Quais são os tempos do modo conjuntivo?
Descubra os tempos verbais do modo conjuntivo em português?
Pois, sobre o conjuntivo em português, olha, é daquelas coisas que te fazem pensar um bocado, sabes. Lembro-me bem das aulas na faculdade, em Lisboa, lá para 2010, na altura achava aquilo um bicho de sete cabeças. É que não é só dizer 'eu como', tens de imaginar cenários. É uma forma de olhar para o futuro ou para algo que não é certo, sinto eu.
Na verdade, não são assim tantos, o que ajuda um pouco. Temos o presente, tipo 'que eu coma', para quando estás a falar de algo que esperas que aconteça agora ou no futuro próximo. E depois vem o pretérito imperfeito, que é mais para situações passadas, mas que não se concretizaram bem ou eram apenas uma condição, como 'se eu comesse'. Isso sempre me baralhou.
E depois tens o futuro do conjuntivo. Esse é mais sobre o que será, mas ainda com uma dose de incerteza, sabes. Tipo, 'quando eu comer' ou 'quando tu fores'. Lembro-me de uma vez, lá para 2017, na Figueira da Foz, a minha avó disse 'quando vieres cá outra vez, trago-te o doce'. Essa incerteza no futuro, mas com esperança, é o que me faz gostar dele.
Então sim, basicamente são esses três: o presente, o pretérito imperfeito e o futuro. É o conjunto para exprimir incerteza, desejo, dúvida, ou algo que dependa de uma condição. Para mim, é a parte da língua que nos obriga a imaginar. Não é sobre o que é, mas sobre o que pode ser, o que se deseja, o que talvez aconteça. É quase filosófico, se pensares bem.
Os tempos verbais do modo conjuntivo em português são: presente, pretérito imperfeito e futuro.
Quais são os tempos do conjuntivo?
Os tempos do conjuntivo (ou subjuntivo) são o presente, o pretérito imperfeito e o futuro.
conjuntivo... ou subjuntivo? sempre me confundo, mas é a mesma coisa. Presente, pretérito imperfeito e futuro. Esses são os tempos principais desse modo verbal meio misterioso, né? Tipo, ele serve pra expressar coisas incertas, tipo dúvida ou desejo. Lembro da Dona Lúcia na 6ª série, ela falava "se eu fosse, se ele viesse". Que agonia! Mas hoje, na boa, faz sentido.
A gente usa muito sem perceber, juro. Na verdade, é essencial pra dar nuance. Minha mãe mesmo, às vezes, fala errado e me dá nos nervos. Tipo, "espero que vai tudo bem", sabe? O certo é "espero que vá". Pequeno detalhe, mas faz TODA a diferença. É a incerteza ali.
Pra que serve? Pra mostrar:
- Desejo ou vontade:Quero que venha logo.
- Dúvida ou incerteza:Talvez eu vá ao cinema.
- Condição ou hipótese:Se ele fizesse isso, seria bom.
- Ordem (indireta):Pediu que eu comprasse o pão.
Eu lembro do futuro do conjuntivo. 'Quando eu for, se tu fores, se ele for'. Era uma pegadinha! Ninguém fala "se tu fores", né? Mas tá lá nas regras. Engraçado como a língua escrita e a falada são diferentes. Mas é importante saber a forma culta, especialmente pra escrever. Tipo, e-mails de trabalho ou coisa assim.
Minha opinião é que o subjuntivo é essencial. Sem ele, a gente perde a capacidade de expressar tantas nuances, sabe? Ficaria tudo muito direto, muito robótico. Tipo, eu não sou um robô! Prefiro essa bagunça de "se eu quisesse", "que ele faça". Dá mais vida à conversa, né? Ele permite expressar um mundo de possibilidades e emoções que o indicativo simplesmente não alcança.
Quanto tempo tem o modo conjuntivo?
O modo conjuntivo abarca seis tempos verbais. Distribuem-se em três formas simples e três compostas.
É o reino da incerteza, da hipótese. Diferente do indicativo que afirma o mundo tangível, o conjuntivo lida com o que pode ser, o desejo, a dúvida. Um universo de potencial, não de fato. Lembro da época, na aula, a gente conjugar aquilo. Custou, mas pegou.
- Presente do Conjuntivo: Que eu faça
- Pretérito Imperfeito do Conjuntivo: Se eu fizesse
- Futuro do Conjuntivo: Quando eu fizer
- Pretérito Perfeito Composto do Conjuntivo: Que eu tenha feito
- Pretérito Mais-que-Perfeito Composto do Conjuntivo: Se eu tivesse feito
- Futuro Composto do Conjuntivo: Quando eu tiver feito
Como se conjuga o verbo no conjuntivo?
Para conjugar um verbo no Pretérito Imperfeito do Conjuntivo, remove-se a terminação -ram da 3ª pessoa do plural do Pretérito Perfeito do Indicativo e adicionam-se as terminações -sse, -sses, -sse, -ssemos, -sseis, -ssem.
...
são quase duas da manhã. e a cabeça não para... fica voltando nessas coisas de gramática. parece bobagem, mas às vezes uma regra fica martelando, como uma música antiga. o conjuntivo... sempre foi um fantasma pra mim. até que um dia, na faculdade de letras, um professor mostrou o truque. um atalho que simplificou tudo.
a lógica é fria, quase matemática. e funciona sempre, mesmo com os verbos mais estranhos.
O ponto de partida é a 3ª pessoa do plural do Pretérito Perfeito. Pense em "eles". Eles amaram. Eles quiseram. Eles puseram. É sempre daí que tudo começa.
Depois, você arranca o -ram do final. É quase violento, mas necessário. De quiseram, sobra quise-. De puseram, sobra puse-. A base está ali, nua.
Agora é só colar o final do imperfeito do conjuntivo. -sse, -sses, -sse, -ssemos, -sseis, -ssem. É como um carimbo. Se eu quisesse. Se tu pusesses. Se nós amássemos.
essa regra me salvou tantas vezes nas provas de sintaxe. quando todo mundo se perdia, eu só pensava... "eles fizeram", "eles tiveram". era meu segredo. uma pequena certeza no meio de tanta teoria.
é engraçado como a língua funciona. uma peça se encaixa na outra, mesmo no caos. "se eu fizesse"... "se nós amássemos"... soa como algo que nunca aconteceu. ou que um dia, quem sabe, poderia ter acontecido. um tempo verbal para arrependimentos e esperanças. talvez por isso ele volte assim, de madrugada.
Como se conjuga o verbo ser no conjuntivo?
Okay, vamos lá. Conjugação de "ser" no conjuntivo... sempre uma dor de cabeça pra mim isso. Lembro da época da escola, tipo uns 15 anos atrás, sei lá, na sétima série, a professora Dona Márcia martelando isso na nossa cabeça. Ela sempre dizia: "É para expressar desejo, dúvida, incerteza!". Minha cabeça dava um nó.
Poxa, esse tal de modo conjuntivo (ou subjuntivo, tanto faz, né?) parece q foi feito pra complicar a vida. Eu sempre misturava com o indicativo, achando q ia dar no mesmo. Mas não dá! Mudei pra Brasília há 5 anos, e aqui a galera pega pesado com a gramática, parece q todo mundo é professor de português.
Lembro daquele dia que mandei um email pro meu chefe, usei "seje" sem querer, quase morri de vergonha. Ele não falou nada, mas sei q ele notou. Fiquei pensando nisso por dias. Qual a dificuldade de gravar isso, gente?
É pra quando a gente quer que algo seja de um jeito. Tipo, "espero que você seja feliz". Ou, "duvido que ele seja capaz". Ah, e tem aquela regra de que usa o conjuntivo depois de "que" em certas frases, né? Tipo "é importante que...", "é necessário que...".
Mas a conjugação mesmo, essa é pra botar na cabeça e não esquecer. A parte mais importante pra responder a pergunta é essa:
- [que] eu seja
- [que] tu sejas
- [que] ele ou ela seja
- [que] nós sejamos
- [que] vós sejais
- [que] eles ou elas sejam
Olhando assim, até q não é tão difícil. Mas na hora de falar ou escrever, a gente sempre pensa duas vezes, né? Pelo menos eu. É que a gente usa tanto "ser" no dia a dia q esquece q ele se transforma assim.
Meu sobrinho, o Pedro, tem 8 anos e já começa a aprender essas coisas na escola. Daqui a pouco ele vai me corrigir, certeza! Imagina? Criança corrigindo adulto. Ai, ai. A língua é viva, mas as regras são teimosas.
Eu sempre me enrolo com o "tu" e o "vós". Quem usa "vós" hoje em dia? Só em textos antigos ou se você for de Portugal, ou da Bíblia. No Brasil, quase ninguém fala "vós sejais", a gente fala "vocês sejam", né?
É uma loucura pensar nas diferenças regionais da língua. Mesmo dentro do Brasil, a gente tem tanta variação. É tipo um universo de sotaques e jeitos de falar. E a gramática tenta dar conta de tudo isso.
Mas é isso, o importante é saber essa tabela. Depois, na prática, a gente adapta. Mas a forma correta e padrão é essa aí. Me sinto mais seguro quando tenho uma cola dessas por perto. Pelo menos pra não passar vergonha de novo.
Como se conjuga o verbo fazer no modo conjuntivo?
Puxa vida, hoje a cabeça deu um nó com esse conjuntivo do fazer. Por que é tão complicado, né? Sempre me dava dor de cabeça na escola. Lembro da minha professora, Dona Clara, ela era super rígida com isso. Dizia que era essencial, mas a gente só queria jogar bola. Que tempo, meu deus.
Até meu filho, o João, veio me perguntar semana passada. Ele tá no sexto ano agora e começou a ver esses tempos verbais mais chatos. Me perguntou: "pai, como que fala se eu quiser que uma coisa aconteça, mas não aconteceu ainda?" E eu pensei, "putz, ele quer o conjuntivo!".
Pra quem precisa da informação direta, sem enrolação, a conjugação do verbo fazer no modo conjuntivo é assim, bem claro:
Presente do Subjuntivo:
- que eu faça
- que tu faças
- que ele faça
- que nós façamos
- que vós façais
- que eles façam
Pretérito Imperfeito do Subjuntivo:
- se eu fizesse
- se tu fizesses
- se ele fizesse
- se nós fizéssemos
- se vós fizésseis
- se eles fizessem
Futuro do Subjuntivo:
- quando eu fizer
- quando tu fizeres
- quando ele fizer
- quando nós fizermos
- quando vós fizerdes
- quando eles fizerem
Esse futuro, "quando eu fizer", é o campeão de erros, né? Muita gente fala "quando eu fazer". Me irrita um pouco quando ouço, mas sei que é fácil de confundir. Fico pensando no porquê disso. É a informalidade batendo na gramática, eu acho.
Outro dia, na fila do banco, ouvi uma senhora falando "se ele fazer isso" e me deu um arrepio. Temos que policiar a língua. Pra que serve o conjuntivo? Pra expressar desejo, dúvida, condição. É o reino da incerteza, da hipótese. Um jeito diferente de encarar a realidade, o que pode ser.
Lembro bem de quando eu fiz intercâmbio em Coimbra, Portugal. Tentei usar "se eu fazer" e meu colega, o Tiago, me corrigiu na hora. Tipo, "ah, é fizer, pá!". Que vergonha que passei! Mas nunca mais errei. A prática realmente fixa as coisas.
Sei lá, as vezes a gente se pergunta se essa complexidade toda é necessária. Mas é a riqueza da língua, né? E o "que nós façamos"? Soava super formal pra mim, mas é o certo. Ninguém fala isso no dia a dia, ou quase ninguém. Deveríamos usar mais? Fica a dúvida.
Como conjugar o verbo haver no conjuntivo?
A noite, sabe, ela sempre traz essas reflexões sobre as palavras. Como um verbo, "haver-se", pode carregar tantos sentidos, dependendo de como o usamos. É mais que apenas existir; é sobre como a gente se vira, como se porta diante de algo, ou como se comporta. É uma dança lenta, essa da gramática, onde cada passo importa. Eu, por exemplo, sempre tive um respeito meio melancólico pelos verbos no conjuntivo. Eles trazem uma incerteza, uma condição, um desejo que ecoa bem com o silêncio da madrugada.
Para conjugar o verbo haver-se no conjuntivo, que expressa essa nuance de comportamento ou arranjo, seguimos estas formas:
Conjuntivo Presente (para expressar desejo, dúvida ou possibilidade no presente):
- que eu me haja
- que tu te hajas
- que ele se haja
- que nós nos hajamos
- que vós vos hajais
- que eles se hajam
Conjuntivo Pretérito Imperfeito (para expressar condição ou desejo no passado, ou uma hipótese):
- se eu me houvesse
- se tu te houvesses
- se ele se houvesse
- se nós nos houvéssemos
- se vós vos houvésseis
- se eles se houvessem
Conjuntivo Futuro (para expressar uma ação futura que depende de uma condição):
- quando eu me houver
- quando tu te houveres
- quando ele se houver
- quando nós nos houvermos
- quando vós vos houverdes
- quando eles se houverem
É interessante notar como a forma pronominal muda tudo. O "haver-se" (com o pronome reflexivo) geralmente significa:
- Comportar-se: como em "Espero que ele se haja bem na nova situação." – aqui, espera-se um bom comportamento.
- Arranjar-se, lidar com uma situação: "Se eu me houvesse de resolver isso, faria diferente." – indicando a forma de gerir um problema.
- Ter relações ou comunicar-se com alguém: "Ele sempre se houve bem com os colegas." – embora essa seja uma construção menos comum hoje em dia.
A maioria das pessoas esquece essa particularidade do verbo "haver" quando ele vem acompanhado do pronome. Meu avô, que era um homem de poucas palavras mas muito correto, sempre dizia: "É preciso saber se haver com a vida." Ele nunca precisava de um livro de gramática, a sabedoria dele vinha da prática, da escuta, e de uma paciência sem fim. Para mim, essa forma de "haver-se" carrega um peso de responsabilidade pessoal, um pouco como o peso que a noite trás. É sobre encarar as coisas. O conjuntivo, de certa forma, sempre pareceu a voz da incerteza, do "e se", que acompanha essas reflexões noturnas. É um verbo que, em suas nuances, me faz pensar sobre como a gente se "há" em meio a tudo.
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