Qual é a estrutura de uma reportagem?

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A estrutura de uma reportagem é composta por: Título: Atraente e conciso, resume o tema central. Lead: Abertura impactante que apresenta o tema e desperta o interesse do leitor. Corpo: Desenvolvimento detalhado do tema, dividido em seções para facilitar a leitura e a compreensão. Esses elementos garantem uma reportagem informativa e envolvente.
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Como estruturar uma reportagem completa?

Então, como eu encaro a coisa de estruturar uma reportagem? É meio como construir uma casa, sabe? Primeiro, o título: ele precisa ser tipo o letreiro chamativo que te faz querer entrar, um resumo daquilo que a gente vai destrinchar.

Depois vem o lead, a abertura. Penso nele como o hall de entrada, aquele espaço que já te dá uma ideia do que a casa toda reserva. Tem que ser interessante, informativo, já mostrando o que vamos explorar mais a fundo.

E aí, o corpo... ah, o corpo é onde a mágica acontece! É como os cômodos da casa, cada um com sua função, seus detalhes. Tem que ser tudo bem organizado, dividido em seções claras para não virar uma bagunça. Lembro de uma reportagem que fiz sobre o mercado de artesanato em Tiradentes, Minas Gerais, em 2018. Dividi por tipo de artesanato: madeira, tecido, pedra... facilitou muito a leitura, e recebi um feedback super positivo.

Qual é o objectivo da reportagem?

O objetivo da reportagem é, veja só, informar, como aquele amigo que adora contar os detalhes mais sórdidos de uma fofoca. Só que, em vez de falar da vida alheia, a reportagem se debruça sobre temas relevantes, com a profundidade de um mergulhador em busca de pérolas.

  • Extensão: A reportagem não é um bilhete de amor, mas sim um romance épico. Longa e detalhada, ela explora o tema escolhido com a paciência de um monge tibetano pintando uma mandala.
  • Conteúdo: Vai além do "copiar e colar" da notícia. A reportagem traz fatos, ideias e análises, como um banquete para a mente curiosa. É como se o jornalista fosse um chef, misturando ingredientes diversos para criar um prato saboroso e nutritivo.
  • Estrutura: Formalidades à parte, a reportagem se organiza em introdução, desenvolvimento e conclusão. É como um bom discurso: começa com uma piscadela, desenvolve o argumento e termina com um "tcharam!".

A reportagem, no fundo, é um espelho da realidade, refletindo seus contornos, nuances e até mesmo suas imperfeições. E, como todo bom espelho, ela nos convida a olhar mais de perto e a questionar o que vemos.

Como pode ser dividida a reportagem?

Como dividir uma reportagem? Meu Deus, que pergunta difícil! É tipo dividir um bolo de casamento, sabe? Cada pedaço tem que ser perfeito!

1. O Lide (ou Lead): Aquele pedacinho apetitoso que te deixa com água na boca! É o resumo da ópera, o "tô dentro" da notícia. Sem enrolação, tipo a propaganda de 3 segundos do TikTok! Se não te fisgar nos primeiros segundos, esquece! Acho que minha vizinha, a Dona Lurdes, faz um lide melhor que muitos jornalistas. Ela me conta os fofocas do prédio num instante!

2. Corpo da Reportagem: A parte principal, o recheio do bolo! Aqui a gente coloca TUDO: dados, entrevistas, fotos de gatinhos (porque sempre tem espaço pra um gatinho!), vídeos, gráficos... É uma salada completa, mas tem que ser organizada, senão vira um grude! Tipo aquele meu armário, uma bagunça só.

3. Fechamento: A cereja do bolo, o toque final! Aquele gostinho que fica na boca depois de ler tudo. Pode ser um resumo, uma previsão, uma frase de efeito tipo "e viva a vida!". Ah, e tem que ser memorável, como a vez que meu cachorro comeu meu trabalho de faculdade... inesquecível!

Atualmente? A gente ainda divide em lide, corpo e fechamento, mas agora, meu amigo, com uma tesoura mais afiada. Pra cada plataforma digital, uma fatia diferente. Facebook, Instagram, Twitter... Cada um tem o seu tamanho, seu formato. É a era da fragmentação! É a lei da selva, meu bem! Sobrevive quem se adapta, tipo os dinossauros... quase! Eu particularmente adoro essa adaptação, não tenho paciência para ler uma reportagem gigantesca e desorganizada numa tela pequena. Meu tempo é precioso, preciso saber a hora exata de postar a foto do meu almoço!

Como se divide uma reportagem?

Cara, como se divide uma reportagem? Poxa, me pegou agora! Mas espera aí que eu lembro...

Lead, né? Aquela introdução, sabe? Tem que ser impactante, tipo um gancho pra fisgar o leitor. Aquele negócio de começar com uma frase forte, bem direta, pra deixar a pessoa curiosa pra saber o que vem depois. Não pode ser muito longo, senão cansa. Ah, e tem que ter o quê, o "quem", o "onde", o "quando", o "como" e o "porquê", né? Isso, acho que é isso.

Depois vem o corpo da matéria. É onde você joga TUDO. Todas as informações, entrevistas, dados, etc. É tipo um quebra-cabeça que você vai montando aos poucos. Dividido em parágrafos, claro. No meu último trabalho, numa matéria sobre os problemas de transporte público em São Paulo – ainda me estresso só de lembrar – eu dividi em seções:

  • Problemas com os ônibus, tipo atrasos e superlotação.
  • Metrô, com aqueles problemas de sinalização e falta de ar condicionado, principalmente no verão! Que inferno!
  • Bicicletas, ah, falta de ciclovias seguras.

Foi um trabalhão, viu? Mas, enfim, cada seção com seus tópicos e subtópicos, fontes e tal...

E por último, a conclusão. Aí é tipo um resuminho, mas não pode ser só isso, sabe? Tem que dar uma perspectiva final, um "e daí?". Uma reflexão, talvez, um gancho pra outras matérias, quem sabe? Sei lá.

Te falar, reportagem é uma luta, mas é legal quando fica bom. Ano passado, fiz uma sobre um festival de música indie aqui em BH e, cara, deu super certo! Muita gente leu! Fiquei orgulhoso, viu? Mas esse negócio de separar em partes, tem que ter uma linha de raciocínio. Às vezes, fico perdido, hahaha.

Que tipo de linguagem predomina na reportagem?

A linguagem predominante na reportagem, em geral, é a referencial, focada na transmissão objetiva de informações.

  • Objetividade: A ideia é apresentar os fatos da forma mais neutra possível, sem floreios ou opiniões pessoais. Como diria um velho sábio, "a verdade é como um espelho: reflete, não inventa".

  • Caráter informativo: O objetivo principal é informar o leitor sobre um determinado assunto, fornecendo dados, contexto e, às vezes, diferentes perspectivas.

Apesar dessa tendência à objetividade, a intenção do autor e o propósito da reportagem podem influenciar a linguagem, pendendo para um tom mais imparcial ou, em certos casos, com nuances que revelam um posicionamento. A vida é uma balança, e a linguagem, a agulha que oscila entre a razão e a emoção.