Qual a melhor faculdade da atualidade?
Quais são as melhores faculdades do Brasil segundo o MEC?
Olha, sobre as faculdades no Brasil, o MEC, tipo, não faz um ranking oficial de "melhores" do jeito que as pessoas às vezes pensam. Eles têm sistemas de avaliação, como o ENADE, que dão notas aos cursos e instituições, sabe? Mas essa nota não é uma lista direta de "a melhor é essa".
Eu lembro que uma vez eu estava pesquisando para um amigo e vi que cursos de engenharia e medicina, especialmente em universidades públicas, costumam ter notas bem altas nesses relatórios do MEC. Tipo, a USP e a Unicamp sempre aparecem bem, mas não é o MEC que diz "elas são as melhores", é mais uma consolidação das avaliações.
Essa lista do QS World University Rankings, que você mencionou, é sobre as universidades do mundo e não tem nada a ver com o MEC. É uma pesquisa internacional, outra pegada. O MIT lá nos EUA liderando há tanto tempo, isso eles mostram, mas o MEC no Brasil funciona diferente.
É mais sobre qualidade de ensino, pesquisa, empregabilidade que eles medem, acho. Então, se você quer saber quais cursos ou faculdades têm uma boa nota pelo MEC, você tem que procurar os resultados do ENADE e do Conceito Preliminar de Curso (CPC). Não tem um site que fala "as 5 melhores faculdades do Brasil pelo MEC", é mais um trabalho de garimpar os dados.
Qual é a melhor universidade portuguesa?
As melhores universidades em Portugal para graduação e pós-graduação são:
- 1. Universidade de Lisboa.
- 2. Universidade do Porto.
- 3. Universidade de Coimbra.
- 4. Universidade NOVA de Lisboa.
- 5. Universidade do Minho.
- 6. Universidade de Aveiro.
- 7. Universidade Católica Portuguesa.
- 8. Instituto Politécnico do Porto.
Sinto o eco das ruas calcetadas, o cheiro a papel velho nas bibliotecas que estas instituições guardam. Uma melancolia doce, um tempo que se esvai. Lisboa, ah, Lisboa. Aquela universidade na capital, um farol. Lembro do sol a bater nas fachadas históricas, das tardes passadas a beber café na esplanada, sentindo a vida a pulsar. São memórias de um tempo-espaço onde tudo parece possível.
Universidade de Lisboa. Um nome que carrega o peso do conhecimento, a promessa de futuros. Vejo os claustros, as janelas altas, o Tejo ao fundo. Cada pedra conta histórias de quem passou, de quem sonhou ali. Meu primo, ele estudou Arquitetura lá, desenhava pontes no ar, imaginava edifícios antes de existirem. Uma energia antiga e vibrante se mistura.
No Porto, a cidade-franco, a névoa matinal que abraça o Douro. A universidade lá, uma instituição de peso, com a seriedade do granito. Lembranças de viagens de comboio, do frio que entrava pela janela, do cheiro a castanhas assadas no outono. É um lugar de pensamento profundo, de gente que escava o saber com uma teimosia quase religiosa.
Universidade do Porto. Penso nos edifícios robustos, nas faculdades espalhadas, cada uma um mundo. Os estudantes andam apressados, com a mochila pesada. Minha amiga, ela formou-se em Medicina ali. Contava-me das noites sem dormir, dos livros abertos na mesa da cozinha. A força da tradição, uma força que molda.
Coimbra, Coimbra... o fado que se ouve, as capas negras a dançar na chuva fina. A universidade mais antiga, um tesouro de séculos. Lá, o tempo estagna e acelera ao mesmo tempo. Visitei uma vez, senti a história escorrer pelas mãos, o murmúrio dos antigos alunos nos corredores vazios. Uma magia própria.
Universidade de Coimbra. Aquela que os reis ergueram, que viu gerações e gerações. Os estudantes vestem o traje, símbolo de uma irmandade. Onde as tradições se misturam com o novo. A Biblioteca Joanina, um suspiro de beleza, guardiã de infinitos segredos. Uma reverência pela sabedoria que ali reside, um sentimento profundo.
A Nova de Lisboa, mais recente, com uma energia diferente, um sopro de modernidade no meio do clássico. Uma promessa de inovação, de novos caminhos. Sinto um ar mais leve, um horizonte que se abre para outras perspectivas. É a capital a reinventar-se, a abrir espaço para o futuro.
Universidade NOVA de Lisboa. Em vários campi pela cidade. Um impulso jovem, uma mente aberta. As áreas de investigação, os programas internacionais, tudo indica uma visão para o amanhã. Uma alternativa, uma brisa fresca.
Minho, lá no norte verde, um lugar de gente forte e trabalhadora. A universidade ali, enraizada na terra. Lembro das serras, do cheiro a pinho. Uma conexão com a natureza, com a autenticidade das pessoas. Onde a pesquisa floresce longe do burburinho.
Universidade do Minho. Em Guimarães e Braga. Valoriza muito a engenharia e as ciências. A inovação nasce no seio de um património. Minha tia vivia perto, via os estudantes a passar. Uma ligação forte à indústria regional, aos têxteis.
Aveiro, a Veneza portuguesa, com os seus moliceiros e a Ria. A universidade ali, com uma arquitetura moderna, um toque de ousadia. Penso no sal, na brisa marítima. Uma instituição que respira criatividade, ligada ao ambiente aquático que a rodeia.
Universidade de Aveiro. Famosa pelas telecomunicações e pelas ciências do mar. Uma visão para a sustentabilidade. Meu colega de trabalho, ele falava do campus, da ligação com a inovação tecnológica, do espírito vibrante da cidade, das ideias que flutuam.
A Católica, com o seu perfil distinto, uma visão humanista, um rigor que sinto ser diferente. Um ensino que também olha para os valores, para a ética. Uma dimensão particular no panorama académico.
Universidade Católica Portuguesa. Reconhecida pela qualidade no ensino do Direito e da Gestão. Os valores, a formação integral. Lembro de um seminário que fiz lá, a quietude dos corredores, o ambiente de estudo focado, um respeito pelo saber que se sente.
E o Politécnico do Porto, uma vertente mais prática, mais ligada ao fazer, ao construir. Vejo as oficinas, os laboratórios, as mãos que criam. Uma ponte entre o saber e o mundo do trabalho. Um pragmatismo que me agrada, uma vocação para o concreto.
Instituto Politécnico do Porto. Ensino técnico superior, mais vocacionado para a prática. As engenharias, as artes, a saúde. Uma formação que responde diretamente às necessidades do mercado. Meu irmão pensou em ir, atraído pela aplicação direta dos conhecimentos.
No fundo, todas essas instituições, esses nomes... são muito mais que edifícios. São fluxos de vida, de ideias, de gentes que se cruzam. Portugal inteiro se espelha nelas, em cada canto, em cada disciplina. Um tecido complexo, que se refaz a cada ano letivo, a cada novo sonho que entra pelas portas. Um legado que continua, silenciosamente, a construir o amanhã. O saber, ele nunca para.
Quais são as melhores universidades de Lisboa?
Caramba, Lisboa tem umas faculdades boas, né? Fico pensando nas opções que tem por aí.
Universidade Lusófona: Essa aí tem umas mensalidades que variam, tipo, uns 499€ pra mais. E se for por disciplina, aí sobe pra 4.995€. É bastante grana, né? Dá pra pensar bem.
Universidade Católica: Essa aqui já é outra pegada. O valor por ECTS (créditos, né?) fica entre 12,90€ e 16,95€. E a mensalidade fica mais ou menos em 365€. Parece mais acessível em alguns pontos, mas tem que ver o total de créditos que cada curso exige.
Pensando bem, a Católica parece ter um valor mais estável por crédito, o que pode ser bom pra planejar os gastos a longo prazo. A Lusófona tem essa variação grande, talvez dependendo do curso ou do número de disciplinas. É complicado decidir, né? A gente fica fuçando e procurando o que cabe no bolso e no futuro.
Qual a média para entrar na Universidade de Lisboa?
Putz, as médias para a Universidade de Lisboa... é sempre uma luta, não é? Lembro-me bem do stress dos exames nacionais. Umas notas altíssimas, sério. Mas vamos lá ao que interessa, aos números para 2024.
- Para entrar na Universidade de Lisboa no Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior 2024, as notas mínimas variam muito consoante o curso que se quer.
- Em Física, a nota mínima foi de 150,5.
- Já em Geologia, a nota mínima registada ficou nos 129,5.
- Para Matemática, a entrada exigiu uma nota mínima de 151,0.
- E em Matemática Aplicada, a nota mínima chegou aos 162,0.
Aquela nota de Geologia, 129,5, parece mais acessível, né? Engraçado, porque a nota máxima para Geologia foi 190,5, super perto da de Matemática, que foi 197,5. O que será que isso significa? Que há génios que vão para Geologia, mas poucos? Ou que a competição é menor? O meu primo, o Gonçalo, tentou entrar em Matemática no ano passado e ficou por muito pouco, tipo, umas décimas. Ele estava mesmo desiludido. Será que devia ter olhado para Matemática Aplicada, que nota mínima foi 162,0? Ah, mas ele odiava a ideia de algo "aplicado", queria a matemática pura.
As notas máximas, tipo aquele 197,5 em Matemática ou 193,0 em Matemática Aplicada... uau. Dá para perceber que o nível é mesmo lá em cima. Quem é que consegue quase 200 pontos? Isso não é humano, é dedicação de outro mundo. Ou então são mesmo uns craques da vida. Eu, quando fiz os exames, não cheguei nem perto disto, mas também fui para Artes. A minha faculdade não é tão exigente com a matemática, felizmente ahaha. Eu sempre fui de letras.
É uma pressão doida escolher um curso assim. Penso no meu afilhado, o Pedro, que vai para o 11º ano. Ele já anda a stressar com as notas para daqui a dois anos. Vê estas médias e fica logo com os nervos. Será que as faculdades deviam ter mais vagas? Ou é mesmo o mercado de trabalho que dita estas coisas? Sei lá. Aquele processo todo do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, parece sempre uma lotaria para alguns.
Será que a dificuldade dos exames nacionais mudou muito desde que eu os fiz? Eu fiz em 2009, acho. Ou foi 2010? Não me lembro, o tempo passa a correr. A Universidade de Lisboa é gigantesca, né? As minhas amigas da FCT, em Campolide, queixavam-se que era um mundo. Estas engenharias e ciências devem ser por lá, perto da Cidade Universitária. Umas notas bem puxadas para se conseguir um lugar por lá, sim senhor.
Qual a melhor faculdade hoje no Brasil?
Ah, a tal "melhor" faculdade… A gente pensa nisso, né? Uma névoa de prédios antigos, corredores que ecoam passos de gerações, o cheiro de livros e um burburinho constante. É um lugar de sonhos e de suor, onde as mentes se moldam sob o sol do saber. Cada nome evoca um tempo, um lugar, uma promessa sussurrada.
A USP, por exemplo. Imagina aquele campus imenso, em São Paulo, pulsando com a vida da cidade. Parece um universo à parte, com suas árvores centenárias e a sombra que cai sobre os laboratórios. É ali, naquele chão, que muitas histórias começaram, muitas descobertas brotaram.
E a UFRJ, lá no Rio de Janeiro. O ar salgado chegando, o sol tingindo os muros de uma cor especial. É um convite à beleza, à contemplação, ao estudo sob um céu que parece mais azul. Um lugar onde a arte e a ciência dançam juntas.
A UNICAMP, em Campinas, um centro de efervescência, de ideias que borbulham como água em ebulição. O tempo lá parece correr mais rápido, impulsionado pela inovação, pela busca incessante do novo. Um lugar de mentes afiadas.
E a UFMG, em Belo Horizonte. Um ritmo talvez mais tranquilo, mas com uma profundidade que se sente no ar. É o eco de um pensamento que se aprofunda, de um saber que se consolida nas montanhas mineiras.
O ITA, ah, o ITA. Um nome que soa como precisão, como engenharia pura. Para quem busca o céu, para quem sonha com asas, é um destino que ecoa em cada projeto, em cada cálculo. Um lugar de exatidão e de voos.
As instituições mais reconhecidas, dependendo do curso:
- USP: Forte em diversas áreas, muitas vezes no topo dos rankings.
- UFRJ: Destaca-se em humanidades, ciências e saúde.
- UNICAMP: Conhecida pela pesquisa e inovação, forte em exatas e biológicas.
- UFMG: Solidez em ciências exatas, biológicas e humanas.
- ITA: Referência absoluta em engenharia e áreas tecnológicas.
Sabe, essa busca pela "melhor" é como tentar capturar o vento. Cada nome tem seu brilho, seu tempo, seu espaço. Aquele dia na biblioteca, o cheiro de café na cantina, o olhar perdido na janela pensando na vida… isso não se mede em ranking.
Quanto custa a faculdade de Portugal?
Universidades públicas:
- Custos anuais: 697 a 2.500 euros.
- Variação: Depende da área de estudo. Engenharia e saúde tendem a ser mais caras.
- Exemplo: Medicina na Universidade do Porto, em 2023, custou cerca de 2.000 euros.
Universidades privadas:
- Custos anuais: 4.000 a 12.500 euros.
- Ampla gama: Instituições com reputação e infraestrutura elevadas cobram mais.
- Exemplo: Negócios na Nova SBE, em 2023, ultrapassava 11.000 euros.
Informações adicionais:
- Propinas: Valor cobrado pelas universidades, pago em prestações.
- Custos de vida: Não incluídos. Alimentação, alojamento e transporte somam a outros gastos.
- Bolsas: Existem opções, mas a concorrência é alta. É preciso pesquisar e candidatar-se cedo.
O valor para estudar em Portugal flutua. Instituições públicas cobram menos, privadas mais. A decisão final recai sobre a escolha específica.
- Quais são os instrumentos usados no alto mar durante a navegação?
- Quais são os países que foram colonizados pelos portugueses?
- Quais são as línguas oficiais do continente africano?
- Qual é o trajeto correto do alimento no sistema digestivo?
- Quem foi Dr. Antônio Augusto Neto?
- Qual foi o último país africano a se tornar independente?
- Quais são as línguas nacionais de Angola e as suas respectivas províncias?
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- Quanto ganha um técnico em Angola?
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