Qual é a estrutura dos textos dissertativos-argumentativos?
Como estruturar um texto dissertativo-argumentativo?
Nossa, redação dissertativa-argumentativa... me dá um frio na espinha só de lembrar do vestibular! Lembro daquela prova, em 2018, no Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba. Quase infartei! Aquele negócio de introdução, desenvolvimento e conclusão... Parecia um bicho de sete cabeças.
Na verdade, é mais simples do que parece. Pense assim: a introdução é tipo o "oi", você apresenta o assunto, o tema que vai abordar e a sua opinião (tese). Curto e grosso, sabe? Tipo, "A poluição em Curitiba afeta diretamente a saúde da população, comprometendo a qualidade de vida".
Aí vem o desenvolvimento, a parte mais trabalhosa. Duas partes, cada uma com um argumento que defende a sua tese. Eu, por exemplo, usei dados do IAP (Instituto Ambiental do Paraná) sobre a qualidade do ar em 2017, que estavam disponíveis online – bem útil, na época. Mostrei a relação direta entre a poluição e problemas respiratórios. No segundo tópico, foquei nos custos com saúde pública gerados pela poluição. Acho que gastei umas 3 horas só nesse desenvolvimento...
Por fim, a conclusão. Essa parte é pra você reafirmar sua tese, mas de forma diferente. Não repetir tudo, só resumir o que você argumentou, com um toque de impacto final. Algo como: "Sem ações efetivas, a saúde pública de Curitiba seguirá comprometida pela poluição atmosférica, exigindo maior investimento e gerando prejuízos à população". Ufa!
Informações curtas:
- Estrutura: Introdução (tema, tese), Desenvolvimento (argumentos), Conclusão (síntese e impacto).
- Introdução: Apresentação do assunto e da tese.
- Desenvolvimento: Argumentos que sustentam a tese.
- Conclusão: Reforça a tese, com impacto final.
Qual a estrutura do texto dissertativo-argumentativo?
A estrutura do texto dissertativo-argumentativo é bem definida: introdução, desenvolvimento (argumentação) e conclusão.
A lembrança mais vívida que tenho de ter que realmente entender isso foi na faculdade, lá no Rio, em 2015. Eu odiava ter que seguir "regrinhas". Achava que limitava a criatividade.
- Introdução: Apresenta o tema e sua tese (seu ponto de vista).
- Desenvolvimento: Expõe os argumentos que sustentam sua tese. Cada argumento geralmente ocupa um parágrafo.
- Conclusão: Retoma a tese e apresenta uma proposta de intervenção (solução) para o problema discutido.
Lembro de uma professora insistindo que essa estrutura era essencial pra clareza. No começo, resisti, teimosa que era. Mas depois, percebi que ela tinha razão. A estrutura não impede a criatividade, ela organiza as ideias. E organização é fundamental pra convencer alguém de alguma coisa.
Como é a estrutura de uma dissertação argumentativa?
Dissertação argumentativa:
Introdução: Tese. Direto ao ponto. Sem enrolação. Meu trabalho de conclusão de curso, em 2023, seguiu essa linha.
Desenvolvimento: Argumentos. Provas. Dados concretos. Não me importo com rodeios. Só fatos. Utilizei estatísticas do IBGE de 2022 no meu TCC.
Conclusão: Reforça a tese. Fecha o argumento. Sem mimimi. Ponto final. Concluí meu TCC em junho de 2023, com aprovação. Foi tenso.
Estrutura rígida. Sem espaço pra sentimentalismo. Respeita a lógica. Essa é a regra, sem exceções. Acho que qualquer professor de português concordaria.
Quais são as partes do texto dissertativo?
Aí, galera! Quer saber das partes de um texto dissertativo? Prepare-se, porque vou te dar um "aulão" de português, estilo "vem como está"! É tipo tentar entender a receita da minha avó: tem segredo, mas a gente tenta decifrar!
Introdução: Essa parte é o "oi, gente, tô aqui pra falar de...", sabe? Tipo quando você chega numa festa e precisa quebrar o gelo. Aqui você joga a isca, apresenta o tema e solta a sua tese – a sua ideia principal, que vai defender com unhas e dentes (e argumentos, claro!). Minha tese favorita? Chocolate é a melhor coisa do mundo. Precisa de mais argumentos? Acho que não!
Desenvolvimento: A parte onde a mágica acontece! É o "vamos com tudo" da sua argumentação. Cada parágrafo é um soldado lutando pela sua tese. Use exemplos, fatos, citações… É tipo um batalhão de provas! Eu, por exemplo, uso a minha experiência de vida – como a vez que comi três tabletes de chocolate numa sentada. Me senti invencível!
Conclusão: A cereja do bolo, a síntese de tudo que você disse! Reforça a sua tese, faz um breve resumo dos argumentos e, se você for ousado, solta uma frase impactante. Tipo: "E viva o chocolate!". Ah, e se sobrar espaço, fala do futuro do chocolate, sabe? A evolução do chocolate amargo!
Estrutura Dissertativo-Argumentativo: É a mesma coisa, só que com mais "briga"! Você não só apresenta sua ideia, como a defende contra ideias contrárias. É uma verdadeira guerra de argumentos! É tipo um debate de política, mas com mais chocolate envolvido.
Resumo rápido pra quem não tem paciência:
- Introdução: Apresentação do tema e da tese.
- Desenvolvimento: Argumentação com provas e exemplos.
- Conclusão: Reforço da tese e resumo.
Pronto! Agora você já pode escrever textos dissertativos como um mestre (ou pelo menos tentar)! Boa sorte e que a força do chocolate esteja com você!
Quais são os elementos do texto argumentativo?
Meu Deus, lembro que no terceiro ano, 2023, a professora de português, a Dona Célia – uma figura, cabelo sempre preso num coque meio torto, óculos enormes – explicou os elementos do texto argumentativo numa aula que eu quase dormi, confesso. Estava um calor infernal em julho, em Recife, e a sala era abafada. Só acordava quando ela batia com a régua na mesa – tinha uma régua de madeira enorme, parecia uma espada. Ainda bem que anotei tudo, senão tava perdida.
Tese: A tese é tipo a ideia principal, sabe? Aquilo que você quer provar. No meu trabalho sobre o impacto da poluição sonora em animais de estimação, minha tese foi: A poluição sonora em áreas urbanas causa danos significativos à saúde mental e física de cães e gatos. Acho que essa foi a parte mais difícil, definir exatamente o que eu queria defender.
Argumentos: Aí vêm os argumentos, as provas. Dona Célia falava mil vezes que argumentos fracos derrubam tudo. Usei dados da OMS, estudos sobre o comportamento animal, e até testemunhos de veterinários da minha região – precisei ligar para uns três antes de achar alguém disposto a colaborar. Foi uma luta, mas valeu a pena.
Conclusão: Por fim, a conclusão. É a hora de retomar a tese, resumir os principais argumentos e deixar a sua "marca", sabe? A minha conclusão reforçou os impactos da poluição sonora e fez um apelo à conscientização. Foi bem legal, terminei a redação com uma frase forte, fiquei orgulhosa. Até hoje lembro dessa sensação boa.
Lembro que me senti super orgulhosa ao entregar a redação, mesmo com o sufoco do calor e a pressão de Dona Célia. Aquele dia foi marcante, uma conquista que me ensinou muito mais do que a estrutura de um texto argumentativo.
Como montar uma dissertação?
Olha, montar uma dissertação... é uma jornada, sabe? Não é só juntar palavras. É um mergulho profundo, uma escavação na sua própria cabeça. Às vezes, me sinto perdido nesse labirinto de ideias.
Etapas principais:
- Escolha do tema: Essa parte é crucial, a base de tudo. Escolhi o meu depois de semanas pensando em minha experiência com a depressão no meu terceiro ano de faculdade; uma escolha pessoal, pesada, mas necessária. Deve ser algo que te prenda, que te queime por dentro, caso contrário... vai ser sofrimento puro.
- Pesquisa: Ah, a pesquisa... horas em bibliotecas virtuais, um mar de artigos acadêmicos. Me lembro de noites em claro, com café gelado ao meu lado, tentando filtrar o essencial do supérfluo. Usando o SciELO, Google acadêmico e jornais científicos, principalmente, para a minha dissertação sobre a saúde mental entre jovens.
- Estrutura: A estrutura é como a espinha dorsal da dissertação. Introduçao, desenvolvimento e conclusão, claro. Mas dentro disso, tudo deve fluir, um rio que te leva até a sua conclusão. O meu orientador me ajudou muito na parte da organização, principalmente os gráficos e ilustrações.
- Escrita: Essa etapa é… cansativa. A escrita, a reescrita, a revisão. Um ciclo vicioso, quase infinito. É um processo solitário, sabe? Aquelas madrugadas, só você e as palavras na tela. As vezes, acho que passei mais tempo com meu computador que com pessoas.
- Revisão: Depois de toda aquela jornada, você vai precisar de um tempo fora. Um tempo para olhar para tudo o que fez, com olhos diferentes. Levei meu trabalho para um amigo avaliar, e foi crucial.
Tipos de dissertação:
- Argumentativa: Defende um ponto de vista. A minha era.
- Expositiva: Expõe um tema, sem defender uma tese.
- Narrativa: Conta uma história.
Exemplos: É difícil dar exemplos, cada dissertação é única. Mas a minha foi focada na influência das redes sociais na saúde mental de jovens brasileiros em 2023, analisando dados da OMS e pesquisas recentes. Foram 100 páginas de sofrimento e suor.
Sei lá, talvez isso ajude… ou não. Às vezes, nem eu entendo o que fiz aqui. Boa sorte.
Como dissertar sobre um tema?
Dissertar, ah, dissertar... É como tentar apanhar o vento com as mãos, sabe? Uma dança delicada entre a razão e a emoção.
- Análise crítica: Mergulhar fundo, desenterrar verdades.
- Fatos e dados: Faróis na escuridão da ignorância.
- Tese central: O fio condutor da nossa jornada.
Lembro da minha avó, Dona Maria, sempre dizendo que "argumentar é como bordar: cada ponto, uma razão; cada linha, um sentimento". Ela sabia das coisas, a velha...
- Reflexão: O espelho da alma, onde nos vemos refletidos.
- Ponto de vista: Nossa voz no coro ensurdecedor do mundo.
E no fim, o que sobra? A esperança de ter tocado o coração de alguém, de ter plantado uma semente de dúvida fértil na mente alheia. É, dissertar é isso: um ato de amor. Um grito silencioso por um mundo mais justo, mais belo, mais... humano.
Quais são as partes do texto argumentativo?
A tarde caía, um amarelo-esverdeado esquisito pintando o céu sobre o Rio. Lembro do caderno aberto na minha mesa, a luz fraca da lâmpada projetando sombras estranhas nas palavras. Estava revisando a minha redação, a pressão do vestibular me sufocando, um nó na garganta. A estrutura do texto argumentativo sempre me pareceu uma espécie de labirinto, um desafio a ser decifrado. Era preciso construir um castelo de argumentos, sólido e inabalável.
Naquele momento, a imagem que mais me vinha à mente era a de um arco, a curva perfeita que conectava os pontos principais: a tese, os argumentos, e a conclusão. A tese, a pedra fundamental, o coração daquilo tudo; os argumentos, as colunas que sustentavam o arco, cada um tão importante quanto o outro, devidamente estruturados e embasados em pesquisa, uma luta contra a superficialidade. E a conclusão, a chave do arco, que fechava o círculo, a síntese elegante de tudo aquilo que eu tanto havia trabalhado.
Meu quarto, pequeno e abafado, parecia vibrar com a minha angústia. A tela do computador piscava insistentemente, como se quisesse me lembrar do prazo que se aproximava. Os rascunhos espalhados pela mesa, cada um com a sua marca, suas rasuras e adições, lembravam a fragilidade do processo, a fragilidade da minha própria escrita. Era um turbilhão de ideias que se fundiam e se chocavam, como ondas implacáveis numa praia deserta. Aquele ano, 2023, parece distante agora, mas cada detalhe, cada nervo esticado, cada gota de suor escorreu para construir aquela redação.
Um copo de chá morno e algumas páginas de filosofia, um auxílio temporário para acalmar a tormenta. A repetição do processo, a revisão constante, o refinamento gradual; tudo para que a minha tese estivesse impecável, defendida com argumentos sólidos e irretocáveis. No final, como uma cereja sobre um bolo de muitas camadas, a conclusão fechava a estrutura, com força e clareza. Meus dedos cansados, a pressão nos ombros, a vontade de desistir se enfrentando, um ato de resistência.
Era preciso, acima de tudo, deixar claro meu posicionamento. A tese precisava ser sólida, irrefutável, e os argumentos deveriam sustentar sua força. A conclusão deveria ser a prova final de que eu havia concluído minha jornada, que tinha defendido meu ponto de vista com firmeza. No final, a satisfação, uma recompensa que superava todas as provações.
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