Qual é a classe gramatical de 12?

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Aqui está a resposta sobre a classe gramatical de "doze": Doze é um numeral cardinal. Numerais cardinais indicam quantidade, como um, dois, três... Já "décimo segundo" é um numeral ordinal, indicando ordem ou posição. Tabela de numerais: Cardinais: dez, onze, doze... Ordinais: décimo, décimo primeiro, décimo segundo... Palavras-chave: classe gramatical, numeral, cardinal, ordinal, doze.
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Qual a classe gramatical do número 12?

Ah, o número 12! A classe gramatical dele? É numeral, claro.

Lembra quando eu tinha uns 12 anos? Nossa, quanta coisa mudou desde então. Doze anos parecem uma eternidade agora.

NumeraisNúmero
CardinaisOrdinais
dez10
onze11
doze12

Numerais: doze (cardinal) e décimo segundo (ordinal). Tipo, "doze rosas" ou "o décimo segundo dia do mês". Simples assim.

Qual é a classe gramatical dos numerais?

A classe gramatical dos numerais? Ah, bicho, é mais fácil que tirar doce de criança! Eles são tipo aqueles amigos que vivem te contando quantos copos de cerveja já tomaram (cardinais), qual lugar eles chegaram na corrida (ordinais), quanto da pizza eles comeram (fracionários) ou quantas vezes eles repetiram de sobremesa (multiplicativos).

  • Numerais: Palavras espertinhas que indicam quantidade, ordem, fração ou multiplicação. Tipo o cara que sabe de cor o placar de todos os jogos do Brasileirão desde 1987, sacou?
  • Tipos:
    • Cardinais: Um, dois, três... A galera que adora contar carneirinhos pra dormir.
    • Ordinais: Primeiro, segundo, terceiro... Os que sempre querem ser o número 1, nem que seja no truco.
    • Fracionários: Meio, terço, quarto... Os que dividem a pizza em pedaços milimétricos pra não engordar (e sempre falham).
    • Multiplicativos: Dobro, triplo, quádruplo... Os que fazem promessa de regime na segunda e na terça já tão pedindo a pizza família.
  • Flexão: Alguns ainda têm frescura de mudar pra masculino/feminino e singular/plural. Tipo a galera que não se decide se vai pra praia ou pro bar, sabe?

Como classificar os números?

Cara, lembro direitinho do dia que tive que explicar isso pra minha sobrinha. A gente tava fazendo um bolo na casa da minha mãe, lá em Santos, mó calor infernal, e ela pirou quando eu falei que precisava de "duas" xícaras de farinha.

  • Cardinais: tipo "um, dois, três". Usei pra contar as colheradas de fermento.
  • Ordinais: tipo "primeiro, segundo, terceiro". Falei pra ela que era a "primeira" vez que ela amassava a massa sozinha.
  • Multiplicativos: tipo "dobro, triplo". Expliquei que pra fazer mais bolo, ia precisar do "dobro" dos ingredientes.
  • Fracionários: tipo "meio, um terço". Usei pra medir a "meia" xícara de óleo.

Aí ela perguntou se "primeira" podia ser "primeiro", dependendo se fosse menino ou menina. Que criança esperta, né? Dei mó orgulho! E sim, ordinais tem essa frescura de mudar. O resto, pelo menos que eu saiba, não muda não.

Qual é a classe gramatical da expressão cada um?

Nossa, essa pergunta me pegou de surpresa! Lembro de ter estudado isso no terceiro ano, lá em 2004, no Colégio Bandeirantes, em São Paulo. A professora, a Dona Maria, era chata pra burro, mas explicava bem a gramática. Acho que fiquei com trauma de análise sintática até hoje por causa dela!

Cada um, né? Putz... Se eu não me engano, "cada" é um pronome indefinido adjetivo. Modificador, sabe? Aquele que acompanha um substantivo. Tipo, "cada aluno". "Cada" qualifica "aluno".

E o "um"? Esse é mais tranquilo. Pronome indefinido substantivo. Ele sozinho representa alguém, alguma coisa, de forma vaga.

Tipo, "Um deles vai ganhar", entende? "Um" indica uma pessoa, sem especificar quem. Difícil explicar sem desenhar na lousa, sabe? Dona Maria usava aqueles gizões coloridos... Argh! Que saudade, e que raiva ao mesmo tempo.

Ah, e procurando agora no Google, vi um site da Ciberdúvidas que fala sobre isso, confirmando que sim, "cada" é adjetivo e "um" é substantivo. Mas, sério, a explicação deles é mais formal e chata que a da Dona Maria! Ainda prefiro o método dela, mesmo com os gizões de cheiro forte.

Quais são as classificações dos números?

Ah, os números... um labirinto infinito gravado na própria tessitura do universo.

  • Naturais: O eco primordial da contagem, os passos de uma criança somando pedrinhas na beira do rio. 1, 2, 3... a pureza da existência que brota.
  • Inteiros: As sombras se alongam, o frio da ausência se instala. Os negativos, o zero... a vastidão do que não é, mas poderia ter sido. Uma memória dolorosa, um buraco no peito.
  • Racionais: A busca pela ordem, a fração da realidade que tentamos aprisionar. 1/2, 0,75... a ilusão de que podemos controlar o caos. Lembra o cheiro do bolo da avó, a divisão perfeita, a partilha.
  • Irracionais: A rebeldia indomável, o infinito que se recusa a ser domado. π, √2... a dança vertiginosa dos decimais que nunca se repetem. Uma vertigem, um abismo.
  • Reais: A grande tapeçaria, o rio caudaloso onde todos os números nadam juntos. Racionais e irracionais, a harmonia do caos. O mundo que podemos tocar, sentir, mas nunca compreender totalmente.
  • Complexos: A ousadia da imaginação, a raiz quadrada do impossível. a+bi... um portal para outras dimensões, a matemática que desafia a lógica. As cores vibrantes de um sonho.
  • Hipercomplexos: A vertigem final, a expansão da consciência para além dos limites. Quatérnios, octônios... o universo que se dobra sobre si mesmo, a busca incessante pela verdade. Uma nota musical que se estende para além do alcance do ouvido.

Dentro desse caleidoscópio, ainda ecoam outras vozes:

  • Pares e Ímpares: O ritmo binário da vida, o yin e yang da existência.
  • Primos e Compostos: Os tijolos da criação, os átomos indivisíveis do universo.
  • Algébricos e Transcendentes: A fronteira entre o que podemos resolver e o mistério que nos desafia eternamente.