Qual é a deficiência de quem não fala?

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Pessoas que não falam têm deficiência na fala. Surdos que não se comunicam por meio da fala são surdos não oralizados. Surdos que usam a fala são surdos oralizados. A deficiência auditiva em si não impede a fala, que depende de outros fatores.
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Quais são as deficiências da pessoa que não fala?

Olha, pensando nisso, do meu ponto de vista, acho que "deficiência" não é bem a palavra. É mais uma diferença na forma de comunicar. Se a pessoa não desenvolveu a fala por ser surda, o termo "surdo não verbal" me parece mais respeitoso e direto.

É como se a gente esperasse que todo mundo se encaixasse num padrão, sabe? Mas a realidade é muito mais diversa.

Lembro de ter conhecido uma pessoa surda que se comunicava super bem por sinais e escrita, e a gente se entendia numa boa. Pra mim, a "deficiência" tava mais em quem não se esforçava pra entender.

Outra forma de classificar são os "surdos oralizados", aqueles que aprendem a falar, mesmo com a surdez. Acho incrível a dedicação e o esforço que eles fazem.

Informações rápidas:

  • Termo apropriado: Surdo não verbal
  • Outra classificação: Surdos oralizados ou oralistas

Qual a deficiência da pessoa que não fala?

Cara, outro dia tava pensando nisso, sabe? A deficiência de quem não fala pode ser várias coisas. Pode ser mudez, por exemplo. Ou, sei lá, alguma paralisia que afeta as cordas vocais. Teve uma vez que vi um documentário, acho que na Netflix, sobre uma mulher que perdeu a voz depois de um acidente. Super triste. E tem gente que nasce sem a capacidade de falar também, né? Várias causas diferentes, complicado isso.

Lembrando que ser mudo não significa ser surdo! Aliás, essa confusão é bem comum, muita gente faz. Minha tia, por exemplo, sempre misturava os dois. Aí um dia expliquei pra ela a diferença. Surdez tem a ver com a audição, a pessoa não escuta, ou escuta muito pouco. Já a mudez é sobre a fala, a pessoa não consegue produzir sons com a boca, entendeu?

E a Libras? Super importante! É a Língua Brasileira de Sinais. Pra quem é surdo, é a principal forma de comunicação. Igual a gente usa a voz, eles usam as mãos, expressões faciais, corpo inteiro. Eu fiz um curso básico de Libras uma vez, na escola. Bem legal, aprendi o alfabeto e algumas frases básicas. Tipo "bom dia", "boa tarde", "tudo bem". Queria continuar, mas não tive tempo.

Mudez: Incapacidade de produzir a fala. Surdez: Deficiência auditiva, perda parcial ou total da audição. Libras: Língua Brasileira de Sinais, usada pela comunidade surda.

Outro dia, no mercado, vi uma atendente surda. Ela se comunicava super bem por Libras com uma cliente. Me senti meio bobo por não saber me comunicar direito. Preciso voltar a estudar Libras, sério. Inclusive, minha irmã tá fazendo um curso online. Talvez eu me junte a ela, vai ser bom, com certeza. A gente se comunica por WhatsApp, ela tá adorando.

Acho que é importante a gente se esforçar pra aprender um pouco, né? Facilita a comunicação e mostra respeito pela comunidade surda. Afinal, todo mundo merece ser incluído. Semana passada, vi uma reportagem sobre a inclusão de surdos no mercado de trabalho. Tão conquistando cada vez mais espaço, que bom! Fico feliz de ver essa evolução. Lembrei agora, vi um vídeo no YouTube outro dia... era um cara surdo ensinando Libras, bem didático. Vou procurar de novo e te mando o link depois.

Qual o nome da deficiência do mudo?

A ideia de uma deficiência única para "mudos" é uma simplificação problemática. Afinal, a comunicação humana é complexa e multifacetada. A ausência de fala não é uma entidade única, mas um sintoma com múltiplas origens. Pensando bem, até a palavra "mudo" carrega consigo uma carga histórica de preconceito, não é? Lembro de quando era criança e esse termo era usado de forma indiscriminada. Hoje, felizmente, a compreensão é outra.

A comunicação verbal, ou a falta dela, pode ser afetada por uma série de fatores:

  • Surdez congênita: Imagine nascer sem acesso ao universo sonoro. Isso impacta profundamente o desenvolvimento da fala, resultando na chamada surdo-mudez. A língua de sinais, nesse contexto, torna-se essencial para a comunicação e o desenvolvimento cognitivo. Lembro-me de um amigo surdo que me ensinou alguns sinais básicos. Expandiu minha percepção sobre linguagem.

  • Paralisia cerebral: Aqui, o desafio reside no controle motor, afetando a articulação da fala. A comunicação pode ser comprometida em graus variados, dependendo da área cerebral afetada e da gravidade do quadro. Conheci uma pessoa com paralisia cerebral que se comunicava por meio de um software que traduzia seus movimentos oculares em texto. Fascinante!

  • Transtornos do espectro autista (TEA): O autismo é um espectro, e a comunicação verbal é impactada de formas diversas. Alguns indivíduos autistas são não-verbais, enquanto outros podem apresentar dificuldades na pragmática da linguagem, na prosódia ou na interpretação de nuances sociais na comunicação. Me lembro de uma palestra sobre autismo que me fez refletir bastante sobre a neurodiversidade.

  • Afasia: Resultante de danos cerebrais, geralmente após um AVC, a afasia pode comprometer a capacidade de compreender ou produzir linguagem. Uma perda repentina e impactante. Meu avô teve afasia após um derrame. Difícil testemunhar essa alteração tão drástica em sua capacidade de comunicação.

  • Outras condições: Além dessas, diversas outras condições neurológicas e físicas podem impactar a fala. Desde malformações no aparelho fonador até síndromes genéticas raras. A complexidade do corpo humano é realmente impressionante.

Então, qual o nome da deficiência do mudo? Não há um nome específico. A incapacidade de falar é um sintoma, não uma deficiência em si. O diagnóstico preciso depende da causa subjacente, que deve ser investigada por profissionais de saúde.

Como as pessoas com deficiência auditiva podem se comunicar?

É engraçado lembrar de quando comecei a aprender Libras. Foi lá no Sesc da Tijuca, em 2018. Eu tinha uns 20 e poucos anos e me sentia meio deslocada no meio de tanta gente mais nova. Queria poder me comunicar melhor com um amigo surdo. No começo, me sentia super perdida com os sinais. Achava tudo muito rápido!

  • Língua Brasileira de Sinais (Libras): A forma mais comum e importante de comunicação.
  • Leitura labial: Ajuda, mas nem sempre funciona, tipo, super difícil de entender tudo só olhando a boca.
  • Aparelhos auditivos/Implantes: Amplificam o som, mas não resolvem tudo.
  • Escrita e datilologia: Usados em algumas situações.
  • Tecnologia: Apps de transcrição e legendas ajudam muito hoje em dia.

Um dia, a professora, a Ana, uma mulher incrível, me explicou que a Libras não é só um monte de sinais aleatórios. Tem gramática própria, um jeito diferente de pensar. Aí fez mais sentido. Lembro que ficava horas praticando em frente ao espelho, repetindo os sinais, tentando pegar o ritmo. E a sensação de conseguir formar uma frase completa, de entender o que meu amigo estava dizendo... Ah, valeu a pena cada esforço!

Uma coisa que me marcou muito foi perceber como a comunicação não é só falar e ouvir. É sobre estar presente, prestar atenção, usar o corpo todo pra se expressar. E a Libras me ensinou muito sobre isso. Hoje, apesar de não ser fluente, me sinto muito mais conectada com o mundo e com as pessoas.

Que tipos de deficiências existem?

Meu Deus, quanta gente "diferente"! A vida é uma festa, né? Tem gente que vê o mundo de um jeito... digamos, inesperado. Tipo, a minha vizinha, a Dona Benta, que acha que o meu gato é um ET disfarçado. Isso é deficiência visual, claro. Ela precisa de óculos tão grossos que parecem duas tampas de panela.

Depois tem os que se mexem como se estivessem numa luta de sumô com um polvo. Deficiência motora, meu bem! Conheço um cara que anda de cadeira de rodas, mas faz freestyle com ela – um verdadeiro espetáculo! Já vi ele subir a rampa da igreja com uma velocidade impressionante. Que talento!

Ah, e os que pensam que a Terra é plana e que a Lua é um queijo suíço gigante? Isso é deficiência mental, claro! Brincadeira, gente, sem querer ofender ninguém. Mas tem gente que tem dificuldades de raciocínio, aprendizado ou memória. É sério. Meu primo, por exemplo, acha que o aspirador de pó é um bicho de estimação.

Deficiência auditiva? Tem gente que escuta música com a alma, outros escutam com os dentes. Meu amigo Zé, usa um aparelhinho super tecnológico. Parece um fone de ouvido de astronauta! Ele jura que escuta até a grama crescendo.

E a paralisia cerebral? É complicado, né? Cada caso é um caso. Mas lembre-se: todo mundo tem suas dificuldades, todo mundo tem seus desafios. A diferença é que uns precisam de mais ajuda que outros, tipo eu precisando de ajuda para lembrar onde deixei as chaves.

Resumo da Ópera (com erros de digitação propositais, porque sou gente como a gente):

  • Deficiência visual: Problemas de visão, tipo a Dona Benta e suas "lentes de panela".
  • Deficiência motora: Problemas de movimento, como o cara do freestyle na cadeira de rodas.
  • Deficiência mental: Dificuldades cognitivas, tipo o meu primo e seu aspirador-de-pó-pet.
  • Deficiência auditiva: Problemas de audição, como o Zé e seu fone de astronauta.
  • Paralisia cerebral: Um tipo de deficiência que afeta o movimento e postura, que precisa de um cuidado especial. Cada caso é único.

Ai, gente, que cansaço! Vou tomar um café e me preparar pra mais um dia dessas maravilhas da vida! Kkkkk

Quais são os tipos de necessidade especial?

Preciso lembrar de pagar a conta de luz, hehe.

  • Cognitivas: Tipo, dificuldades de aprendizado, sabe? Dislexia entra aqui, lembro da minha prima sofrendo com isso na escola. Era barra!

  • Físicas: Cadeirantes, pessoas com paralisia... Me lembra daquele documentário pesado que vi sobre atletas paraolímpicos.

  • Emocionais: Ansiedade, depressão... Acho que todo mundo tem um pouco disso hoje em dia, né? Será que conta como NEE? ????

  • Sociais: Autismo, Asperger... Meu vizinho tem um filho autista, super inteligente o garoto!

  • Sensoriais: Surdez, cegueira... Imagina não poder ouvir música? ???? Que horror!

Autismo, surdez, deficiência física, dislexia são exemplos de NEE.

O que é a deficiência segundo a OMS?

Dezembro de 2023. Chovia em Salvador, aquela chuva fina e chata que te molha sem você perceber direito. Estava indo pra faculdade, atrasada, claro, e pensando naquela matéria de direitos humanos que a gente teve semana passada. A professora falou sobre a OMS e a definição de deficiência. Acho que me marcou porque eu conheço a Bia.

A Bia, minha prima, tem paralisia cerebral. Ela usa cadeira de rodas desde pequena. Lembro da minha avó falando das dificuldades dela, dos tratamentos intermináveis. A Bia sempre foi muito inteligente, mas a sociedade, com suas escadas, seus ônibus lotados e sua falta de acessibilidade, a limita.

Ela não consegue participar de tudo igual a gente. Não é só a rampa que falta, é a compreensão, a paciência. É a falta de tolerância das pessoas que às vezes olham torto, ou fazem piadinhas sem graça. A OMS define deficiência como um impedimento físico, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo que, junto com barreiras sociais, impede a plena participação na sociedade. Vi isso na apresentação da professora e me bateu uma raiva. Porque essa definição, tão correta, não muda a realidade da Bia nem de outras tantas pessoas.

  • Barreiras arquitetônicas: falta de rampas, elevadores, banheiros adaptados.
  • Barreiras de comunicação: falta de intérpretes de Libras, materiais acessíveis.
  • Barreiras atitudinais: preconceito, discriminação, falta de respeito.
  • Barreiras tecnológicas: falta de recursos de tecnologia assistiva.

Sabe, a definição da OMS é boa, explica bem, mas não muda nada se a gente não agir, né? A gente precisa de mais inclusão, mais respeito, mais empatia. A chuva parou, e eu cheguei atrasada na aula, mas com a cabeça fervilhando.