Qual é a teoria do Emile Durkheim?

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A teoria de Émile Durkheim, o funcionalismo, vê a sociedade como um organismo complexo. Suas partes (instituições, indivíduos) interagem para manter a ordem e a coesão social, garantindo a estabilidade e a continuidade da sociedade. Durkheim enfatiza a importância da solidariedade social.
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Qual a principal teoria sociológica de Émile Durkheim?

Durkheim? Ah, o cara do funcionalismo... Lembro vagamente das aulas de sociologia na faculdade, lá por 2008, na UFMG. Ele defendia que a sociedade era tipo um organismo, sabe? Cada pecinha com sua função.

Tipo, a escola, a família, o governo... tudo interligado pra manter a "ordem". Confesso que sempre achei meio simplista, mas a ideia de coesão social me pegava.

Ele acreditava que a sociedade moldava o indivíduo, e não o contrário. Forte, né? Às vezes penso nisso quando vejo como a cultura influencia tanto a gente, mesmo sem perceber.

Informações rápidas sobre Durkheim:

  • Principal teoria: Funcionalismo.
  • Ideia chave: A sociedade como um sistema complexo.
  • Objetivo: Garantir a ordem e a continuidade social.

Qual foi o contributo de Émile Durkheim para a sociologia?

Ah, Durkheim... O cara que fez da sociologia uma ciência de verdade, sabe? Tipo, antes dele, era tudo "achismo" e "eu acho que", como uma roda de bar com intelectuais bêbados.

  • Método Sociológico: Durkheim chegou e disse: "Calma, gente! Vamos observar os fatos sociais como coisas." Sim, coisas! Tipo analisar um tijolo, só que o tijolo é um casamento, um suicídio, uma revolução... Nada sutil, mas eficaz.

  • Pai da Sociologia: Ele não só criou o método, como também botou a sociologia para andar sozinha, com as próprias pernas. Antes, ela ficava ali, meio irmã siamesa da psicologia, da filosofia... Uma bagunça! Durkheim separou os gêmeos e deu a cada um o seu espaço.

    • Eu, particularmente, acho que a sociologia devia mandar um cartão de agradecimento todo ano.
  • Legado: Sem Durkheim, a sociologia seria tipo aquele amigo que sempre depende dos outros para se dar bem. Ele deu a ela a independência e a seriedade que precisava. O cara era um gênio, ou, como diria minha avó, "um sujeito de responsa".

É como se ele tivesse chegado numa festa onde todo mundo falava ao mesmo tempo e gritado: "Silêncio! Agora vamos organizar essa bagunça!". E, para a surpresa de todos, a bagunça realmente se organizou. Talvez ele fosse um guru disfarçado de sociólogo. Quem sabe?

Como Durkheim definiu regulação social?

É madrugada... e cá estou eu, pensando em Durkheim e regulação social. Difícil não se perder nesses conceitos, principalmente quando a noite silencia tudo ao redor e amplifica os pensamentos.

  • Regulação social, para Durkheim, é a força da sociedade sobre o indivíduo. É o conjunto de normas, valores, crenças que moldam nosso comportamento, muitas vezes sem que a gente perceba. Lembro de quando era criança, minha avó sempre dizia "o que vão pensar os vizinhos?". Era a regulação social em sua forma mais pura, ditando condutas dentro daquela pequena comunidade.

  • É diferente de coerção, embora possa parecer. Não é uma imposição brutal, mas uma influência sutil, presente nas instituições, nas relações, nas conversas do dia a dia. Meus pais, por exemplo, me ensinaram a respeitar os mais velhos. Isso nunca foi uma obrigação, mas algo internalizado desde cedo.

  • Ela limita os desejos individuais. Durkheim acreditava que o ser humano é naturalmente insaciável. Se não houvesse limites, viveríamos em um caos constante. Penso na minha vontade de largar tudo e viajar pelo mundo. A realidade, as responsabilidades, a necessidade de trabalhar, me mantém aqui. É a regulação social atuando.

Respondendo objetivamente: Para Durkheim, regulação social é o conjunto de normas e valores que limitam os desejos individuais e moldam o comportamento, garantindo a coesão social.

  • A regulação social está em constante mudança. O que era aceitável há algumas décadas, hoje pode ser considerado ultrajante. Olhando fotos antigas, vejo meus avós fumando em ambientes fechados com crianças por perto. Hoje, isso é impensável. A sociedade evolui, e as normas acompanham essa transformação.

  • Sem regulação, não há sociedade. Durkheim via a sociedade como um organismo vivo, onde cada parte tem sua função. A regulação é o que mantém esse organismo funcionando. Imagino um corpo sem sistema nervoso, sem controle... Simplesmente não funcionaria.

Enfim, a noite avança e os pensamentos se aprofundam. Durkheim, regulação social... tudo conectado de alguma forma com a minha própria vida, com as minhas escolhas, com o meu lugar no mundo. É estranho como essas reflexões surgem no silêncio da madrugada.

Quem é o pai da sociologia moderna?

Lembro daquela aula de Introdução à Sociologia na federal, 2023. Sala lotada, calor de matar, ventilador zoando sem parar. Professor, todo animado, falando de Auguste Comte. Fiquei pensando "Quem?". Aí ele soltou: "Pai da Sociologia!". Na hora, anotei no meu caderno surrado. Ainda grifei com caneta rosa choque pra destacar. Precisava lembrar daquilo pra prova.

Depois, fui pesquisar mais. Descobri que Comte era francês, pirado em ciência. Queria aplicar métodos científicos ao estudo da sociedade. Tipo, observar, analisar, tirar conclusões, igualzinho fazem com plantas e bichos. Achei a ideia meio doida na época. Mas entendi que ele queria mesmo era entender como as sociedades funcionam.

  • Positivismo: essa era a onda do Comte. Acreditava que a ciência era o único caminho para o conhecimento verdadeiro. E que dava pra entender tudo, inclusive a sociedade, com base em observação e experimentação.
  • Leis da sociedade: Comte achava que existiam leis que regiam o funcionamento da sociedade, assim como leis da física, por exemplo. Ele queria descobrir essas leis pra melhorar o mundo, resolver os problemas sociais. Ambicioso, né?

Naquela época, século XIX, a França tava um caos. Revolução, guerras, tudo bagunçado. Acho que isso influenciou bastante o Comte. Ele queria usar a ciência pra botar ordem na casa. Meio utópico, talvez. Mas, no fim das contas, a ideia dele colou. E hoje temos a Sociologia como uma ciência estabelecida. Ainda bem!

Quem é o pai da sociologia moderna? Auguste Comte.

O que é a sociologia segundo Durkheim?

A essa hora, pensando... Durkheim, né? Sociologia pra ele... Fatos sociais. Coisas externas a nós, que nos impõem, sabe? Como a lei, a moral, a religião... Aquilo que molda a nossa vida, independente da nossa vontade. Uma força quase que invisível, mas que está lá, sempre presente. Tipo a pressão social, a expectativa que criam em cima da gente, para ser alguém, para ter algo, e a gente se sentindo... sufocado, às vezes.

  • Coerção social: É o principal ponto. A gente obedece às regras, mesmo sem querer, sabe? Porque existe uma força invisível nos obrigando a isso. É a pressão da sociedade, sabe? Que nem quando eu tinha que ir àquela festa de família chata... a obrigação.

  • Exterioridade: São coisas que já existem antes da gente. Não são criações individuais. A cultura, por exemplo, já existia antes de mim, antes de você. É um legado, uma herança que não escolhemos.

  • Generalidade: Os fatos sociais precisam ser comuns a um grupo. Não é algo individual, pessoal. Tem que ser algo coletivo, a gente precisa compartilhar. Tipo as tradições familiares, que nem o Natal em família na minha casa, sempre com a mesma receita de peru.

Me lembro de uma vez que... a frustração de não conseguir quebrar essas regras, sabe? De me sentir preso a elas. Essa sensação... é a coisa mais pesada. As expectativas dos outros... ainda me assombram, as vezes.

Weber, por outro lado... Ação social. Bem diferente. A individualidade ali, em foco. Mas a conexão entre as ações individuais e a sociedade ainda persiste. A gente vive em sociedade, mesmo que individualmente.

Ação social: Para ele, é a base da análise sociológica. A gente age, considerando os outros. É uma teia complexa. A gente toma decisões influenciados pelos outros, mas também os influenciamos. É uma interação constante.

A noite sempre me deixa mais reflexivo, mais... melancólico. Durkheim e Weber... dois gigantes, duas visões distintas, mas que ajudam a entender esse caos que é a vida em sociedade. Até que nem tão diferente, afinal. Um complementa o outro.