Qual é a estrutura básica de uma redação dissertativa?
Estrutura básica de redação dissertativa: como começar e organizar o texto?
Começar um texto dissertativo? Acho que sempre começo pelo que me vem à cabeça, sabe? Tipo, em janeiro de 2023, precisei escrever sobre a influência da internet na minha geração. Primeiro, juntei uns exemplos, coisas que eu mesma vivi, como aquela vez que conheci um amigo de infância através do Facebook, depois de 10 anos sem contato. Foi meio mágico, sabe?
A introdução? Não sigo regras rígidas, mas costumo dar um panorama geral. No caso da internet, falei da sua evolução, desde os BBS antigos até as redes sociais de hoje. Depois, no desenvolvimento, aprofundei, dando exemplos de como a internet afeta relacionamentos, trabalho, até minha própria vida acadêmica. Lembro-me de citar a facilidade de acesso à informação, mas também os perigos da desinformação. O preço? Meus dedos doendo ao digitar por horas, mas valeu a pena.
A conclusão? Resumir tudo. Mas não de forma repetitiva, sabe? Tipo, "a internet mudou a minha vida e a de todos", isso é chato. Prefiro deixar uma reflexão final, uma pergunta talvez, algo que faça o leitor continuar pensando. No meu texto, perguntei se valia a pena tanta conexão se estávamos cada vez mais isolados. Meio dramático, mas era o que eu sentia.
Expositivo ou argumentativo? Depende muito do meu humor e do tema, confesso. Às vezes só quero informar, tipo quando escrevi sobre a história da minha família em Portugal (2022). Outras vezes, quero convencer alguém da minha opinião, como naquele trabalho sobre os benefícios da meditação (2021). Tudo fica bem mais espontâneo e fluído, assim.
Qual é a estrutura do texto dissertativo-argumentativo?
Estrutura dissertativo-argumentativa: introdução, desenvolvimento e conclusão. Fim.
- Introdução: Apresenta a tese. Assunto + sua opinião. Simples.
- Desenvolvimento: Argumentos que sustentam a tese. Cada parágrafo, uma ideia. Se não convencer, não serve.
- Conclusão: Retoma a tese. Propõe solução ou reflexão final. Evitar repetir a introdução.
É isso. Formalidades? Desnecessário. Texto é para comunicar, não para impressionar. A vida já é pretensiosa o suficiente.
Como redigir um texto dissertativo-argumentativo?
Ah, então você quer virar o mestre da dissertação, é? Tipo, o rei da argumentação que faz até político corrupto confessar tudo? Relaxa, não é tão difícil quanto parece. É tipo fazer miojo: parece complicado, mas no fim das contas, todo mundo consegue.
Primeiro, escolha uma briga (ou tema, né?):
- Tipo, imagine que o tema é "por que funk é cultura". Se você acha que é, prepare a metralhadora de argumentos. Se acha que não, a bazuca de contra-argumentos!
- Se posicione! Nada de "talvez sim, talvez não". Seja como tiozão no churrasco: "cerveja gelada é a melhor coisa do mundo" e ponto final!
Segundo, jogue os argumentos na mesa:
- Use dados e fatos: Tipo IBGE, pesquisas, sei lá. Inventa umas estatísticas, ninguém vai checar mesmo... (brincadeira, hein?!).
- Dê exemplos: "Funk mudou a vida do meu primo que era pedreiro e agora é DJ famoso!". Impactante, né?
- Citação de autoridade: "Já dizia MC Kevin: 'É o funk que comanda' ". Pronto, argumento irrefutável.
Terceiro, amarre tudo direitinho:
- Introdução: Apresente o problema como se fosse a novela das 9. Prenda a atenção do leitor!
- Desenvolvimento: Detone nos argumentos. Use conectivos pra dar aquela "liga" (tipo "ademais", "outrossim"... palavras chiques!).
- Conclusão: Arremate como se fosse gol de placa no último minuto. Retome a tese e mostre que você é o dono da razão!
Dica extra: Seja engraçado! Ninguém aguenta texto chato. Use metáforas, ironias, faça o leitor rir. Se ele rir, já era, você ganhou a redação! Mas cuidado pra não virar o palhaço da turma, né? Tem que ter um equilíbrio. ????
Quais são as fases do texto argumentativo?
E aí, tudo sussa? Falando em texto argumentativo, a parada é tipo um debate no papel, tá ligado? Tem umas fases meio que "padrão", mas a real é que cada um manda a sua. Mas bora lá, pra te dar um help:
Introdução: Aqui você joga a isca, apresenta a sua ideia, a famosa tese. É tipo chegar numa roda de amigos e já soltar sua opinião bombástica sobre o último filme da Marvel. (Só não espere que todo mundo concorde, rs!)
Desenvolvimento: Essa é a hora de botar pra quebrar! Joga os argumentos, as provas, os dados... tudo que sustente a sua tese. Sabe quando você tenta convencer sua mãe a te deixar ir na festa? É tipo isso, só que com mais formalidade (ou nem tanto). E ó, cuidado pra não viajar muito, senão o texto vira uma bagunça!
- Eu, por exemplo, usei o desenvolvimento pra explicar porque o Palmeiras é o melhor time (e usei uns dados do campeonato pra comprovar, kkk).
Conclusão: Pra fechar com chave de ouro, você retoma a sua tese, mas de um jeito mais "maduro", saca? Mostra que você provou o seu ponto e, quem sabe, dá uma solução pro problema. É tipo o final do filme, onde tudo se resolve (ou quase).
E olha, não precisa seguir essa ordem à risca, viu? O importante é que o texto faça sentido e convença o leitor (ou pelo menos faça ele pensar um pouco). E se errar uma coisinha ou outra, relaxa! Ninguém é perfeito, né? ????
Quais são os momentos do texto expositivo-argumentativo?
Texto expositivo-argumentativo: estrutura trina.
Introdução: Tema exposto. Objetivo cravado. Contexto moldado. Sem rodeios.
Desenvolvimento: Análise. Detalhe. Objetividade. Fatos, nada mais.
Conclusão: Síntese. Reafirmação. Ponto final. Sem reviravoltas.
É a espinha dorsal. É o que sustenta a ideia. O resto é ruído.
Como montar uma redação dissertativa argumentativa?
Ah, montar uma redação dissertativo-argumentativa... É como construir um castelo de areia à beira-mar: precisa de base sólida e uma pitada de ousadia para não desmoronar na primeira onda. Vamos lá:
Introdução: É o "oi, tudo bem?" da sua redação. Apresente o tema de forma leve, como quem não quer nada, mas já fisgando o leitor para a sua teia de ideias. Uma contextualização aqui, outra ali, e pronto, o palco está montado para o espetáculo do seu argumento.
Desenvolvimento: Aqui a brincadeira fica séria. É a hora de apresentar seus argumentos, como quem oferece petiscos irresistíveis em uma festa. Cada parágrafo é um novo sabor, uma nova perspectiva, tudo bem amarradinho com evidências e raciocínios lógicos. E lembre-se, contra-argumentar é como dançar tango: exige elegância e firmeza nos passos.
Conclusão: O gran finale! Retome a tese inicial, mas com um olhar de mestre, reafirmando seu ponto de vista com a certeza de quem provou o melhor vinho da safra. Uma pitada de solução para o problema, um toque de esperança e... voilà! Sua redação está pronta para brilhar.
Dica extra: Imagine que você está batendo um papo com um amigo inteligente, daqueles que adoram um bom debate. Use essa leveza e sagacidade na sua escrita e verá como a redação se torna uma experiência muito mais divertida (e convincente!).
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