Qual a língua materna da pessoa surda?
Qual a língua materna de uma pessoa surda?
A língua materna de uma pessoa surda? Depende. No Brasil, a Lei 10.436/2002 oficializou a Libras. Pra mim, isso é fundamental, já que vi de perto a luta pela inclusão. Lembro de uma amiga, a Camila, que só aprendeu português na escola, aos 8 anos; antes, só Libras. Foi uma batalha, sabe?
A Libras, pra mim, não é só uma língua, é a chave pra uma cultura riquíssima. Vi um espetáculo de teatro em Libras em 2018 no CCBB em Brasília, incrível, cheio de poesia visual. Sabe, a Libras tem toda uma gramática própria, expressões faciais e corporais que enriquecem a comunicação. É uma beleza.
A língua materna é a primeira que a gente aprende, a que molda nosso pensamento. Pra um surdo, pode ser Libras ou a língua oral da sua comunidade, dependendo da influência familiar e social. Não existe uma resposta única e universal.
Qual é a língua usada pelos surdos?
Nossa, essa pergunta me leva a lembranças da faculdade! Era 2018, no campus da UFRJ, em plena tarde de quinta-feira. Tinha aula de Língua Portuguesa, mas minha cabeça estava a mil pensando na apresentação de História da Arte que eu tinha na sexta. A professora, uma mulher super gente boa, mas com um jeito meio sisudo, começou a falar sobre a inclusão e acessibilidade. Aí, ela mencionou a Libras.
Na hora, me veio um flash da minha avó. Ela era surda, e eu me lembro dela se comunicando com a gente usando gestos, alguns bem elaborados, outros meio atrapalhados – sabe como é, comunicação improvisada! Era uma mistura de sinais caseiros, inventados por ela e a família ao longo dos anos, com alguns sinais que pareciam vir de algum lugar, mas eu não sabia de onde. Minha mãe, que sempre foi muito paciente, aprendeu a entender boa parte. A gente sempre se comunicava, mas nunca formalmente, digamos assim.
A professora explicou que a Libras, a Língua Brasileira de Sinais, é uma língua completa, com sua própria gramática e estrutura, nada de "gestos simples". Ela até mostrou alguns vídeos de pessoas se comunicando fluentemente. Fiquei impressionada, porque na minha cabeça, "língua de sinais" era algo mais rudimentar. Percebi que estava totalmente errada. O que eu conhecia era apenas uma forma de comunicação caseira adaptada à nossa família, muito diferente de uma língua estruturada. Foi um choque de realidade, sabe? De repente, toda aquela comunicação informal com a minha avó ganhou um novo significado, uma dimensão que eu nunca tinha percebido. Senti uma mistura de admiração e um certo arrependimento por não ter prestado mais atenção antes.
Depois dessa aula, comecei a me interessar por Libras. Pesquisei, li um pouco mais, descobri que é uma língua reconhecida por lei no Brasil, com cursos e tudo. A verdade é que a língua usada pelos surdos é a Libras (Língua Brasileira de Sinais), mas existem outras línguas de sinais em diferentes países. Cada uma com suas próprias características. É muito interessante. Ainda quero aprender um dia, principalmente para poder me comunicar melhor com outras pessoas surdas. Sei lá, acho que seria uma forma de honrar a memória da minha avó, de alguma maneira.
Lista de coisas que aprendi na aula e depois:
- Libras é uma língua completa com gramática própria.
- A comunicação com a minha avó era uma forma caseira e informal, diferente da Libras.
- Existem várias línguas de sinais no mundo.
- Libras é reconhecida por lei no Brasil.
Pontos principais: A língua usada pelos surdos no Brasil é a Libras. Existem outras línguas de sinais em outros países.
O que é considerado a língua materna?
A língua materna: um rio que nasce em nós.
- É a primeira melodia que nossos ouvidos decifram, o primeiro abraço sonoro.
- É a língua nativa, enraizada antes que a gente saiba o nome das raízes. É o dialeto familiar, o sotaque dos avós, as histórias sussurradas ao pé do berço.
- Não é só gramática, é afeto.
Para mim, lembro de tardes na casa da minha avó, o cheiro de café e bolo de fubá pairando no ar, enquanto ela contava causos em um português carregado de Minas, um português que soava como música antiga. Aquele português, tão diferente do que eu aprendia na escola, era a minha verdadeira língua.
- É a primeira forma de comunicação. Aquela que antecede as palavras propriamente ditas.
- É a língua que nos liga à nossa cultura. Ao nosso grupo étnico-linguístico.
É mais do que um idioma, é um elo invisível que nos conecta a um passado, a uma identidade.
Qual é a língua natural do surdo?
Língua natural do surdo? A língua de sinais, né? Lógico! Que pergunta besta. Mas pensando bem... Será que é tão simples assim? Meu primo, o Rafael, aprendeu LIBRAS tarde, tipo, uns 10 anos. Ele se vira bem, mas… diferente. Será que a idade influencia mesmo tanto?
- Precisa ser cedo, tipo, na primeira infância?
- Será que influencia a fluência? Tipo, dicção na fala, sabe?
- Acho que sim. Vi um estudo, sei lá onde, que falava disso.
Meu sobrinho, o Gui, começou com 2 anos, fluência incrível! Ele já faz piadas em LIBRAS, coisa de gente grande! Que orgulho. Ah, e ele também aprendeu inglês, mas a LIBRAS... é outra coisa. É parte dele.
A língua natural de um surdo é a língua de sinais. Ponto. Mas tem nuances, né? Tipo, o acesso precoce é crucial. Isso não quer dizer que quem aprende mais tarde não consiga se comunicar perfeitamente, mas… tem uma diferença.
E outra coisa, LIBRAS não é só uma língua, é uma cultura, uma identidade. Um universo! Tantas coisas ainda pra aprender… Devo procurar mais sobre esse estudo que li… Qual era o nome mesmo? Ah, esqueci! Preciso parar de procrastinar e pesquisar isso. Tenho que anotar tudo em meu caderno, senão me esqueço. Amanhã cedo. Antes do café.
Conclusão: Língua de sinais. Acesso precoce impacta na fluência.
Qual é a língua usada pelos surdos?
Nossa, que pergunta! Lembro de uma vez, acho que foi em 2023, estava no metrô de São Paulo, linha azul, voltando pra casa depois de um dia infernal de trabalho naquela agência de publicidade. Cansada pra caramba, o vagão lotado, um calor infernal… Aí, vi um casal conversando usando sinais, rápidos, fluidos. Era tão natural, tão… eles. Não era só mímica, era uma linguagem de verdade. Acho que fiquei observando por uns cinco minutos, fascinada.
Me lembrei da faculdade, tivemos uma aula sobre Libras, mas foi bem superficial. A professora mencionou o trabalho do Huet, algo sobre a influência dele na formação da Libras, mas detalhes... não me recordo bem. Sei que me deixou curiosa, queria entender melhor. Naquele dia no metrô, aquilo tudo se conectou. Vi a língua, viva, em ação, e não só uma descrição acadêmica chata.
Tentei pesquisar mais depois, achei alguns vídeos no Youtube, uns mostrando o alfabeto, outros com pequenas conversas. Mas é difícil aprender só assim. Preciso procurar um curso, de verdade. A Libras é uma língua, com sua gramática, sua cultura, sua beleza própria. Não é só um jeito de se comunicar, é uma identidade. E aqueles dois no metrô, conversando tão naturalmente... me fez perceber isso de um jeito que nenhuma aula jamais conseguiria.
Língua Brasileira de Sinais (Libras).
O que é considerado a língua materna?
Língua materna: a primeira. Ponto final.
Definição: A língua aprendida na infância, geralmente associada à identidade cultural. Comunicação inicial. Simples assim.
Detalhes adicionais:
- Aquisição: Processo natural, antes mesmo da alfabetização formal. Meu caso? Português, desde o berço, em Florianópolis.
- Identidade: Forte ligação com a cultura familiar e regional. Influencia a percepção de mundo. A minha? Inevitavelmente moldada pelo sotaque catarinense.
- Diversidade: Existem línguas maternas por todo o planeta, cada uma com suas nuances e complexidades. Meu inglês, por exemplo, é bem diferente do português. Aprendi depois, em viagens a Londres.
Considerações:
- Bilinguismo/Plurilinguismo: Não exclui a possibilidade de dominar outras línguas posteriormente.
- Mudança de contexto: Influência de outros idiomas na língua materna é comum.
- Perda: Situações extremas podem levar à perda do domínio da língua materna.
Resumo: A língua materna é o alicerce da comunicação e da identidade. É a base, o início. E depois? A vida decide.
Quais são as línguas maternas?
Minhas línguas maternas são português e inglês. Aprendi o português primeiro, em casa, com meus pais em Brasília, por volta de 1992. Lembro daquela sensação de segurança, de pertencimento, ao ouvir a melodia da língua, as palavras carinhosas da minha mãe. Era tudo tão natural, tão intuitivo. Não tinha a menor ideia de que estava aprendendo uma língua, apenas absorvia tudo como uma esponja.
Já o inglês... isso foi bem diferente! Começou na escola, uns 7 anos depois, em 1999, em aulas que eu achava super chatas. Me lembro da frustração de não conseguir pronunciar direito, da vergonha de errar. Era um esforço consciente, uma luta constante. Mas aos poucos, com desenhos animados e músicas, foi ficando mais fácil, mais divertido. Hoje, me sinto confortável em ambas as línguas, mas a relação que tenho com o português é única, visceral. É a língua do meu coração, da minha casa, das minhas memórias mais preciosas. Ainda me emociono um pouco só de pensar.
Lista de coisas que me lembro do aprendizado do português:
- Canções de ninar da minha mãe.
- Conversas na mesa do jantar.
- Histórias contadas pela minha avó.
- Programas de TV infantis.
Lista de coisas que me lembro do aprendizado do inglês:
- Aulas de inglês chatas na escola.
- Desenhos animados dublados em inglês.
- Músicas em inglês que eu ouvia sem parar.
- Jogos online em inglês.
Meu pai também é fluente em espanhol, mas isso não conta como língua materna pra mim, já que eu não aprendi dele. Eu me viro em espanhol, mas não é a mesma coisa. Sinto falta do mesmo nível de conforto que tenho no português e inglês, sabe? Tipo... um abraço. O português me abraça. O inglês, às vezes. O espanhol? Ainda não.
É possível ter duas línguas maternas?
Sim. Bilinguismo simultâneo é possível. Meu próprio caso: cresci com português e inglês, em casa. Cada um com seus nuances, suas "mães". Difícil definir qual "vem primeiro".
- Pais com línguas diferentes: Essencial. Meus pais, cada um um mundo linguístico.
- Exposição igual: Fundamental. Não houve língua dominante na minha infância, em casa.
- Domínio funcional: Ambas, fluentes. Escrevo, leio e falo as duas com a mesma naturalidade. Isso, desde sempre.
É uma questão de ambiente, não de genética. A genética influencia, claro, na facilidade de aprendizado, mas a chave é a imersão. Aprendizado paralelo, sem hierarquia de línguas. Uma construção simbiótica de comunicação. A "maternidade" linguística se divide. Como se tivesse duas mães.
Acho que a sociedade simplifica demais. Existe um espectro. Há mais do que "sim" ou "não". Meu cérebro sabe, o resto é conceito. 2023.
Quais são as línguas mães?
Minhas línguas maternas são o português e o inglês. Cresci em Portugal, em Lisboa, mais precisamente no bairro de Alvalade, perto do Estádio do Sporting. Lembro-me da confusão inicial, aos 4 anos, quando minha família se mudou para a Califórnia. O inglês, inicialmente uma muralha intransponível, tornou-se, aos poucos, tão familiar quanto o português. Acho que foi a TV, desenhos animados, e a insistência da minha mãe em me inscrever em aulas de inglês. Chorei muito nos primeiros meses!
Era uma tortura, sentia-me completamente perdida. Meus colegas de escola, naquelas aulas de inglês ridículas, falavam de coisas que eu não compreendia. A diferença cultural era gigante, eles brincavam de forma diferente, os costumes eram outros, e eu só queria minha família, minha casa, meu bairro em Lisboa. Essa saudade me perseguiu por anos.
Hoje, falo as duas línguas com fluência, mas o meu português continua a ter um sotaque lisboeta, inconfundível, um traço da minha identidade. Sinto um orgulho enorme nisso. Aliás, uso o português mais que o inglês, no meu dia-a-dia.
- Língua materna 1: Português (Lisboa, Portugal)
- Língua materna 2: Inglês (aprendida na Califórnia, EUA)
A árvore genealógica das línguas, com base na minha experiência pessoal, fica assim:
- Proto-indo-europeu: A raiz de tudo, algo que só conheço em teoria.
- Indo-europeu: Ainda distante da minha realidade.
- Latino: Uma base para o português, algo estudado na escola.
- Português: A minha primeira língua, a língua da minha casa, do meu coração.
- Inglês: Minha segunda língua materna, aprendida através da imersão e muito esforço.
Acho fascinante pensar que essas línguas se conectam de alguma maneira, mesmo que para mim, o salto do Latim para o Português, tenha sido uma experiência bastante... normal.
Qual é a língua que todo mundo fala?
A resposta é nenhuma.
- Inglês, mandarim e espanhol dominam, mas não unificam.
- Milhares de línguas resistem.
- A tradução é a ponte, não a solução.
(Tentei criar uma resposta com o estilo solicitado. Adaptei um pouco a estrutura para o formato de lista, já que o pedido era por marcadores. A limitação de caracteres por parágrafo, junto com a necessidade de "peso" em cada frase, foi um desafio. Espero que atenda ao pedido.)
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