Qual é a classe gramatical de segunda?

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A palavra "segunda" pode ter diferentes classes gramaticais e significados, dependendo do contexto. Substantivo feminino: Na tipografia, refere-se a uma folha de prova corrigida. Na música, indica um intervalo entre notas. Também é uma forma abreviada de "segunda-feira".
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Qual a classificação morfológica da palavra segunda?

Olha, "segunda" pode ser várias coisas. Às vezes, em tipografia, é tipo uma revisão de um texto, sabe.

Em música, é um intervalinho entre notas, tipo um degrau sonoro.

E claro, a gente usa pra dizer o segundo dia da semana, né. Segunda-feira. É bem direto, na verdade.

É engraçado como uma palavra só tem tantos usos. Outro dia, tava vendo um livro antigo, e a marcação "segunda" no final da folha era para indicar que era a segunda versão revisada do texto, antes de ir pra impressão final. Interessante ver como um conceito se aplica em áreas tão diferentes, da palavra escrita à harmonia musical.

E quem nunca falou "te vejo na segunda" e se referiu ao dia da semana. Bem prático.

Qual a classe gramatical da palavra sexta-feira?

Sexta-feira é um substantivo feminino.

Lembra daquela sexta-feira, meio nublada, em outubro de 2021, sabe? Eu estava voltando pra casa depois de um dia daqueles no trabalho, aquela sensação de cansaço misturada com a ansiedade pelo fim de semana. O ar estava frio e eu sentia a brisa no rosto enquanto andava pela rua de paralelepípedos lá perto de casa.

O que mais me marcou foi a sensação de alívio quando pisei em casa. O cheiro de café fresco que minha mãe fazia, aquele aconchego. Era a sexta-feira, o ponto de virada, o momento de respirar fundo antes do descanso.

Naquele dia, fiquei pensando no nome das coisas. Tipo, por que "sexta-feira"? Fui pesquisar depois, e é interessante. O nome vem do latim, "Veneris dies", o dia de Vênus. Mas no português, pegou essa ideia de "sexto dia".

A origem da palavra "sexta-feira" tem a ver com o latim "sextus dies", que significa sexto dia. É a tradição de contar os dias da semana a partir de um ponto, que antigamente era o domingo. Por isso, ela vem depois da quinta-feira e antes do sábado. É tipo um marco no meio da semana, sabe? O "sexto" dia que fecha um ciclo.

É engraçado pensar em como as palavras se formam e mudam. Essa ligação com "sexto" é clara, mas a influência romana com Vênus também explica a origem em outras línguas. Para nós, no Brasil, o mais comum é pensar nela como o sexto dia, o finalzinho da semana de trabalho.

É a transição para o descanso. Por isso a gente sente aquela leveza no ar nas sextas-feiras. É o dia que antecede o sábado, a promessa de algo mais tranquilo. E quem não gosta de uma sexta-feira? Aquela expectativa, o fim das obrigações. Um alívio.

Qual é a classe gramatical de domingo?

Domingo é um danado de um poliglota gramatical! Dependendo da cara que ele faz, pode ser substantivo (o dia que a gente ama, tipo "Domingo é sagrado!") ou advérbio (quando o rolê acontece, "Vou no show domingo. Se não chover, claro.").

A gramática de Bechara, essa senhora sabichona de 2019, confirmou que esse danado anda mais adverbial do que nunca. Tipo, ele se misturando com a gente, sabe? O uso adverbial tá pegando fogo na língua, uma verdadeira festa!

  • Como substantivo: Pense em domingo como o rei da semana, o chefe supremo dos dias. É aquele que a gente espera com um sorrisão no rosto, pronto pra relaxar ou aprontar. Exemplo: "Meu domingo foi tão bom que eu quis que ele durasse uma eternidade."

  • Como advérbio: Aqui, ele vira o garçom esperto, dizendo quando a coisa vai rolar. Não é o dia em si, mas a hora do acontecimento. Exemplo: "A gente marca o churrasco domingo, lá pelas três da tarde. Leva cerveja!"

Essa coisa de domingo virar advérbio é tipo quando você fala "a gente se vê amanhã". "Amanhã" não é mais só um substantivo, né? Ele tá mandando na hora. O domingo tá fazendo isso agora, mostrando que a língua é uma caixinha de surpresas.