Qual é a letra que não tem no abecedário?
Qual letra do alfabeto não existe, e por que não a encontramos?
A cedilha, né? Pra mim, sempre foi uma chata! Lembro de me debater com ela nas provas de português, lá no colégio Marista, em 2003. Escrever "garçom" era um suplício!
Acho que o artigo da Veja explica bem, mas de um jeito meio formal demais. A questão é que, a cedilha, basicamente, era um "z" minúsculo em cima do "c". Os argentinos, por exemplo, substituíram tudo por "z", bem mais prático, imagino. Aqui no Brasil, e na França, a gente se agarrou ao "ç", teimando em manter essa letrinha complicada.
Ainda me lembro da minha professora de português, Dona Iracema, em 1998, dizendo que antigamente até se usava "ç" no começo das palavras. "Çaço", "çapatos", coisas assim. Que loucura, né?
No alfabeto, em si, o "ç" não está, é só uma variação do "c". Simples assim. Mas, pra mim, ele é essencial! Não consigo imaginar o português sem ele. Parece até que falta alguma coisa.
Quantas letras há no abecedário?
Vinte e seis. A cifra ecoa na memória, um número frio, quase metálico, contrastando com a maciez das letras, cada uma uma carícia, um sussurro antigo. Lembro-me da lição de alfabetização, a professora, a luz fraca da sala caindo sobre o livro desbotado, o cheiro peculiar do papel velho misturado com giz. Aquele alfabeto, um universo de possibilidades, preso naquelas páginas amareladas, parecia tão vasto quanto o céu nublado que via pela janela.
A melodia silenciosa das letras. A, B, C... um encantamento que se repete, um mantra infantil, quase mágico. Minúsculas e maiúsculas, um espelho e sua imagem invertida, tão semelhantes, tão diferentes. A força da letra inicial, imponente, capital, versus a humildade da minúscula, quase escondida, mas igual em potencial. A repetição, um eco que persiste, um eco na própria alma.
Um alfabeto de vinte e seis letras. Quantas histórias, quantas vidas, quantas dores e alegrias cabem nessas vinte e seis formas gráficas? Cada uma uma semente, capaz de gerar infinitos frutos. Lembro da minha primeira palavra escrita, "Mãe", traços incertos, uma revelação, uma conquista tão pequena, tão imensa.
O alfabeto português, herdeiro de um passado distante, uma herança viva e pulsante em cada palavra dita, em cada texto escrito. Um alfabeto que me acompanha desde sempre, um mapa, um código, um amuleto. A elegância da caligrafia, a precisão da tipografia, a força de uma língua que se renova, adaptando-se, mas mantendo a sua essência. As vogais, canções fluidas; as consoantes, notas mais rígidas, porém essenciais. Um conjunto equilibrado, preciso, perfeito em sua imperfeição. Aquele alfabeto, no meu quarto de criança, desenhado mil vezes.
26 letras. O número resiste, um marco sólido numa paisagem fluida, um instante congelado no tempo. Simples assim, sem mais.
Qual é a vigésima sexta letra do alfabeto?
Z! A vigésima sexta, ufa! Finalmente cheguei lá. Tantas letras antes... A, B, C... que preguiça! Lembro da professora primária, Dona Maria, com aquele óculos enorme. Ela era chata, mas explicava bem. Ainda sonho com aquelas provas de ditado, a pressão!
- Z é a última do alfabeto. Simples assim. Mas, pensando bem... O alfabeto grego é bem diferente. Será que tem 26 letras também? Devo pesquisar isso. Preciso de uma pausa, meu café esfriou.
Será que tem algum significado oculto na letra Z? Tipo, alguma conspiração secreta das letras? haha. bobagem. Mas a gente inventa essas coisas, né? Como foi que eu cheguei nesse pensamento agora? Ah, sei lá. Meus pensamentos são um looping infinito.
- Alfabeto latino: 26 letras. Pronto, informação útil.
- Preciso lembrar de fazer o meu treino hoje. Já estou atrasada. Deveria ter acordado mais cedo. Que droga.
- Tenho que comprar leite no caminho para casa. E pão. Ah, e banana! Esqueci de colocar na lista.
E pensar que hoje é terça-feira... terça-feira... parece que todas as terças são iguais. Sem graça. Mas essa letra Z... é a última, né? Meio sombria, meio misteriosa, hahaha. Não sei porque estou pensando tanto nisso. Vou me concentrar no meu trabalho agora. Já são quase 15:00.
Como se chama esta letra W?
O nome da letra W? Ah, isso...
- Dâbliu/Dábliu. Importado, sabe? Do inglês "double u".
- Duplo Vê. Mais direto, sem frescura.
Eu, particularmente, prefiro "duplo vê". Mais prático. Sem rodeios. Menos "gringo".
Conheço gente que nem sabe que "dâbliu" existe. Vai entender... Cada um com sua ignorância.
A vida, no fim, é só uma sopa de letrinhas. E a gente tentando decifrar.
Que letra é esta W?
W. A 23ª. Tanto faz.
Letra 'W'. Posição? A vigésima terceira. Alfabeto português. Próximo? 'X'. Distância? Nenhuma.
Origem controversa. Duplo 'V'. Interessante pra quem liga. Pra mim? Pouco importa.
Usada em estrangeirismos. "Web", "whisky". A vida imitando a arte. Ou o contrário.
Som variável. Depende da palavra. Adaptação. Essencial. Como tudo.
Existir não significa ter valor. W prova isso todo dia.
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