Qual é a diferença entre infinitivo pessoal e impessoal?

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Infinitivo impessoal: forma não flexionada do verbo (ex: cantar, amar).Infinitivo pessoal: forma flexionada em pessoa e número, concordando com o sujeito (ex: cantarmos, amares). A flexão indica quem realiza a ação verbal. A escolha entre pessoal e impessoal depende do contexto e da clareza da frase.
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Infinitivo pessoal e impessoal: qual a diferença?

Infinitivo pessoal e impessoal: qual a diferença?

Tá, deixa eu te explicar como eu entendo isso, sem firulas. O infinitivo impessoal, pra mim, é tipo aquela forma básica do verbo, sem dono, sabe? Tipo "amar", "comer", "dormir". Aquela forma que a gente encontra no dicionário.

Aí que entra a parada do infinitivo pessoal, que eu acho super curiosa. É quando a gente "conjuga" o infinitivo, tipo "amares", "comeres", "dormires". É como se a gente desse um "rosto" pro verbo, atrelando ele a uma pessoa. Acho isso meio estranho, mas confesso que já usei sem nem perceber.

Lembro de uma vez, tava escrevendo um texto e, sem pensar, coloquei "para fazermos". Depois que parei pra analisar, achei engraçado, mas fez sentido no contexto. Parece que o português adora essas nuances, né?

É basicamente isso: o impessoal é o verbo "cru", sem flexão. O pessoal é quando a gente dá uma "personalizada" no infinitivo. Acho que o segredo é entender o contexto pra saber qual usar.

Informações curtas e diretas:

  • Infinitivo Impessoal: Forma básica do verbo (ex: amar).
  • Infinitivo Pessoal: Infinitivo flexionado (ex: amares).
  • Uso: Depende do contexto da frase.

Como saber se o verbo é pessoal ou impessoal?

Nossa, essa aula de português foi um saco! Era 2023, estava num calor infernal em São Paulo, tipo uns 35 graus, grudando na cadeira daquela sala abafada do cursinho. A professora, a Dona Maria, tava explicando verbo pessoal e impessoal. Eu já estava quase dormindo de tão entediado.

Verbo pessoal é aquele que tem sujeito, que você consegue conjugar normalmente, tipo "eu como, tu comes, ele come". Fácil, né? A explicação dela foi bem maçante, mas entendi essa parte.

O problema foi o verbo impessoal. A Dona Maria disse que só se conjuga na terceira pessoa do singular (ele/ela/it). Ela deu exemplos com fenômenos da natureza: "chove", "nevou", "trovejou". A chave é perceber se tem sujeito explícito ou implícito, se não tiver, é impessoal.

Mas fiquei com uma dúvida: e o "haver" no sentido de existir? Ela explicou que também é impessoal, só aparece como "houve" ou "haverá", sem a variação normal. Acho que entendi, mas preciso praticar mais pra fixar. Me deu até uma dor de cabeça, esse calor tava me matando! Depois da aula, tomei um sorvete de abacate pra me acalmar. Ainda bem que sexta-feira já era!

Quando é que um verbo é impessoal?

Ah, a impessoalidade... Quase como um encontro às cegas com a gramática! Um verbo se torna impessoal quando decide que não precisa de um sujeito. Sabe, tipo aquele solteirão convicto que dispensa apresentações. Ele se basta!

  • O verbo "haver" se torna um Dom Juan quando exprime existência ou tempo que já rodou a catraca. "Há boatos..." – quem espalhou? Ninguém sabe, ninguém viu.

  • Fenômenos da natureza, ah, esses são rebeldes! "Choveu canivete!" – Deus me livre, quem segura essa bronca? Ninguém, oras! O verbo também tá solteiro.

  • "Basta" e "chegar", em certas ocasiões, também surfam nessa onda de independência. "Basta de blá blá blá" – quem decretou? O bom senso, talvez.

Eis a beleza da língua portuguesa: até na gramática, a gente encontra espaço para umas boas risadas (e um pouco de filosofia barata, claro).

Quando é que o verbo estar é impessoal?

Ah, então você quer saber quando o "estar" vira um ET, desses que só existe na terceira pessoa do singular? ???? Relaxa, que te conto!

  • Quando o bicho expressa tempo: Sabe quando você quer falar que "está frio" ou "está calor"? Aí ele vira impessoal, tipo um robô sem sentimentos. ???? "Está" sempre no singular, mesmo que você esteja congelando ou suando bicas!

    • Exemplo: "Está um frio de rachar os dentes hoje!" (E olha que nem sou dentista, mas tá brabo!)
  • Fazendo companhia pro "haver" e "fazer": O "estar" entra na turma dos verbos que indicam tempo decorrido. Aí ele fica todo metido a importante, também só na terceira pessoa.

    • Exemplo: "Já está para lá de cinco anos que não como um bom acarajé!" (Saudade da Bahia, viu?)

Para não esquecer:

  • É tipo um camaleão: O "estar" muda de forma dependendo do que você quer dizer. ???? Fique esperto!
  • Singular sempre: Nada de pluralizar o "estar" nessas horas, senão a gramática te pega! ????‍♀️
  • Terceira pessoa rules: Ele se acha tanto que só aceita a terceira pessoa do singular. Que folgado! ????

Quando se usa o infinitivo impessoal?

Infinitivo impessoal? Ah, aquilo...

  • Sem sujeito definido: Tipo, "É bom amar." Quem ama? Sei lá.

  • Preposição: "Antes de sair, pense bem." A regra é essa.

  • Imperativo: "Não fumar." É uma ordem, mesmo sem o "você".

  • Mesmo sujeito: "Para vencer, é preciso treinar." A pessoa se lasca sozinha.

  • Locução verbal: "Devemos estudar." Não tem muito o que inventar.

  • Verbos "estranhos": Ver, sentir, mandar... "Mandei fazer o jantar." Alguém obedece.

A vida é cheia dessas coisas. "Viver é perigoso", já dizia Guimarães Rosa. E ele sabia das coisas.

Quando usamos o infinitivo pessoal?

Ah, o infinitivo pessoal, essa joia rara da nossa língua! Ele entra em cena quando o infinitivo precisa de um upgrade de individualidade, sabe? Tipo, quando ele precisa mostrar quem está praticando a ação. É como dar um RG para um verbo sem CPF.

Usamos o infinitivo pessoal principalmente em três situações, e cada uma delas tem seu charme particular:

  • Sujeito Expresso: Quando queremos deixar bem claro quem está fazendo o quê. Exemplo: "Era fundamental eles compreenderem a situação." (Não basta só compreender, tem que ter nome aos bois!).
  • Sujeitos Diferentes: Quando a oração principal tem um sujeito e o infinitivo tem outro. Exemplo: "Deixei os meninos brincarem no quintal." (Eu deixo, eles brincam, cada um no seu quadrado!).
  • Ideia de Possibilidade ou Necessidade: Para dar aquele toque de "talvez" ou "precisa ser feito". Exemplo: "Sermos honestos é essencial." (Tipo um mandamento, só que mais gramatical).

A verdade é que o infinitivo pessoal é um pouco como um tempero exótico: usado com moderação, ele enriquece o sabor da frase; em excesso, pode estragar o prato. Mas, quando bem utilizado, ele mostra que você não só domina a língua, como também sabe dançar com ela.

Quando usar infinitivo pessoal ou impessoal?

A questão é quando usar o infinitivo pessoal ou impessoal, né? Deixa eu te contar como eu entendo isso.

  • Infinitivo Pessoal: A gente usa quando o verbo tem um "dono," um sujeito ali, mesmo que não esteja escancarado na frase. Rola flexão para mostrar quem tá fazendo a ação. Exemplo: Para eles entenderem, precisei desenhar. A flexão (entenderem) indica quem tem que entender.

  • Infinitivo Impessoal: Aqui, o verbo tá solto, sem sujeito específico. É a ação pela ação, sem essa de "quem" tá praticando. Tipo: Viver é mais que existir. "Viver" aqui não se refere a ninguém em particular.

Agora, a gramática permite umas ousadias. Às vezes, mesmo sem um sujeito claro, a gente flexiona o infinitivo para dar um "tchan" na frase, para não deixar dúvidas ou para dar uma ênfase. Por exemplo: É fundamental eles saberem a real. Dá pra sentir a diferença, né?

A língua portuguesa é uma caixinha de surpresas. As regras são importantes, mas a beleza está em saber quando quebrá-las com elegância. Afinal, como já dizia não sei quem: "A vida é a arte de desenhar sem borracha."

Que tipo de verbo é haver tratar-se de?

Haver, na construção "trata-se de", é impessoal! Nossa, que chato ter que pensar nisso agora, estava quase dormindo. Preciso mesmo escrever isso? Ah, já que estou aqui...

  • Verbo impessoal: É isso mesmo, só tem terceira pessoa do singular. Tipo, não tem como dizer "tratamo-nos de" ou "tratastes-vos de", né? Que coisa estranha.

  • Sem sujeito: Essa parte é a chave! Não tem quem faça a ação, sabe? É diferente de "eu trato de", onde "eu" é o sujeito. Aqui, é só a frase existindo, tipo um fantasma gramatical.

Meu Deus, essa aula de português foi mortal! Lembro que a professora, a Dona Maria, falava um monte sobre isso. Ela tinha um óculos enorme e um casaco de lã, sempre com um cheiro forte de café. Será que ela ainda usa aquele casaco?

Ah, falando em café... preciso fazer um agora. Esqueci totalmente do bolo de cenoura que está no forno! Que perigo! Vou ter que correr.

Mas, voltando ao verbo... impessoal, terceira pessoa do singular, sem sujeito. É isso. Fim.