Qual é a diferença entre apresentação formal e informal?

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Apresentação formal usa linguagem culta e estrutura rígida, ideal para ambiente acadêmico/profissional. A informal é mais livre, com gírias e abreviações, comum no cotidiano e redes sociais.
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Quais as principais diferenças entre apresentação formal e informal?

A linguagem formal adere à norma culta, é estruturada, e comum em ambientes profissionais e acadêmicos. A informal é flexível, usa gírias e abreviações, típica do dia a dia e redes sociais.

Olha, a diferença entre o formal e o informal é algo que sinto sempre. Lembro, em 2019, num estágio numa agência na Rua de São Bento, Lisboa. Cada e-mail, reunião... tinha de polir. Pensar nas palavras pra não escorregar e usar gírias do WhatsApp. Um esforço mental grande, sabe.

É quase como vestir uma farda ou andar de pijama. Uma te aperta, te faz parecer certinho, enquanto a outra é só tu, de boas.

A formalidade, sinto, é um muro de regras rígidas. No meu TCC, em julho de 2022, a professora não perdoava um "pra". Luta para ter o texto impecável. Com a malta do curso, depois das aulas, era só risada e "tá-se bem", ninguém ligava ao "tipo" a cada frase. O contraste é gigante.

Essa liberdade informal, para mim, é real. Quando troco mensagens com a Ana, minha prima, sobre o concerto dos Xutos, em maio passado, no Altice Arena, eu escrevo "vamos lá, gaja!". Ela entende perfeitamente. Ninguém pensa em concordância verbal.

No dia a dia, a gente não pensa em conjugar verbo certo. A linguagem informal, sinto, é a nossa cara. É como falamos quando não tentamos impressionar, tipo numa entrevista para um trabalho de 900 euros que era só estresse. É a língua das nossas casas, dos cafés, sem filtro.

Então, pra mim, a diferença é basicamente entre o que mostras pro mundo e o que és de verdade, sem truques.

Qual é a diferença entre entrevista formal e informal?

A diferença crucial entre entrevista formal e informal é o foco da avaliação. Em uma entrevista formal, o empregador busca validar a capacidade técnica e experiência profissional do candidato para o cargo específico, como se fosse um inventário meticuloso das suas habilidades e diplomas. Já a entrevista informal se concentra na adequação cultural e interpessoal, querendo saber se você bate com a equipe e a vibe do lugar, uma espécie de teste de química social para ver se você não vai virar o chato do café.

  • Entrevista Formal: Onde o Terno e a Gravata Têm o Poder

    • Sabe aquele momento que você entra numa sala gelada, onde até a caneta do entrevistador parece julgar seu suor? Então, é a formal. É o "show dos diplomados", onde cada palavra é pesada e a pergunta sobre seus "pontos fracos" é uma armadilha ninja.
    • Lembro de uma vez que me perguntaram sobre "visão de futuro" e eu, na inocência, falei de abrir uma creperia. A cara do recrutador foi impagável. Ele queria saber de KPIs, não de crepe de Nutella! Meu Deus!
    • Propósito Escondido: Além de ver se você sabe o que faz, eles querem sentir se você vai aguentar a pressão, se é desses que chora no primeiro "sprint" ou se vira o jogo no último minuto. É pra ver se você não é uma celebridade com currículo bonito mas sem bala na agulha.
    • Preparo: Vistam suas melhores fantasias de profissional sério. Pesquisem a empresa como se fossem detetives particulares. Decorem respostas para perguntas que nem deveriam existir. E não esqueçam o sorriso ensaiado!
  • Entrevista Informal: O "Café" que Virou Sessão de Terapia

    • Essa é mais tranquila, geralmente num café descolado ou num happy hour pós-expediente. Começa com "Me fala um pouco de você" e pode terminar com vocês discutindo a última temporada de Round 6.
    • Uma vez, fui pra um desses "cafés" e a conversa desandou tanto que o gerente me contou sobre a ex-mulher. Quase chamei o terapeuta, juro! Mas, hey, consegui a vaga! Pelo visto, escutar os dramas alheios é uma habilidade interpessoal.
    • Propósito Escondido: Aqui, a empresa quer saber se você é gente boa, se não vai ser o estraga-prazeres das festas de fim de ano ou o colega que rouba a comida da geladeira. É sobre a química, a vibe. Se você tem o mesmo senso de humor questionável que eles, bingo! Que vergonha!
    • Preparo: Seja você mesmo, mas a sua versão "editada para a sociedade". Relaxe, mas não tanto a ponto de contar a história de quando você derrubou a sopa na sogra. Troque o blazer por uma camisa bacana e esteja pronto pra rir das piadas sem graça do futuro chefe. Ah, e cuidado com o chopp!

Como formar um texto formal?

Formar texto formal? Fácil que nem atar cadarço com a mão esquerda!

Primeiro, esquece o "tipo, saca só". Pensa que tá falando com um juiz ou com o chefão da firma. Nada de abreviação estilo zap, senão o bagulho fica sério e a mensagem voa longe. Linguagem polida, tipo joia rara.

Verbos? Ah, os verbos! Não dá pra mandar um "a gente fomos" pra audiência, viu? Tem que conjugar direitinho, tipo maestro regendo a orquestra. Se errar, a galera ri da sua cara, e não é um riso de meme não, é de deboche mesmo. Flexiona essa belezinha no tempo e pessoa certa.

Pra quem você tá mandando a prosa? Se é pra um tiozão, vai mais suave. Se é pra um professor ou cliente, pega leve na gíria. Adapta o papo pro público, saca? Não vai mandar um "E aí, truta!" pra um ministro, né? Fica esquisito.

Ser simpático é tipo o sal no feijão. Dá um toque especial, mas sem exagerar. Um "por gentileza" faz milagre, mais que um filtro no Insta. Alegra o texto, mas com classe.

E pra prender o cara? Ninguém aguenta texto que dá sono de elefante. Começa com um gancho tipo rede social, mas com conteúdo. Mantém o interesse, senão vira rolagem infinita de tédio.

Informações extras pra não dar zebra:

  • Evita vírgulas no lugar errado: Isso é tipo botar meia molhada num sanduíche, ninguém entende nada e dá ânsia.
  • Palavras difíceis com moderação: Não adianta usar um vocabulário de filósofo grego se o leitor é do signo de áries. Vai parecer que tá querendo se mostrar, e ninguém curte isso.
  • Releia, releia e releia: É como checar se a roupa tá passada antes de sair. Evita gafe e mostra que você se importa com o que tá enviando. Se a gente manda mensagem com "pqp" sem querer pra alguém importante, é fria!

Essa é a jogada pra mandar bem no texto formal, sem virar meme de "quem escreveu isso?". Fica ligado!