Qual é a estrutura do texto dissertativo-argumentativo?

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A estrutura do texto dissertativo-argumentativo é clássica: Introdução: Apresentação do tema e tese (posicionamento). Desenvolvimento (argumentação): Apresentação de argumentos e provas que sustentam a tese, com exemplos e dados. Conclusão: Reforço da tese e síntese dos argumentos, podendo apresentar uma proposta de solução ou reflexão final. Sua rigidez garante clareza e impacto.
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Como escrever uma dissertação argumentativa: estrutura e elementos principais?

Escrever uma dissertação? Cara, me lembro da minha faculdade, em 2018, na USP, aquele sufoco! A estrutura é chata, tipo, introdução, desenvolvimento (a parte da argumentação, né?), e conclusão. A introdução precisa ser um gancho, sabe? Algo que prenda o leitor, tipo uma pergunta provocativa ou uma frase impactante, não uma coisa sem graça. Na minha dissertação sobre a influência da música brasileira nos anos 80, comecei com uma citação do Caetano, funcionou!

O desenvolvimento, ai que trampo! É onde você joga toda a sua munição, as suas fontes, os seus argumentos, cada um em um parágrafo, bem estruturado, com citações, claro! Eu tinha umas 10 páginas só de desenvolvimento, cansativo, mas preciso. Tinha que defender o meu ponto de vista, mostrar que eu sabia do que estava falando, e usar exemplos concretos, tipo dados sobre vendas de discos ou entrevistas com artistas da época. Lembro-me de gastar uma fortuna em livros da biblioteca da USP, 50 reais em cópias, foi tenso.

A conclusão, ah, a conclusão! É a hora da síntese, sabe? Resumir tudo o que você argumentou, reforçar a sua tese, e finalizar com uma frase impactante, que deixe o leitor pensando. Na minha, terminei com uma reflexão sobre a importância da preservação da nossa cultura musical.

Informações curtas:

  • Introdução: Gancho, tese.
  • Desenvolvimento: Argumentos, provas, exemplos.
  • Conclusão: Síntese, reforço da tese, reflexão final.

Como redigir um texto dissertativo-argumentativo?

Tá, então, dissertativo-argumentativo... hmm. Tipo, defender uma ideia, né? Lembro da época da escola, meu Deus, que sufoco!

  • Ponto de vista: Tipo, ter uma opinião forte, tipo "eu acho isso por causa disso e disso"
  • Argumentos: Que nem numa discussão, só que mais formal. Tipo, "segundo o IBGE..."

Ah, tipo um debate no papel! Expor o que você pensa, mas com base em fatos. E tipo, organizar as ideias, sabe? Pra não virar bagunça.

Tipo, conectar os argumentos com a sua opinião. Não adianta só jogar fatos aleatórios, tem que mostrar como eles provam o que você tá pensando.

Tipo, esses dias tava pensando, qual a diferença de defender uma ideia e ser teimoso? Acho que é a base nos fatos, né? E tipo, usar a norma culta. Sem gírias, haha. Formalidade, né? Mas sem ser chato. Difícil!

Quais são as fases do texto argumentativo?

Ah, o texto argumentativo, tipo briga de comadre, né? Tem as fases certinhas pra não virar baixaria total:

  • Introdução: É tipo "Oi, tudo bem?", mas já mostrando a faca. Apresenta a tese, tipo a fofoca principal. É pra fisgar o leitor, senão ele foge!

  • Desenvolvimento: Aqui é o recheio do bolo, a hora de jogar as verdades (ou quase verdades) na cara. Tem que ter argumento forte, senão sua tese vira purê de batata.

  • Conclusão: O gran finale! É tipo o beijo de Judas, resume tudo e dá aquela estocada final pra derrubar o oponente. Se fizer direito, o leitor sai convencido, se não, vira meme.

É tipo receita de bolo, se seguir direitinho, sai um texto que até sua avó aprovaria (ou não, vai saber, vó é fogo!).

Quais são os momentos do texto expositivo-argumentativo?

Cara, sabe aqueles textos, né? Os expositivos-argumentativos? Difícil explicar, mas tenta aí acompanhar minha linha de raciocínio, rs.

Introdução: É tipo, a abertura do negócio, onde joga a ideia principal na mesa. Explica o que vai ser discutido, sabe? Meu TCC foi assim, tipo, uma introdução gigantesca, quase me deu um troço pra escrever. Detalhei tudo, falei do objetivo, contextualizei, e blablabla. Fiquei umas três semanas só nisso. Ainda bem que meu orientador gostou!

Desenvolvimento: Aí vem a parte chata, mas crucial. É onde você detona o tema, com todas as provas e explicações. É tipo, a parte onde você joga todos os seus argumentos, tentando convencer o leitor, né? No meu trabalho, usei vários gráficos, tabelas, foi um trabalhão! Tive que fazer várias pesquisas, ler uns 10 artigos científicos, foi tenso. Meu Deus, quase enlouqueci.

Conclusão: E por fim, a conclusão, onde você basicamente resume tudo que já falou, tipo uma super síntese. Reforça sua ideia principal, tipo “viram? Eu estava certa o tempo todo!”. A minha foi bem tranquila, comparada com o desenvolvimento. Só precisei fazer um resuminho bacana, com um fechamento legal e pronto.

A diferença entre expositivo e argumentativo? Hmmm... Expositivo é só explicar, tipo um dicionário. Já o argumentativo, você tenta te convencer de algo, tipo, um debate. Meu trabalho foi argumentativo, claro! Tive que defender minhas ideias e convencer a banca, meu Deus. Quase infartei!

  • Introdução: Apresentação do tema e objetivo.
  • Desenvolvimento: Explicação detalhada e argumentos.
  • Conclusão: Síntese e reafirmação da ideia principal.

Ah, e tem mais, esqueci de dizer que no meu TCC, usei bastante a metodologia qualitativa. Foi bem legal na verdade! Mas quase não me formei. Ainda bem que deu tudo certo no final, né? A defesa foi terrível, fiquei toda tremendo, mas consegui! Ufa!

Como montar uma redação dissertativa argumentativa?

Redação dissertativa-argumentativa: Sem rodeios.

  • Introdução: Tema na mesa. Contexto rápido. Sem enrolação.

    • O objetivo é fisgar, não cansar.
  • Desenvolvimento: Argumentos. Fatos. Conexão lógica.

    • Cada parágrafo, uma facada. Precisão.
    • Use dados concretos. O que funciona? O que falha?
  • Conclusão: Amarre as pontas. Reforce a tese. Sem pedidos de desculpa.

    • Última impressão é a que fica. Golpe final.
    • Se possível, sugira uma ação.
  • Linguagem: Formal. Objetiva. Impessoal.

    • Sem floreios. Direto ao ponto.
  • Estrutura: Tópico frasal. Argumentação. Evidências.

    • A repetição é a morte da criatividade.

    • É melhor um texto curto e impactante que um longo e redundante.

  • Revisão: Erros? Descarte. Repetição? Elimine.

    • A perfeição é utopia, mas a clareza é obrigação.

A vida é curta demais para textos ruins.

Qual é a estrutura básica de uma redação dissertativa?

Cara, redação dissertativa, né? Aff, me dá um trabalhão! A estrutura básica é tipo... bem simples, na verdade. Mas precisa ser bem feita, senão vira um desastre.

Introdução, você sabe, né? É tipo o "oi, gente, vou falar sobre isso aqui". Aí você coloca a sua tese, que é basicamente o que você vai defender no resto da redação. Pensei em fazer uma sobre a importância da leitura, sabe? Quase escrevi, mas desisti, tava sem tempo.

Depois vem o desenvolvimento, a parte mais chata! Aqui você precisa desenvolver sua tese, com argumentos, exemplos, tudo o que tiver pra justificar o que você disse na introdução. Tipo, se sua tese é que ler é importante, precisa mostrar porque é importante. Eu sempre coloco uns 2 ou 3 parágrafos aqui, pelo menos. Às vezes, coloco mais, dependendo do tamanho da redação que o professor pedir. Tem que ter coerência, né? Não pode ficar pulando de um assunto pro outro. Aí fica uma salada.

E por fim, a conclusão, a cereja do bolo! É onde você resume tudo o que você falou, reforça a sua tese e fecha com chave de ouro, sabe? Sem muita enrolação, só o essencial, pra deixar tudo bem amarradinho. As vezes eu esqueço de fazer uma boa conclusão. Fico com preguiça, e acabo entregando a redação assim mesmo.

  • Introdução: Apresentação do tema e tese.
  • Desenvolvimento: Argumentos e exemplos que sustentam a tese. Precisa ter lógica e coesão!
  • Conclusão: Reforço da tese e síntese dos argumentos.

Ah, e tem a diferença entre dissertativo-expositivo e dissertativo-argumentativo. O expositivo só explica, tipo um resumo. Já o argumentativo, tenta te convencer de alguma coisa. Tipo, um debate escrito. Isso eu aprendi na aula de português, ano passado. Meu professor era chato, mas explicava bem. Ah, e eu quase esqueci: ainda tem a questão da citação de fontes, o que eu sempre esqueço de fazer também. Mas preciso lembrar disso para a próxima.