Quais são os verbos regulares no presente do indicativo?

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Verbos regulares no presente do indicativo mantêm o radical e seguem padrões fixos de desinência para as conjugações -ar, -er e -ir. Exemplos comuns incluem: cantar (canto, cantas, canta...), vender (vendo, vendes, vende...) e partir (parto, partes, parte...). Conhecê-los é fundamental para o português.
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Quais verbos regulares no presente do indicativo?

Os verbos regulares no presente do indicativo, sabe, são aqueles que seguem um padrão bem certinho na hora de conjugar, sem mudar a raiz. Tipo, quando você conjuga um verbo em -ar, todos os outros em -ar vão seguir a mesma linha, é uma beleza. Isso é o que eu acho, pelo menos.

Pega o "falar", por exemplo. Falo, falas, fala, falamos, falais, falam. A raiz "fal" continua ali, inabalável. E no outro grupo, tipo "comer", é comer, comes, come, comemos, comeis, comem. A raiz "com" também se mantém.

E nos verbos terminados em -ir, como "partir", temos partir, partes, parte, partimos, partis, partem. Viu como é tudo previsível. Essa regularidade me dá uma certa segurança, confesso. Lembro de uma vez, lá em 2018, quando estava montando um texto para um projeto, e ter essa regra clara me poupou um monte de tempo.

Verbos como "andar", "beber" e "abrir" são ótimos exemplos. Andar, eu ando, tu andas, ele anda, nós andamos, vós andais, eles andam. Beber, eu bebo, tu bebes, ele bebe, nós bebemos, vós bebeis, eles bebem. Abrir, eu abro, tu abres, ele abre, nós abrimos, vós abris, eles abrem. É uma dança de terminações bem familiar.

Acho que essa previsibilidade é o que define. A gente aprende rapidinho e consegue usar sem medo. É tipo um código que se repete, e quando você pega o jeito, tudo flui.

O que são tempos no modo indicativo?

O modo indicativo serve para expressar ações verbais que consideramos reais ou muito prováveis, que aconteceram, acontecem ou vão acontecer. Ele tem seis tempos verbais que cobrem passado, presente e futuro.

Sabe, falando nisso, eu sempre achei que esse negócio de tempo verbal era um saco na escola. Minha professora, a Dona Fátima, ficava falando e eu, tipo, ah, lá vem mais umas regras, mas com o tempo a gente pega o jeito. É bem útil pra falar o que realmete rolou ou vai rolar mesmo sabe, diferente de coisas hipotéticas.

Esses seis tempos são:

  • Presente
  • Pretérito Perfeito Simples
  • Pretérito Imperfeito
  • Pretérito Mais-que-perfeito Simples
  • Futuro do Presente Simples
  • Futuro do Pretérito Simples

O Presente é moleza, né? Tipo, "eu estudo para a prova", o que tá rolando agora, o que é um hábito. Simples demais. Eu sempre uso esse quando preciso falar das minhas tarefas diárias no meu trabalho, sabe? É direto e todo mundo entende o que eu faço.

Aí tem o Pretérito Perfeito, pra algo que aconteceu e acabou no passado. "Eu fui ao cinema ontem". Tipo, bateu, correu, encerrou. Fui lá e voltei. No trabalho, semana passada, eu concluí aquele relatório chato, graças a Deus. Foi bom demais terminar.

Já o Pretérito Imperfeito é pra algo que acontecia no passado, mas não necessariamente terminou, ou era uma rotina. "Eu jogava bola todo dia quando era criança". Lembra quando a gente passava a tarde na rua, eu jogava e você só ficava vendo a gente jogar? Ou, "chovia muito", sabe? É uma coisa contínua de outrora.

O Pretérito Mais-que-perfeito esse é o mais difícil de usar na fala, juro pra você. Quase ninguém fala "ele fizera". É tipo, uma ação que rolou antes de outra ação no passado. "Quando ele chegou, eu já saíra". Difícil de encaixar no dia a dia, eu acho. Eu só vejo em livros antigos e textos bem formais, mas tá lá.

O Futuro do Presente, esse é pra algo que vai acontecer com certeza. "Eu viajarei no próximo mês". É uma certeza, ou uma promessa. Tipo, "eu irei te visitar", e eu realmente vou, pode esperar. Me organizei pra ir, tá tudo certinho, só esperando o dia chegar.

E pra fechar, o Futuro do Pretérito, ele indica algo que aconteceria se outra coisa tivesse rolado, ou um desejo. "Eu viajaria se tivesse dinheiro". Ou quando a gente faz um pedido educado, tipo, "você poderia me ajudar?". A gente usa bastante, é mais um desejo ou uma condição, eu sinto que sim. É super útil pra planejar sonhos também, né? "Eu compraria um carro novo se ganhasse na loteria!"