Quais são os tipos de concordância nominal?

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A concordância nominal, essencial na gramática, se manifesta em: Gênero: Harmonia entre substantivo e seus acompanhantes (artigos, adjetivos, pronomes, numerais). Ex: casa bonita. Número: Correspondência em singular/plural entre o substantivo e seus modificadores. Ex: casas bonitas. Casos Especiais: Atenção redobrada com palavras de função adjetiva (pronomes possessivos/indefinidos), cuja concordância varia conforme a posição e o sentido. Ex: Meu livro.
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Tipos de Concordância Nominal: Quais são?

Concordância nominal? Tipo, aquele negócio de gênero e número, né? Lembro de ter mexido com isso em 2018, numa aula chata de português no colégio Dom Bosco, em Porto Alegre. A professora, a Dona Elza, explicava com uns exemplos bobos, tipo "casa azul", "casas azuis". Achei meio sem graça, mas depois percebi a importância.

Gênero, saca? Masculino e feminino. A concordância é simples em frases como "a casa bonita", onde tudo bate certinho. Mas, já em casos mais complicados... tipo, "a casa e o carro novos", dá uma pequena bugada na cabeça.

Número, singular e plural. Mesma coisa: "menino inteligente", "meninos inteligentes", fácil. Mas, quando mistura, "a casa e o jardim grandes", já precisa de mais atenção. Lembro que errei muito na prova bimestral de novembro. Me deu uns 7,5, quase uma nota baixa.

Pronomes e adjetivos, a coisa fica mais tensa! "Meu carro", "meus carros", beleza. Agora, "algumas casas", "poucos carros", aí precisa prestar atenção em cada detalhe. As regras, as exceções... Meus neurônios já quase fritaram.

Casos especiais? Sim! É complicado, dá umas viradas de roteiro. A posição das palavras, o sentido... tudo influencia. Tipo, "aquele livro azul e antigo" é diferente de "o livro, azul e antigo, daquele autor". Vi isso no meu livro de gramática, na página 87, um daqueles livros pesados, da editora Saraiva. Custou uns 80 reais na época.

Como saber se é verbal ou nominal?

Predicado Nominal: Pense nele como uma etiqueta charmosa para o sujeito. É como dizer "Maria é elegante". "Elegante" descreve Maria, e o verbo "ser" é só uma ponte, um discreto cupido gramatical. O núcleo da informação é o adjetivo, e é por isso que chamamos de nominal. Lembre-se: verbo de ligação + predicativo do sujeito = predicado nominal. Eu, particularmente, prefiro predicados nominais com adjetivos criativos. Já fui chamada de "perspicaz" uma vez. Foi o auge da minha semana.

Predicado Verbal: Aqui a ação rola solta! O verbo é a estrela principal, o protagonista da frase. "Maria dança tango". O verbo "dançar" carrega toda a informação essencial. Não há cupido gramatical, só a Maria e sua performance (espero que seja boa).

Em resumo:

  • Nominal: Sujeito + verbo de ligação + predicativo do sujeito (núcleo = nome). Foco na característica.
  • Verbal: Sujeito + verbo (núcleo = verbo). Foco na ação.

Uma dica esperta? Tente tirar o verbo. Se a frase ainda fizer sentido (mesmo que incompleta), provavelmente é nominal. "Maria elegante". Faz sentido. "Maria dança". Sem o verbo, fica parecendo nome de restaurante japonês. Outra dica: verbos de ligação são os clássicos "ser", "estar", "ficar", "parecer", "permanecer", "continuar", "tornar-se". Se um desses caras estiver por perto, desconfie de um predicado nominal.

Respondendo à pergunta diretamente:

  • Verbal: O núcleo é um verbo que indica ação ou fenômeno da natureza.
  • Nominal: O núcleo é um nome (substantivo, adjetivo, etc.) ligado ao sujeito por um verbo de ligação.

Quais são os exemplos de concordância nominal?

A tarde cai. A luz dourada escorre pelas frestas da janela, pintando o chão de um amarelo quase triste. Penso em concordância nominal. Penso em como as palavras se encaixam, se moldam umas às outras, como peças de um quebra-cabeça antigo que só se completa na poesia. Lembro da minha avó, sentada na cadeira de balanço, desfiando histórias enquanto tricotava. Histórias de reis e rainhas, de amores impossíveis, de objetos mágicos. Objetos… substantivos. E a eles, grudados como abelhas ao mel, os adjetivos, artigos, numerais, pronomes… Uma dança sutil de harmonia. Uma orquestra silenciosa onde cada instrumento encontra seu lugar.

  • Regra geral: Artigo, numeral, adjetivo e pronome adjetivo concordam em gênero e número com o substantivo. Simples assim. Como respirar.

  • Exemplo: "Dois pequenos goles de vinho..." A imagem me vem à mente. O vinho tinto, quase negro, na taça de cristal. Dois goles pequenos. A delicadeza do gesto. "...e um calçado certo...". O calçado certo. Aquele que nos faz sentir confiantes, poderosas. Lembro dos meus sapatos vermelhos, aqueles que usei no meu primeiro encontro com Pedro. "...deixam qualquer mulher irresistivelmente alta." Alta. Não apenas em centímetros, mas em espírito. Uma sensação de poder, de conquista.

A concordância nominal é isso. Uma dança de palavras que cria imagens, evoca sensações. É a poesia da gramática, a música silenciosa que acompanha nossos pensamentos. Olho para o céu, agora quase escuro. As estrelas começam a aparecer, tímidas. Penso em como tudo está conectado, como tudo se encaixa. Como as palavras, como as estrelas, como nós.

Resposta: Exemplos de concordância nominal são a concordância em gênero e número entre substantivo e seus determinantes e modificadores (artigo, numeral, adjetivo e pronome adjetivo). No exemplo "Dois pequenos goles de vinho e um calçado certo deixam qualquer mulher irresistivelmente alta", "dois" e "pequenos" concordam com "goles", "um" e "certo" concordam com "calçado". O adjetivo “alta” concorda com o substantivo “mulher”.

O que é concordância verbal e nominal exemplos?

Concordância verbal, né? Que saco! Lembrei da prova de português da semana passada… quase me lasquei! A professora explicou mil vezes, mas ainda me perco.

  • Concordância verbal: verbo se adapta ao sujeito. Simples assim, mas na prática… ufa! Exemplo: A gata mia. Gata singular, mia singular. Se fossem várias gatas? Miiam! Plural! Fácil, né? Mas tem pegadinhas! Tipo, sujeito composto… aí complica.

  • Concordância nominal: adjetivos, artigos, pronomes…tudo junto e misturado! Concordam em gênero e número com o substantivo. Tipo: Os dois lindos gatinhos. Dois (plural), lindos (plural, masculino). Se fosse uma gata linda, mudaria tudo!

Acho que entendi... ou não? Preciso rever isso com calma. Meu Deus, sexta-feira, e eu aqui pensando em concordância! Amanhã tem aquele show do meu cantor favorito e eu aqui com isso na cabeça! Preciso parar.

Ah, lembrei! Ontem vi um vídeo sobre concordância com coletivos. Coletivos são aqueles substantivos que indicam um conjunto, tipo: manada, grupo, turma... Aí a concordância pode ser com o coletivo (singular) ou com os elementos do conjunto (plural), dependendo do contexto. Exemplo: A turma foi ao cinema. (singular) Mas: A turma de alunos foram ao cinema. (plural). Aff! É muita regra.

Tenho um teste semana que vem. Será que consigo?

Será que meu cérebro vai explodir? Preciso tomar um café. Agora, já! Esqueci totalmente do show…

Como distinguir o predicado?

Distinguir o predicado na oração é como achar o controle remoto depois de uma festa: parece impossível, mas geralmente está bem na sua frente!

  • Ache o sujeito: Se o sujeito é o astro principal, o predicado é o resto da banda, o backstage inteiro. É tudo aquilo que se declara sobre o sujeito. Simples, não? (Quase como achar vaga no estacionamento no sábado à noite).

  • Predicado Verbal: É o "fazedor" da oração. Se o verbo te leva para uma ação (correr, pular, filosofar sobre a vida), bingo! É predicado verbal. Exemplo: "Eu como pizza" – a ação de comer transforma a frase em pura poesia (e um predicado verbal delicioso).

  • Predicado Nominal: Aqui, o verbo é um mero cupido, ligando o sujeito a uma característica. Em vez de ação, temos estado ou qualidade. Pense em "Ela é inteligente". O "é" não faz nada, só conecta a "Ela" à sua inteligência. (Tipo meu Wi-Fi ligando minha série favorita).

Em resumo, o predicado é tudo que sobra depois de identificar o sujeito, e sua alma reside no tipo de verbo: ação (verbal) ou estado/qualidade (nominal). Agora, se me der licença, vou ali procurar o controle remoto… acho que o deixei no predicado da sala.