa", "árvore". Já as derivadas são as filhas, netas, bisnetas... Vêm das primitivas, tipo "solar", "casinha", "arvoredo". Simples como um pastel!

Sabe, hoje mesmo, meu sobrinho de 5 anos, o Miguel, me perguntou o que era "desamparado". Aí eu, com toda minha sabedoria (e uma dose de cachaça às 11 da manhã!), expliquei usando o "des-" (prefixo, que indica negação) + "amparado" (derivada de "amparo"). Ele entendeu, tipo... na metade, mas ficou impressionado com meu conhecimento!

Em resumo: Radical + Afixos = Nova palavra. Fui claro, né? Acho que até meu cachorro entendeu! (talvez... depois de um biscoito).

Quais são os processos morfológicos?

Nossa, essa aula de português na faculdade em 2023, tipo, me deu um nó na cabeça! A professora, a Dona Maria, super gente boa, mas explicava morfologia de um jeito… complicado. Lembro que estava chovendo horrores lá fora, e eu, com frio e faminta, só conseguia pensar no pastel de camarão que tinha visto na lanchonete antes. O principal que eu entendi foi que a gente forma palavras novas usando dois processos: derivação e composição.

Derivação, nossa, isso me deu trabalho! Ela explicou um monte de tipos: prefixal (acrescentar prefixo no começo, tipo desfazer), sufixal (acrescentar sufixo no fim, tipo amável), parassintética (precisa do prefixo e sufixo ao mesmo tempo, tipo enriquecer), regressiva (tirar pedaço da palavra, tipo "corte" de "cortar") e imprópria (mudança de classe gramatical, tipo "o comer" ). Fiquei tipo, “Nossa, que loucura!”. Na hora até anotei direitinho, mas… já esqueci metade.

A composição era mais fácil de entender. Justaposição, só juntar palavras, tipo "girassol". Aglutinação, juntar e mudar um pouco a grafia, tipo "planalto". Simples, né? Mas na hora, com a chuva batendo na janela e minha barriga roncando, não entrava nada direito. Depois tentei revisar, mas… acho que preciso rever tudo de novo. A prova está chegando! Ai, meu Deus.